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CPP prestigia Sessão Solene na Alesp

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Ensinando Sem Som Nem Imagem

“As crianças precisam muito mais de orientação e simpatia, do que instrução.”
“Children require guidance and sympathy far more than instruction.”
— Anne Sullivan
Anne Sullivan
Johanna Mansfield Sullivan Macy
(Feeding Hills, Massachusetts, 14 de abril de 1866 – Nova Iorque, 20 de outubro de 1936)
educadora norte-americana
Foi uma , mais conhecida por ter sido a professora de Helen Keller, uma adolescente surda-cega a quem ensinou por meio da Língua de sinais através do tato.
Anne Sullivan também era deficiente; havia sido quase cega, mas depois de nove operações, recuperou alguns graus da visão.
Helen Keller e Anne Sullivan
“Cada renascimento vem ao mundo com um grito, o grito do espírito humano para ser livre.”
“Every renaissance comes to the world with a cry, the cry of the human spirit to be free.”
— Anne Sullivan
Apesar de ser deixada em um orfanato com poucas condições de educação formal, Anne Sullivan prosperou.
Quando o presidente da secretaria estadual de instituições de caridade Frank Sanborn, visitou o orfanato de Tewksbury, Anne literalmente se jogou aos seus pés e chorando pediu: ” Sr. Sanborn, eu quero ir a escola.”
Depois de recuperar sua visão de uma série de operações e de se graduar como a oradora da sala em 1886 no Instituto Perkins para Cegos, ela começou sua longa carreira como professora de Helen Keller.
“Sim, estou orgulhosa, e sou muito humilde também.”
“Yes, I am proud, and very humble too.”
— Anne Sullivan
Quando a senhorita Sullivan chegou, Helen tinha sete anos e era completamente indisciplinada.
A senhorita Sullivan começou suas aulas a partir da obediência e do alfabeto ASL Língua de Sinais. Sullivan assistiu as aulas com Helen e monitorou-a através do Instituto Perkins, a Escola de Cambridge para Jovens Senhoras e a Faculdade de Radcliffe.
Todos que entraram em contato com Anne Sullivan se surpeenderam com a facilidade de comunicação e ensino para Helen e com o aprendizado avançado da aluna em relação a outros alunos cegos e surdos mais adiantados do que ela.
Patty Duke e Anne Bancroft são Helen Keller e Anne Sullivan.
Alexander Graham Bell, Andrew Carnegie, Henry H. Rogers e John Spaulding foram apenas alguns dos que as encontraram e as apoiaram.
Após Helen se formar, a senhorita Sullivan continuou a acompanhá-la em suas viagens e palestras.
Anne e Helen tinham uma grande demanda de palestras para arrecadar fundos para a Fundação Americana para Cegos.
Anne Sullivan
Johanna Mansfield Sullivan Macy
(Feeding Hills, Massachusetts, 14 de abril de 1866 – Nova Iorque, 20 de outubro de 1936)
educadora norte-americana
Patty Duke e Anne Bancroft são Helen Keller e Anne Sullivan.
FONTES
adolescente, artistas, Brasil, cientistas, CITAÇÕES, crianças, ensinou, escritores, famosas, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, Keller, língua de sinais, marcantes, mundo, orientação, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, simpatia, sociedade, surda-cega, tato, wikipedia, wikiwand -
Casos de covid-19 em escolas de São Paulo aumentam em duas semanas

O número de casos de pessoas infectadas pelo coronavírus aumentou em vários estados brasileiros, e no Estado de São Paulo, nas últimas duas semanas esse número cresceu em 60%.
Essa alta, tem causado preocupação entre os professores.
Em levantamento feito pela APEOESP, entre 11 e 30 de maio, 55 escolas tiveram 362 casos entre professores, funcionários e alunos afastados por causa da pandemia.
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Nasce a Separação dos Poderes

“A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos.”
“Une injustice, faite à un seul, est une menace pour tous les autres.”
– Montesquieu como citado em “Devoirs du chef: déontologie et psychologie professionnelle …” – Página 102, Max Lambert – Presses Universitaires de France, 1942, 2a. ed. – 206 páginas
Montesquieu
Charles-Louis de Secondat, barão de La Brède e de Montesquieu, conhecido como Montesquieu (castelo de La Brède, próximo a Bordéus, 18 de janeiro de 1689 — Paris, 10 de fevereiro de 1755), foi um político, filósofo e escritor francês.
Ficou famoso pela sua teoria da separação dos poderes,[1] atualmente consagrada em muitas das modernas constituições internacionais, inclusive a Constituição Brasileira.[2]
“A liberdade é o direito de fazer o que a legislação permite”
“La liberté est le droit de faire tout ce que les lois permettent”
• De l’esprit des lois – Página 308, Charles de Secondat Montesquieu, 1784
Logo cedo teve formação iluminista com padres oratorianos.
Revelou-se um crítico severo e irônico da monarquia absolutista, bem como do clero católico.[1]
Adquiriu sólidos conhecimentos humanísticos e jurídicos, mas também frequentou em Paris os círculos da boêmia literária.
“Quanto menos se pensa, mais se fala.”
“Moins on pense, plus on parle.”
– Œuvres complètes – página 247, de Charles de Secondat Montesquieu – 1823
Proficiente escritor, concebeu livros importantes e influentes, como Cartas persas (1721), Considerações sobre as causas da grandeza dos romanos e de sua decadência (1734) e O Espírito das leis (1748), a sua mais famosa obra. Contribuiu também para a célebre Enciclopédia, juntamente com Diderot e D’Alembert.
O Espírito das Leis (L’Esprit des lois)
Montesquieu elaborou uma teoria política, que apareceu na sua obra mais famosa, O Espírito das Leis (De L’Esprit des Loix, 1748), inspirada em John Locke e no seu estudo das instituições políticas inglesas.
É uma obra volumosa, na qual se discute a respeito das instituições e das leis, e busca-se compreender as diversas legislações existentes em diferentes lugares e épocas. Esta obra inspirou os redatores da Constituição de 1791 e tornou-se na fonte das doutrinas constitucionais liberais, que repousam na separação dos poderes legislativo, executivo e judiciário.
“Todo homem investido de poder é tentado a abusar dele.
“Tout homme qui a du pouvoir est porté à en abuser.”
– Montesquieu: Choix de textes et introduction – Página 32, Charles de Secondat Montesquieu (baron de) – Louis-Michaud, 1910 – 224 páginas
“O Espírito das Leis” foi proibida em diversos círculos intelectuais e também incluída no Index Librorum Prohibitorum da Igreja Católica. Foi também duramente recriminado pelo clero francês, na Sorbonne e em diversos artigos, panfletos e outros escritos. Toda essa reação negativa deu a obra uma maior abrangência e repercussão que a conseguida por “Cartas Persas“.“O Espírito das Leis” analisa de maneira extensa e profunda os fatos humanos com um rigoroso esboço de interpretação do mundo histórico, social e político. A pertinência das observações e a preocupação com o método permitem encontrar no seu trabalho elementos que prenunciam uma análise sociológica.
“A ignorância é a mãe das tradições”.
“L’ignorance qui est la mère des traditions.”
– Mélanges inédits de Montesquieu – Página 140, Charles de Secondat Montesquieu (baron de) – G. Gounouilhou, 1892 – 302 página
- “Um governo precisa apenas vagamente o que a traição é, e vai contribuir para o despotismo”.
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- – “Esprit des Lois, XII, 7”
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- “É uma infelicidade que existam tão poucos intervalos entre o tempo em que somos demasiado novos e o tempo em que somos demasiado velhos”.
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- – C’est un malheur qu’il y a trop peu d’intervalle entre le
- – Montesquieu; Pensées et fragments inédits de Montesquieu – Página 92, de Charles de Secondat Montesquieu, Gaston Jean-Marie Ludovic de Secondat Montesquieu – Publicado por G. Gounouilhou, 1901 v.2
- – C’est un malheur qu’il y a trop peu d’intervalle entre le
- “Gostaria de suprimir as pompas fúnebres. Devemos chorar pelo homem, no seu nascimento, e não na sua morte.”
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- – Je voudrais bannir les pompes funèbres. Il faut pleurer les hommes à leur naissance , et non pas à leur mort.
- – Oeuvres – Volume 6, Página 84, Charles-Louis de Secondat de Montesquieu – 1819
- – Je voudrais bannir les pompes funèbres. Il faut pleurer les hommes à leur naissance , et non pas à leur mort.
“Leis inúteis enfraquecem as leis necessárias.”
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- – les lois inutiles affaiblissent les lois nécessaires
- – De l’esprit des lois, Volume 4 – página 109, Charles Louis de Secondat de Montesquieu – Didot, 1803
- – les lois inutiles affaiblissent les lois nécessaires
- “Todos os homens são bestas; os príncipes são bestas que não estão atreladas.”
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- – Tous les hommes sont des bêtes; les princes sont des bêtes qui ne sont pas attachées
- – Cahiers (1716-1755) – Página 110, Charles de Secondat Montesquieu (baron de), Editores Bernard Grasset, André Masson – Bernard Grasset, 1941 – 305 páginas
- – Tous les hommes sont des bêtes; les princes sont des bêtes qui ne sont pas attachées
- “A luxúria é como a avareza: quantos mais tesouros tem, mais sôfrega se torna”.
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- – il en est de la luxure comme de l’avarice; elle augmente sa soif par l’acquisition des trésors.
- – Œuvres complètes de Montesquieu: avec des notes – Página 538, Charles de Secondat Montesquieu (baron de) – Lefèvre, 1835 – 771 páginas
- – il en est de la luxure comme de l’avarice; elle augmente sa soif par l’acquisition des trésors.
- “Se eu soubesse algo que me fosse útil e que fosse prejudicial à minha família, expulsá-lo-ia de meu espírito. Se eu soubesse algo útil à minha família que não o fosse à minha pátria, tentaria esquecê-lo. Se eu soubesse algo útil à minha pátria que fosse prejudicial à Europa, ou que fosse útil à Europa e prejudicial ao gênero humano, considerá-lo-ia um crime”
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- – Si je savais quelque chose qui me fût utile et qui fut préjudiciable à ma familie , je le rejetterais de mon esprit. Si je savais quelque chose qui fût utile à ma famille, et qui ne le fût pas à ma patrie, je chercherais à l’oublier. Si je savais quelque chose utile à ma patrie, et qui fût préjudiciable à l’Europe, et au genre humain, je la regarderais comme un crime.
- – Oeuvres, Volume 2 – página 584, de Charles-Louis de Secondat de Montesquieu, 1817
- – Si je savais quelque chose qui me fût utile et qui fut préjudiciable à ma familie , je le rejetterais de mon esprit. Si je savais quelque chose qui fût utile à ma famille, et qui ne le fût pas à ma patrie, je chercherais à l’oublier. Si je savais quelque chose utile à ma patrie, et qui fût préjudiciable à l’Europe, et au genre humain, je la regarderais comme un crime.
- “Eu sou necessariamente um homem, e eu sou francês apenas por acaso.”
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- – je suis nécessairement homme, et que je ne suis Français que par hasard
- – Politique de Montesquieu – Página 303, Charles de Secondat Montesquieu (baron de), Compilado por Jean Ehrard, Editora A. Colin, 1965 – 331 páginas
- – je suis nécessairement homme, et que je ne suis Français que par hasard
- “Quase todas as monarquias foram instituídas na ignorância das artes e destruídas porque as cultivaram demais”.
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- – presque toutes les monarchies n’ont été fondées que sur l’ignorance des arts , et n’ont été détruites que parce qu’on les a trop cultivés.
- – Oeuvres complètes de Montesquieu: Lettres persanes – Página 234, Charles de Secondat Montesquieu – 1799
- – presque toutes les monarchies n’ont été fondées que sur l’ignorance des arts , et n’ont été détruites que parce qu’on les a trop cultivés.
- “Um homem não é infeliz porque tem ambições, mas porque elas o devoram.”
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- – un homme n’est pas malheureux parce qu’il a de l’ambition, mais parce qu’il en est dévoré
- – Œuvres complètes de Montesquieu: Discours, lettres, voyage à Paphos – Volume 7, Página 180, Charles de Secondat Montesquieu (baron de) – Garnier frères, 1879
- – un homme n’est pas malheureux parce qu’il a de l’ambition, mais parce qu’il en est dévoré
- “A amizade é um contrato segundo o qual nos comprometemos a prestar pequenos favores para que no-los retribuam com grandes.”
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- – L’amitié est un contrat par lequel nous nous engageons à rendre de petits services à quelqu’un, afin qu’il nous en rende de grands.
- – Pensées et fragments inédits de Montesquieu, Volume 2 – Página 109, Charles de Secondat Montesquieu (baron de) – G. Gounouilhou, 1901 ((2062. III, f° 342))
- – L’amitié est un contrat par lequel nous nous engageons à rendre de petits services à quelqu’un, afin qu’il nous en rende de grands.
“Se os triângulos tivessem um deus, ele teria três lados.”
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- – fi les Triangles faifoient un Dieu, ils lui donneroient trois côtés.
- – Carta LVII (1714), in: “Lettres persanes”, Volume 1 – Página 134, Charles Louis de Secondat de Montesquieu – Pierre Marteau, , 1730, 4a. ed. – 170 páginas
- – fi les Triangles faifoient un Dieu, ils lui donneroient trois côtés.
- “Quanto menos os homens pensam, mais eles falam; e as mulheres falam mais que os homens por força de ociosidade, elas não tem o que pensar”
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- – Moins on pense , plus on parle : ainsi les femmes parlent plus que les hommes; à force d’oisiveté, elles n’ont point à penser.
- – Oeuvres complètes de Montesquieu … avec des notes d’Helvétius sur L’esprit des lois..: tome douzième – Página 208, Charles Louis de Secondat Montesquieu (Baron de), Claude Adrien Helvétius – chez Pierre Didot l’aine, 1795 – 240 páginas
- – Moins on pense , plus on parle : ainsi les femmes parlent plus que les hommes; à force d’oisiveté, elles n’ont point à penser.
Atribuídas
- “A injustiça que se faz a um é uma ameaça que se faz a todos.”
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- – Une injustice, faite à un seul, est une menace pour tous les autres
- – como citado em “Devoirs du chef: déontologie et psychologie professionnelle …” – Página 102, Max Lambert – Presses Universitaires de France, 1942, 2a. ed. – 206 páginas
- – Une injustice, faite à un seul, est une menace pour tous les autres
- “Para se fazer grandes coisas não se deve estar acima dos homens, mas junto deles.”
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- – Pour faire de grosses choses, il ne faut pas être au dessus des hommes, il faut être avec eux.
- – como citado em “Associations transnationales”, Volume 36 – Página 310, Union of International Associations – 1984
- – Pour faire de grosses choses, il ne faut pas être au dessus des hommes, il faut être avec eux.
- “A família virtuosa é um barco que, nas tormentas, fica preso por duas âncoras: religião e costumes.”
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- – Une famille vertueuse est un vaisseau tenu pendant la tempête, par deux ancres, la Religion & les Mœurs.
- – Montesquieu in: Esprit des Loix; citado em Dictionnaire de pensées ingénieuses, tant en vers qu’en prose, des meilleurs écrivains françois – Página 512, Blaise-Louis Pelée de Chenouteau – La veuve Duchesne, 1773, 1121 páginas
- – Une famille vertueuse est un vaisseau tenu pendant la tempête, par deux ancres, la Religion & les Mœurs.
- “A crença de ser a juventude a época mais feliz da vida é baseada numa falácia. A pessoa mais feliz é aquela que tem os pensamentos mais interessantes. Assim, podemos tornarmo-nos mais felizes na medida em que nos tornamos mais velhos.”
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- – Montesquieu citado em Citações da Cultura Universal – página 503, Alberto J. G. Villamarín, Editora AGE Ltda, 2002, ISBN 8574970891, 9788574970899, 574 páginas
FONTES
ameaça, artistas, Brasil, Centro do Professorado Paulista, cientistas, CITAÇÕES, CPP, Deus, direito, escritor, escritores, famosas, filósofo, filósofos, francês, frases, humanidade, ideias, ignorância, injustiça, inovações, invenções, legislação, leis, liberdade, marcantes, Montesquieu, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, poder, polêmicas, político, professores, sociedade, tradições", triângulos, wikipedia, wikiwand -
CPP pretende entrevistar os principais candidatos ao Governo de SP para falar sobre Educação

Professores, mandem suas perguntas.
Elas serão selecionadas para que o CPP possa questionar os candidatos.
Vejam o convite do terceiro vice-presidente, Azuaite Martins de França, e participem!
A ideia também prevê mostrar a realidade do salário dos professores.
Assistam ao vídeo para entender.
Neste ano, em outubro, a população terá a oportunidade de escolher seus governantes, o que inclui o chefe do Executivo do estado de São Paulo. Diante disso, e para contribuir com o voto consciente, o CPP realizará uma série de entrevistas com os pré-candidatos ao Palácio dos Bandeirantes.
O objetivo é tratar de propostas para a educação do estado mais rico do Brasil.
FONTE: CPP CENTRAL
Os professores e profissionais da Educação paulistas sofrem há anos com descaso de sucessivas gestões. Os salários estão sucateados, a pandemia de Covid-19 agravou a já precária situação das escolas e, como se não bastasse, aposentados e pensionistas viram seus rendimentos minguarem com a reforma da Previdência e o confisco imposto pelo Decreto 65.021/20.
Como entidade do magistério consagrada no estado de São Paulo, o CPP considera fundamental abordar os principais pré-candidatos a fim de entender quais são as ideias de governo para a área nos próximos 4 anos. A iniciativa busca informar e conscientizar os mais de 120 mil associados, bem como todos aqueles que pretendem melhorar a educação paulista por meio do voto.
Seis em cada 10 brasileiros consideram a educação importante na hora de escolher candidatos nas Eleições 2022. É o que mostra pesquisa divulgada pelo Movimento Todos pela Educação, em 28 de abril deste ano. O levantamento revela também que investir na infraestrutura das escolas deve ser um dos temas prioritários da área educacional.Vocês, professores e profissionais da Educação, podem participar da série de entrevistas. Basta enviar e-mail para portal@cpp.org.br com sugestões de questionamentos para os postulantes ao Governo do Estado de São Paulo.
O CPP entrevistará os pré-candidatos mais bem colocados em pesquisas de intenção de voto.São eles, por ordem decrescente: Fernando Haddad (PT), Márcio França (PSB), Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia – atual governador (PSDB).

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Dia Mundial do Meio Ambiente

Hoje, 5 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) para conscientizar a população global sobre a necessidade de preservar os recursos naturais.
A data foi definida em 1972, na Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, realizada em Estocolmo. O evento mudou a forma de lidar com as questões ambientais, chamando a atenção para o consumo responsável.
O CPP destaca a importância dessa data e faz um alerta: não há outro planeta para a vida humana. Por isso, cuidar da Terra é um dever de todos.
Viver de modo mais sustentável é possível. #diamundialdomeioambiente #meioambiente #educacao #educacaoambiental
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A Música da Poesia

Erasmo Carlos
81 Anos
Erasmo Esteves (Rio de Janeiro, 5 de junho de 1941) [2], mais conhecido como Erasmo Carlos, OMC, é um cantor, compositor, músico multi-instrumentista e escritor brasileiro, famoso por suas parcerias com o cantor Roberto Carlos.
Anos 50 e 60
Nasceu no bairro da Tijuca na Zona Norte do Rio de Janeiro, sua mãe saiu da Bahia grávida de um homem que não quis assumir a paternidade.
Erasmo só veio a conhecer seu pai aos 23 anos de idade.[4]
Erasmo Carlos, Tim Maia e Roberto Carlos.
Erasmo conhecia Sebastião Rodrigues Maia (que mais tarde seria conhecido como Tim Maia) desde a infância, entretanto a amizade só viria na adolescência por conta da febre do Rock and Roll.
Em 1957 Tim Maia montou a banda The Sputniks, sendo os membros da banda Tim, Arlênio Lívio, Wellington Oliveira e Roberto Carlos.
Após uma briga entre Tim e Roberto, o grupo foi desfeito, Wellington desistiu da carreira musical, o único remanescente era Arlênio que no ano seguinte resolveu chamar Erasmo e outros amigos da Tijuca, Edson Trindade (que tocou violão no grupo Tijucanos do Ritmo, onde Tim Maia tocava bateria) e José Roberto, conhecido como “China” para formarem o grupo vocal “The Boys of Rock”.
Erasmo Carlos (à direita) com Tim Maia.
Por sugestão de Carlos Imperial o grupo passou a se chamar The Snakes, o grupo acompanhava tanto Roberto quanto Tim Maia em seus respectivos shows.
Erasmo foi apresentado a Roberto por Arlênio Lívio, Roberto precisava da letra da canção Hound Dog, sucesso na voz de Elvis Presley, então Arlênio disse que Erasmo seria a pessoa que possuiria tal letra, pois este era um grande fã de Elvis, Roberto descobriu outras afinidades com Erasmo, além de Elvis, ambos gostavam de Bob Nelson, James Dean, Marlon Brando, Marilyn Monroe, e torciam para o Vasco da Gama.
Quando fazia parte do The Snakes, Tim Maia ensinou Erasmo a tocar violão.
O The Snakes chegou a acompanhar, o cantor Cauby Peixoto em sua inusitada passagem pelo rock, na gravação de “Rock and Roll em Copacabana” de 1957 e no filme “Minha Sogra é da Polícia” (1958), onde o cantor interpreta a canção “That’s Rock” composta por Imperial[5].
Nos tempos da juventude também conheceu, Jorge Ben Jor[6], na época conhecido como Babulina e Wilson Simonal, que também foi agenciado por Carlos Imperial.
Erasmo resolveu adotar o nome Carlos no nome artístico em homenagem ao Roberto Carlos e a Carlos Imperial e com esse nome lançou o compacto que seria de grande sucesso com a música O Terror dos Namorados com a novidade do Órgão Hammond de Lafayette que também era seu amigo e da Turma do Bar Divino na Tijuca.
Com a chegada da Bossa nova, Erasmo também se deixou influenciar pelo gênero, Roberto chegou a se tornar crooner cantando Bossa nova, bastante influenciado por João Gilberto.
Antes de seguir carreira solo, Erasmo fez parte da banda Renato e Seus Blue Caps.
Erasmo Carlos com Wanderléa e Roberto Carlos.
Participou efetivamente junto com Roberto Carlos e com Wanderléa do programa Jovem Guarda onde tinha o apelido de Tremendão, imitando as roupas e o estilo de seu ídolo Elvis Presley.
Seus maiores sucessos como cantor nessa fase foram “Gatinha Manhosa” e “Festa de Arromba“.
Em 1966 Erasmo, Eduardo Araújo e Carlos Imperial foram acusados de corrupção de menores, contudo ele e os demais foram inocentados.
Com o término do programa, entrou em crise, mas conseguiu se recuperar com a ajuda de seu parceiro Roberto Carlos e de sua esposa, Narinha.
Nessa fase de transição fez sucesso cantando “Sentado à Beira do Caminho” e “Coqueiro Verde”, Roberto e Erasmo eram criticados por cantar e compor Rock e de serem americanizados, Coqueiro Verde foi o primeiro samba-rock gravado por Erasmo.
Chegou a dividir uma apartamento com Jorge Ben Jor, apontado com um dos criadores do estilo[7], no Bairro do Brooklin em São Paulo.
O disco Erasmo Carlos e os Tremendões já é um trabalho transitório na carreira do artista. O LP, de 1969, traz interpretações muito peculiares de canções de compositores da MPB, como “Saudosismo”, de Caetano Veloso e “Aquarela do Brasil“, de Ary Barroso (lançada no filme Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa em que Erasmo atua com Roberto e Wanderléa) e “Teletema” (canção originalmente interpretada por Regininha, sucesso por ter sido tema da novela Véu de Noiva, da Rede Globo), de Antônio Adolfo e Tibério Gaspar, além da primeira gravação de “Sentado à Beira do Caminho”.
Erasmo Carlos com Marília Gabriela.
Anos 70
Na década de 1970, Erasmo assina com a Polydor.
A primeira metade da década mostra o Tremendão num estilo bem diferente da Jovem Guarda. Influenciado pela cultura hippie e pelo soul, lança Carlos, Erasmo em 1971.
O disco, que abre com “De Noite na Cama”, escrita por Caetano Veloso especialmente para ele, traz um polêmica ode à maconha.
O existencialismo prossegue em seus outros LPs dos anos 70: Sonhos e Memórias, Projeto Salva Terra e Banda dos Contentes. “Sou uma Criança, Não Entendo Nada”, “Cachaça Mecânica” e “Filho Único” são algumas canções de destaque no período. Pelas Esquinas de Ipanema, seu LP de 1978, inclui uma impactante canção que denuncia o descaso do homem com a ecologia: “Panorama Ecológico”.
Participou dos filmes Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora (1971), de Roberto Farias; e Os Machões (1972), dirigido por Reginaldo Faria, que também atuou no filme. Em 1975 aparece em show ao vivo no documentário Ritmo Alucinante, registro do festival de rock Hollywood Rockrealizado no mesmo ano, no Rio de Janeiro.
Anos 80
Erasmo Carlos começa os anos 80 com um projeto ambicioso. Erasmo Convida é um pioneiro projeto no Brasil.
Foram 12 canções interpretadas em dueto com artistas como Nara Leão, Maria Bethânia, Gal Costa, Wanderléa, A Cor do Som, As Frenéticas, Gilberto Gil, Rita Lee, Tim Maia, Jorge Ben e Caetano Veloso.
A faixa de abertura do álbum foi a que teve maior destaque nas rádios: a regravação de “Sentado à Beira do Caminho”, com a participação do parceiro Roberto Carlos nos vocais.
Erasmo Carlos e Lulu Santos, em 1984.
No ano seguinte, o LP Mulher tem uma grande repercussão com as canções “Mulher (Sexo Frágil)” (escrita com sua mulher, Narinha), “Pega na Mentira” e “Feminino Coração de Deus” (de Sérgio Sampaio).
Erasmo com sua esposa, Narinha.
O sucesso na mídia, que continuou com Amar Pra Viver ou Morrer de Amor (1982), trouxe uma cobrança para Erasmo: assim como o parceiro Roberto Carlos (no auge do sucesso), ele deveria lançar um trabalho inédito todos os anos.
“Lentinha, para tocar no rádio”, como disse o cantor ao relembrar seus discos na época.
Erasmo em entrevista para o UOL.
Embora seja a década com mais lançamentos de trabalhos novos, Erasmo tem algumas ressalvas sobre os seus discos a partir da segunda metade da década – Buraco Negro (1984), Erasmo Carlos (1985), Abra Seus Olhos (1986) e Apesar do Tempo Claro… (1988). O disco de 1988 seria seu último na Polydor (selo da Polygram, hoje Universal Music).
Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura, cantou, ainda que numa participação especial diminuta, no coro da versão brasileira de “We Are the World“, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África, ou USA for Africa.
O projeto Nordeste Já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções “Chega de Mágoa” e “Seca d’Água”. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi, no entanto, criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.
Em 1989, ele ainda faria o álbum ao vivo Sou uma Criança, com participações de Leo Jaime e dos grupos Kid Abelha e João Penca e Seus Miquinhos Amestrados e lançados pela pequena gravadora SBK.
Anos 90
Nos anos 90, o trabalho de Erasmo apareceu de forma bissexta na canção. Além de sempre assinar com Roberto Carlos as canções feitas para seus discos anuais, ele lançou dois discos. Homem de Rua, lançado pela Sony Music em 1992, chegou a ter repercussão com a faixa-título, que fez parte da trilha da telenovela De Corpo e Alma, mas a canção era tema do personagem Bira de Guilherme de Pádua, que, ao lado da esposa Paula Thomaz, assassinou a atriz Daniella Perez, filha da autora da novela Glória Perez.
Por conta desse acontecimento, Erasmo em respeito a atriz, nunca mais cantou essa música. Outra gravação de destaque foi “A Carta”, na qual Erasmo cantou com Renato Russo.
Em 1995, ele voltou a ter destaque nas comemorações dos trinta anos da Jovem Guarda, que rendeu discos e shows. No ano seguinte, Erasmo gravou o álbum É Preciso Saber Viver, com regravações de canções de seu repertório.
O destaque foi para “Do Fundo do Meu Coração”, dueto com Adriana Calcanhotto.
Em 26 de dezembro de 1995, sua ex-esposa Sandra Sayonara Saião Lobato Esteves, a Narinha morreu de parada cardiorrespiratória, aos 49 anos, depois de ingerir cianeto.
Narinha tinha uma ponte de safena e havia tentado o suicídio duas vezes.
A primeira, com um tiro, e outra, ao ingerir uma alta dose de tranquilizantes.
Narinha era paisagista e morava sozinha num apartamento em São Conrado, no Rio de Janeiro. O casal estava divorciado havia quatro anos, depois de um casamento de treze.[8]
Século XXI
Somente em 2001 Erasmo voltaria a lançar um disco novo. Pra Falar de Amor traz interpretações dele para canções apenas suas, além de canções de Kiko Zambianchi e Marcelo Camelo. O destaque é “Mais um na Multidão”, dueto com Marisa Monte e de autoria de Erasmo Carlos, Marisa Monte e Carlinhos Brown. No ano seguinte, ele lançou seu primeiro DVD ao vivo, além de um CD duplo.
No início de 2004, ele lançou seu trabalho mais autoral: Santa Música, com doze canções de autoria apenas de Erasmo Carlos. Além da faixa-título, destaca-se a faixa “Tim”, feita em homenagem a Tim Maia. Em 5 de fevereiro de 2004, sua mãe Maria Diva Esteves faleceu aos 83 anos devido a complicações de diabetes e isquemia.[9]
Em 2007, Erasmo novamente lançou um disco no qual recebe convidados. Erasmo Convida, Volume II apresenta novos encontros musicais em que Erasmo interpreta parcerias dele com Roberto. Adriana Calcanhotto, Lulu Santos, Simone, Marisa Monte, Milton Nascimento e as bandas Skank e Los Hermanos estão entre os convidados. A faixa de maior destaque nas rádios é “Olha”, cantada com Chico Buarque, e tema da novela das 21 horas, Paraíso Tropical, da Rede Globo.
Também em 2007, Erasmo compôs a faixa de abertura de Só Nós, o segundo disco-solo da vocalista do Kid Abelha, Paula Toller.
No dia 5 de junho de 2009, no dia em que completou 68 anos, Erasmo lançou, pela sua gravadora Coqueiro Verde, o CD Rock ‘n’ Roll, uma homenagem ao gênero que mais o influenciou, com 12 composições próprias, sendo 7 em parceria: Nando Reis (em “Um beijo é um tiro” e “Mar vermelho”), Nelson Motta (em “Chuva ácida” e “Noturno Carioca”), Chico Amaral (em “Noite perfeita” e “A guitarra é uma mulher”), e Liminha e Patrícia Travassos (em “Celebridade”). Destaque também para “Olhar de mangá”, na qual Erasmo cita nomes de 52 personalidades femininas (reais ou fictícias), a canção é inspirada nas expressões faciais usada no quadrinhos japoneses (os chamados mangás)[10]. No mesmo ano, publicou a autobiografia “Minha Fama de Mau” publicada pela Editora Objetiva.[11]
Em 2010, Erasmo compôs em parceira com Eduardo Lages e Paulo Sérgio Valle um samba enredo para a GRES Beija-Flor, que anunciou um enredo sobre Roberto Carlos para 2011[12], porém, o samba composto por Erasmo não passou nas eliminatórias[13], a canção escolhida foi “A Simplicidade de um Rei”, que tem como um dos co- autores, JR Beija-Flor, filho do intérprete da Escola, Neguinho da Beija-Flor[14]
Erasmo lançou um novo disco intitulado Sexo em agosto de 2011. Em 2013 a faixa “Além do Horizonte” foi tema da novela homônima das 19 horas, também da Rede Globo. Em 2014, é lançado Gigante Gentil, seu terceiro disco consecutivo só com músicas inéditas.[15] O disco venceu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro. [16]
Erasmo tem quatro filhos: Alexandre Pessoal, Leonardo Esteves, Gil Eduardo Esteves, Alexandre Esteves
Em 14 de maio de 2014, seu filho Alexandre Pessoal, também cantor e compositor, morreu aos 40 anos de idade, vítima de morte cerebral causada por um acidente de moto em 7 de maio.
Ficou em coma induzido, porém não resistiu ao tratamento e faleceu. [17][18]
Em março de 2015, o deputado federal Tiririca foi condenado a pagar uma indenização a Erasmo e Roberto Carlos por parodiar a música O Portão nas eleições de 2014.[19]
Em junho do mesmo ano, Erasmo lançou o DVD Meus Lados B, só com músicas “lado B” de seu repertório.[20]
Discografia
Estúdio
- 1965 – A Pescaria
- 1966 – Você Me Acende
- 1967 – Erasmo Carlos
- 1967 – O Tremendão: Erasmo Carlos
- 1968 – Mil Bikinis (Compacto Duplo)
- 1968 – Erasmo Carlos
- 1970 – Erasmo Carlos e os Tremendões
- 1971 – Carlos, Erasmo
- 1972 – Sonhos e Memórias
- 1974 – Projeto Salva Terra
- 1976 – Banda dos Contentes
- 1978 – Pelas Esquinas de Ipanema
- 1980 – Erasmo Convida
- 1981 – Mulher
- 1982 – Amar pra Viver ou Morrer de Amor
- 1984 – Buraco Negro
- 1985 – Erasmo Carlos
- 1986 – Abra Seus Olhos
- 1988 – Apesar do Tempo Claro…
- 1992 – Homem de Rua
- 1996 – É Preciso Saber Viver
- 2001 – Pra Falar de Amor
- 2004 – Santa Música
- 2007 – Erasmo Convida, Volume II
- 2009 – Rock ‘n’ Roll
- 2011 – Sexo
- 2014 – Gigante Gentil
Ao Vivo
- 1975 – Hollywood Rock (Falso álbum ao vivo, lançado somente em LP, e dividido com Raul Seixas, O Peso, Rita Lee e Tutti Frutti)
- 1989 – Sou uma Criança
- 2001 – Ao Vivo
- 2012 – 50 Anos de Estrada
- 2015 – Meus Lados B
“Estrelas mudam de lugar
Chegam mais perto só pra ver
E ainda brilham na manhã
Depois do nosso adormecer
E na grandeza desse instante
O amor cavalga sem saber
Que na beleza dessa hora
O sol espera pra nascer”– Erasmo Carlos em trecho da canção “Cavalgada“, composta em parceria com Roberto Carlos.
Erasmo Carlos
Erasmo Esteves
(Rio de Janeiro, 5 de junho de 1941)
81 Anos
FONTE
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O Construtivismo e a Desconstrução

“Quem tem muito pouco, ou quase nada,
merece que a escola lhe abra horizontes.”
– Emilia Ferreiro
”A escrita é uma construção coletiva, e não individual.”
– Emilia Ferreiro
Emilia Ferreiro
Emilia Beatriz María Ferreiro Schavi (Buenos Aires, 5 de maio de 1936) é uma psicóloga e pedagoga argentina, radicada no México, doutora pela Universidade de Genebra, sob a orientação de Jean Piaget[1][2].
FONTE: NOVA ESCOLA
A pedagoga e psicolinguista argentina Emilia Ferreiro (1937) revolucionou a maneira de se pensar a alfabetização e foi quem mais influenciou a Educação brasileira nos últimos 40 anos.
Emilia fez doutorado na Universidade de Genebra, sob orientação do biólogo Jean Piaget, e focou seus estudos em investigações sobre a escrita.
Em 1979, em parceria com a pedagoga espanhola Ana Teberosky, lançou o livro Psicogênese da Língua Escrita.
Sua obra influenciou tanto os educadores brasileiros que até mesmo os Parâmetros Curriculares Nacionais são inspirados por ela.
”Um dos maiores danos que se pode causar uma criança é levá-la a perder a confiança na sua própria capacidade de pensar.”
– Emilia Ferreiro
“Por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa.”
– Emilia Ferreiro
SAIBA MAIS
FONTE: NOVA ESCOLA
Emilia Ferreiro, a estudiosa que revolucionou a alfabetização
A psicolinguista argentina desvendou os mecanismos pelos quais as crianças aprendem a ler e escrever, o que levou os educadores a rever radicalmente seus métodos
“A história da alfabetização pode ser dividida em antes e depois de Emilia Ferreiro”
– diz a educadora Telma Weisz, que foi aluna da psicolinguista.
Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a ser ligado ao construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na investigação dos processos de aquisição e elaboração de conhecimento pela criança – ou seja, de que modo ela aprende.
As pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos relacionados à leitura e à escrita. De maneira equivocada, muitos consideram o construtivismo um método.
Tanto as descobertas de Piaget como as de Emilia levam à conclusão de que as crianças têm um papel ativo no aprendizado.
Elas constroem o próprio conhecimento – daí a palavra construtivismo.
A principal implicação dessa conclusão para a prática escolar é transferir o foco da escola – e da alfabetização em particular – do conteúdo ensinado para o sujeito que aprende, ou seja, o aluno. “Até então, os educadores só se preocupavam com a aprendizagem quando a criança parecia não aprender”, diz Telma Weisz. “Emilia Ferreiro inverteu essa ótica com resultados surpreendentes.”
O princípio de que o processo de conhecimento por parte da criança deve ser gradual corresponde aos mecanismos deduzidos por Piaget, segundo os quais cada salto cognitivo depende de uma assimilação e de uma reacomodação dos esquemas internos, que necessariamente levam tempo.
É por utilizar esses esquemas internos, e não simplesmente repetir o que ouvem, que as crianças interpretam o ensino recebido. No caso da alfabetização isso implica uma transformação da escrita convencional dos adultos (leia mais sobre as hipóteses elaboradas pelas crianças na tentativa de explicar o funcionamento da escrita).
Para o construtivismo, nada mais revelador do funcionamento da mente de um aluno do que seus supostos erros, porque evidenciam como ele “releu” o conteúdo aprendido. O que as crianças aprendem não coincide com aquilo que lhes foi ensinado.
”As crianças não precisam atingir uma certa idade e nem precisam de professores para começar a aprender. A partir do nascimento, já são construtoras de conhecimento. Levantam problemas difíceis e abstratos e tratam por si próprias de descobrir respostas para eles.”
– Emilia Ferreiro
Compreensão do conteúdo
Com base nesses pressupostos, Emilia Ferreiro critica a alfabetização tradicional, porque julga a prontidão das crianças para o aprendizado da leitura e da escrita por meio de avaliações de percepção (capacidade de discriminar sons e sinais, por exemplo) e de motricidade (coordenação, orientação espacial etc.).
Dessa forma, dá-se peso excessivo para um aspecto exterior da escrita (saber desenhar as letras) e deixa-se de lado suas características conceituais, ou seja, a compreensão da natureza da escrita e sua organização.
Para os construtivistas, o aprendizado da alfabetização não ocorre desligado do conteúdo da escrita.
É por não levar em conta o ponto mais importante da alfabetização que os métodos tradicionais insistem em introduzir os alunos à leitura com palavras aparentemente simples e sonoras (como babá, bebê, papa), mas que, do ponto de vista da assimilação das crianças, simplesmente não se ligam a nada.
Segundo o mesmo raciocínio equivocado, o contato da criança com a organização da escrita é adiado para quando ela já for capaz de ler as palavras isoladas, embora as relações que ela estabelece com os textos inteiros sejam enriquecedoras desde o início.
“A escrita não é um produto escolar, mas sim um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade. Como objeto cultural, a escrita cumpre diversas funções de existência.”
– Emilia Ferreiro
Segundo Emilia Ferreiro, a alfabetização também é uma forma de se apropriar das funções sociais da escrita.
De acordo com suas conclusões, desempenhos díspares apresentados por crianças de classes sociais diferentes na alfabetização não revelam capacidades desiguais, mas o acesso maior ou menor a textos lidos e escritos desde os primeiros anos de vida.
Sala de aula vira ambiente alfabetizador
Uma das principais consequências da absorção da obra de Emilia Ferreiro na alfabetização é a recusa ao uso das cartilhas, uma espécie de bandeira que a psicolinguista argentina ergue.
Segundo ela, a compreensão da função social da escrita deve ser estimulada com o uso de textos de atualidade, livros, histórias, jornais, revistas.
Para a psicolinguista, as cartilhas, ao contrário, oferecem um universo artificial e desinteressante. Em compensação, numa proposta construtivista de ensino, a sala de aula se transforma totalmente, criando-se o que se chama de ambiente alfabetizador.
Ideias que o Brasil adotou
As pesquisas de Emilia Ferreiro e o termo construtivismo começaram a ser divulgados no Brasil no início da década de 1980.
As informações chegaram primeiro ao ambiente de congressos e simpósios de educadores.
O livro-chave de Emilia, Psicogênese da Língua Escrita, saiu em edição brasileira em 1984. As descobertas que ele apresenta tornaram-se assunto obrigatório nos meios pedagógicos e se espalharam pelo Brasil com rapidez, a ponto de a própria autora manifestar sua preocupação quanto à forma como o construtivismo estava sendo encarado e transposto para a sala de aula.
Mas o construtivismo mostrou sua influência duradoura ao ser adotado pelas políticas oficiais de vários estados brasileiros. Uma das experiências mais abrangentes se deu no Rio Grande do Sul, onde a Secretaria Estadual de Educação criou um Laboratório de Alfabetização inspirado nas descobertas de Emilia Ferreiro.
Hoje o construtivismo é a fonte da qual derivam várias das diretrizes oficiais do Ministério da Educação.
Segundo afirma a educadora Telma Weisz na apresentação de uma das reedições de Psicogênese da Língua Escrita, “a mudança da compreensão do processo pelo qual se aprende a ler e a escrever afetou todo o ensino da língua”, produzindo “experimentação pedagógica suficiente para construir, a partir dela, uma didática”.
SUGESTÕES DE LEITURA
Construtivismo, Maria da Graça Azenha, 128 págs., Ed. Ática
Cultura Escrita e Educação, Emilia Ferreiro, 179 págs., Ed. Artmed
Psicogênese da Língua Escrita, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, 300 págs., Ed. Artmed
Emilia Ferreiro
Em 1970 depois de se formar em psicologia pela Universidade de Buenos Aires, estuda na Universidade de Genebra, onde trabalha como pesquisadora-assistente de Jean Piaget e obtém o seu PhD sob a orientação do psicopedagogo suiço. Retorna a Buenos Aires, em 1971. Forma um grupo de pesquisa sobre alfabetização e publica sua tese de doutorado – Les relations temporelles dans le langage de l’enfant. No ano seguinte, recebe uma bolsa da Fundação Guggenheim (EUA). Em 1974 afasta-se de suas funções docentes na Universidade de Buenos Aires.
Em 1977, após o golpe de Estado na Argentina passa a viver em exílio na Suíça, lecionando na Universidade de Genebra. Inicia com Margarita Gómez Palacio uma pesquisa em Monterrey (México) com crianças que apresentam dificuldade de aprendizagem. Em 1979 passa a residir no México com o marido, o físico e epistemólogo Rolando García, com quem teve dois filhos.
Atualmente é Professora Titular do Centro de Investigação e Estudos Avançados do Instituto Politécnico Nacional, na Cidade do México.
Emilia Beatriz María Ferreiro Schavi (Buenos Aires, 5 de maio de 1936) é uma psicóloga e pedagoga argentina.
FONTES
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Bauru luta pelo fim dos descontos dos aposentados

A diretoria da Sede Regional Bauru do CPP, representada por Neuza Sampaio, Edinea Cucci, Ivana Fonseca e Venetia Vieira, entregou ao deputado federal Carlos Sampaio, vice-presidente nacional do PSDB, ofício solicitando apoio junto ao governador do Estado e deputados, para que cesse os descontos abusivos do SPPREV para os aposentados.
Edinea Cucci, Carlos Sampaio, Neuza Sampaio, Ivana Fonseca, Rosângela e Magda .
O mesmo pedido, já havia sido feito pessoalmente ao próprio governador Rodrigo Garcia (PSDB), que esteve em Bauru (SP), na última segunda-feira, 30 de maio.
O governador Rodrigo Garcia (PSDB), em Bauru-SP, na última segunda-feira, 30 de maio.
ENTENDA O CASO
CPP apoia projeto que põe fim aos descontos previdenciários para aposentados e pensionistas
O Centro do Professorado Paulista está mobilizado com a Frente Paulista em Defesa do Serviço Público para revogar o Decreto 65.021/2020, imposto pelo então governador de São Paulo, João Doria (PSDB), baixado pouco mais de três meses após aprovação da reforma previdenciária paulista, que aumentou as contribuições e criou dificuldades para a aposentadoria dos servidores do estado.

Venetia Vieira, diretora social da Regional Bauru do CPP “Para conseguirmos reverter essa situação, precisaremos de toda ajuda possível. O CPP continuará fazendo seu papel, levando a insatisfação dos nossos aposentados, até às mãos do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa de São Paulo. E agradecemos demais o empenho de nossa diretora Neuza Sampaio, neste contato com o deputado e o esforço dela e da vice-diretora Edineia Cucci, para a entrega do documento em mãos do governador Rodrigo Garcia, no dia 30.”
O confisco é pesado
O detalhe é que a mudança foi adotada sem nenhuma comprovação de “déficit atuarial”, como prevê o próprio decreto.
Em reação, há ações judiciais ajuizadas por dezenas de entidades representativas, assim como manifestações para barrar o desconto.
Foram apresentados cinco projetos de decreto legislativo (PDL) para anular a sobretaxação dos aposentados e pensionistas:
* PDL 22/20 – Carlos Giannazi (PSOL)
* PDL 23/20 – Delegada Graciela (PL)
* PDL 24/20 – Campos Machado (PTB)
* PDL 39/20 – Professora Bebel (PT)
* PDL 40/20 – Agente Federal Danilo Balas (PSL)

Carlos Sampaio, Neuza Sampaio, Ivana Fonseca, Rosângela e Magda.
Início
👏 59 Anos de lutas e conquistas para o professorado de Bauru e região




































































