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Dia da França • Tomada da Bastilha • 233 Anos

A Festa nacional francesa, ou Dia da Bastilha, é um feriado nacional francês celebrado anualmente, em 14 de Julho — ‘14 Juillet’
O evento acontece em memória ao episódio histórico da Tomada da Bastilha, em 1789, quando teve início o caráter popular da Revolução Francesa.
FONTE: WIKIWAND
As comemorações desse feriado consistem em grandes celebrações e paradas militares por todo o país, com destaque para o desfile militar da Champs-Élysées de Paris, prestigiado pelo Presidente da República.
“Cada século tem um espírito que o caracteriza:
o espírito do nosso parece ser o da liberdade.”
— Denis Diderot
– Chaque siècle a son esprit qui le caractérise. L’esprit du nôtre semble être celui de la liberté.– Oeuvres complètes de Diderot: revues sur les éditions originales, comprenant ce qui a été publié à diverses époques et les manuscrits inédits, conservés à la Bibliothèque de l’Ermitage, notices, notes, table analytique, Volume 20 – Página 221, Denis Diderot – Garnier frères, 1877 — FONTE: WIKIQUOTE
“É uma revolta?”
(Luiz XVI, ao ser informado sobre a queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789)
– Não, senhor. É uma revolução.”
(Duque de Liancourt, político francês, em resposta ao rei)
— citado em Revista Caras, Edição 662 – (Ano 13 – Número 28)
FONTE: WIKIQUOTE
Íntegra da Citação do Dia
Dia da França • Tomada da Bastilha • 233 Anos
Uma data importante, não apenas para a França, mas para todo o Planeta.
A Tomada da Bastilha, em 1789, foi tão impactante, que acabou marcando
a passagem da Idade Moderna para a Idade Contemporânea.Os princípios iluministas gritavam por
‘Liberdade, Igualdade e Fraternidade’.
Queriam o fim dos reinados, e o começo do que seria,
a república democrática.Caía a fortaleza, a grande prisão de Paris. A Bastilha fora tomada.
E acontecia ali, o início do fim do absolutismo.— “É uma revolta?” perguntou o rei da França, Luiz XVI, quando foi
informado sobre a queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789. E o Duque
de Liancourt, político francês, lhe respondeu:— “Não, senhor. É uma revolução.”
A notícia de que o povo de Paris tinha se rebelado contra o rei, se
espalhou de tal maneira, que o medo pelo terror que se seguiria,
fez Immanuel Kant, o homem mais metódico da História, na distante
Königsberg, atrasar seu passeio diário das 18 horas, em espantosos
cinco minutos.professor Paul Sampaio
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Apresentação do Centro do Professorado Paulista 2022

As lutas pela educação de qualidade e pelos direitos dos professores.
Os departamentos e serviços do CPP, em nossas 90 sedes espalhadas pelo estado de São Paulo.
As colônias de férias e a nova gestão, da primeira Presidente mulher de nossa entidade, que seguirá preservando os mesmos valores e princípios que defendemos há mais de 90 anos.

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A Grande Máquina da Democracia • Anísio Teixeira • 122 Anos

“Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública”.
– Anísio Teixeira, em “Educação para a Democracia”; Rio de Janeiro : José Olympio; 1936, p. 247
Anísio Teixeira
Anísio Spínola Teixeira
(Caetité, 12 de julho de 1900 — Rio de Janeiro, 11 de março de 1971)
jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro
Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em preferência à memorização.
“Sou contra a educação como processo exclusivo de formação de uma elite, mantendo a grande maioria da população em estado de analfabetismo e ignorância.
– Anísio Teixeira, em artigo “DESBARATO DOS RECURSOS PÚBLICOS PARA A EDUCAÇÃO”, publicado em O Jornal, 15/04/58
Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos.
Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova,[2] em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932.
Fundou a Universidade do Distrito Federal, em 1935, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.
Na ideia de uma educação integral[3] e uma educação para todos, expressa por Anísio Teixeira foi a concepção de educação que permeou os escritos e a obra de Anísio Teixeira, está a base de sua atuação como educador e sua contribuição para a educação no Brasil, que alguns consideram importante até hoje.
“Revolta-me saber que dos cinco milhões que estão na escola, apenas 450.000 conseguem chegar a 4ª. série, todos os demais ficando frustrados mentalmente e incapacitados para se integrarem em uma civilização industrial e alcançarem um padrão de vida de simples decência humana”.
– Anísio Teixeira, em artigo “DESBARATO DOS RECURSOS PÚBLICOS PARA A EDUCAÇÃO”, publicado em O Jornal, 15/04/58
“Choca-me ver o desbarato dos recursos públicos para educação, dispensados em subvenções de toda natureza a atividades educacionais, sem nexo nem ordem, puramente paternalistas ou francamente eleitoreiras.”
– Anísio Teixeira, em artigo “DESBARATO DOS RECURSOS PÚBLICOS PARA A EDUCAÇÃO”, publicado em O Jornal, 15/04/58
FONTES
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Plataforma de Currículos em Homenagem • César Lattes • 98 Anos

“A ciência deve ser universal, sem dúvida.
Porém, nós não devemos acreditar incondicionalmente nisto.”
– Entrevista a Eustáquio Gomes e Graça Caldas, para a edição de outubro de 1987 do Jornal da Unicamp
César Lattes
Cesare Mansueto Giulio Lattes, mais conhecido como César Lattes (Curitiba, 11 de julho de 1924 — Campinas, 8 de março de 2005), foi um físico brasileiro, co-descobridor do méson pi, descoberta que levou o Prêmio Nobel de Física de 1950, concedido a Cecil Frank Powell.
Fez os seus primeiros estudos em sua cidade natal e depois em São Paulo, vindo a graduar-se na Universidade de São Paulo em 1943, em matemática e física.
“A ciência universal seria o ideal.
Mas a prática é bem diferente.
Felizmente, todo segredo dura pouco.”
– Entrevista a Eustáquio Gomes e Graça Caldas, para a edição de outubro de 1987 do Jornal da Unicamp
“A ciência é uma irmã caçula (talvez bastarda) da arte.”
– Entrevista concedida à pesquisadora Ana Maria Ribeiro, publicada em O Estado de Minas; citado por Bruno Ribeiro da Agência Anhangüera
Lattes é um dos físicos brasileiros mais ilustres e honrados e seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento da física atômica.
Ele também foi um grande líder científico de física brasileira e foi uma das principais personalidades por trás da criação do importante Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Em sua homenagem, o CNPq batizou o sistema utilizado para cadastrar cientistas, pesquisadores e estudantes como o nome de Plataforma Lattes.
A Plataforma Lattes é uma base de dados de currículos e instituições de todas as áreas do conhecimento.
O Currículo Lattes registra a vida profissional dos pesquisadores sendo elemento indispensável à análise de mérito e competência dos pleitos apresentados, atualmente, a quase todas as agências de fomento no Brasil.
“Tudo o que eu fiz não vale uma sinfonia de Mozart.”
– Relato de Henrique Linz de Barros à revista “Pesquisa FAPESP”, Agosto/2007, No.138 [4]
FONTES
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Internet torna escola atraente para 91% dos pais, aponta pesquisa

A Educação 4.0 já integra o Plano Nacional do Ministério da Educação e já se fala hoje em Educação 5.0, mas, mesmo assim, o uso de tecnologia continua sendo um desafio nas escolas, principalmente públicas.
FONTE: CPP CENTRAL
Pesquisa da Fundação Lehman realizada este ano mostra que a internet torna a escola mais atraente para os alunos na opinião de 91% dos pais.
O estudo aponta ainda que 63% dos estudantes têm acesso à banda larga e que no Sul, Sudeste e Centro- Oeste sete em cada dez escolas têm rede wi-fi, ante cinco em dez no Norte e Nordeste.
Curso de animação para crianças a partir de 10 anos e o Studio DCPC, de produção de animações 2D, criam ciclo de aprendizagem
Dentro da proposta de unir cada vez mais educação e tecnologia, a startup De Criança Para Criança (DCPC) criou o curso de animação para crianças a partir de 10 anos e o Studio DCPC, plataforma de produção de animações 2D, que criam um ciclo de aprendizagem com investimento e retorno desse investimento dentro do município e da comunidade em que ele é utilizado.
“Os dois produtos permitem que os alunos, ou qualquer pessoa que fizer o curso e estiver apta, colaborem com o De Criança Para Criança na produção de animações. Dessa forma, o processo que se iniciou na escola pode ser concluído pela própria escola. É um ciclo da economia. O dinheiro que o município investe nas escolas retorna para o município através do trabalho, de impostos”, afirma o sócio da startup, Vitor Azambuja.
A pesquisa Panorama Mobile Time-Opinion Box, de outubro de 2021, mostra que 49% dos estudantes de até 12 anos de idade possuem o próprio smartphone em famílias nas quais os pais também têm o aparelho, sendo que esse número aumenta para 59% na faixa entre 7 e 9 anos. Nessas famílias, 58% dos pais afirmam que a educação está entre os principais motivos do uso do equipamento pelos filhos. A pesquisa aponta ainda que o YouTube é a rede mais acessada pelas crianças.
O YouTube e a plataforma são justamente as ferramentas utilizadas pela startup De Criança Para Criança para a exibição das animações produzidas pelos alunos. A metodologia de ensino faz com que a retenção do conteúdo dado em sala de aula aumente de 30% para até 85%, gerando um conteúdo educacional que impacta crianças e jovens estudantes no mundo todo.
Inclusão
Segundo Azambuja, além de contribuir para a formação educacional, esse processo traz perspectiva de inclusão no mercado de trabalho futuro ou presente e possibilita imersão no mundo digital, em sintonia com as cidades mais avançadas do mundo. “É um ciclo muito rico e atual porque possibilita a capacitação para jovens e adultos poderem trabalhar na criação das animações produzidas na sala de aula”, explica.
A startup DCPC traz uma proposta de inovação do ensino e aprendizagem em sintonia com a Educação 4.0, que já está sendo debatida pelos sistemas públicos de ensino. A Educação 4.0 incentiva a autonomia e oferece um ensino personalizado de acordo com os interesses e necessidades do estudante. O termo está relacionado com a Indústria 4.0, a quarta revolução industrial, marcada pela evolução da tecnologia, automação e inovação.
“Como a plataforma De Criança Para Criança, a Educação 4.0 coloca o aluno como protagonista da geração de conteúdo, utilizando as ferramentas tecnológicas que ele tem disponíveis”, diz Azambuja. As novas metodologias de ensino do DCPC facilitam o aprendizado e promovem o empoderamento do estudante, que deixa de ser um cumpridor de tarefas para se tornar parte do aprendizado. Colaborar, criar, pesquisar, debate, experimentar e compartilhar fazem parte dessa nova dinâmica na qual os alunos ampliam o conhecimento e assumem mais responsabilidades na sua própria educação.
Animações
O curso de animação permite que crianças a partir de 10 anos de idade e adultos possam aprender a transformar as histórias, os desenhos e as locuções feitas na sala de aula em animações. Na plataforma Studio DCPC, os animadores podem escolher com quais etapas do processo de animação querem trabalhar. A plataforma ainda direciona os projetos para que os acessos sejam relacionados com a região, cidade, bairro ou escola, de acordo com a sua localização.
“A Prefeitura que contratar o DCPC para aplicar a metodologia nas escolas daquele bairro terá parte do recurso investido devolvido em forma de trabalho, uma vez que aquele munícipe pode produzir as animações, ser remunerado por isso e pagar seus impostos para a Prefeitura”, explica Azambuja.
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O Amor Homossexual • Marcel Proust • 151 Anos

“A adolescência é a única vez que aprendemos alguma coisa.”
- – l’adolescence est le seul temps où l’on ait appris quelque chose– A la recherche du temps perdu – Volume 4 – Página 31, Marcel Proust · Gallimard, 1919

Marcel Proust
Valentin Louis Georges Eugène Marcel Proust (Auteuil, 10 de julho de 1871 – Paris, 18 de novembro de 1922) foi um escritor francês, mais conhecido pela sua obra À la recherche du temps perdu (Em Busca do Tempo Perdido), que foi publicada em sete partes entre 1913 e 1927.
Quando jovem, Proust foi um diletante e um alpinista social cujas aspirações como escritor foram prejudicadas pela sua falta de disciplina.[4]
Sua reputação a partir deste período, como um esnobe e um amador, contribuíram para seus problemas mais tarde com a obtenção de No Caminho de Swann, a primeira parte de seu romance em grande escala, publicado em 1913.
“Os dias talvez sejam iguais para um relógio, mas não para um homem.”
- – Les jours sont peut-être égaux pour une horloge, mais pas pour un homme.– Oeuvres completes de Marcel Proust – Volume 10 – Página 113, Marcel Proust – Éditions de la Nouvelle revue française, 1936

“Se sonhar um pouco é perigoso, a solução não é sonhar menos e sim sonhar mais, sonhar o tempo todo”.
- – If a little day-dreaming is dangerous, the cure for it is not to dream less but to dream more, to dream all the time.– Within a budding grove – Volume 1 – Página 198, Marcel Proust – Chatto & Windus,1924
A homossexualidade é tema recorrente em sua obra, principalmente em Sodoma e Gomorra e nos volumes subsequentes.
Trabalhou sem repouso à escrita dos seis livros seguintes de Em Busca do Tempo Perdido, até 1922. Faleceu esgotado, acometido por uma bronquite mal cuidada.
“A felicidade é salutar para o corpo, mas só a dor robustece o espírito.”
- – Le bonheur est salutaire pour les corps, mais c’est le chagrin qui développe les forces de l’esprit.– La temps retrouve – Volume 15, Página 56, Marcel Proust – Gallimard, 1927

“Só se ama aquilo que não se possui completamente.”
- – Em busca do tempo perdido – página 2251, Marcel Proust, tradução de Fernando Py – Nova Fronteira, 2016, ISBN 8520941141, 9788520941140, 2472 páginas
FONTES
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La Negra • Mercedes Sosa • 87 Anos

Mercedes Sosa
87 Anos
Mercedes Sosa (San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009) foi uma cantora argentina, uma das mais famosas na América Latina.
A sua música tem raízes na música folclórica argentina.
Ela se tornou uma das expoentes do movimento conhecido como Nueva canción.
Apelidada de La Negra pelos fãs, devido à ascendência ameríndia (no exterior acreditava-se erroneamente que era devido a seus longos cabelos negros), ficou conhecida como a voz dos “sem voz”.
Biografia
Mercedes Sosa nasceu em San Miguel de Tucumán, na província de Tucumán, no noroeste da Argentina, cidade onde foi assinada a declaração de Independência da Argentina em 9 de julho de 1816, na casa de propriedade de Francisca Bazán de Laguna, que foi declarada Monumento Histórico Nacional em 1941.
Nascida no dia da Declaração da Independência, e na mesma cidade onde foi assinada, Mercedes sempre foi patriota.
Afirmou inúmeras vezes que “pátria só temos uma”.
Foi também uma árdua defensora do Pan-americanismo e da integração dos povos da América Latina.
Criada durante o governo de Juan Domingo Perón e sofrendo – como quase todos da sua geração – uma influência muito grande de Eva Perón, Sosa cresceu embalada pela ideologia peronista.
Sua ascendência era mestiça (mistura de europeus com americanos e índios): francesa e dos indígenas do grupo diaguita.
Sua carreira se iniciou em 1950, aos quinze anos de idade, quando Sosa venceu uma competição de canto organizada por uma emissora de rádio de sua cidade natal e ganhou um contrato para cantar por dois meses.
Carreira
Em 1961, grava seu primeiro álbum, intitulado La voz de la zafra [1] (lançado em 1962). Em seguida, uma performance no Festival Folclórico Nacional faz com que se torne conhecida entre os povos indígenas de seu país.
Ainda em Tucumán, Sosa se casou com Manuel Óscar Matus, que seria seu primeiro marido, com quem teve um filho.
Pouco depois do casamento, se mudou para Mendoza, onde, em 1963, juntamente com Matus, seria peça chave no lançamento movimento musical da década de 1960conhecido como Nuevo Cancionero[2].
Em 1965, lançou o aclamado Canciones con fundamiento, uma compilação de músicas folclóricas da Argentina. Em 1967, faz uma turnê pelos Estados Unidos e pela Europa e obtém êxito internacional.
Em 1970, grava Cantata Sudamericana e Mujeres Argentinas com o compositor Ariel Ramirez e o letrista Felix Luna.
Em 1971, grava um tributo à cantora e compositora chilena Violeta Parra, ajudando a popularizar a canção “Gracias a la vida“. Mais tarde grava um álbum em homenagem a Atahualpa Yupanqui.
Após a ascensão da junta militar do general Jorge Videla, que depôs a presidente Isabelita Perón em 1976, a atmosfera na Argentina tornou-se cada vez mais opressiva.
Sosa, que era uma conhecida ativista do peronismo de esquerda, foi revistada e presa no palco durante um concerto em La Plata em 1979, assim como seu público.
Banida em seu próprio país, ela se refugiou em Paris e depois em Madri.
Seu segundo marido morreu um pouco antes do exílio, em 1978.
Sosa retornou à Argentina em 1982, vários meses antes do colapso do regime ditatorial como resultado da fracassada guerra das Malvinas, e deu uma série de shows no Teatro Colón em Buenos Aires, onde convidou muitos colegas jovens para dividir o palco com ela.
Um álbum duplo com as gravações dessas performances logo se tornou um sucesso de vendas.
Nos anos seguintes, Sosa continuou a fazer turnês pela Argentina e pelo exterior, cantando em lugares como o Lincoln Center, o Carnegie Hall e o Teatro Mogador.
Nos anos seguintes, Sosa interpreta um vasto repertório de estilos latino-americanos, gravando tanto com artistas argentinos como León Gieco, Charly García, Antonio Tarragó Ros, Rodolfo Mederos e Fito Páez, quanto com internacionais como Chico Buarque, Raimundo Fagner, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gal Costa, Sting, Andrea Bocelli, Luciano Pavarotti, Nana Mouskouri, Joan Baez, Silvio Rodríguez e Pablo Milanés.
Mais recentemente, grava com a colombiana Shakira, cantora latino-americana de maior sucesso no exterior.
Ativismo político
Sosa, que sempre foi ativa entre os movimentos peronistas de esquerda, fez oposição ao presidente Carlos Menem e manifestou apoio às eleições de Néstor e Cristina Kirchner.
Na década de 1960, Mercedes participou do Movimento do Novo Cancioneiro, surgido em Mendoza e centrado na música popular latino- americana, com ênfase no componente social. Além de obter sucesso na Argentina, a artista ganhou palcos pelas Américas e também na Europa.
A temática social e a ligação com a esquerda lhe renderam também dissabores.
Em 1979, um show da artista foi invadido pelos militares, durante a ditadura argentina (1976-83).
Não apenas ela foi presa, mas inclusive o público presente. Naquele mesmo ano, Mercedes decidiu se exilar. “La Negra”, como também era conhecida, voltou à Argentina em 1982, na fase final da ditadura.
Mercedes Sosa com os brasileiros Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gal Costa e Chico Buarque.
Na década de 1980, Mercedes realizou trabalhos em parceria com Milton Nascimento.
Entre os brasileiros que também cantaram com ela estão ainda Caetano Velloso, Daniela Mercury e Beth Carvalho.”[3]
Sua preocupação sociopolítica refletia-se no repertório que interpretava, tendo sido uma das grandes expoentes da Nueva canción, movimento musical com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas marcado por uma ideologia de rechaço ao imperialismo norte-americano, ao consumismo e às desigualdade sociais.
Prêmios e honrarias
Sosa era Embaixadora da Boa Vontade da UNESCO para a América Latina e o Caribe.
Em 2000, ela ganhou o Grammy Latino de melhor álbum de música folclórica por Misa Criolla, feito que repetiria em 2003 com Acústico e em 2006 com Corazón Libre.
Sua interpretação de “Balderrama”, de Horacio Guarany, fez parte da trilha-sonora do filme de 2008 Che, sobre o lendário guerrilheiro argentino Che Guevara. Seu último álbum, Cantora, encontra- se indicado a três prêmios Grammy Latino.
O obituário de Sosa no jornal londrino The Daily Telegraph afirmou que ela foi “uma intérprete incomparável de obras de seu compatriota, o argentino Atahualpa Yupanqui, e da chilena Violeta Parra”.
Helen Poopper da agência Reuters anunciou sua morte dizendo que ela “lutou contra os ditadores da América do Sul com sua voz e se tornou uma gigante da música latino-americana contemporânea”.
Morte
Sosa morreu aos 74 anos de idade em 4 de outubro de 2009, às 5h15min (horário local), em Buenos Aires[4].
Ela foi internada no dia 18 de setembro na Clínica de la Trinidad, no bairro de Palermo, por causa de um problema renal. Seu quadro piorou a partir do momento em que teve complicações hepáticas e pulmonares.
A cantora havia trabalhado intensamente até poucas semanas antes de sua morte.
Em 2008, havia dito que continuaria cantando “até os últimos dias”, como uma cigarra[5].
Até em todos os jogos de futebol da sétima rodada do Torneio Apertura 2009 foi prestado um minuto de silêncio em homenagem à cantora[6].
A presidente argentina Cristina Kirchner declarou luto oficial de três dias pela morte de Sosa, e decidiu antecipar o retorno de uma viagem à Patagônia para comparecer ao velório da cantora[7].
Sua morte também foi lamentada pelo chefe de estado Venezuela no Hugo Chávez, que declarou que Sosa lhe “iluminou a vida”, e por cantores como Shakira[8], Daniela Mercury, Fagner e Wagner Tiso[9].
Os governos do Equador, Chile[10] e Brasil[11] também demonstraram pesar em notas divulgadas à imprensa.
Assim como no Brasil, são inúmeras as manifestações de pesar e se multiplicam homenagens, em toda a América Latina, à “Negra”, Mercedes Sosa.
Discografia
- Maestros Del Folklore (1959)
- La voz de la zafra (1962)
- Canciones con fundamento (1965)
- Yo no canto por cantar (1966)
- Hermano (1966)
- Para cantarle a mi gente (1967)
- Con sabor a Mercedes Sosa (1968)
- Mujeres argentinas (1969)
- Navidad con Mercedes Sosa (1970)
- El grito de la tierra (1970)
- Homenaje a Violeta Parra (1971)
- Hasta la victoria (1972)
- Cantata Sudamericana (1972)
- Traigo un pueblo en mi voz (1973)
- Niño de mañana (1975)
- A que florezca mi pueblo (1975)
- La mamancy (1976)
- En dirección del viento (1976)
- O cio da terra (1977)
- Mercedes Sosa interpreta a Atahualpa Yupanqui (1977)
- Si se calla el cantor (1977)
- Serenata para la tierra de uno (1979)
- A quién doy (1980)
- Gravado ao vivo no Brasil (1980)
- Mercedes Sosa en Argentina (1982)
Mercedes Sosa cantando com Shakira.
- Mercedes Sosa (1983)
- Como un pájaro libre (1983)
- Recital (1983)
- ¿Será posible el sur? (1984)
- Vengo a ofrecer mi corazón (1985)
- Corazón Americano (1985) (com Milton Nascimento e León Gieco)
- Mercedes Sosa ’86 (1986)
- Mercedes Sosa ’87 (1987)
- Gracias a la vida (1987)
- Amigos míos (1988)
- En vivo en Europa (1990)
- De mí (1991)
- 30 años (1993)
- Sino (1993)
- Gestos de amor (1994)
- Oro (1995)
- Escondido en mi país (1996)
- Alta fidelidad (1997) (com Charly García)
- Al despertar (1998)
- Misa Criolla (2000)
- Acústico (2002)
- Argentina quiere cantar (2003) (com Víctor Heredia e León Gieco)
- Corazón Libre (2005)
- Cantora (2009)
- Mercedes sosa, Una vida en canciones (2010)
Filmografia
Atriz
- Güemes, la tierra en armas (1971), no papel de Juana Azurduy
Ela mesma
- Argentinísima (1972)
- Ésta es mi Argentina (1974)
- Mercedes Sosa, como un pájaro libre (1983)
- Será posible el sur: Mercedes Sosa (1985)
- Historias de Argentina en Vivo (2001)
- La noche del 10″ (2 episodios, 2005): Episódio #1.6 e #1.7 TV
- Three Voices: Live in Concert (2004)
- Historias de Argentina en vivo (2001)
- HermanSIC (1 episode, 2000): Episodio de 25 Junho TV
Documentários
- La imagen de tu vida: Episodio #1.10 (2006) TV
- The Power of Their Song: The Untold Story of Latin America’s New Song Movement (2008)
- Cantora: Un Viaje Íntimo (2009)
- Mercedes Sosa: La Voz de Latinoamérica (2013)
Trilha sonora
- Banda sonora (1 episódio, 2008): Episodio #4.11 TV :(canta: “Duerme negrito”)
- Che: Part Two (2008) (canta: “Balderrama”)
- Buongiorno, notte (2003) (canta: “Gloria”, “La Huida (Vidala Tucumana)”)
Composição de músicas
- Las dignas mujeres por la dignidad y la vida (2002)
- Juan: Como si nada hubiera sucedido (1987)
- Mercedes Sosa: como un pájaro libre (1983)
CITAÇÃO
Mercedes Sosa – É preciso conhecer a arte de viver
“Durar não é estar vivo. Viver, é outra coisa.”
– Mercedes Sosa / Fonte: Pensador
Mercedes Sosa
Mercedes Sosa
(San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009)
87 Anos
FONTE

87 Anos, aniversário, artistas, Brasil, celebração, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, escritores, etimologia, famosas, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, La Negra, literatura, marcantes, Mercedes Sosa, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, sociedade, wikipedia, wikiwand -
O 1º Cantor de Trio Elétrico • Moraes Moreira • 75 Anos

“Varre, varre, varre vassourinhas
Varreu um dia as ruas da Bahia
Frevo, chuva de frevo e sombrinhas
Metais em brasa, brasa, brasa que ardia”“Vassourinha Elétrica” — Moraes Moreira / “Vassourinhas” de Mathias da Rocha e Joana Batista Ramos
Moraes Moreira
75 Anos
Antônio Carlos Moraes Pires
(Ituaçu, 8 de julho de 1947 — Rio de Janeiro, 13 de abril de 2020)
Cantor, compositor e músico brasileiro, ex-integrante do grupo Novos Baianos e que hoje segue carreira solo.
Carreira
Novos Baianos
Moraes Moreira começou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João e outros eventos de Ituaçu, o “Portal da Chapada Diamantina”.
Moraes Moreira ao lado de Paulinho Bova Cantor, na época dos Novos Baianos.
Na adolescência aprendeu a tocar violão, enquanto fazia curso de ciências em Caculé, Bahia.
Mudou-se para Salvador e lá conheceu Tom Zé, e também entrou em contato com o rock n’ roll.
Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Baby do Brasil, Moraes Moreira e Luiz Galvão – Os Novos Baianos.
Mais tarde, ao conhecer Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, formou o conjunto Novos Baianos, onde ficou de 1969 até 1975.
Juntamente com Luiz Galvão, foi compositor de quase todas as canções do Grupo.[5]
O álbum Acabou Chorare, lançado pela banda em 1972, foi considerado pela revista Roling Stone Brasil um dos 100 melhores álbuns da história da música brasileira.
Moraes Moreira possui 40 discos gravados, entre Novos Baianos, Trio Elétrico Dodô e Osmar e ainda dois discos em parceria com o guitarrista Pepeu Gomes.
Moraes se enquadra entre um dos mais versáteis compositores do Brasil, misturando ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e até mesmo música erudita.
“Pombo correio, voa depressa
E essa carta leva
para o meu amor
Leva no bico que eu
aqui fico esperando”“Pombo correio” — Moraes Moreira, Dodô e Osmar
Foi com a marchinha Pombo Correio, em 1978, que a arte de Moreira ganhou as ruas em fevereiro. Até então, os trios elétricos de Salvador, criados por Dodô e Osmar, tocavam apenas música instrumental.
Por isso, Moreira é considerado o primeiro cantor de trio elétrico do Brasil, abrindo o caminho para uma geração de artistas da Bahia.
Carreira Solo
Saiu em carreira solo no ano de 1975, e desde então já lançou mais de 20 discos.
Na sua carreira solo, destacou-se como o primeiro cantor de trio elétrico, cantando no Trio de Dodô e Osmar, e lançou diversos sucessos de músicas de carnaval, no que se convencionou chamar de “frevo trieletrizado”.
Alguns dos sucessos dessa fase são “Pombo Correio”, “Vassourinha Elétrica” e “Bloco do Prazer”, dentre outras.
Moraes Moreira contava que a ideia dessa canção surgiu após uma noitada no Rio de Janeiro, junto ao seu amigo João Gilberto
FONTE: BBC Brasil
A presença do cantor na comunidade dos Novos Baianos, que passaram a morar no Rio, é considerada essencial para o caráter múltiplo do grupo, fundindo samba, frevo, baião, rock, etc.
“Numa daquelas ladeiras maravilhosas do Rio, João viu uma mulata descendo de manhã com todo o suingue, toda energia, partindo pra vida, mas sem se queixar de nada. Ele olhou e disse: ‘Olha lá o Brasil descendo a ladeira’. E daí nasceu essa música”, declarou Moreira na gravação do acústico MTV, em 1995.
O sucesso está no disco solo homônimo, lançado em 1979 e que consolidou a carreira de Moreira nos anos seguintes.
Show de Moraes Moreira, Pepeu Gomes e Roberta Sá, no Rock in Rio 2013.
Durante os anos 80 se afastou um pouco do carnaval baiano, devido a sua comercialização para a indústria do turismo.
Em 1994 gravou O Brasil Tem Concerto, influenciado pela música erudita, e no ano seguinte gravou o Moraes Moreira Acústico MTV, mais tarde transformado em CD e DVD.
Em 1997, gravou um disco carnavalesco em que comemora seus 50 anos, 50 carnavais e dois anos depois lança o disco 500 Sambas em homenagem aos 500 anos de descobrimento do Brasil.
No ano 2000 lançou o disco Bahião com H, tocando o baião com seu característico sotaque baiano.
Em 2003 completou sua trilogia que tinha como tema o Brasil, e incluía os três álbuns Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira (1979) e O Brasil Tem Concerto (1994) e Meu Nome é Brasil (2003).
Em 2005 lançou independentemente o surpreendente disco De repente, misturando hip hop com repente nordestino e o swing característico de seu violão.
Em 2008 Moraes lançou o livro ‘A história dos Novos Baianos e Outros Versos’, em que conta a história do grupo em literatura de cordel e curiosidades sobre as músicas de sua carreira solo, e sai em turnê pelo Brasil com o show homônimo, tocando os maiores sucessos de sua carreira e recitando trechos do livro, que em 2009 foi transformado em DVD e CD.
Davi Moraes ao lado do pai, Moraes Moreira.
Em 2012 Moraes gravou o disco A Revolta dos Ritmos, um disco com 12 composições inéditas dele.
Paralelo ao novo CD Moraes viajou pelo Brasil, ao lado do seu filho Davi Moraes, com uma turnê comemorando os 40 anos do disco Acabou Chorare.
A princípio seria apenas um show, mas devido ao grande sucesso a turnê foi criada e fez uma série de shows.
Morte e reações
Em 13 de abril de 2020, Moraes morreu dormindo, no Rio de Janeiro, após sofrer um infarto agudo do miocárdio. Várias homenagens foram feitas por famosos em redes sociais e entrevistas.
CITAÇÃO
Moraes Moreira – Sempre aprendendo com a vida
“As horas em que mais errei,
foram as que mais me ensinaram.”
– Moraes Moreira / Fonte: Pensador
Moraes Moreira
Antônio Carlos Moraes Pires
(Ituaçu, 8 de julho de 1947 — Rio de Janeiro, 13 de abril de 2020)
75 Anos
Davi e o pai, Moraes Moreira.
Chame Gente
Moraes Moreira
Ah! imagina só que loucura essa mistura
Alegria, alegria é o estado que chamamos Bahia
De Todos os Santos, encantos e Axé, sagrado e profano, o baiano é carnaval
Do corredor da história, Vitória, Lapinha, Caminhos de Areia
Pelas vias, pelas veias, escorre o sangue e o vinho, pelo mangue, Pelourinho
A pé ou de caminhão não pode faltar a fé, o carnaval vai passar
Da Sé ao Campo-Grande somos os Filhos de Gandhi, de Dodô e OsmarPor isso chame, chame, chame, chame gente
Que a gente se completa enchendo de alegria a praça e o poeta
É um verdadeiro enxame, chame chame gente
Que a gente se completa enchendo de alegria a praça e o poeta
Ah!…a praça e o poeta.Discografia
1975 – Moraes Moreira (Som Livre)
1977 – Cara e Coração (Som Livre)
1978 – Alto Falante (Som Livre)
1979 – Lá vem o Brasil Descendo a Ladeira (Som Livre)
1980 – Bazar Brasileiro (Ariola)
1981 – Moraes Moreira (Ariola)
1983 – Coisa Acesa (Ariola)
1983 – Pintando o Oito (Ariola)
1984 – Mancha de Dendê Não Sai (Ariola)
1985 – Tocando a Vida (CBS)
1986 – Mestiço é Isso (CBS)
1988 – República da Música (CBS)
1988 – Baiano Fala Cantando (CBS)
1990 – Moraes e Pepeu (Warner)
1994 – Moraes e Pepeu – Ao vivo no Japão (Warner)
1991 – Cidadão (Sony)
1993 – Terreiro do Mundo (Polygram)
1993 – Tem um Pé no Pelô (Som Livre)
1994 – O Brasil tem Conserto (Polygram)
1995 – Moraes Moreira Acústico MTV (EMI- Odeon)
1996 – Estados (Virgin)
1997 – 50 Carnavais (Virgin)
1999 – 500 Sambas (Abril Music)
2000 – Bahião com H (Atração Fonográfica)
2003 – Meu Nome é Brasil (Universal)
2005 – De Repente (Rob Digital)
2009 – A História dos Novos Baianos e Outros Versos (Biscoito Fino)
2012 – A Revolta dos Ritmos (Biscoito Fino)
“Pra libertar meu coração
Eu quero muito mais
Que o som da marcha lenta
Eu quero um novo balancê
O bloco do prazer
Que a multidão comenta”“Bloco do Prazer” — Moraes Moreira e Fausto Nilo
FONTES
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Piso para secretários escolares é aprovado na Comissão de Finanças

Definição da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta (6), com 22 votos, o Projeto de Lei 3817/20, do deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), instituindo o piso salarial dos secretários escolares no valor de R$ 1.821,70 mensais. O projeto segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
FONTE: CPP CENTRAL
O parlamentar comemorou o avanço da pauta, acompanhada pelo mandato desde o início. “É uma questão de valorização e reconhecimento para esses profissionais tão importantes no desenvolvimento do ensino brasileiro. É justo e necessário que tenham direito a um piso digno. Estou muito feliz e sei que toda a categoria comemora essa conquista”, defende.
Segundo o PL, os valores remuneratórios iniciais referentes às demais jornadas de trabalho serão, no mínimo, proporcionais ao valor proposto. Além disso, o piso salarial profissional do país para os secretários escolares da educação básica será atualizado, anualmente, no mês de janeiro.
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