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La Negra • Mercedes Sosa • 87 Anos

Mercedes Sosa
87 Anos
Mercedes Sosa (San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009) foi uma cantora argentina, uma das mais famosas na América Latina.
A sua música tem raízes na música folclórica argentina.
Ela se tornou uma das expoentes do movimento conhecido como Nueva canción.
Apelidada de La Negra pelos fãs, devido à ascendência ameríndia (no exterior acreditava-se erroneamente que era devido a seus longos cabelos negros), ficou conhecida como a voz dos “sem voz”.
Biografia
Mercedes Sosa nasceu em San Miguel de Tucumán, na província de Tucumán, no noroeste da Argentina, cidade onde foi assinada a declaração de Independência da Argentina em 9 de julho de 1816, na casa de propriedade de Francisca Bazán de Laguna, que foi declarada Monumento Histórico Nacional em 1941.
Nascida no dia da Declaração da Independência, e na mesma cidade onde foi assinada, Mercedes sempre foi patriota.
Afirmou inúmeras vezes que “pátria só temos uma”.
Foi também uma árdua defensora do Pan-americanismo e da integração dos povos da América Latina.
Criada durante o governo de Juan Domingo Perón e sofrendo – como quase todos da sua geração – uma influência muito grande de Eva Perón, Sosa cresceu embalada pela ideologia peronista.
Sua ascendência era mestiça (mistura de europeus com americanos e índios): francesa e dos indígenas do grupo diaguita.
Sua carreira se iniciou em 1950, aos quinze anos de idade, quando Sosa venceu uma competição de canto organizada por uma emissora de rádio de sua cidade natal e ganhou um contrato para cantar por dois meses.
Carreira
Em 1961, grava seu primeiro álbum, intitulado La voz de la zafra [1] (lançado em 1962). Em seguida, uma performance no Festival Folclórico Nacional faz com que se torne conhecida entre os povos indígenas de seu país.
Ainda em Tucumán, Sosa se casou com Manuel Óscar Matus, que seria seu primeiro marido, com quem teve um filho.
Pouco depois do casamento, se mudou para Mendoza, onde, em 1963, juntamente com Matus, seria peça chave no lançamento movimento musical da década de 1960conhecido como Nuevo Cancionero[2].
Em 1965, lançou o aclamado Canciones con fundamiento, uma compilação de músicas folclóricas da Argentina. Em 1967, faz uma turnê pelos Estados Unidos e pela Europa e obtém êxito internacional.
Em 1970, grava Cantata Sudamericana e Mujeres Argentinas com o compositor Ariel Ramirez e o letrista Felix Luna.
Em 1971, grava um tributo à cantora e compositora chilena Violeta Parra, ajudando a popularizar a canção “Gracias a la vida“. Mais tarde grava um álbum em homenagem a Atahualpa Yupanqui.
Após a ascensão da junta militar do general Jorge Videla, que depôs a presidente Isabelita Perón em 1976, a atmosfera na Argentina tornou-se cada vez mais opressiva.
Sosa, que era uma conhecida ativista do peronismo de esquerda, foi revistada e presa no palco durante um concerto em La Plata em 1979, assim como seu público.
Banida em seu próprio país, ela se refugiou em Paris e depois em Madri.
Seu segundo marido morreu um pouco antes do exílio, em 1978.
Sosa retornou à Argentina em 1982, vários meses antes do colapso do regime ditatorial como resultado da fracassada guerra das Malvinas, e deu uma série de shows no Teatro Colón em Buenos Aires, onde convidou muitos colegas jovens para dividir o palco com ela.
Um álbum duplo com as gravações dessas performances logo se tornou um sucesso de vendas.
Nos anos seguintes, Sosa continuou a fazer turnês pela Argentina e pelo exterior, cantando em lugares como o Lincoln Center, o Carnegie Hall e o Teatro Mogador.
Nos anos seguintes, Sosa interpreta um vasto repertório de estilos latino-americanos, gravando tanto com artistas argentinos como León Gieco, Charly García, Antonio Tarragó Ros, Rodolfo Mederos e Fito Páez, quanto com internacionais como Chico Buarque, Raimundo Fagner, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gal Costa, Sting, Andrea Bocelli, Luciano Pavarotti, Nana Mouskouri, Joan Baez, Silvio Rodríguez e Pablo Milanés.
Mais recentemente, grava com a colombiana Shakira, cantora latino-americana de maior sucesso no exterior.
Ativismo político
Sosa, que sempre foi ativa entre os movimentos peronistas de esquerda, fez oposição ao presidente Carlos Menem e manifestou apoio às eleições de Néstor e Cristina Kirchner.
Na década de 1960, Mercedes participou do Movimento do Novo Cancioneiro, surgido em Mendoza e centrado na música popular latino- americana, com ênfase no componente social. Além de obter sucesso na Argentina, a artista ganhou palcos pelas Américas e também na Europa.
A temática social e a ligação com a esquerda lhe renderam também dissabores.
Em 1979, um show da artista foi invadido pelos militares, durante a ditadura argentina (1976-83).
Não apenas ela foi presa, mas inclusive o público presente. Naquele mesmo ano, Mercedes decidiu se exilar. “La Negra”, como também era conhecida, voltou à Argentina em 1982, na fase final da ditadura.
Mercedes Sosa com os brasileiros Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gal Costa e Chico Buarque.
Na década de 1980, Mercedes realizou trabalhos em parceria com Milton Nascimento.
Entre os brasileiros que também cantaram com ela estão ainda Caetano Velloso, Daniela Mercury e Beth Carvalho.”[3]
Sua preocupação sociopolítica refletia-se no repertório que interpretava, tendo sido uma das grandes expoentes da Nueva canción, movimento musical com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas marcado por uma ideologia de rechaço ao imperialismo norte-americano, ao consumismo e às desigualdade sociais.
Prêmios e honrarias
Sosa era Embaixadora da Boa Vontade da UNESCO para a América Latina e o Caribe.
Em 2000, ela ganhou o Grammy Latino de melhor álbum de música folclórica por Misa Criolla, feito que repetiria em 2003 com Acústico e em 2006 com Corazón Libre.
Sua interpretação de “Balderrama”, de Horacio Guarany, fez parte da trilha-sonora do filme de 2008 Che, sobre o lendário guerrilheiro argentino Che Guevara. Seu último álbum, Cantora, encontra- se indicado a três prêmios Grammy Latino.
O obituário de Sosa no jornal londrino The Daily Telegraph afirmou que ela foi “uma intérprete incomparável de obras de seu compatriota, o argentino Atahualpa Yupanqui, e da chilena Violeta Parra”.
Helen Poopper da agência Reuters anunciou sua morte dizendo que ela “lutou contra os ditadores da América do Sul com sua voz e se tornou uma gigante da música latino-americana contemporânea”.
Morte
Sosa morreu aos 74 anos de idade em 4 de outubro de 2009, às 5h15min (horário local), em Buenos Aires[4].
Ela foi internada no dia 18 de setembro na Clínica de la Trinidad, no bairro de Palermo, por causa de um problema renal. Seu quadro piorou a partir do momento em que teve complicações hepáticas e pulmonares.
A cantora havia trabalhado intensamente até poucas semanas antes de sua morte.
Em 2008, havia dito que continuaria cantando “até os últimos dias”, como uma cigarra[5].
Até em todos os jogos de futebol da sétima rodada do Torneio Apertura 2009 foi prestado um minuto de silêncio em homenagem à cantora[6].
A presidente argentina Cristina Kirchner declarou luto oficial de três dias pela morte de Sosa, e decidiu antecipar o retorno de uma viagem à Patagônia para comparecer ao velório da cantora[7].
Sua morte também foi lamentada pelo chefe de estado Venezuela no Hugo Chávez, que declarou que Sosa lhe “iluminou a vida”, e por cantores como Shakira[8], Daniela Mercury, Fagner e Wagner Tiso[9].
Os governos do Equador, Chile[10] e Brasil[11] também demonstraram pesar em notas divulgadas à imprensa.
Assim como no Brasil, são inúmeras as manifestações de pesar e se multiplicam homenagens, em toda a América Latina, à “Negra”, Mercedes Sosa.
Discografia
- Maestros Del Folklore (1959)
- La voz de la zafra (1962)
- Canciones con fundamento (1965)
- Yo no canto por cantar (1966)
- Hermano (1966)
- Para cantarle a mi gente (1967)
- Con sabor a Mercedes Sosa (1968)
- Mujeres argentinas (1969)
- Navidad con Mercedes Sosa (1970)
- El grito de la tierra (1970)
- Homenaje a Violeta Parra (1971)
- Hasta la victoria (1972)
- Cantata Sudamericana (1972)
- Traigo un pueblo en mi voz (1973)
- Niño de mañana (1975)
- A que florezca mi pueblo (1975)
- La mamancy (1976)
- En dirección del viento (1976)
- O cio da terra (1977)
- Mercedes Sosa interpreta a Atahualpa Yupanqui (1977)
- Si se calla el cantor (1977)
- Serenata para la tierra de uno (1979)
- A quién doy (1980)
- Gravado ao vivo no Brasil (1980)
- Mercedes Sosa en Argentina (1982)
Mercedes Sosa cantando com Shakira.
- Mercedes Sosa (1983)
- Como un pájaro libre (1983)
- Recital (1983)
- ¿Será posible el sur? (1984)
- Vengo a ofrecer mi corazón (1985)
- Corazón Americano (1985) (com Milton Nascimento e León Gieco)
- Mercedes Sosa ’86 (1986)
- Mercedes Sosa ’87 (1987)
- Gracias a la vida (1987)
- Amigos míos (1988)
- En vivo en Europa (1990)
- De mí (1991)
- 30 años (1993)
- Sino (1993)
- Gestos de amor (1994)
- Oro (1995)
- Escondido en mi país (1996)
- Alta fidelidad (1997) (com Charly García)
- Al despertar (1998)
- Misa Criolla (2000)
- Acústico (2002)
- Argentina quiere cantar (2003) (com Víctor Heredia e León Gieco)
- Corazón Libre (2005)
- Cantora (2009)
- Mercedes sosa, Una vida en canciones (2010)
Filmografia
Atriz
- Güemes, la tierra en armas (1971), no papel de Juana Azurduy
Ela mesma
- Argentinísima (1972)
- Ésta es mi Argentina (1974)
- Mercedes Sosa, como un pájaro libre (1983)
- Será posible el sur: Mercedes Sosa (1985)
- Historias de Argentina en Vivo (2001)
- La noche del 10″ (2 episodios, 2005): Episódio #1.6 e #1.7 TV
- Three Voices: Live in Concert (2004)
- Historias de Argentina en vivo (2001)
- HermanSIC (1 episode, 2000): Episodio de 25 Junho TV
Documentários
- La imagen de tu vida: Episodio #1.10 (2006) TV
- The Power of Their Song: The Untold Story of Latin America’s New Song Movement (2008)
- Cantora: Un Viaje Íntimo (2009)
- Mercedes Sosa: La Voz de Latinoamérica (2013)
Trilha sonora
- Banda sonora (1 episódio, 2008): Episodio #4.11 TV :(canta: “Duerme negrito”)
- Che: Part Two (2008) (canta: “Balderrama”)
- Buongiorno, notte (2003) (canta: “Gloria”, “La Huida (Vidala Tucumana)”)
Composição de músicas
- Las dignas mujeres por la dignidad y la vida (2002)
- Juan: Como si nada hubiera sucedido (1987)
- Mercedes Sosa: como un pájaro libre (1983)
CITAÇÃO
Mercedes Sosa – É preciso conhecer a arte de viver
“Durar não é estar vivo. Viver, é outra coisa.”
– Mercedes Sosa / Fonte: Pensador
Mercedes Sosa
Mercedes Sosa
(San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009)
87 Anos
FONTE

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O 1º Cantor de Trio Elétrico • Moraes Moreira • 75 Anos

“Varre, varre, varre vassourinhas
Varreu um dia as ruas da Bahia
Frevo, chuva de frevo e sombrinhas
Metais em brasa, brasa, brasa que ardia”“Vassourinha Elétrica” — Moraes Moreira / “Vassourinhas” de Mathias da Rocha e Joana Batista Ramos
Moraes Moreira
75 Anos
Antônio Carlos Moraes Pires
(Ituaçu, 8 de julho de 1947 — Rio de Janeiro, 13 de abril de 2020)
Cantor, compositor e músico brasileiro, ex-integrante do grupo Novos Baianos e que hoje segue carreira solo.
Carreira
Novos Baianos
Moraes Moreira começou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João e outros eventos de Ituaçu, o “Portal da Chapada Diamantina”.
Moraes Moreira ao lado de Paulinho Bova Cantor, na época dos Novos Baianos.
Na adolescência aprendeu a tocar violão, enquanto fazia curso de ciências em Caculé, Bahia.
Mudou-se para Salvador e lá conheceu Tom Zé, e também entrou em contato com o rock n’ roll.
Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Baby do Brasil, Moraes Moreira e Luiz Galvão – Os Novos Baianos.
Mais tarde, ao conhecer Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, formou o conjunto Novos Baianos, onde ficou de 1969 até 1975.
Juntamente com Luiz Galvão, foi compositor de quase todas as canções do Grupo.[5]
O álbum Acabou Chorare, lançado pela banda em 1972, foi considerado pela revista Roling Stone Brasil um dos 100 melhores álbuns da história da música brasileira.
Moraes Moreira possui 40 discos gravados, entre Novos Baianos, Trio Elétrico Dodô e Osmar e ainda dois discos em parceria com o guitarrista Pepeu Gomes.
Moraes se enquadra entre um dos mais versáteis compositores do Brasil, misturando ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e até mesmo música erudita.
“Pombo correio, voa depressa
E essa carta leva
para o meu amor
Leva no bico que eu
aqui fico esperando”“Pombo correio” — Moraes Moreira, Dodô e Osmar
Foi com a marchinha Pombo Correio, em 1978, que a arte de Moreira ganhou as ruas em fevereiro. Até então, os trios elétricos de Salvador, criados por Dodô e Osmar, tocavam apenas música instrumental.
Por isso, Moreira é considerado o primeiro cantor de trio elétrico do Brasil, abrindo o caminho para uma geração de artistas da Bahia.
Carreira Solo
Saiu em carreira solo no ano de 1975, e desde então já lançou mais de 20 discos.
Na sua carreira solo, destacou-se como o primeiro cantor de trio elétrico, cantando no Trio de Dodô e Osmar, e lançou diversos sucessos de músicas de carnaval, no que se convencionou chamar de “frevo trieletrizado”.
Alguns dos sucessos dessa fase são “Pombo Correio”, “Vassourinha Elétrica” e “Bloco do Prazer”, dentre outras.
Moraes Moreira contava que a ideia dessa canção surgiu após uma noitada no Rio de Janeiro, junto ao seu amigo João Gilberto
FONTE: BBC Brasil
A presença do cantor na comunidade dos Novos Baianos, que passaram a morar no Rio, é considerada essencial para o caráter múltiplo do grupo, fundindo samba, frevo, baião, rock, etc.
“Numa daquelas ladeiras maravilhosas do Rio, João viu uma mulata descendo de manhã com todo o suingue, toda energia, partindo pra vida, mas sem se queixar de nada. Ele olhou e disse: ‘Olha lá o Brasil descendo a ladeira’. E daí nasceu essa música”, declarou Moreira na gravação do acústico MTV, em 1995.
O sucesso está no disco solo homônimo, lançado em 1979 e que consolidou a carreira de Moreira nos anos seguintes.
Show de Moraes Moreira, Pepeu Gomes e Roberta Sá, no Rock in Rio 2013.
Durante os anos 80 se afastou um pouco do carnaval baiano, devido a sua comercialização para a indústria do turismo.
Em 1994 gravou O Brasil Tem Concerto, influenciado pela música erudita, e no ano seguinte gravou o Moraes Moreira Acústico MTV, mais tarde transformado em CD e DVD.
Em 1997, gravou um disco carnavalesco em que comemora seus 50 anos, 50 carnavais e dois anos depois lança o disco 500 Sambas em homenagem aos 500 anos de descobrimento do Brasil.
No ano 2000 lançou o disco Bahião com H, tocando o baião com seu característico sotaque baiano.
Em 2003 completou sua trilogia que tinha como tema o Brasil, e incluía os três álbuns Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira (1979) e O Brasil Tem Concerto (1994) e Meu Nome é Brasil (2003).
Em 2005 lançou independentemente o surpreendente disco De repente, misturando hip hop com repente nordestino e o swing característico de seu violão.
Em 2008 Moraes lançou o livro ‘A história dos Novos Baianos e Outros Versos’, em que conta a história do grupo em literatura de cordel e curiosidades sobre as músicas de sua carreira solo, e sai em turnê pelo Brasil com o show homônimo, tocando os maiores sucessos de sua carreira e recitando trechos do livro, que em 2009 foi transformado em DVD e CD.
Davi Moraes ao lado do pai, Moraes Moreira.
Em 2012 Moraes gravou o disco A Revolta dos Ritmos, um disco com 12 composições inéditas dele.
Paralelo ao novo CD Moraes viajou pelo Brasil, ao lado do seu filho Davi Moraes, com uma turnê comemorando os 40 anos do disco Acabou Chorare.
A princípio seria apenas um show, mas devido ao grande sucesso a turnê foi criada e fez uma série de shows.
Morte e reações
Em 13 de abril de 2020, Moraes morreu dormindo, no Rio de Janeiro, após sofrer um infarto agudo do miocárdio. Várias homenagens foram feitas por famosos em redes sociais e entrevistas.
CITAÇÃO
Moraes Moreira – Sempre aprendendo com a vida
“As horas em que mais errei,
foram as que mais me ensinaram.”
– Moraes Moreira / Fonte: Pensador
Moraes Moreira
Antônio Carlos Moraes Pires
(Ituaçu, 8 de julho de 1947 — Rio de Janeiro, 13 de abril de 2020)
75 Anos
Davi e o pai, Moraes Moreira.
Chame Gente
Moraes Moreira
Ah! imagina só que loucura essa mistura
Alegria, alegria é o estado que chamamos Bahia
De Todos os Santos, encantos e Axé, sagrado e profano, o baiano é carnaval
Do corredor da história, Vitória, Lapinha, Caminhos de Areia
Pelas vias, pelas veias, escorre o sangue e o vinho, pelo mangue, Pelourinho
A pé ou de caminhão não pode faltar a fé, o carnaval vai passar
Da Sé ao Campo-Grande somos os Filhos de Gandhi, de Dodô e OsmarPor isso chame, chame, chame, chame gente
Que a gente se completa enchendo de alegria a praça e o poeta
É um verdadeiro enxame, chame chame gente
Que a gente se completa enchendo de alegria a praça e o poeta
Ah!…a praça e o poeta.Discografia
1975 – Moraes Moreira (Som Livre)
1977 – Cara e Coração (Som Livre)
1978 – Alto Falante (Som Livre)
1979 – Lá vem o Brasil Descendo a Ladeira (Som Livre)
1980 – Bazar Brasileiro (Ariola)
1981 – Moraes Moreira (Ariola)
1983 – Coisa Acesa (Ariola)
1983 – Pintando o Oito (Ariola)
1984 – Mancha de Dendê Não Sai (Ariola)
1985 – Tocando a Vida (CBS)
1986 – Mestiço é Isso (CBS)
1988 – República da Música (CBS)
1988 – Baiano Fala Cantando (CBS)
1990 – Moraes e Pepeu (Warner)
1994 – Moraes e Pepeu – Ao vivo no Japão (Warner)
1991 – Cidadão (Sony)
1993 – Terreiro do Mundo (Polygram)
1993 – Tem um Pé no Pelô (Som Livre)
1994 – O Brasil tem Conserto (Polygram)
1995 – Moraes Moreira Acústico MTV (EMI- Odeon)
1996 – Estados (Virgin)
1997 – 50 Carnavais (Virgin)
1999 – 500 Sambas (Abril Music)
2000 – Bahião com H (Atração Fonográfica)
2003 – Meu Nome é Brasil (Universal)
2005 – De Repente (Rob Digital)
2009 – A História dos Novos Baianos e Outros Versos (Biscoito Fino)
2012 – A Revolta dos Ritmos (Biscoito Fino)
“Pra libertar meu coração
Eu quero muito mais
Que o som da marcha lenta
Eu quero um novo balancê
O bloco do prazer
Que a multidão comenta”“Bloco do Prazer” — Moraes Moreira e Fausto Nilo
FONTES
aniversário, artistas, baiano, Brasil, brasileiro, Cantor, celebração, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, compositor, escritores, etimologia, famosas, filósofos, frases, frevo, humanidade, ideias, inovações, invenções, literatura, marcantes, músico, Moraes Moreira, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, pernambucano, polêmicas, professores, sociedade, trio elétrico, wikipedia, wikiwand -
Piso para secretários escolares é aprovado na Comissão de Finanças

Definição da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta (6), com 22 votos, o Projeto de Lei 3817/20, do deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), instituindo o piso salarial dos secretários escolares no valor de R$ 1.821,70 mensais. O projeto segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
FONTE: CPP CENTRAL
O parlamentar comemorou o avanço da pauta, acompanhada pelo mandato desde o início. “É uma questão de valorização e reconhecimento para esses profissionais tão importantes no desenvolvimento do ensino brasileiro. É justo e necessário que tenham direito a um piso digno. Estou muito feliz e sei que toda a categoria comemora essa conquista”, defende.
Segundo o PL, os valores remuneratórios iniciais referentes às demais jornadas de trabalho serão, no mínimo, proporcionais ao valor proposto. Além disso, o piso salarial profissional do país para os secretários escolares da educação básica será atualizado, anualmente, no mês de janeiro.
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A Devoção pela Educação • Neuza Sampaio • 79 Anos

“Não nos esqueçamos nunca, da ‘boa parte’
que reside em todas as criaturas.”
– Neuza Sampaio
Neuza Aracy Costa Sampaio, professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista.
Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
Depois, obteve a Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitação em Administração e Supervisão Escolar. Fez diversos cursos de especialização e treinamentos, até ser diretora de escola. Aposentou como supervisora de ensino.
“Aprender primeiro, ensinar depois.”
– Neuza Sampaio
Abaixo, a ‘Entrevista da Semana’ de 19 de junho (22), do Jornal da Cidade, de Bauru/SP, com Neuza Sampaio. Ela fala sobre sua vida, sempre dedicada à educação, espiritualidade e família.
Prestes a completar 79 anos no início de julho, ela dedicou seis décadas de sua vida à educação.
Fonte: Jornal da Cidade • Guilherme Tavares • 19/06/2022
Seja em sala de aula ou fora dela, Neuza Aracy Costa Sampaio devotou-se à missão de promover o ensino para transformar a sociedade. Tanto que carrega como lema uma frase do amigo e professor Rodolpho Pereira Lima:
“A maior segurança de uma nação não está no seu efetivo policial militar,
mas na educação do seu povo.” – Rodolpho Pereira Lima

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido Alpheu José (à direita), e os pais, Júlia e Edovaldo. Filha de Edovaldo Costa e Julia Morales Costa (falecidos), foi criada pelos tios Moacir da Costa Leite e Auricilde Costa Leite (ambos também em memória), por quem nutre muito apreço.

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido, e dos tios Auricilde e Moarcyr Os “pais adotivos” foram decisivos na formação.
“Sempre tinha jornal, livro, algum material para ler em casa.
E titia escrevia poesias.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Nascida em Mineiros do Tietê, todos os dias atravessava 20 quilômetros de estradas de terra até Jaú para estudar.
Concluiu o magistério aos 17 anos. Casou com Alpheu José e mudou para Bauru aos 19, mesma idade em que começou a lecionar no ensino fundamental no município de Fernão.
Para chegar ao trabalho, viajava no “trem das professoras”.
Mais tarde, virou diretora de escola e passou a atuar na Delegacia Regional de Ensino (hoje, Diretoria de Ensino, do governo do Estado), onde teve a oportunidade de contribuir com a construção de dez escolas estaduais de Bauru, algumas das maiores do município até hoje.
“Quanto maior o âmbito de atuação,
mais pessoas são abrangidas pelo seu trabalho.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Mesmo aposentada, seguiu atuando em prol da área.
Passou a integrar os quadros de gestão do Centro do Professorado Paulista (CPP) em Bauru.
Foi diretora da sede local de 1992 a 2001. E, há dois anos, novamente atendeu o chamado do dever ao reassumir o posto após o falecimento da então diretora.

Ricardo, Ester, Neuza, Artur e Aloísio Tem quatro filhos: Artur, Aloísio, Ester e Ricardo. E ainda sete netos.
Além do magistério, formou-se em Estudos Sociais com Habilitação em Educação Moral e Cívica pelo Unisagrado (na época, USC).
A seguir, confira trechos da entrevista dela ao JC.
Jornal da Cidade – O que a levou à formação no magistério?
Neuza Aracy Costa Sampaio – Na época, era o curso que quase todas as moças se direcionavam. Havia poucas faculdades no Estado. Então, o magistério era um caminho muito comum para as jovens. Além disso, sempre gostei muito de estudar, me dedicava. Viajava 20 quilômetros todos os dias de Mineiros do Tietê para Jaú por estrada de terra para ir à escola. E também fui muito estimulada pelos meus tios, sempre tinha material letrado em casa, como jornal, revista, livro. Gostava muito de dar aula, lecionar, me realizei como professora.
JC – Depois, a senhora virou diretora de escola e atuou na Delegacia Regional de Ensino. Por que migrou para a área de gestão e administração?
Neuza – Primeiro, porque eu sempre procurei, mesmo como professora, funções de liderança. Então, me realizei muito como diretora, porque tive a possibilidade de colocar em prática minhas ideias e melhorar as escolas. Quanto maior o seu âmbito de atuação, mais pessoas são abrangidas pelo trabalho. Você dá exemplo, influencia as pessoas. E, mesmo depois, como assistente de planejamento, conseguimos construir os maiores prédios escolares de Bauru. A cidade precisava de muitas vagas na época e fizemos um esforço inaudito. De 1979 a 1986, construímos dez escolas estaduais. Proporcionar estrutura também é uma forma de contribuir com o crescimento da educação. Isso é uma satisfação enorme.
JC – Depois de aposentada, assumiu cargos no CPP e, dessa vez, como serviço voluntário. Não era hora de deixar de trabalhar?
Neuza – Não, porque sempre atuei em benefício de alguém. Sejam colegas da educação ou pessoas com necessidades afetivas e fraternas. Minha vida se resume a cuidar da família, tanto ascendentes quanto descendentes, atuar no magistério e trabalhar como voluntária no CPP e no centro espírita. E o trabalho voluntário traz uma felicidade muito grande. Você sempre está fazendo, de uma forma ou de outra, pelo benefício de alguém. Ou do colega da educação ou de pessoas necessitadas. Desde 1966, faço parte do Centro Espírita a Serviço do Mestre, na Vila Dutra. Participei da diretoria, fui vice- presidente e presidente.
JC – Com um currículo tão extenso, de seis décadas de serviços prestados, e se aproximando dos 79 anos de vida, ainda há o que realizar?
Neuza – O que move a gente são os projetos novos. Eu sempre penso na realização do dia seguinte. Nesses dois anos de pandemia, por exemplo, aproveitamos para reformar o salão social, melhorar o paisagismo, equipar as salas de ginástica e educação infantil.

O Coral Feminino do CPP Bauru – Junho Violeta, no Teatro Municipal – Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa – 2022 Agora, estamos atuando para firmar um convênio com a prefeitura para os professores da rede municipal se filiarem ao CPP. Nosso trabalho é constante, contínuo.
JC – E depois de toda essa trajetória de dedicação ao outro, qual o sentimento no coração?
Neuza – Tudo aquilo que fazemos pelos outros, o ganho na verdade é nosso. Porque, à medida que faz alguma coisa para alguém, você se esquece dos próprios problemas para focar na ajuda ao próximo. Então, você deixa de ter problemas, mesmo que momentâneo.
Foto da matéria no jornal impresso

A Devoção pela Educação • Neuza Sampaio • 79 Anos
Diretora do CPP • Neuza Aracy Costa Sampaio
A apresentação em vídeo, fotos e textos, da professora Neuza Aracy Costa Sampaio, com resumo detalhado de suas atividades profissionais, como professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista. Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
“Ninguém cruza nosso caminho
por acaso, e tudo tem sua
razão de ser.”– Neuza Sampaio
A Devoção pela Educação • Neuza Sampaio • 79 Anos
“Só o afetivo é efetivo.”
– Neuza Sampaio
aniversário, artistas, Brasil, celebração, Centro do Professorado Paulista, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, CPP, diretora, escritores, etimologia, famosas, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, literatura, marcantes, mundo, Neuza Aracy Costa Sampaio, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, sociedade, wikipedia, wikiwand -
Colônias de Férias do CPP são opção de lazer nas férias de julho

Quer mudar de ares, cuidar do corpo e da alma? Então, aproveite as Colônias de Férias do CPP
FONTE: CPP CENTRAL
Que tal tirar uns dias de folga e permitir a reposição de energias nas férias de julho? Para isso, o CPP indica as Colônias de Férias de cidades tranquilas em meio à natureza, como Águas de Lindóia, Águas de São Pedro, Termas de Ibirá, Panorama e Poços de Caldas (MG). Mas para quem gosta de praia, as Colônias de Férias de Mongaguá e Vila Bandeirantes estão recebendo hóspedes.

MEDIDAS PREVENTIVAS
A fim de evitar a contaminação pela Covid-19 e garantir a segurança dos associados e familiares, as áreas externas e internas foram adaptadas para o cumprimento das medidas higiênico-sanitárias implantadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). São disponibilizadas luvas para manuseio de alimentos, assim como álcool em gel 70% em vários pontos, para reforço intensivo de higienização das mãos.
Outra medida é a adequação do restaurante, visando respeitar o distanciamento social, com afastamento de mesas. Lembrando que as colônias já têm almoço self-service, sendo obrigatório o uso de luvas para manuseio dos alimentos. O uso de bebedouro é permitido somente para abastecer garrafas. Na cozinha, todos os utensílios passam por esterilização rigorosa, por meio de alta temperatura.
RESERVAS
Os valores são de alta temporada, com possibilidade de realizar períodos de 2 até 5 dias.
Pelos telefones: (11) 3340-0538 / 0556 / 0557 / 0558 / 0559, das 10h às 16h.
Informações pelo e-mail: colonia@cpp.org.br.
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Dalai Lama • Tenzin Gyatso • 87 Anos

“Desenvolver força,
coragem e paz interior,
demanda tempo.”
Dalai Lama • Tenzin Gyatso
Tenzin Gyatso
87 Anos
Jetsun Jamphel Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso (nascido Lhamo Döndrub, em tibetano: ལྷ་མོ་དོན་ འགྲུབ་,; Wylie: Lha-mo Don-‘grub; no dialeto de Lassa: AFI: [l̥ámo tʰø̃ ̀ɖup]; [1] Taktser, 6 de julho de 1935) é o 14.º e atual Dalai Lama, líder espiritual do budismo tibetano.
Considerado a reencarnação do bodisatva da compaixão, Tenzin Gyatso é monge e geshe (doutor) em filosofia budista, recebeu o Nobel da Paz e foi agraciado com mais de 100 títulos honoris causa.
Vida
Como 14.º Dalai Lama, líder e mentor do povo tibetano.
Considerado por muitos uma das vozes mais lúcidas e comprometidas com a paz, procura estabelecer o diálogo e difundir a necessidade da compaixão no cenário mundial contemporâneo.
Em 1959 foi obrigado a abandonar o Tibete, altura em que este é invadido pela República Popular da China.
Disfarçado de soldado e na companhia de familiares, conseguiu atravessar a fronteira da Índia e assim evitou ser capturado pelos chineses. Instala- se em Dharamsala a convite do governo de Jawaharlal Nehru, e aí constituiu o governo tibetano no exílio, onde ainda permanece.
Não saiu da Índia até 1967, quando visitou pela primeira vez o Japão e a Tailândia.
Estava dado o primeiro passo daquilo que se tornou na sua peregrinação ininterrupta pelo mundo, durante a qual luta pelos direitos humanos no mundo mas em especial no Tibete.
Luta, mas sempre recorrendo a processos pacíficos, respeitando a doutrina da não violência (a mesma lei defendida por Mahatma Gandhi), pelo que é reconhecido internacionalmente através da atribuição do Nobel da Paz em 1989.
O prêmio leva a que a causa receba mais atenção e apoiantes, ao mesmo tempo que provoca um embaraço ao regime de Pequim.
Mais tarde deixa de lutar pela independência da Tibete, e passa a propor o Tibete como região autônoma da China, com verdadeira autonomia que lhe permita conservar e viver a sua cultura, incluindo a religião (o que atualmente não lhes é permitido, o regime chinês considera que a religião é uma doença para mente).
É reconhecido internacionalmente, em todo o mundo, como líder espiritual do Tibete, mas os governos de muitos dos países que visita evitam contatos oficiais com a Sua Santidade para não ferirem sensibilidades chinesas.
“O egoísmo causa a ignorância, a cólera e o descontrole, que são a origem dos problemas do mundo.”
Dalai Lama • Tenzin Gyatso
26 de Abril – 2006 – Dalai Lama faz visita ao Brasil.
Pesquisador infatigável
Pesquisador infatigável, abriu as portas para o encontro da ciência com a espiritualidade quando, em 1987, reuniu-se durante uma semana com cinco cientistas ocidentais para debater a proximidade entre o budismo e as ciências cognitivas.
A partir dali, criaram-se centros e fóruns internacionais onde a experiência espiritual é estudada e acolhida como aspiração genuína de um saber que revela novos espaços de consciência e expressão.
26 de Abril – 2006 — Dalai Lama faz visita ao Brasil.
Cidadão planetário, manifesta especial interesse pelas pontes, articulações, sinapses, desafiando ortodoxias que retardam o exercício da vocação humana para o cuidado mútuo, a convivialidade e a cooperação.
Nesse sentido apela para que cada um de nós aprenda a trabalhar em benefício não só de si próprio sua família ou nação, mas em prol da humanidade como um todo.
Afirma que a responsabilidade é a chave para a sobrevivência do humano e é a melhor garantia para implementar os valores universais e a paz.
É membro do Comité da patrocínio da Coordenação internacional para o Decênio da cultura da não- violência e da paz.
Em 17 de outubro de 2007, o Dalai Lama foi causa de grandes protestos diplomáticos por parte do governo chinês contra os Estados Unidos, ao ser agraciado com a Medalha de Ouro do Congresso, a maior honraria civil outorgada pelo país, e que lhe foi entregue em cerimônia pelo presidente George W. Bush.
26 de Abril – 2006 – Dalai Lama com índios em visita ao Brasil.
Recentemente, em março de 2008, com os conflitos pouco divulgados pela China, a respeito da separação do Tibete, o Dalai Lama ameaçou renunciar ao cargo de líder político tibetano, se continuarem os conflitos, ficando apenas com a ocupação de líder espiritual do povo do Tibete.
Ele tem tido declarações polêmicas, como a de defender a auto defesa até com arma de fogo, desde que o usuário não atire em partes letais do corpo.[2]
CITAÇÃO
Dalai Lama Tenzin Gyatso – A inteligência do tempo agora
“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”
Dalai Lama Tenzin Gyatso / Fonte: Pensador
DALAI LAMA
Tenzin Gyatso
Jetsun Jamphel Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso
nascido Lhamo Döndrub
(Taktser, 6 de julho de 1935)
87 Anos
FONTES
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A Humildade em Pessoa • Francisco de Assis • 840 Anos

A biografia e as ideias deixadas em frases e citações daquele que ficou conhecido como São Francisco de Assis.
As explicações dos principais freis franciscanos sobre a atribuição da “Oração pela Paz” a Francisco, e sua trajetória desde que apareceu pela primeira vez, em 1913 numa pequena revista da Normandia, França.
Francisco de Assis
840 Anos
Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália.
Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.
Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo.
Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos.
Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.[2]
Dante Alighieri disse que ele foi uma “luz que brilhou sobre o mundo”, e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus, mas a despeito do enorme prestígio de que ele desfruta até os dias de hoje nos círculos cristãos, que fez sua vida e mensagem serem envoltas em copiosa fé e darem origem a inumeráveis representações na arte, a pesquisa acadêmica moderna sugere que ainda há muito por elucidar quanto aos aspectos políticos de sua atuação, e que devem ser mais exploradas as conexões desses aspectos com o seu misticismo pessoal.
Sua vida é reconstituída a partir de biografias escritas pouco após sua morte mas, segundo alguns estudiosos, essas fontes primitivas ainda estão à espera de edições críticas mais profundas e completas, pois apresentam contradições factuais e tendem a fazer uma apologia de seu caráter e obras; assim, deveriam ser analisadas sob uma óptica mais científica e mais isenta de apreciações emocionais do que tem ocorrido até agora, a fim de que sua verdadeira estatura como figura histórica e social, e não apenas religiosa, se esclareça.
Casa onde Francisco nasceu, Assis.
De qualquer forma, sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou enquanto ele ainda era vivo, e permanece inabalada.
Foi canonizado pela Igreja Católica menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.[3]
Anos finais e morte
Seus anos finais foram passados em tranquilidade interior, quando, segundo seus biógrafos primitivos, seu amor e compaixão por todas as criaturas fluíam abundantes, ao mesmo tempo que ele experimentava repetidas visões e êxtases místicos, fazia outros milagres, continuava a percorrer a região em pregações, e multidões acorriam para vê- lo e tocá-lo.
No Natal de 1223 foi convidado pelo senhor de Greccio para celebrar a festa numa gruta com pastores e animais, desejando recriar o nascimento de Cristo em Belém, sendo a origem da tradição dos presépios.
No cinema foi protagonista em:
- The Flowers of St. Francis (1950) de Roberto Rossellini e Federico Fellini;[86]
- Francis of Assisi (1961) de Michael Curtiz;[87]
- Francesco d’Assisi (1966) de Liliana Cavani;
- Brother Sun, Sister Moon (1972) de Franco Zeffirelli;[88]
- Francesco (1989) de Liliana Cavani;[89]
- Chiara e Francesco (2007) de Fabrizio Costa.[90]
Sua aparência
Segundo a descrição deixada por Tomás de Celano, a aparência física de Francisco era extremamente agradável, e sua face refletia a inocência de sua vida, a pureza de seu coração e o ardor do fogo divino que o consumia.
Era de estatura um pouco abaixo da média, cabeça proporcionada e redonda, com a face alongada e nariz reto e fino, pescoço esguio, testa plana e curta, olhos negros e límpidos, cabelos castanhos, orelhas pequenas.
Sua voz era forte, doce, clara e sonora; os dentes eram unidos, alinhados e brancos, os lábios pequenos e delgados, a barba era preta e um tanto rala; seus ombros eram direitos, os braços curtos, as mãos delicadas com dedos longos, as pernas delgadas, pés pequenos, pele fina e sempre muito magro.[24]
Sua visão de si mesmo era, porém, oposta: descrevia-se como um “franguinho preto”, e o retrato pintado no Fioretti segue a mesma linha, mostrando- o como um homem miúdo de aspecto muito desprezível e vil e que por esse motivo nunca conseguia muitas esmolas entre gentes que não o conheciam.
Este retrato, de autor anônimo, é considerado, sem certeza, uma cópia do século XIV do único retrato que teria sido feito ainda em vida do santo, por encomenda de Jacopa de’ Settesoli. Está conservado em Greccio.
CITAÇÃO
Francisco de Assis – Contatos além do mundo físico
“Por que vieste aqui, irmão cordeirinho?
Diz-me: viste ou ouviste alguma coisa?”
Francisco de Assis respondendo à cara de espanto de seu irmão de fé, Leo. Segundo relata a coletânea ‘I Fioretti di San Francesco’, o Irmão Leo o viu levar a mão ao peito e parecer tirar algo de lá e oferecê-la a uma língua de fogo que descera sobre ele. / Fonte: Wikiwand.
Francisco de Assis
Giovanni di Pietro di Bernardone
(Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226)
840 Anos
840 anos, aniversário, artistas, Brasil, celebração, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, escritores, etimologia, famosas, filósofos, franciscano, Francisco de Assis, frases, Frei, história, humanidade, ideias, inovações, invenções, Leonardo Boff, literatura, marcantes, mundo, Oração pela Paz, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, prece, professores, São Francisco de Assis, sociedade, wikipedia, wikiwand -
Fundação Dorina Nowill faz Contação de Histórias na Bienal

Histórias estão sendo contadas por consultora cega, especialista em acessibilidade digital
A Fundação Dorina Nowill firmou parceria com a Mauricio de Sousa Produções (MSP) para participar da “Contação de História” na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
FONTE: CPP CENTRAL
A ação acontece no Espaço Oficial Infantil – Navegando nas Palavras, tematizado pela MSP, desde 2 de julho, e amanhã dia 5, às 13 horas, será realizada pela consultora cega e especialista em acessibilidade digital, Andréia Aparecida da Silva Queiroz, que atuou por 10 anos como revisora Braille.
Ela contará histórias por meio da leitura em Braille para o público visitante do estande da marca.Serão lidos os livros da Coleção Turma da Mônica:
“Dorinha e a Turma da Mônica brincando pelo Brasil: Região Norte“, e “Dorinha e a Turma da Mônica brincando pelo Brasil: Região Nordeste”.
Serviço
Ação: “Contação de História” na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Contadora de história: Andréia Aparecida da Silva Queiroz (consultora cega especialista em acessibilidade digital que atua há mais de 10 anos como revisora Braille)
Local da ação: Espaço Oficial Infantil – Navegando nas Palavras, tematizado pela Mauricio de Sousa Produções
Datas e horários: 2/7, às 12h, e 5/7, às 13h
Local do evento e endereço: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo/SP
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Escola oferece programação para crianças durante o mês de julho

Clube de férias e atividades alternativas para os pequenos aproveitarem o período de recesso escolar
Durante o mês de julho, a unidade da escola Luminova, localizada no bairro do Bom Retiro (SP), promoverá um clube de férias para crianças que estiverem, ou não, matriculados na instituição.
FONTE: CPP CENTRAL
Com o objetivo de continuar desenvolvendo as habilidades de interação, a instituição de ensino contará com uma programação especial, lúdica e educativa, para crianças de sete a onze anos, ao longo de três semanas.
Entre os dias 4 e 22 de julho, durante 4 horas por dia, os alunos poderão participar de atividades e oficinas relacionadas à jardinagem, culinária, pintura, cinema, visita ao circo, dentre outras tarefas que proporcionarão diversão e interação entre as crianças.
Local: Escola Luminova, unidade do Bom Retiro.
Quando: 04 a 22 de julho.
Público: Crianças de 7 a 11 anos
Para mais informações e matrículas: (11) 3576-5940 / 94121-8521
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