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A Devoção pela Educação • Neuza Sampaio • 79 Anos

“Não nos esqueçamos nunca, da ‘boa parte’
que reside em todas as criaturas.”
– Neuza Sampaio
Neuza Aracy Costa Sampaio, professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista.
Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
Depois, obteve a Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitação em Administração e Supervisão Escolar. Fez diversos cursos de especialização e treinamentos, até ser diretora de escola. Aposentou como supervisora de ensino.
“Aprender primeiro, ensinar depois.”
– Neuza Sampaio
Abaixo, a ‘Entrevista da Semana’ de 19 de junho (22), do Jornal da Cidade, de Bauru/SP, com Neuza Sampaio. Ela fala sobre sua vida, sempre dedicada à educação, espiritualidade e família.
Prestes a completar 79 anos no início de julho, ela dedicou seis décadas de sua vida à educação.
Fonte: Jornal da Cidade • Guilherme Tavares • 19/06/2022
Seja em sala de aula ou fora dela, Neuza Aracy Costa Sampaio devotou-se à missão de promover o ensino para transformar a sociedade. Tanto que carrega como lema uma frase do amigo e professor Rodolpho Pereira Lima:
“A maior segurança de uma nação não está no seu efetivo policial militar,
mas na educação do seu povo.” – Rodolpho Pereira Lima

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido Alpheu José (à direita), e os pais, Júlia e Edovaldo. Filha de Edovaldo Costa e Julia Morales Costa (falecidos), foi criada pelos tios Moacir da Costa Leite e Auricilde Costa Leite (ambos também em memória), por quem nutre muito apreço.

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido, e dos tios Auricilde e Moarcyr Os “pais adotivos” foram decisivos na formação.
“Sempre tinha jornal, livro, algum material para ler em casa.
E titia escrevia poesias.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Nascida em Mineiros do Tietê, todos os dias atravessava 20 quilômetros de estradas de terra até Jaú para estudar.
Concluiu o magistério aos 17 anos. Casou com Alpheu José e mudou para Bauru aos 19, mesma idade em que começou a lecionar no ensino fundamental no município de Fernão.
Para chegar ao trabalho, viajava no “trem das professoras”.
Mais tarde, virou diretora de escola e passou a atuar na Delegacia Regional de Ensino (hoje, Diretoria de Ensino, do governo do Estado), onde teve a oportunidade de contribuir com a construção de dez escolas estaduais de Bauru, algumas das maiores do município até hoje.
“Quanto maior o âmbito de atuação,
mais pessoas são abrangidas pelo seu trabalho.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Mesmo aposentada, seguiu atuando em prol da área.
Passou a integrar os quadros de gestão do Centro do Professorado Paulista (CPP) em Bauru.
Foi diretora da sede local de 1992 a 2001. E, há dois anos, novamente atendeu o chamado do dever ao reassumir o posto após o falecimento da então diretora.

Ricardo, Ester, Neuza, Artur e Aloísio Tem quatro filhos: Artur, Aloísio, Ester e Ricardo. E ainda sete netos.
Além do magistério, formou-se em Estudos Sociais com Habilitação em Educação Moral e Cívica pelo Unisagrado (na época, USC).
A seguir, confira trechos da entrevista dela ao JC.
Jornal da Cidade – O que a levou à formação no magistério?
Neuza Aracy Costa Sampaio – Na época, era o curso que quase todas as moças se direcionavam. Havia poucas faculdades no Estado. Então, o magistério era um caminho muito comum para as jovens. Além disso, sempre gostei muito de estudar, me dedicava. Viajava 20 quilômetros todos os dias de Mineiros do Tietê para Jaú por estrada de terra para ir à escola. E também fui muito estimulada pelos meus tios, sempre tinha material letrado em casa, como jornal, revista, livro. Gostava muito de dar aula, lecionar, me realizei como professora.
JC – Depois, a senhora virou diretora de escola e atuou na Delegacia Regional de Ensino. Por que migrou para a área de gestão e administração?
Neuza – Primeiro, porque eu sempre procurei, mesmo como professora, funções de liderança. Então, me realizei muito como diretora, porque tive a possibilidade de colocar em prática minhas ideias e melhorar as escolas. Quanto maior o seu âmbito de atuação, mais pessoas são abrangidas pelo trabalho. Você dá exemplo, influencia as pessoas. E, mesmo depois, como assistente de planejamento, conseguimos construir os maiores prédios escolares de Bauru. A cidade precisava de muitas vagas na época e fizemos um esforço inaudito. De 1979 a 1986, construímos dez escolas estaduais. Proporcionar estrutura também é uma forma de contribuir com o crescimento da educação. Isso é uma satisfação enorme.
JC – Depois de aposentada, assumiu cargos no CPP e, dessa vez, como serviço voluntário. Não era hora de deixar de trabalhar?
Neuza – Não, porque sempre atuei em benefício de alguém. Sejam colegas da educação ou pessoas com necessidades afetivas e fraternas. Minha vida se resume a cuidar da família, tanto ascendentes quanto descendentes, atuar no magistério e trabalhar como voluntária no CPP e no centro espírita. E o trabalho voluntário traz uma felicidade muito grande. Você sempre está fazendo, de uma forma ou de outra, pelo benefício de alguém. Ou do colega da educação ou de pessoas necessitadas. Desde 1966, faço parte do Centro Espírita a Serviço do Mestre, na Vila Dutra. Participei da diretoria, fui vice- presidente e presidente.
JC – Com um currículo tão extenso, de seis décadas de serviços prestados, e se aproximando dos 79 anos de vida, ainda há o que realizar?
Neuza – O que move a gente são os projetos novos. Eu sempre penso na realização do dia seguinte. Nesses dois anos de pandemia, por exemplo, aproveitamos para reformar o salão social, melhorar o paisagismo, equipar as salas de ginástica e educação infantil.

O Coral Feminino do CPP Bauru – Junho Violeta, no Teatro Municipal – Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa – 2022 Agora, estamos atuando para firmar um convênio com a prefeitura para os professores da rede municipal se filiarem ao CPP. Nosso trabalho é constante, contínuo.
JC – E depois de toda essa trajetória de dedicação ao outro, qual o sentimento no coração?
Neuza – Tudo aquilo que fazemos pelos outros, o ganho na verdade é nosso. Porque, à medida que faz alguma coisa para alguém, você se esquece dos próprios problemas para focar na ajuda ao próximo. Então, você deixa de ter problemas, mesmo que momentâneo.
Foto da matéria no jornal impresso

A Devoção pela Educação • Neuza Sampaio • 79 Anos
Diretora do CPP • Neuza Aracy Costa Sampaio
A apresentação em vídeo, fotos e textos, da professora Neuza Aracy Costa Sampaio, com resumo detalhado de suas atividades profissionais, como professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista. Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
“Ninguém cruza nosso caminho
por acaso, e tudo tem sua
razão de ser.”– Neuza Sampaio
A Devoção pela Educação • Neuza Sampaio • 79 Anos
“Só o afetivo é efetivo.”
– Neuza Sampaio
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Colônias de Férias do CPP são opção de lazer nas férias de julho

Quer mudar de ares, cuidar do corpo e da alma? Então, aproveite as Colônias de Férias do CPP
FONTE: CPP CENTRAL
Que tal tirar uns dias de folga e permitir a reposição de energias nas férias de julho? Para isso, o CPP indica as Colônias de Férias de cidades tranquilas em meio à natureza, como Águas de Lindóia, Águas de São Pedro, Termas de Ibirá, Panorama e Poços de Caldas (MG). Mas para quem gosta de praia, as Colônias de Férias de Mongaguá e Vila Bandeirantes estão recebendo hóspedes.

MEDIDAS PREVENTIVAS
A fim de evitar a contaminação pela Covid-19 e garantir a segurança dos associados e familiares, as áreas externas e internas foram adaptadas para o cumprimento das medidas higiênico-sanitárias implantadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). São disponibilizadas luvas para manuseio de alimentos, assim como álcool em gel 70% em vários pontos, para reforço intensivo de higienização das mãos.
Outra medida é a adequação do restaurante, visando respeitar o distanciamento social, com afastamento de mesas. Lembrando que as colônias já têm almoço self-service, sendo obrigatório o uso de luvas para manuseio dos alimentos. O uso de bebedouro é permitido somente para abastecer garrafas. Na cozinha, todos os utensílios passam por esterilização rigorosa, por meio de alta temperatura.
RESERVAS
Os valores são de alta temporada, com possibilidade de realizar períodos de 2 até 5 dias.
Pelos telefones: (11) 3340-0538 / 0556 / 0557 / 0558 / 0559, das 10h às 16h.
Informações pelo e-mail: colonia@cpp.org.br.
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Dalai Lama • Tenzin Gyatso • 87 Anos

“Desenvolver força,
coragem e paz interior,
demanda tempo.”
Dalai Lama • Tenzin Gyatso
Tenzin Gyatso
87 Anos
Jetsun Jamphel Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso (nascido Lhamo Döndrub, em tibetano: ལྷ་མོ་དོན་ འགྲུབ་,; Wylie: Lha-mo Don-‘grub; no dialeto de Lassa: AFI: [l̥ámo tʰø̃ ̀ɖup]; [1] Taktser, 6 de julho de 1935) é o 14.º e atual Dalai Lama, líder espiritual do budismo tibetano.
Considerado a reencarnação do bodisatva da compaixão, Tenzin Gyatso é monge e geshe (doutor) em filosofia budista, recebeu o Nobel da Paz e foi agraciado com mais de 100 títulos honoris causa.
Vida
Como 14.º Dalai Lama, líder e mentor do povo tibetano.
Considerado por muitos uma das vozes mais lúcidas e comprometidas com a paz, procura estabelecer o diálogo e difundir a necessidade da compaixão no cenário mundial contemporâneo.
Em 1959 foi obrigado a abandonar o Tibete, altura em que este é invadido pela República Popular da China.
Disfarçado de soldado e na companhia de familiares, conseguiu atravessar a fronteira da Índia e assim evitou ser capturado pelos chineses. Instala- se em Dharamsala a convite do governo de Jawaharlal Nehru, e aí constituiu o governo tibetano no exílio, onde ainda permanece.
Não saiu da Índia até 1967, quando visitou pela primeira vez o Japão e a Tailândia.
Estava dado o primeiro passo daquilo que se tornou na sua peregrinação ininterrupta pelo mundo, durante a qual luta pelos direitos humanos no mundo mas em especial no Tibete.
Luta, mas sempre recorrendo a processos pacíficos, respeitando a doutrina da não violência (a mesma lei defendida por Mahatma Gandhi), pelo que é reconhecido internacionalmente através da atribuição do Nobel da Paz em 1989.
O prêmio leva a que a causa receba mais atenção e apoiantes, ao mesmo tempo que provoca um embaraço ao regime de Pequim.
Mais tarde deixa de lutar pela independência da Tibete, e passa a propor o Tibete como região autônoma da China, com verdadeira autonomia que lhe permita conservar e viver a sua cultura, incluindo a religião (o que atualmente não lhes é permitido, o regime chinês considera que a religião é uma doença para mente).
É reconhecido internacionalmente, em todo o mundo, como líder espiritual do Tibete, mas os governos de muitos dos países que visita evitam contatos oficiais com a Sua Santidade para não ferirem sensibilidades chinesas.
“O egoísmo causa a ignorância, a cólera e o descontrole, que são a origem dos problemas do mundo.”
Dalai Lama • Tenzin Gyatso
26 de Abril – 2006 – Dalai Lama faz visita ao Brasil.
Pesquisador infatigável
Pesquisador infatigável, abriu as portas para o encontro da ciência com a espiritualidade quando, em 1987, reuniu-se durante uma semana com cinco cientistas ocidentais para debater a proximidade entre o budismo e as ciências cognitivas.
A partir dali, criaram-se centros e fóruns internacionais onde a experiência espiritual é estudada e acolhida como aspiração genuína de um saber que revela novos espaços de consciência e expressão.
26 de Abril – 2006 — Dalai Lama faz visita ao Brasil.
Cidadão planetário, manifesta especial interesse pelas pontes, articulações, sinapses, desafiando ortodoxias que retardam o exercício da vocação humana para o cuidado mútuo, a convivialidade e a cooperação.
Nesse sentido apela para que cada um de nós aprenda a trabalhar em benefício não só de si próprio sua família ou nação, mas em prol da humanidade como um todo.
Afirma que a responsabilidade é a chave para a sobrevivência do humano e é a melhor garantia para implementar os valores universais e a paz.
É membro do Comité da patrocínio da Coordenação internacional para o Decênio da cultura da não- violência e da paz.
Em 17 de outubro de 2007, o Dalai Lama foi causa de grandes protestos diplomáticos por parte do governo chinês contra os Estados Unidos, ao ser agraciado com a Medalha de Ouro do Congresso, a maior honraria civil outorgada pelo país, e que lhe foi entregue em cerimônia pelo presidente George W. Bush.
26 de Abril – 2006 – Dalai Lama com índios em visita ao Brasil.
Recentemente, em março de 2008, com os conflitos pouco divulgados pela China, a respeito da separação do Tibete, o Dalai Lama ameaçou renunciar ao cargo de líder político tibetano, se continuarem os conflitos, ficando apenas com a ocupação de líder espiritual do povo do Tibete.
Ele tem tido declarações polêmicas, como a de defender a auto defesa até com arma de fogo, desde que o usuário não atire em partes letais do corpo.[2]
CITAÇÃO
Dalai Lama Tenzin Gyatso – A inteligência do tempo agora
“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”
Dalai Lama Tenzin Gyatso / Fonte: Pensador
DALAI LAMA
Tenzin Gyatso
Jetsun Jamphel Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso
nascido Lhamo Döndrub
(Taktser, 6 de julho de 1935)
87 Anos
FONTES
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A Humildade em Pessoa • Francisco de Assis • 840 Anos

A biografia e as ideias deixadas em frases e citações daquele que ficou conhecido como São Francisco de Assis.
As explicações dos principais freis franciscanos sobre a atribuição da “Oração pela Paz” a Francisco, e sua trajetória desde que apareceu pela primeira vez, em 1913 numa pequena revista da Normandia, França.
Francisco de Assis
840 Anos
Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália.
Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.
Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo.
Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos.
Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.[2]
Dante Alighieri disse que ele foi uma “luz que brilhou sobre o mundo”, e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus, mas a despeito do enorme prestígio de que ele desfruta até os dias de hoje nos círculos cristãos, que fez sua vida e mensagem serem envoltas em copiosa fé e darem origem a inumeráveis representações na arte, a pesquisa acadêmica moderna sugere que ainda há muito por elucidar quanto aos aspectos políticos de sua atuação, e que devem ser mais exploradas as conexões desses aspectos com o seu misticismo pessoal.
Sua vida é reconstituída a partir de biografias escritas pouco após sua morte mas, segundo alguns estudiosos, essas fontes primitivas ainda estão à espera de edições críticas mais profundas e completas, pois apresentam contradições factuais e tendem a fazer uma apologia de seu caráter e obras; assim, deveriam ser analisadas sob uma óptica mais científica e mais isenta de apreciações emocionais do que tem ocorrido até agora, a fim de que sua verdadeira estatura como figura histórica e social, e não apenas religiosa, se esclareça.
Casa onde Francisco nasceu, Assis.
De qualquer forma, sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou enquanto ele ainda era vivo, e permanece inabalada.
Foi canonizado pela Igreja Católica menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.[3]
Anos finais e morte
Seus anos finais foram passados em tranquilidade interior, quando, segundo seus biógrafos primitivos, seu amor e compaixão por todas as criaturas fluíam abundantes, ao mesmo tempo que ele experimentava repetidas visões e êxtases místicos, fazia outros milagres, continuava a percorrer a região em pregações, e multidões acorriam para vê- lo e tocá-lo.
No Natal de 1223 foi convidado pelo senhor de Greccio para celebrar a festa numa gruta com pastores e animais, desejando recriar o nascimento de Cristo em Belém, sendo a origem da tradição dos presépios.
No cinema foi protagonista em:
- The Flowers of St. Francis (1950) de Roberto Rossellini e Federico Fellini;[86]
- Francis of Assisi (1961) de Michael Curtiz;[87]
- Francesco d’Assisi (1966) de Liliana Cavani;
- Brother Sun, Sister Moon (1972) de Franco Zeffirelli;[88]
- Francesco (1989) de Liliana Cavani;[89]
- Chiara e Francesco (2007) de Fabrizio Costa.[90]
Sua aparência
Segundo a descrição deixada por Tomás de Celano, a aparência física de Francisco era extremamente agradável, e sua face refletia a inocência de sua vida, a pureza de seu coração e o ardor do fogo divino que o consumia.
Era de estatura um pouco abaixo da média, cabeça proporcionada e redonda, com a face alongada e nariz reto e fino, pescoço esguio, testa plana e curta, olhos negros e límpidos, cabelos castanhos, orelhas pequenas.
Sua voz era forte, doce, clara e sonora; os dentes eram unidos, alinhados e brancos, os lábios pequenos e delgados, a barba era preta e um tanto rala; seus ombros eram direitos, os braços curtos, as mãos delicadas com dedos longos, as pernas delgadas, pés pequenos, pele fina e sempre muito magro.[24]
Sua visão de si mesmo era, porém, oposta: descrevia-se como um “franguinho preto”, e o retrato pintado no Fioretti segue a mesma linha, mostrando- o como um homem miúdo de aspecto muito desprezível e vil e que por esse motivo nunca conseguia muitas esmolas entre gentes que não o conheciam.
Este retrato, de autor anônimo, é considerado, sem certeza, uma cópia do século XIV do único retrato que teria sido feito ainda em vida do santo, por encomenda de Jacopa de’ Settesoli. Está conservado em Greccio.
CITAÇÃO
Francisco de Assis – Contatos além do mundo físico
“Por que vieste aqui, irmão cordeirinho?
Diz-me: viste ou ouviste alguma coisa?”
Francisco de Assis respondendo à cara de espanto de seu irmão de fé, Leo. Segundo relata a coletânea ‘I Fioretti di San Francesco’, o Irmão Leo o viu levar a mão ao peito e parecer tirar algo de lá e oferecê-la a uma língua de fogo que descera sobre ele. / Fonte: Wikiwand.
Francisco de Assis
Giovanni di Pietro di Bernardone
(Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226)
840 Anos
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Fundação Dorina Nowill faz Contação de Histórias na Bienal

Histórias estão sendo contadas por consultora cega, especialista em acessibilidade digital
A Fundação Dorina Nowill firmou parceria com a Mauricio de Sousa Produções (MSP) para participar da “Contação de História” na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
FONTE: CPP CENTRAL
A ação acontece no Espaço Oficial Infantil – Navegando nas Palavras, tematizado pela MSP, desde 2 de julho, e amanhã dia 5, às 13 horas, será realizada pela consultora cega e especialista em acessibilidade digital, Andréia Aparecida da Silva Queiroz, que atuou por 10 anos como revisora Braille.
Ela contará histórias por meio da leitura em Braille para o público visitante do estande da marca.Serão lidos os livros da Coleção Turma da Mônica:
“Dorinha e a Turma da Mônica brincando pelo Brasil: Região Norte“, e “Dorinha e a Turma da Mônica brincando pelo Brasil: Região Nordeste”.
Serviço
Ação: “Contação de História” na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Contadora de história: Andréia Aparecida da Silva Queiroz (consultora cega especialista em acessibilidade digital que atua há mais de 10 anos como revisora Braille)
Local da ação: Espaço Oficial Infantil – Navegando nas Palavras, tematizado pela Mauricio de Sousa Produções
Datas e horários: 2/7, às 12h, e 5/7, às 13h
Local do evento e endereço: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo/SP
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Escola oferece programação para crianças durante o mês de julho

Clube de férias e atividades alternativas para os pequenos aproveitarem o período de recesso escolar
Durante o mês de julho, a unidade da escola Luminova, localizada no bairro do Bom Retiro (SP), promoverá um clube de férias para crianças que estiverem, ou não, matriculados na instituição.
FONTE: CPP CENTRAL
Com o objetivo de continuar desenvolvendo as habilidades de interação, a instituição de ensino contará com uma programação especial, lúdica e educativa, para crianças de sete a onze anos, ao longo de três semanas.
Entre os dias 4 e 22 de julho, durante 4 horas por dia, os alunos poderão participar de atividades e oficinas relacionadas à jardinagem, culinária, pintura, cinema, visita ao circo, dentre outras tarefas que proporcionarão diversão e interação entre as crianças.
Local: Escola Luminova, unidade do Bom Retiro.
Quando: 04 a 22 de julho.
Público: Crianças de 7 a 11 anos
Para mais informações e matrículas: (11) 3576-5940 / 94121-8521
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Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial • 71 Anos

A data celebra a aprovação da primeira lei brasileira contra o preconceito racial. A Lei 1.390, de 1951, ficou conhecida como Lei Afonso Arinos, por causa do jurista e político mineiro, autor da proposta.
É a primeira lei contra o racismo no Brasil, que estabelecia como contravenção penal, qualquer prática resultante de preconceito por raça ou cor.
No entanto, essa lei não tratava o racismo como crime, mas como contravenção penal, que é infração penal, tida como de menor gravidade.
A Lei n° 1.390/1951, foi sancionada por Getúlio Vargas, em 3 de julho de 1951.Afonso Arinos foi um político, diplomata, historiador e crítico brasileiro, e ocupou a cadeira 25 da Academia Brasileira de Letras.

“Numa sociedade racista,
não basta não ser racista.
É necessário ser antirracista.”
Professora e filósofa estadunidense
Fonte: Pensador
PUNIÇÕES
Lei Afonso Arinos (n° 1.390/1951)
A Lei Afonso Arinos prevê punições para atos de preconceito praticados por diretor, gerente ou responsável por estabelecimento comercial que recusassem a hospedagem em hotel, pensão, estalagem ou estabelecimento da mesma finalidade, por preconceito de raça ou cor.
O código também trata da recusa de inscrição de aluno em instituições de ensino, negar emprego ou trabalho, impedir acesso a cargo do funcionalismo público por racismo.
“Como negra,
não quero mais ser objeto de estudo,
e sim o sujeito da pesquisa.”
Filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira
Fonte: Pensador

“Quem tem que responder
isso não sou eu,
é a sociedade”
Ator brasileiro, mostrando-se cansado de falar sobre preconceito racial, para a ‘Revista Isto É Gente’, Edição 359
Fonte: WikiquoteÍNTEGRA da LEI
Lei n° 1.390/1951, Art 1º:
Constitui contravenção penal, punida nos termos desta Lei, a recusa, por parte de estabelecimento comercial ou de ensino de qualquer natureza, de hospedar, servir, atender ou receber cliente, comprador ou aluno, por preconceito de raça ou de cor.
“Não lutamos por integração ou por separação.
Lutamos para sermos reconhecidos
como seres humanos.”
Afro-americano, ativista dos direitos humanos, ministro muçulmano e defensor do Nacionalismo Negro nos Estados Unidos.
Fonte: Wikiquote
3 de Julho de 2022 • Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial • 71 Anos
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Uma Postura Positiva • Zélia Gattai • 106 Anos

“Uma leitura ou uma história só prestam, empolgam
e nos fazem sonhar quando transmitidas com prazer e emoção. …
Escrevo, assim, com liberdade e com o coração.
— Zélia Gattai
Fonte: Pensador
Zélia Gattai
Zélia Gattai Amado de Faria GOIH
106 Anos
(São Paulo, 2 de julho de 1916 — Salvador, 17 de maio de 2008)
Foi uma escritora, fotógrafa e memorialista (como ela mesma preferia denominar-se) brasileira.
Foi um expoente da militância política nacional durante quase toda a sua longa vida, da qual partilhou cinquenta e seis anos casada com o também escritor Jorge Amado, até a morte deste.
Zélia Gattai e Jorge Amado.
Os primeiros anos
Filha dos imigrantes italianos Angelina e Ernesto Gattai, é a caçula de cinco irmãos.
Nasceu e morou durante toda a infância na Alameda Santos, 8, Consolação, em São Paulo.
Zélia participava, com a família, do movimento político-operário anarquista que tinha lugar entre os imigrantes italianos, espanhóis, portugueses, no início do século XX.
Aos vinte anos, casou-se com Aldo Veiga. Deste casamento, que durou oito anos, teve um filho, Luís Carlos, nascido na cidade de São Paulo, em 1942.
A vida com Jorge Amado
Leitora entusiasta de Jorge Amado, Zélia Gattai o conheceu em 1945, quando trabalharam juntos no movimento pela anistia dos presos políticos. A união do casal deu-se poucos meses depois.
A partir de então, Zélia Gattai trabalhou ao lado do marido, passando a limpo, à máquina, seus originais e o auxiliando no processo de revisão.
Em 1946, com a eleição de Jorge Amado para a Câmara Federal, o casal mudou-se para o Rio de Janeiro, onde nasceu o filho João Jorge, em 1947.
Um ano depois, com o Partido Comunista declarado ilegal, Jorge Amado perdeu o mandato, e a família teve que se exilar.
Viveram em Paris por três anos, período em que Zélia Gattai fez os cursos de civilização francesa, fonética e língua francesa na Sorbonne. De 1950 a 1952 a família viveu na Checoslováquia, onde nasceu a filha Paloma.
Foi neste tempo de exílio que Zélia Gattai começou a fazer fotografias, tornando-se responsável pelo registro, em imagens, de cada um dos momentos importantes da vida do escritor baiano.
Em 1963 mudou-se com a família para a casa do Rio Vermelho, em Salvador, na Bahia, onde tinha um laboratório e se dedicava à fotografia, tendo lançado a fotobiografia de Jorge Amado intitulada Reportagem incompleta.
A escritora
Aos 63 anos de idade, começou a escrever suas memórias. O livro de estreia, Anarquistas, graças a Deus, ao completar vinte anos da primeira edição, já contava mais de duzentos mil exemplares vendidos no Brasil.
Sua obra é composta de nove livros de memórias, três livros infantis, uma fotobiografia e um romance. Alguns de seus livros foram traduzidos para o francês, o italiano, o espanhol, o alemão e o russo.
Anarquistas, graças a Deus foi adaptado para minissérie pela Rede Globo e Um chapéu para viagem foi adaptado para o teatro.
Prêmios e homenagens
Baiana por merecimento, Zélia Gattai recebeu em 1984 o título de Cidadã da Cidade do Salvador.
Na França, recebeu o título de Cidadã de Honra da comuna de Mirabeau (1985) e o grau de Comendadora da Ordem das Artes e das Letras, do Governo Francês (1998).
Recebeu ainda, no grau de Comendadora, a Ordem do Mérito da Bahia (1994) e o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal a 14 de Julho de 1986.[1]
A prefeitura de Taperoá, no estado da Bahia, homenageou Zélia Gattai dando o nome da escritora à sua Fundação de Cultura e Turismo, em 2001.
Em 2001 foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 23, anteriormente ocupada por Jorge Amado, que teve Machado de Assis como primeiro ocupante e José de Alencar como patrono. No mesmo ano, foi eleita para a Academia de Letras da Bahia e para a Academia Ilheense de Letras.
Zélia, Sartre, Simone de Beauvoir, Jorge Amado e Mãe Senhora.
Em 2002, tomou posse nas três.
É mãe de Luís Carlos, Paloma e João Jorge. É amiga de personalidades e gente simples.
No lançamento do livro ‘Jorge Amado: um baiano romântico e sensual, em 2002, em uma livraria de Salvador, estavam pessoas como Antonio Carlos Magalhães, Sossó, Calasans Neto, Auta Rosa, Bruna Lima, Antonio Imbassahy e James Amado, entre outros.
Ao lançar seu primeiro livro, Anarquistas graças a Deus, Zélia Gattai recebeu o Prêmio Paulista de Revelação Literária de 1979. No ano seguinte, recebeu o Prêmio da Associação de Imprensa, o Prêmio McKeen e o Troféu Dante Alighieri. A Secretaria de Educação do Estado da Bahia concedeu-lhe a Medalha Castro Alves, em 1987.
Em 1988, recebeu o Troféu Avon, como destaque da área cultural e o Prêmio Destaque do Ano de 1988, pelo livro Jardim de inverno.
O livro de memórias Chão de meninos recebeu o Prêmio Alejandro José Cabassa, da União Brasileira de Escritores, em 1994.
Obras
- Anarquistas Graças a Deus, 1979 (memórias)
- Um Chapéu Para Viagem, 1982 (memórias)
- Pássaros Noturnos do Abaeté, 1983
- Senhora Dona do Baile, 1984 (memórias)
- Reportagem Incompleta, 1987 (memórias)
- Jardim de Inverno, 1988 (memórias)
- Pipistrelo das Mil Cores, 1989 (literatura infantil)
- O Segredo da Rua 18, 1991 (literatura infantil)
- Chão de Meninos, 1992 (memórias)
- Crônica de Uma Namorada, 1995 (romance)
- A Casa do Rio Vermelho, 1999 (memórias)
- Cittá di Roma, 2000 (memórias)
- Jonas e a Sereia, 2000 (literatura infantil)
- Códigos de Família, 2001
- Um Baiano Romântico e Sensual, 2002
- Memorial do amor, 2004
- Vacina de sapo e outras lembranças, 2006
CITAÇÃO
Zélia Gattai – Uma postura positiva em relação à vida
“Continuo achando graça nas coisas, gostando cada vez mais das pessoas, curiosa sobre tudo, imune ao vinagre, às amarguras, aos rancores.”
― Zélia Gattai / Fonte: Kd Frases
Zélia Gattai
Zélia Gattai Amado de Faria
106 Anos
(São Paulo, 2 de julho de 1916 — Salvador, 17 de maio de 2008)
FONTES
Kd Frases
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CPP inaugura nova sede em São Roque

Depois de 16 anos, o CPP de São Roque conquista sua sede própria em novo endereço.
A palavra dos professores e da diretora de São Roque, Lisete de Fátima, além de nossa presidente, professora Loretana.
Confira o vídeo!
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👏 59 Anos de lutas e conquistas para o professorado de Bauru e região




























































