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Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial • 71 Anos

A data celebra a aprovação da primeira lei brasileira contra o preconceito racial. A Lei 1.390, de 1951, ficou conhecida como Lei Afonso Arinos, por causa do jurista e político mineiro, autor da proposta.
É a primeira lei contra o racismo no Brasil, que estabelecia como contravenção penal, qualquer prática resultante de preconceito por raça ou cor.
No entanto, essa lei não tratava o racismo como crime, mas como contravenção penal, que é infração penal, tida como de menor gravidade.
A Lei n° 1.390/1951, foi sancionada por Getúlio Vargas, em 3 de julho de 1951.Afonso Arinos foi um político, diplomata, historiador e crítico brasileiro, e ocupou a cadeira 25 da Academia Brasileira de Letras.

“Numa sociedade racista,
não basta não ser racista.
É necessário ser antirracista.”
Professora e filósofa estadunidense
Fonte: Pensador
PUNIÇÕES
Lei Afonso Arinos (n° 1.390/1951)
A Lei Afonso Arinos prevê punições para atos de preconceito praticados por diretor, gerente ou responsável por estabelecimento comercial que recusassem a hospedagem em hotel, pensão, estalagem ou estabelecimento da mesma finalidade, por preconceito de raça ou cor.
O código também trata da recusa de inscrição de aluno em instituições de ensino, negar emprego ou trabalho, impedir acesso a cargo do funcionalismo público por racismo.
“Como negra,
não quero mais ser objeto de estudo,
e sim o sujeito da pesquisa.”
Filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira
Fonte: Pensador

“Quem tem que responder
isso não sou eu,
é a sociedade”
Ator brasileiro, mostrando-se cansado de falar sobre preconceito racial, para a ‘Revista Isto É Gente’, Edição 359
Fonte: WikiquoteÍNTEGRA da LEI
Lei n° 1.390/1951, Art 1º:
Constitui contravenção penal, punida nos termos desta Lei, a recusa, por parte de estabelecimento comercial ou de ensino de qualquer natureza, de hospedar, servir, atender ou receber cliente, comprador ou aluno, por preconceito de raça ou de cor.
“Não lutamos por integração ou por separação.
Lutamos para sermos reconhecidos
como seres humanos.”
Afro-americano, ativista dos direitos humanos, ministro muçulmano e defensor do Nacionalismo Negro nos Estados Unidos.
Fonte: Wikiquote
3 de Julho de 2022 • Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial • 71 Anos
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Uma Postura Positiva • Zélia Gattai • 106 Anos

“Uma leitura ou uma história só prestam, empolgam
e nos fazem sonhar quando transmitidas com prazer e emoção. …
Escrevo, assim, com liberdade e com o coração.
— Zélia Gattai
Fonte: Pensador
Zélia Gattai
Zélia Gattai Amado de Faria GOIH
106 Anos
(São Paulo, 2 de julho de 1916 — Salvador, 17 de maio de 2008)
Foi uma escritora, fotógrafa e memorialista (como ela mesma preferia denominar-se) brasileira.
Foi um expoente da militância política nacional durante quase toda a sua longa vida, da qual partilhou cinquenta e seis anos casada com o também escritor Jorge Amado, até a morte deste.
Zélia Gattai e Jorge Amado.
Os primeiros anos
Filha dos imigrantes italianos Angelina e Ernesto Gattai, é a caçula de cinco irmãos.
Nasceu e morou durante toda a infância na Alameda Santos, 8, Consolação, em São Paulo.
Zélia participava, com a família, do movimento político-operário anarquista que tinha lugar entre os imigrantes italianos, espanhóis, portugueses, no início do século XX.
Aos vinte anos, casou-se com Aldo Veiga. Deste casamento, que durou oito anos, teve um filho, Luís Carlos, nascido na cidade de São Paulo, em 1942.
A vida com Jorge Amado
Leitora entusiasta de Jorge Amado, Zélia Gattai o conheceu em 1945, quando trabalharam juntos no movimento pela anistia dos presos políticos. A união do casal deu-se poucos meses depois.
A partir de então, Zélia Gattai trabalhou ao lado do marido, passando a limpo, à máquina, seus originais e o auxiliando no processo de revisão.
Em 1946, com a eleição de Jorge Amado para a Câmara Federal, o casal mudou-se para o Rio de Janeiro, onde nasceu o filho João Jorge, em 1947.
Um ano depois, com o Partido Comunista declarado ilegal, Jorge Amado perdeu o mandato, e a família teve que se exilar.
Viveram em Paris por três anos, período em que Zélia Gattai fez os cursos de civilização francesa, fonética e língua francesa na Sorbonne. De 1950 a 1952 a família viveu na Checoslováquia, onde nasceu a filha Paloma.
Foi neste tempo de exílio que Zélia Gattai começou a fazer fotografias, tornando-se responsável pelo registro, em imagens, de cada um dos momentos importantes da vida do escritor baiano.
Em 1963 mudou-se com a família para a casa do Rio Vermelho, em Salvador, na Bahia, onde tinha um laboratório e se dedicava à fotografia, tendo lançado a fotobiografia de Jorge Amado intitulada Reportagem incompleta.
A escritora
Aos 63 anos de idade, começou a escrever suas memórias. O livro de estreia, Anarquistas, graças a Deus, ao completar vinte anos da primeira edição, já contava mais de duzentos mil exemplares vendidos no Brasil.
Sua obra é composta de nove livros de memórias, três livros infantis, uma fotobiografia e um romance. Alguns de seus livros foram traduzidos para o francês, o italiano, o espanhol, o alemão e o russo.
Anarquistas, graças a Deus foi adaptado para minissérie pela Rede Globo e Um chapéu para viagem foi adaptado para o teatro.
Prêmios e homenagens
Baiana por merecimento, Zélia Gattai recebeu em 1984 o título de Cidadã da Cidade do Salvador.
Na França, recebeu o título de Cidadã de Honra da comuna de Mirabeau (1985) e o grau de Comendadora da Ordem das Artes e das Letras, do Governo Francês (1998).
Recebeu ainda, no grau de Comendadora, a Ordem do Mérito da Bahia (1994) e o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal a 14 de Julho de 1986.[1]
A prefeitura de Taperoá, no estado da Bahia, homenageou Zélia Gattai dando o nome da escritora à sua Fundação de Cultura e Turismo, em 2001.
Em 2001 foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 23, anteriormente ocupada por Jorge Amado, que teve Machado de Assis como primeiro ocupante e José de Alencar como patrono. No mesmo ano, foi eleita para a Academia de Letras da Bahia e para a Academia Ilheense de Letras.
Zélia, Sartre, Simone de Beauvoir, Jorge Amado e Mãe Senhora.
Em 2002, tomou posse nas três.
É mãe de Luís Carlos, Paloma e João Jorge. É amiga de personalidades e gente simples.
No lançamento do livro ‘Jorge Amado: um baiano romântico e sensual, em 2002, em uma livraria de Salvador, estavam pessoas como Antonio Carlos Magalhães, Sossó, Calasans Neto, Auta Rosa, Bruna Lima, Antonio Imbassahy e James Amado, entre outros.
Ao lançar seu primeiro livro, Anarquistas graças a Deus, Zélia Gattai recebeu o Prêmio Paulista de Revelação Literária de 1979. No ano seguinte, recebeu o Prêmio da Associação de Imprensa, o Prêmio McKeen e o Troféu Dante Alighieri. A Secretaria de Educação do Estado da Bahia concedeu-lhe a Medalha Castro Alves, em 1987.
Em 1988, recebeu o Troféu Avon, como destaque da área cultural e o Prêmio Destaque do Ano de 1988, pelo livro Jardim de inverno.
O livro de memórias Chão de meninos recebeu o Prêmio Alejandro José Cabassa, da União Brasileira de Escritores, em 1994.
Obras
- Anarquistas Graças a Deus, 1979 (memórias)
- Um Chapéu Para Viagem, 1982 (memórias)
- Pássaros Noturnos do Abaeté, 1983
- Senhora Dona do Baile, 1984 (memórias)
- Reportagem Incompleta, 1987 (memórias)
- Jardim de Inverno, 1988 (memórias)
- Pipistrelo das Mil Cores, 1989 (literatura infantil)
- O Segredo da Rua 18, 1991 (literatura infantil)
- Chão de Meninos, 1992 (memórias)
- Crônica de Uma Namorada, 1995 (romance)
- A Casa do Rio Vermelho, 1999 (memórias)
- Cittá di Roma, 2000 (memórias)
- Jonas e a Sereia, 2000 (literatura infantil)
- Códigos de Família, 2001
- Um Baiano Romântico e Sensual, 2002
- Memorial do amor, 2004
- Vacina de sapo e outras lembranças, 2006
CITAÇÃO
Zélia Gattai – Uma postura positiva em relação à vida
“Continuo achando graça nas coisas, gostando cada vez mais das pessoas, curiosa sobre tudo, imune ao vinagre, às amarguras, aos rancores.”
― Zélia Gattai / Fonte: Kd Frases
Zélia Gattai
Zélia Gattai Amado de Faria
106 Anos
(São Paulo, 2 de julho de 1916 — Salvador, 17 de maio de 2008)
FONTES
Kd Frases
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CPP inaugura nova sede em São Roque

Depois de 16 anos, o CPP de São Roque conquista sua sede própria em novo endereço.
A palavra dos professores e da diretora de São Roque, Lisete de Fátima, além de nossa presidente, professora Loretana.
Confira o vídeo!
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A Educação Pode Tudo • Leibniz • 376 Anos

“Não é tempo que perdemos, é vida.”
— Gottfried Wilhelm Leibniz
Leibniz
Gottfried Wilhelm Leibniz
(Leipzig, 1 de julho de 1646 — Hanôver, 14 de novembro de 1716)
polímata e filósofo alemão
Figura central na história da matemática e na história da filosofia.
Sua realização mais notável foi conceber as ideias de cálculo diferencial e integral, independentemente dos desenvolvimentos contemporâneos de Isaac Newton.[3]
Trabalhos matemáticos sempre favoreceram a notação de Leibniz como a expressão convencional do cálculo, enquanto a notação de Newton ficou sem uso.
Foi apenas no século XX que a lei de continuidade e a lei transcendental da homogeneidade de Leibniz encontraram implementação matemática (por meio da análise não padronizada).
Monumento a Gottfried Wilhelm Leibniz, no Pátio da Universidade de Leipzig, Alemanha.
“Mais importante que as invenções é como foram inventadas.”
— Gottfried Wilhelm Leibniz
Ele se tornou um dos inventores mais prolíficos no campo das calculadoras mecânicas.
Ele trabalhou para adicionar a multiplicação automática e a divisão à calculadora de Pascal e foi o primeiro a descrever uma calculadora cata-vento em 1685,[4] além de inventar a roda de Leibniz, usada no aritmômetro – a primeira calculadora mecânica produzida em massa.
Ele também refinou o sistema de números binários que se tornaria a base de todos os computadores digitais.
“Os fatos fazem os homens.”
— Gottfried Wilhelm Leibniz
Em filosofia, Leibniz é mais conhecido por seu otimismo, por sua conclusão de que nosso universo é, num sentido restrito, o melhor de todos os mundos possíveis que Deus poderia ter criado.
Essa ideia muitas vezes foi satirizada por outros filósofos, como Voltaire.
Leibniz, juntamente com René Descartes e Baruch Spinoza, foi um dos três grandes defensores do racionalismo no século XVII.
“Somos autômatos em três quartas partes das nossas ações.”
— Gottfried Wilhelm Leibniz
O trabalho de Leibniz antecipou a lógica moderna e a filosofia analítica, mas sua filosofia também remete à tradição escolástica, na qual as conclusões são produzidas aplicando-se a razão aos primeiros princípios ou definições anteriores, e não à evidências empíricas.
Leibniz fez importantes contribuições para a física e para a tecnologia e antecipou noções que surgiram muito mais tarde na filosofia, na teoria das probabilidades, na biologia, na medicina, na geologia, na psicologia, na linguística e na informática.
“Amar é encontrar a própria felicidade na felicidade alheia.”
— Gottfried Wilhelm Leibniz
Ele escreveu obras sobre filosofia, política, direito, ética, teologia, história e filologia. Leibniz também contribuiu para o campo da biblioteconomia.
Enquanto servia como superintendente da biblioteca Wolfenbüttel na Alemanha, ele desenvolveu um sistema de catalogação que serviria de guia para muitas das maiores bibliotecas da Europa.[5]
Foto com espaço vazio para você criar sua própria citação.
“A educação pode tudo: ela faz dançar os ursos.”
— Gottfried Wilhelm Leibniz
As contribuições de Leibniz para esta vasta gama de assuntos foram espalhadas em várias revistas científicas, em dezenas de milhares de cartas e em manuscritos inéditos.
Ele escreveu em várias línguas, sobretudo em latim, francês e alemão
A obra completa de Leibniz ainda não foi traduzida para a língua inglesa ou portuguesa.[6]
FONTES

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Educação é que vai pagar pela redução da gasolina

O segundo vice-presidente do CPP, professor Azuaite Martins de França, fala sobre a redução do ICMS que impactará negativamente sobre a Educação, que terá corte de verba.
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Ser Zen é Ser Ativo • Monja Coen • 75 Anos

“Vou fazer o meu melhor hoje,
procurar a excelência em mim mesma.”
– Monja Coen
Monja Coen
Coen Rōshi
Cláudia Dias Baptista de Souza
(São Paulo, 30 de junho de 1947)
monja zen budista brasileira
missionária oficial da tradição Soto Shu com sede no Japão.[2]
Monja Coen também é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001 com sede no bairro paulistano do Pacaembu.
Monja Coen é mais conhecida por fazer palestras, participar de reuniões e diálogos inter-religiosos e promover a Caminhada Zen, em parques públicos, projeto com objetivos ambientais e de paz.
Ser zen é ser ativo.
É estar forte e decidido.
E caminhar com leveza, mas com certeza …
Ser zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.
– Monja Coen
Seu pai era filho de portugueses, e sua mãe oriunda da família paulista quatrocentona Dias Baptista, de grandes proprietários de terra no Alto Vale do Ribeira, por quem descendente do açoriano Manoel Rosa Luís e de Thomas Dias Baptista, mineradores que residiram em Apiaí – SP.
Ela é prima de Sérgio Dias Baptista, Arnaldo Dias Baptista e Cláudio César Dias Baptista, mais conhecidos por seus trabalhos com a banda Mutantes.
“A sabedoria não vem do acerto,
mas do aprendizado com os erros.”
– Monja Coen
Criada no Cristianismo, tendo estudado em colégio de freiras, dedicou-se a estudar o Budismo no Zen Center of Los Angeles, em 1983, logo depois partindo para o Japão e convertendo-se à tradição budista zen no Convento Zen Budista de Nagoia, tendo também estudado nos templos de Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo.
Antes de dedicar sua vida a religiosidade, atuava como jornalista e repórter em diversos jornais de São Paulo.
“Inclua em seu amor todo o planeta,
com árvores e insetos. Flores e pássaros.
Mares, rios, oceanos.“
– Monja Coen
De volta a São Paulo em 1995, liderou atividades no Templo Busshinji, tornando-se a primeira mulher e a primeira monja de ascendência não-japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil por um ano.
Em 2001, fundou a Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, com sede em São Paulo, para disseminar os ensinamentos do Zen Budismo, ordenar monges e monjas e servir à comunidade através de palestras, liturgias e bençãos de sabedoria.
“Faça o bem, fale o bem, pense o bem.”
– Monja Coen
FONTES
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O Príncipe que fala com a flor • Saint-Exupéry • 122 Anos

“É preciso que eu suporte duas ou três larvas,
se eu quiser conhecer as borboletas.”
— Saint-Exupéry
Saint-Exupéry
Antoine-Marie- Roger de Saint-Exupéry
(Lyon, 29 de junho de 1900 — Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944)
escritor, ilustrador e piloto francês
As suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra.
Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.
Destaca-se Brasil: O Pequeno Príncipe / Portugal: O Principezinho de 1943, livro de grande sucesso de Saint-Exupéry. A obra vendeu mais de 200 milhões de exemplares em todo o mundo. O autor, no entanto, morreria um ano depois da publicação do livro e não testemunhou o seu sucesso.[6]
Le Petit Prince pode parecer simples, porém apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros.
“Aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.”
— Saint-Exupéry
O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto.
Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho.
Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem em busca de amigos, que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que é realmente importante na vida.
O romance mostra uma profunda mudança de valores, e sugere ao leitor quão equivocados podem ser os nossos julgamentos, e como eles podem nos levar à solidão. O livro nos leva à reflexão sobre a maneira de nos tornarmos adultos, entregues às preocupações diárias, e esquecidos da criança que fomos e somos.
“A perfeição não é alcançada quando
não há mais nada a ser incluído,
mas sim quando não há mais nada a ser retirado.”
FONTES
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Todo professor é um poeta, e vice-versa • Raul Seixas • 77 Anos

“O importante não é voltar com a vitória,
mas sim, lutar por aquilo que se tem amor.”
— Raul Seixas
Raul Seixas
Raul Santos Seixas
(Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989)
cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro
Frequentemente considerado como um dos pioneiros do rock brasileiro.
“Eu devia estar sorrindo e orgulhoso por ter finalmente vencido na vida, mas eu acho isso uma grande piada e um tanto quanto perigosa.”
— Raul Seixas em “Ouro de Tolo“
Também foi produtor musical da CBS, durante sua estada na cidade do Rio de Janeiro e, por vezes, é chamado de Pai do Rock Brasileiro e Maluco Beleza.
Sua obra musical é composta por dezessete discos lançados durante 26 anos de carreira.
Seu estilo musical é tradicionalmente classificado como rock e baião, e de fato conseguiu unir ambos os gêneros em músicas como Let me Sing, Let me Sing.[4]
Seu álbum de estreia, Raulzito e os Panteras (1968) foi produzido quando integrava o grupo Raulzito e os Panteras, mas só ganhou notoriedade crítica e de público com músicas como Ouro de Tolo, Mosca na Sopa e Metamorfose Ambulante, do álbum Krig-ha, Bandolo!, de 1973.
“Eu não posso entender tanta gente
aceitando a mentira …
Porque quando eu jurei meu amor
Eu traí a mim mesmo
Hoje eu sei,
Que ninguém nesse mundo é feliz
tendo amado uma vez.”
— Raul Seixas em “Ouro de Tolo“
Raul com Paulo Coelho, seu grande parceiro de composições belíssimas.
Raul Seixas tinha um estilo musical que era chamado de “contestador e místico”. Isso se deve aos ideais que defendia, como a Sociedade Alternativa apresentada no álbum Gita, lançado em 1974, influenciado por figuras como o ocultista britânico Aleister Crowley.

Raul com Chacrinha. Cético e agnóstico, Raul se interessava por filosofia (principalmente metafísica e ontologia), psicologia, história, literatura, inglês e latim.
Algumas ideias dessas correntes foram muito aproveitadas em sua obra, que possuía uma recepção boa ou de curiosidade por conta disso.
“Só há amor quando não existe nenhuma autoridade.”
— Raul Seixas
Nos anos 80, continuou produzindo álbuns que venderam bem, como Abre-te Sésamo (1980), Raul Seixas (1983), Uah- Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum! (1987) e A Panela do Diabo (1989), esse último em parceria com o também baiano e amigo Marcelo Nova.
Sua obra musical tem aumentado continuamente de tamanho, na medida em que seus discos (principalmente álbuns póstumos) continuam a ser vendidos, tornando-o um símbolo do rock do país e um dos artistas mais cultuados e queridos entre os fãs nos últimos anos.
“Todos os partidos são variantes do absolutismo.”
— Raul Seixas
Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Raul Seixas na 19.ª posição, superando nomes como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Heitor Villa- Lobos e outros.[10]
No ano anterior, a mesma revista promoveu a Lista dos Cem Maiores Discos da Música Brasileira, onde dois de seus álbuns apareceram: Krig-ha, Bandolo!, na 12.ª posição e Novo Aeon, na 53.ª posição.[11]
Raul Seixas
Raul Santos Seixas
(Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989)
cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro
FONTES

aniversário, artistas, Brasil, celebração, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, escritores, etimologia, famosas, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, literatura, marcantes, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, Raul Seixas, sociedade, wikipedia, wikiwand
Início
👏 59 Anos de lutas e conquistas para o professorado de Bauru e região













































