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Inverno Começa no Brasil

“Feliz é aquele
que nunca repara se está
no inverno ou no verão.”
O inverno (AO 1945: Inverno) é a estação mais fria das quatro estações do ano e é comum que durante esta época, em países mais perto dos polos, as temperaturas fiquem abaixo de 0 ºC e que ocorram fenômenos como a queda de neve e a formação de geada.
Quando é inverno no Brasil, que fica no hemisfério sul do Planeta, na outra metade do globo, no hemisfério norte, é verão.
ETIMOLOGIA: A palavra inverno deriva do latim, hibernum, que significa neutro, invernal, invernoso, tempo frio.
O inverno no Hemisfério Sul
O “inverno austral” tem início com o solstício de inverno no Hemisfério Sul, que ocorre por volta de 21 de junho, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 21 de setembro nesse mesmo hemisfério. No presente ano começa a No presente ano começa a 21 de junho de 2022 às 06:14 no horário de Brasília.[1]
O inverno no Hemisfério Norte
O “inverno boreal” tem início com o solstício de inverno no Hemisfério Norte, que ocorre por volta de 21 de dezembro, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 20 de março nesse mesmo hemisfério. No presente ano começa a 21 de dezembro de 2022 às 21:49 de Portugal Continental.[1]
“O inverno é uma estação de recuperação e preparação.”
“Um homem diz muitas coisas no verão,
que ele não quer dizer no inverno.”
“A man says a lot of things in summer he doesn’t mean in winter.”
Características gerais
- queda das temperaturas;
- noites mais longas e dias mais curtos;
- menos raios solares na região que está vivenciando o inverno, devido à inclinação do planeta;
- aumentos das chuvas e da umidade do ar em países de clima temperado e subtropical, que tem as quatro estações bem definidas;
- poucas chuvas e baixa umidade do ar em países de clima tropical;
- é estação do ano que sucede o outono e antecede a primavera nas regiões de clima temperado ou subtropical;
- sucede o verão chuvoso nas regiões de clima tropical.
“Para o ignorante, a velhice é o inverno;
para o instruído é a estação da colheita.”
“A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano.”
FONTES
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Nova carreira do magistério tem prazo de até dois anos para adesão

Os que realizarem a escolha antes do fechamento da folha do mês já receberão o novo valor no pagamento de julho.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) disponibilizou um simulador para que os docentes possam comparar a atual folha de pagamento com a da Nova Carreira.
Tanto o sistema para adesão, quanto o simulador estarão disponíveis na Secretaria Escolar Digital.
CPP é contra Novo Plano de Carreira
Mesmo sob protesto do Centro do Professorado Paulista e demais entidades do magistério, o Novo Plano de Carreira foi aprovado pelos deputados na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em 29 de março. Houve 49 votos favoráveis e apenas um contra.
Entidades que representam o magistério, contudo, apontam que o reajuste em questão não é real e reclamam da exclusão da categoria nas discussões para elaboração do plano. Assinam uma ação coletiva o CPP, o Sindicato dos Supervisores do Ensino do Magistério Oficial do Estado de São Paulo (Apase), o Sindicato de Especialistas de Educação do Estado de São Paulo (Udemo) e o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
O CPP alerta que a categoria deixará de receber salário para receber subsídios. E ninguém vai ganhar mais do que R$ 5 mil por mês. A somatória que o governo faz, inclusive, é do valor bruto. Trata-se de uma reforma de toda a carreira do magistério público paulista e dos profissionais da Educação, com profundas alterações e até exclusão de direitos computados ao longo dos anos. Quem está finalizando a carreira será muito prejudicado. E quem está ingressando não irá alcançar o pico quando se aposentar.
Na opinião de Azuaite Martins de França, terceiro vice-presidente do CPP, vereador e presidente da comissão de Educação por São Carlos, a medida destrói a carreira do magistério. “Os professores devem resistir e não aceitar a Nova Carreira Docente. Vamos juntos lutar por valorização real e salário digno”, afirma.
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Machado de Assis • 183 Anos

“A abolição é a aurora da liberdade;
emancipado o preto,
resta emancipar o branco.”
— Machado de Assis, em “Esaú e Jacó” (1904)
Machado de Assis
183 Anos
Joaquim Maria Machado de Assis
(Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro, considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como um dos maiores senão o maior nome da literatura do Brasil.[4][5][6][7][8]
Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário.[9][10]
Testemunhou a mudança política no país quando a República substituiu o Império e foi grande comentador e relator dos eventos político- sociais de sua época.[11]
O jovem Machado aos 25 anos, 1864, gostava de teatro e lutava para subir socialmente. Foto de Insley Pacheco.
Nascido no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade.[12]
Os biógrafos notam que, interessado pela boemia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual.[13]
Para isso, assumiu diversos cargos públicos, passando pelo Ministério da Agricultura, do Comércio e das Obras Públicas, e conseguindo precoce notoriedade em jornais onde publicava suas primeiras poesias e crônicas.
Em sua maturidade, reunido a colegas próximos, fundou e foi o primeiro presidente unânime da Academia Brasileira de Letras.[14]
Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. [15][16]
Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881).[17] [18] Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia, embora não haja rompimento de resíduos românticos.
Dessa fase, os críticos destacam que suas melhores obras são as da Trilogia Realista.[3]
Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou “convencionalismo”, como prefere a crítica moderna. [19]
Sua obra foi de fundamental importância para as escolas literárias brasileiras do século XIX e do século XX e surge nos dias de hoje como de grande interesse acadêmico e público.[20]
Influenciou grandes nomes das letras, como Olavo Bilac, Lima Barreto, Drummond de Andrade, John Barth, Donald Barthelme e outros.[21]
Em seu tempo de vida, alcançou relativa fama e prestígio pelo Brasil,[22] contudo não desfrutou de popularidade exterior na época. Hoje em dia, por sua inovação e audácia em temas precoces, é frequentemente visto como o escritor brasileiro de produção sem precedentes,[23] de modo que, recentemente, seu nome e sua obra têm alcançado diversos críticos, estudiosos e admiradores do mundo inteiro.
Machado de Assis é considerado um dos grandes gênios da história da literatura, ao lado de autores como Dante, Shakespeare e Camões.[24]
Imprensa Nacional, c.1880, onde Machado de Assis iniciou seus serviços como tipógrafo e revisor.
Jornais, poemas e a sociedade
Tudo indica que Machado evitou o subúrbio carioca e procurou a subsistência no centro da cidade.[39] Com muitos planos e espírito aventureiro, fez algumas amizades e relacionamentos. Em 1854, publicou seu primeiro soneto, dedicado à “Ilustríssima Senhora D.P.J.A”, assinando como “J. M. M. Assis”, no Periódico dos Pobres.[40] No ano seguinte, passou a frequentar a livraria do jornalista e tipógrafo Francisco de Paula Brito. Paula Brito era um humanista e sua livraria, além de vender remédios, chás, fumo de rolo, porcas e parafusos, [41] também servia como ponto de encontro da sua Sociedade Petalógica (peta=(ê), s. f. 1. Mentira, patranha).[42] Um tempo mais tarde, Machado se referiria à Sociedade da seguinte forma: “Lá se discutia de tudo, desde a retirada de um ministro até a pirueta da dançarina da moda, desde o dó do peito de Tamberlick até os discursos do Marquês do Paraná“.[43]
Aos 21 anos de idade Machado já era uma personalidade considerada entre as rodas intelectuais cariocas. A esta altura já era conhecido por Quintino Bocaiúva, que o convidou para o Diário do Rio de Janeiro, onde Machado trabalhou intensamente como repórter e jornalista de 1860 a 1867, com Saldanha Marinho supervisionando-o.[40] Colaborou para o Jornal das Famílias sob pseudônimos: Job, Vitor de Paula, Lara, Max, e para a Semana Ilustrada, assinando seu nome ou pseudos, até 1857.[53] Bocaiúva admirava o gosto de Machado pelo teatro, mas considerava suas obras destinadas à leitura e não à encenação.[54] Com a morte do pai, Machado lhe dedica a coletânea de poesias “Crisálidas”: “À Memória de Francisco José de Assis e Maria Leopoldina Machado de Assis, meus Pais.”[55]
Em 1865, Machado havia fundado uma sociedade artístico-literária chamada Arcádia Fluminense, onde tivera a oportunidade de promover saraus com leitura de suas poesias e estreitar contato com poetas e intelectuais da região.
Machado escrevia crítica teatral e, segundo Almir Guilhermino, aprendeu a língua grega para se familiarizar cedo com Platão, Sócrates e o teatro grego.[58] De acordo com Valdemar de Oliveira, Machado era “rato de coxia” e frequentador de rodas teatrais junto com José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, e outros.[59]
Carolina Augusta e seu marido, Machado de Assis.
Noivado, cartas e relacionamento
Machado teria um outro encontro que mudou de vez a sua vida. Um de seus amigos, Faustino Xavier de Novaes (1820-1869), poeta residente em Petrópolis, e jornalista da revista O Futuro,[34] estava mantendo sua irmã, a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, desde 1866 em sua casa, quando ela chegou ao Rio de Janeiro do Porto.[53] Segundo os biógrafos, veio a fim de cuidar de seu irmão que estava enfermo,[65]enquanto outros dizem que foi para esquecer uma frustração amorosa. Carolina despertara a atenção de muitos cariocas; muitos homens que a conheciam achavam-na atraente, e extremamente simpática. Com o poeta, jornalista e dramaturgo Machado de Assis não fora diferente. Tão logo conhecera a irmã do amigo, logo apaixonou-se. Até essa data o único livro publicado de Machado era o poético Crisálidas (1864) e também havia escrito a peça Hoje Avental, Amanhã Luva (1860), ambos sem muita repercussão. Carolina era cinco anos mais velha que ele; deveria ter uns trinta e dois anos na época do noivado.[64] Os irmãos de Carolina, Miguel e Adelaíde (Faustino já havia morrido devido a uma doença que o levou à insanidade), não concordaram que ela se envolvesse com um mulato.[26] Contudo, Machado de Assis e Carolina Augusta se casaram no dia 12 de Novembro de 1869.[55]
Diz-se que Machado não era um homem bonito, mas era culto e elegante.[55] Estava apaixonado por sua “Carola”, apelido dado pelo marido. Entusiasmava a esposa com cartas românticas e que previam o destino dos dois; durante o noivado, em 2 de março de 1869, Machado havia escrito uma carta íntima que dizia: “…depois, querida, ganharemos o mundo, porque só é verdadeiramente senhor do mundo quem está acima das suas glórias fofas e das suas ambições estéreis.”[66] Suas cartas endereçadas a Carolina são todas assinadas como “Machadinho”. [66]Outra carta justifica uma certa complexidade no começo de seu relacionamento: “Sofreste tanto que até perdeste a consciência do teu império; estás pronta a obedecer; admiras-te de seres obedecida”, o que é um mistério para os recentes estudiosos das correspondências do autor.[66] A carta do primeiro trecho aqui transposto traz uma alusão às flores que a esposa lhe teria mandado e ele, agradecido, teria as beijado duas vezes como se beijasse a própria Carolina.[67]
Machado de Assis c. 1905, pintado por Henrique Bernardelli.
Inspirados na Academia Francesa, Medeiros e Albuquerque, Lúcio de Mendonça, e o grupo de intelectuais da Revista Brasileira idearam e fundaram, em 1897, junto ao entusiasmado e apoiador Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras, com o objetivo de cultuar a cultura brasileira e, principalmente, a literatura nacional.[82] [83]
Unanimemente, Machado de Assis foi eleito primeiro presidente da Academia logo que ela havia sido instalada, no dia 28 de janeiro do mesmo ano. [14]
Como escreve Gustavo Bernardo, “Quando se fala Machado fundou a Academia, no fundo o que se quer dizer é que Machado pensava na Academia. Os escritores a fundaram e precisaram de um presidente em torno do qual não houvesse discussão.”[84]
No discurso inaugural, Machado aconselhou aos presentes: “Passai aos vossos sucessores o pensamento e a vontade iniciais, para que eles os transmitam também aos seus, e a vossa obra seja contada entre as sólidas e brilhantes páginas da nossa vida brasileira.”[85]
Últimos anos
Com a morte da esposa, entrou em profunda depressão, notada pelos amigos que lhe visitavam, e, cada vez mais recluso, encaminhou-se também para sua morte.
Numa carta endereçada ao amigo Joaquim Nabuco, Machado lamenta que “foi-se a melhor parte da minha vida, e aqui estou só no mundo […]”[92]
Antes de sua morte, em 1908, e depois da morte da esposa, em 1904, Machado viu publicar suas últimas obras: Esaú e Jacó (1904), Memorial de Aires (1908), e Relíquias da Casa Velha (1906). No mesmo ano desta última obra, escreveu sua última peça teatral, Lição de Botânica.
Em 1905, participou de uma sessão solene da Academia para a entrega de um ramo de carvalho de Tasso, remetido por Joaquim Nabuco.[53] Com Relíquias, reuniu em livro mais algumas de suas produções, como também o soneto “A Carolina”, “preito de saudade à esposa morta.”[93] Em 1907, dá início ao seu último romance, Memorial de Aires, que é um livro norteado por uma poesia leve e tranquila e tendente à saudade.[94]
Machado de Assis em homenagem do Banco Central na cédula de mil cruzados.
Obra
Em sua História da Literatura Brasileira, José Verissimo dedica-se a um capítulo inteiro para tratar de Machado de Assis e lhe separa duas fases de sua obra: uma ligada à escola romântica (ou aos convencionalismos da época) e outra realista.[112]
Em sua História da Literatura Brasileira, José Verissimo dedica-se a um capítulo inteiro para tratar de Machado de Assis e lhe separa duas fases de sua obra: uma ligada à escola romântica (ou aos convencionalismos da época) e outra realista.[112]
Os romances da primeira fase seriam Ressurreição (1872), A Mão e a Luva(1874), Helena (1876), Iaiá Garcia (1878), enquanto que os da segunda seriam todos os outros restantes de sua carreira, Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro(1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908), pertencentes ao Realismo. Embora esta divisão seja ortodoxa entre os acadêmicos, o próprio Machado escrevera numa apresentação de uma reedição de Helena que este romance e os outros de sua fase “romanesca” possuíam um “eco de mocidade e fé ingênua.”[113]
Estilo
A obra de Machado de Assis assume uma originalidade despreocupada com as modas literárias dominantes de seu tempo.
Os acadêmicos notam cinco fundamentais enquadramentos em seus textos: “elementos clássicos” (equilíbrio, concisão, contenção lírica e expressional), “resíduos românticos” (narrativas convencionais ao enredo), “aproximações realistas” (atitude crítica, objetividade, temas contemporâneos), “procedimentos impressionistas” (recriação do passado através da memória), e “antecipações modernas” (o elíptico e o alusivo engajados a um tema que permite diversas leituras e interpretações).[127]
Otelo e Desdêmona por Muñoz Degrain, 1881, é um retrato do drama Otelo de William Shakespeare. Correlação arquétipa com o ciúme do Bentinho de Dom Casmurro.
Temática
A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana.
É capaz de retratar desde relações implicitamente homossexuais e homoeróticas, como no conto “Pílades e Orestes”,[136] até temas mais complexos e explícitos como a escravidão sob o ponto de vista cínico do senhor de escravos, sempre criticando-o de forma oblíqua.[137]
Sobre a escravidão, Machado de Assis já havia tido uma experiência familiar, quer por seus avós paternos terem sido escravos, quer porque lia os jornais com anúncios de escravos fugitivos.[138]
Em seu tempo, a literatura que denunciava crenças etnocêntricas que posicionavam os negros no último grau da escala social era distorcida ou tolhida, de modo que este tema encontra uma grande expressividade na obra do autor.[139]
A começar, a obra Memórias Póstumas de Brás Cubas narra o que seria uma das páginas de ficção mais perturbadoras já escritas sobre a psicologia do escravismo: o negro liberto compra seu próprio escravo para tirar sua desforra.[137]
Outras obras notáveis, como Memorial de Aires, ou a crônica Bons Dias! de maio de 1888, ou o conto “Pai Contra Mãe” (1905), expõem explicitamente as críticas à escravidão.[137]
Esta última é uma obra pós-escravidão, como podemos notar na frase de início:
“A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos […]” [140]
Um destes ofícios e aparelhos a que Machado refere-se é o ferro que prendia o pescoço e os pés dos escravos e a máscara de folha-de- flandres. O conto é ainda uma análise de como o fim da escravidão levara estes aparelhos para a extinção, mas não levou a miséria e a pobreza. Roberto Schwarz escreve que “se grande parte do trabalho era exercido pelos escravos, restava aos homens livres trabalhos mal remunerados e instáveis.”[141]
Schwarz nota que tal dificuldade dos homens livres, somada às relações dependentes que estes homens traçarão para sua sobrevivência, são grandes temas no romance machadiano.[141]
Para Machado, o trabalho acabaria com as diferenças impostas pela escravidão.[142]
Castro Alves escrevia sobre a violência explícita a que os escravos estavam expostos, enquanto Machado de Assis escrevia as violências implícitas, como a dissimulação e a falsa camaradagem na relação senhor e escravo.[139]
Este mesmo caráter dissimulativo também é encontrado em sua ótica acerca da República e da Monarquia.
Machado influenciou nomes como Olavo Bilac e Coelho Neto,[257] Joaquim Francisco de Assis Brasil,[258] Cyro dos Anjos,[259] Lima Barreto (especialmente seu Triste Fim de Policarpo Quaresma),[260] Moacir Scliar, Múcio Leão,[261] Leo Vaz,[260] Drummond de Andrade,[262] Nélida Piñon,[263] e sua obra permanece como uma das mais respeitadas e influentes da literatura brasileira.
Ver também
- Estudiosos de Machado de Assis
- Trilogia Realista de Machado de Assis
- Romantismo no Brasil
- Realismo no Brasil
- Humanitismo
Machado de Assis fotografado por Marc Ferrez, 1890.
CITAÇÃO
Machado de Assis – O delírio e a felicidade no dia da abolição da escravatura
“Houve sol, e grande sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei, que a regente [ Princesa Isabel ] sancionou, e todos saímos à rua. Sim, também eu saí à rua, eu o mais encolhido dos caramujos, também eu entrei no préstito, em carruagem aberta (…) Verdadeiramente, foi o único dia de delírio que me lembra ter visto.”[175]
– Machado de Assis • Fonte: Wikiwand
Sabe-se, também, que Machado era fervorosamente contra a escravidão.
Em 1888, com a abolição da escravatura, sai às ruas em carruagem aberta, como escreveu numa crônica de ‘A Semana’.
“O juízo é a ordem, é a constituição, a justiça e as leis.”
— Machado de Assis, em “A Semana” (1897)
Machado de Assis aos 57 anos, 1896.
Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis
(Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908)
183 Anos
FONTES
183 anos, aniversário, artistas, Brasil, celebração, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, escritores, famosas, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, literatura, Machado de Assis, marcantes, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, sociedade, wikipedia, wikiwand -
Lionel Richie • 73 Anos

Nós somos o mundo,
nós somos as crianças
Nós somos aqueles que
fazem o dia ser mais brilhante
Então, vamos começar a dar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e eu
We are the world (we are the world)
We are the children (we are the children)
We are the ones who
make a brighter day
So let’s start giving (so let’s start giving)
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true, we’ll make a better day
Just you and me
Lionel Richie
Lionel Brockman Richie Jr.
73 ANOS
(Tuskegee, 20 de junho de 1949)
cantor e produtor musical norte-americano
Foi membro da banda The Commodores e vendeu mundialmente mais de cem milhões de discos em sua carreira solo.
Em 1985, Richie compôs e executou a canção tema “Say You, Say Me“, para o filme O Sol da Meia-Noite, o que lhe rendeu um Óscar, E o Top #1 nas paradas americanas.
Ainda em 1985 também colaborou com Michael Jackson na composição do single de caridade ” We Are the World do “USA for Africa.
Em 2017, foi condecorado no 40º Prêmio Kennedy (do inglês: Annual Kennedy Center Honors), um dos mais prestigiados da cultura norte americana.
Ativista anticâncer
Richie ajudou a arrecadar mais de 3,1 milhões de dólares para a Fundação de Pesquisa do Câncer de Mama estadunidense (do inglês: The Breast Cancer Research Foundation).
Foi o artista convidado em soirée da Fundação Bouquet, a festa de gala anual da Primavera.
Richie disse à multidão que sua avó foi diagnosticada com câncer de mama em seu 80 anos, mas sobreviveu e viveu até 104 anos. Ele afirmou que ela era o símbolo duradouro da esperança e da sua razão para se tornar um ativista na luta contra o câncer da mama.
We Are The World
Música com áudio, vídeo, letra no original em inglês e tradução em português.
Song with audio, video, the original lyrics in English and Portuguese translation.
“We Are The World” é uma canção idealizada e composta por Michael Jackson e Lionel Richie, gravada em 28 de janeiro de 1985[1]por 45 dos maiores nomes da música norte- americana, no projeto conhecido como USA for Africa.
Fonte: Wikipédia
O projeto tinha como objetivo arrecadar fundos para o combate à fome no continente africano. Inspirados pelo Live Aid, festival organizado pelo músico irlandês Bob Geldof, que reuniu dezenas de astros da música mundial, Jackson e Richie convocaram um supergrupo de artistas em evidência à época.
O single, o álbum vídeoclipe renderam cerca de 55 milhões de dólares. Foi produzido pelo maestro Quincy Jones, que também fez a regência do grupo vocal. A vendagem atingiu 7 milhões de cópias só nos Estados Unidos, tornando-se um dos singles mais vendidos de todos os tempos.
A canção foi lançada em 7 de março de 1985 como single único do álbum. Um sucesso comercial internacional, a canção liderou diversas paradas musicais em todo o mundo, tornando-se singlemais rapidamente difundido na história da música pop. Além disso, foi também o primeiro single certificado com “platina múltipla” e “platina quádrupla” pela Recording Industry Association of America(RIAA).
A iniciativa desencadeou no Brasil a campanha Nordeste já, que seguiu a ideia original. Em 1987, a Rede Globo, no programa Fantástico, lançou o vídeoclipe da música “Viver outra Vez” em benefício da campanha em combate à AIDS, onde participaram vários cantores populares em evidência no país.
Em 12 de janeiro de 2010, após a devastação causada por um sismo de magnitude 7.0 no Haiti, um grande grupo de artistas foi reunido para regravar a canção, lançada como “We Are the World 25 for Haiti“.
Antecedentes e composição
Antes da composição de “We Are the World”, o ativista e ator estadunidense Harry Belafonte já havia sugerido um projeto de caridade envolvendo os mais famosos artistas da indústria musical à época. Belafonte havia planejado, inclusive, doar as arrecadações para uma nova organização chamada “United Support of Artists for Africa” (USA for Africa). A organização sem fins lucrativos seria responsável por encaminhar recursos aos povos famintos no continente africano, especialmente na Etiópia, onde a fome vitimava cerca de 1 milhão de pessoas por ano(segundo dados da década de 1980).[2][3] A ideia foi inspirada pelo “Do They Know It’s Christmas?” do supergrupo britânico Band Aid.[4] Havia também a intenção de distribuir recursos para combater a fome nos Estados Unidos. O empresário de mídia Ken Kragen foi contactado por Belafonte, que convidou Lionel Richie e Kenny Rogers para desenvolver o projeto. Kragen e os dois músicos – empresariados por ele à época – aceitaram participar do projeto e incluíram também o nome de Stevie Wonder, visando endossar a campanha. Quincy Jones, dividindo-se também com a produção de The Color Purple, assumiu a co-produção da canção.[5] Em seguida, Richie convidou pessoalmente Michael Jackson, que acabara de lançar o maior sucesso de toda sua carreira musical – o álbum Thriller.[6]
Jackson disse que não queria somente participar da gravação, como também da composição da canção.[7] Sendo assim, foi concordado que a parceria de “We Are the World” seria entre Jackson, Richie e Wonder. No entanto, por conta do tempo limitado deste último, Jackson e Richie assumiram a composição da música sozinhos. As primeiras reuniões entre os cantores ocorreram em Hayvenhurst, a famosa residência da Família Jackson em Encino, Califórnia. Durante uma semana inteira, os dois passaram noites trabalhando na letra e melodia da canção, desejando algo simples e também memorável. Posteriormente, La Toya, irmã mais velha de Michael, afirmaria à revista People que Richie só escreveu alguns versos da faixa.
Richie havia gravado duas melodias para “We Are the World”, às quais Jackson acrescentou música e letra. Jackson afirmou: “Eu amo trabalhar rapidamente. Fui em frente mesmo sem Lionel saber, não consegui esperar. Comecei e terminei a noite com a canção já completa – percussão, piano, cordas e a letra do refrão”.[8] Jackson, então, apresentou seu demo a Richie e Jones, que ficaram impressionados com a agilidade e facilidade de composição do Rei do Pop. Contudo, a música só viria a ser concluída em 21 de janeiro de 1985, um dia antes da data marcada para a gravação em estúdio. Um fato curioso é que o verso: “There’s a choice we’re making, we’re saving our own lives, it’s true” é semelhante aos versos da canção natalina “Do You Hear What I Hear?”.
Gravação
A primeira noite de gravação, em 22 de janeiro de 1985, foi marcada pela ampla equipe de segurança, uma vez que Richie, Jackson, Wonder e Jones haviam começado os preparativos no Lion Shares Recording Studio, de propriedade de Kenny Rogers. O estúdio, localizado em Beverly Hills, estava repleto de músicos, técnicos, assistentes de produção, entre outros membros de equipe de cada um dos cantores. Inicialmente, Richie e Jackson gravaram a voz guia e distribuíram em fita cassete para cada um dos artistas convidados.[9]
Em seguida, dando continuidade à parte vocal, Jackson e Jones pensaram em uma alternativa para os versos: “There’s a chance we’re taking, we’re taking our own lives“[10] (que seria gravado por Diana Ross). Jones sugeriu alterar somente algumas palavras ao invés de todo o verso. “Algo que nós não queremos fazer, especialmente com este grupo, é pensar que estamos regredindo. Então, realmente ‘foi uma escolha que tomamos’. Em torno de 1:30 da manhã, os quatro músicos encerraram a primeira sessão ensaiando as vocalizações melódicas do regrão, incluindo o som “sha-lum sha-lin-gay”. Jones decidiu não acrescentar nenhum detalhe à voz guia.[10]
Em 24 de janeiro de 1985, após um dia de folga, Jones distribuiu a fita cassete com a gravação prévia à todos os cantores envolvidos no projeto. Juntamente, com as fitas, o rígido produtor musical deixara um recado:[10]
“As fitas estão numeradas e não sei expressar o quão importante é não deixá-los sem este material. Por favor, não façam cópias e devolvam-na na noite do dia 28. Nos anos futuros, quando seus filhos perguntarem ‘o que meu pai e minha mãe fizeram no combate à fome mundial?’, vocês poderão dizer orgulhosamente que esta é a sua contribuição.[10]
USA for Africa
USA for Africa (United Support of Artists for Africa), foi o nome sob o qual quarenta e cinco artistas norte-americanos, liderados por Harry Belafonte, Kenny Rogers, Michael Jackson e Lionel Richie, gravaram o compacto “We Are The World” em 1985. Wikipédia
País:
Estados UnidosPeríodo em atividade: 1985
Integrantes: Vários artistas
Página oficial: USAforAfrica.org
ÁUDIO
We Are the World
[Lionel Richie]
There comes a time when we hear a certain call[Lionel Richie & Stevie Wonder]
When the world must come together as one[Stevie Wonder]
There are people dying[Paul Simon]
And it’s time to lend a hand to life[Paul Simon & Kenny Rogers]
The greatest gift of all[Kenny Rogers]
We can’t go on pretending day by day[James Ingram]
That someone, somewhere will soon make a change[Tina Turner]
We are all part of God’s great big family[Billy Joel]
And the truth, you know, love is all we need[Michael Jackson]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Diana Ross]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives[Michael & Diana Ross]
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Dionne Warwick]
Send them your heart
So they’ll know that someone cares[Dionne Warwick & Willie Nelson]
And their lives will be stronger and free[Willie Nelson]
As God has shown us by turning stones to bread[Al Jarreau]
And so we all must lend a helping hand[Bruce Springsteen]
We are the world, we are the children[Kenny Logins]
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Steve Perry]
There’s a choice were making
We’re saving our own lives[Daryl Hall]
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Michael Jackson]
When you’re down and out, there seems no hope at all[Huey Lewis]
But if you just believe there’s no way we can fall[Cyndi Lauper]
Well, well, well, well let us realize that a change can only come[Kim Carnes]
When we[Kim Cranes & Cyndi Lauper & Huey Lewis]
Stand together as oneWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start givingThere’s a choice were making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Bob Dylan]
Theres a choice were making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives[Bob Dylan]
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Ray Charles]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Stevie Wonder & Bruce Springsteen]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Stevie Wonder]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Stevie Wonder & Bruce Springsteen]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Bruce Springsteen]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[James Ingram]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Ray Charles]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meNós Somos o Mundo
Lionel Richie: Chega o momento em que ouvimos um certo chamado
Lionel Richie & Stevie Wonder:
Quando o mundo deve se unir como umStevie Wonder
Há pessoas morrendoPaul Simon:
E é tempo de dar uma mão para a vidaPaul Simon & Kenny Rogers:
O maior presente de todosKenny Rogers:
Nós não podemos continuar fingindo todos os diasJames Ingram: Que alguém, em algum lugar, em breve fará uma mudança
Tina Turner: Somos todos parte da maravilhosa grande família de Deus
Billy Joel:
E a verdade, você sabe, amor é tudo que nós precisamosMichael Jackson:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarDiana Ross:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidasMichael & Diana Ross:
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euDionne Warwick:
Envie seu coração a eles
Assim, eles saberão que alguém se importaDionne Warwick & Willie Nelson:
E suas vidas serão mais fortes e livresWillie Nelson:
Como Deus nos mostrou, ao transformar pedras em pãoAl Jarreau:
E então, todos nós devemos dar uma mãozinhaBruce Springsteen:
Nós somos o mundo, nós somos as criançasKenny Loggins:
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarSteve Perry:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas(Daryl Hall)
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euMichael Jackson:
Quando você está muito mal, parece não haver esperança algumaHuey Lewis:
Mas, se você apenas acreditar, não há como cairmosCyndi Lauper:
Bem, bem, bem, bem… Vamos compreender que a mudança só pode virKim Carnes:
Quando nosKim Cranes & Cyndi Lauper & Huey Lewis:
Mantivermos juntos como umNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarHá uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarBob Dylan:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidasBob Dylan:
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarRay Charles:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euStevie Wonder & Bruce Springsteen:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarStevie Wonder:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euStevie Wonder & Bruce Springsteen:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarBruce Springsteen:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euJames Ingram:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarRay Charles:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e eu
Lionel Richie
Lionel Brockman Richie Jr.
73 ANOS
(Tuskegee, 20 de junho de 1949)
cantor e produtor musical norte-americano
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Entrevista da Semana do Jornal da Cidade com Neuza Sampaio

Prestes a completar 79 anos no início de julho, ela dedicou seis décadas de sua vida à educação.
Fonte: Jornal da Cidade • Guilherme Tavares • 19/06/2022
Seja em sala de aula ou fora dela, Neuza Aracy Costa Sampaio devotou-se à missão de promover o ensino para transformar a sociedade. Tanto que carrega como lema uma frase do amigo e professor Rodolpho Pereira Lima:
“A maior segurança de uma nação não está no seu efetivo policial militar,
mas na educação do seu povo.” – Rodolpho Pereira Lima

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido Alpheu José (à direita), e os pais, Júlia e Edovaldo. Filha de Edovaldo Costa e Julia Morales Costa (falecidos), foi criada pelos tios Moacir da Costa Leite e Auricilde Costa Leite (ambos também em memória), por quem nutre muito apreço.

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido, e dos tios Auricilde e Moarcyr Os “pais adotivos” foram decisivos na formação.
“Sempre tinha jornal, livro, algum material para ler em casa.
E titia escrevia poesias.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Nascida em Mineiros do Tietê, todos os dias atravessava 20 quilômetros de estradas de terra até Jaú para estudar.
Concluiu o magistério aos 17 anos. Casou com Alpheu José e mudou para Bauru aos 19, mesma idade em que começou a lecionar no ensino fundamental no município de Fernão.
Para chegar ao trabalho, viajava no “trem das professoras”.
Mais tarde, virou diretora de escola e passou a atuar na Delegacia Regional de Ensino (hoje, Diretoria de Ensino, do governo do Estado), onde teve a oportunidade de contribuir com a construção de dez escolas estaduais de Bauru, algumas das maiores do município até hoje.
“Quanto maior o âmbito de atuação,
mais pessoas são abrangidas pelo seu trabalho.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Mesmo aposentada, seguiu atuando em prol da área.
Passou a integrar os quadros de gestão do Centro do Professorado Paulista (CPP) em Bauru.
Foi diretora da sede local de 1992 a 2001. E, há dois anos, novamente atendeu o chamado do dever ao reassumir o posto após o falecimento da então diretora.

Ricardo, Ester, Neuza, Artur e Aloísio Tem quatro filhos: Artur, Aloísio, Ester e Ricardo. E ainda sete netos.
Além do magistério, formou-se em Estudos Sociais com Habilitação em Educação Moral e Cívica pelo Unisagrado (na época, USC).
A seguir, confira trechos da entrevista dela ao JC.
Jornal da Cidade – O que a levou à formação no magistério?
Neuza Aracy Costa Sampaio – Na época, era o curso que quase todas as moças se direcionavam. Havia poucas faculdades no Estado. Então, o magistério era um caminho muito comum para as jovens. Além disso, sempre gostei muito de estudar, me dedicava. Viajava 20 quilômetros todos os dias de Mineiros do Tietê para Jaú por estrada de terra para ir à escola. E também fui muito estimulada pelos meus tios, sempre tinha material letrado em casa, como jornal, revista, livro. Gostava muito de dar aula, lecionar, me realizei como professora.
JC – Depois, a senhora virou diretora de escola e atuou na Delegacia Regional de Ensino. Por que migrou para a área de gestão e administração?
Neuza – Primeiro, porque eu sempre procurei, mesmo como professora, funções de liderança. Então, me realizei muito como diretora, porque tive a possibilidade de colocar em prática minhas ideias e melhorar as escolas. Quanto maior o seu âmbito de atuação, mais pessoas são abrangidas pelo trabalho. Você dá exemplo, influencia as pessoas. E, mesmo depois, como assistente de planejamento, conseguimos construir os maiores prédios escolares de Bauru. A cidade precisava de muitas vagas na época e fizemos um esforço inaudito. De 1979 a 1986, construímos dez escolas estaduais. Proporcionar estrutura também é uma forma de contribuir com o crescimento da educação. Isso é uma satisfação enorme.
JC – Depois de aposentada, assumiu cargos no CPP e, dessa vez, como serviço voluntário. Não era hora de deixar de trabalhar?
Neuza – Não, porque sempre atuei em benefício de alguém. Sejam colegas da educação ou pessoas com necessidades afetivas e fraternas. Minha vida se resume a cuidar da família, tanto ascendentes quanto descendentes, atuar no magistério e trabalhar como voluntária no CPP e no centro espírita. E o trabalho voluntário traz uma felicidade muito grande. Você sempre está fazendo, de uma forma ou de outra, pelo benefício de alguém. Ou do colega da educação ou de pessoas necessitadas. Desde 1966, faço parte do Centro Espírita a Serviço do Mestre, na Vila Dutra. Participei da diretoria, fui vice- presidente e presidente.
JC – Com um currículo tão extenso, de seis décadas de serviços prestados, e se aproximando dos 79 anos de vida, ainda há o que realizar?
Neuza – O que move a gente são os projetos novos. Eu sempre penso na realização do dia seguinte. Nesses dois anos de pandemia, por exemplo, aproveitamos para reformar o salão social, melhorar o paisagismo, equipar as salas de ginástica e educação infantil.

O Coral Feminino do CPP Bauru – Junho Violeta, no Teatro Municipal – Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa – 2022 Agora, estamos atuando para firmar um convênio com a prefeitura para os professores da rede municipal se filiarem ao CPP. Nosso trabalho é constante, contínuo.
JC – E depois de toda essa trajetória de dedicação ao outro, qual o sentimento no coração?
Neuza – Tudo aquilo que fazemos pelos outros, o ganho na verdade é nosso. Porque, à medida que faz alguma coisa para alguém, você se esquece dos próprios problemas para focar na ajuda ao próximo. Então, você deixa de ter problemas, mesmo que momentâneo.
Foto da matéria no jornal impresso

Diretora do CPP • Neuza Aracy Costa Sampaio
A apresentação em vídeo, fotos e textos, da professora Neuza Aracy Costa Sampaio, com resumo detalhado de suas atividades profissionais, como professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista. Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
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Dia Nacional do Cinema • 19 de Junho

“O Cinema não tem futuro comercial.”
– Auguste Lumiére, um dos irmãos Lumière,que foram os inventores do cinematógrafo,
sendo frequentemente referidos como os pais do cinema
124 Anos do Cinema Brasileiro

Afonso Segreto Esta data é comemorada em 19 de junho em homenagem ao dia em que o ítalo-brasileiro Afonso Segreto – o primeiro cinegrafista e diretor do país – registrou as primeiras imagens em movimento no território brasileiro, em 1898.
Afonso Segreto fez imagens da entrada da baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, a bordo do navio francês Brésil – a primeira filmagem em território nacional.
Algumas pessoas preferem celebrar a data em 5 de novembro para relembrar o aniversário da primeira exibição pública de cinema no país.
O cinema do Brasil existe como exibição e entretenimento desde julho de 1896, e como realização e expressão desde 1897.
Embora nunca tenha chegado a se estruturar plenamente como indústria, o cinema brasileiro, em seus mais de 120 anos de História, teve momentos de grande repercussão internacional, como na época do Cinema Novo, e de crescimento do mercado interno, como no período da Embrafilme.[1]
Na primeira década do século XXI, a atividade cinematográfica no Brasil envolve pouco mais de 2 mil salas, que vendem uma média de 100 milhões de ingressos anuais, dos quais entre 15 e 20% são para filmes brasileiros. A produção nacional tem mantido uma média de 90 a 100 filmes de longa-metragem por ano, sendo que nem todos conseguem lançamento comercial.[2]
“O cinema é um modo divino de contar a vida.”
A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, por iniciativa do exibidor itinerante belga Henri Paillie.
Naquela noite, numa sala alugada do Jornal do Commercio, na Rua do Ouvidor, foram projetados oito filmetes de cerca de um minuto cada, com interrupções entre eles e retratando apenas cenas pitorescas do cotidiano de cidades da Europa.
Só a elite carioca participou deste fato histórico para o Brasil, pois os ingressos não eram baratos.[6] Um ano depois já existia no Rio uma sala fixa de cinema, o “Salão de Novidades Paris”, de Paschoal Segreto.[7]
“Se ganha dinheiro, o Cinema é uma indústria.
Se perde, é uma Arte.”
Segundo o crítico e historiador Jean-Claude Bernardet, “não é possível entender qualquer coisa que seja do cinema brasileiro se não se tiver em mente a presença maciça e agressiva, no mercado interno, do filme estrangeiro.”.[3]
Os primeiros filmes brasileiros foram rodados entre 1897-1898.
“O Oscar é um fetiche.
É uma premiação extremamente americana …
num plano maior, quem tem que impulsionar
o nosso cinema é a gente mesmo.”
– Fernanda Montenegro, comentando sobre a indicação ao Oscar de Melhor Atriz,
por “Central do Brasil” de 1998, em entrevista para o site ‘Cine Set’.
Hoje em dia, os pesquisadores consideram que os primeiros filmes realizados no Brasil são: “Ancoradouro de Pescadores na Baía de Guanabara” [8][9] (de José Roberto da Cunha Salles), [10] “Chegada do trem em Petrópolis“,[11] “Bailado de Crianças no Colégio, no Andaraí“[12] e “Uma artista trabalhando no trapézio do Politeama” [13][14] todos datados de 1897.
Uma “Vista da baia da Guanabara” teria sido filmado pelo cinegrafista italiano Affonso Segretto [4][15][16] (irmão de Paschoal) em 19 de junho de 1898, ao chegar da Europa a bordo do navio Brèsil – mas este filme, se realmente existiu, nunca chegou a ser exibido. Ainda assim, desde os anos 1970, 19 de junho é considerado o Dia do Cinema Brasileiro.
“Num filme o que importa não é a realidade,
mas o que dela possa extrair a imaginação.”
FONTES
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Historiador Marco Antonio Villa é o mais novo associado do CPP

Neste 15 de junho, o CPP recebeu o professor Marco Antonio Villa, na Sede Central, para sua associação à entidade.
Além de professor e historiador, Marco Antonio Villa também é escritor, comentarista político, mestre em sociologia e doutor em história social pela Universidade de São Paulo.
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O Maior Compositor Musical do Mundo

“Ontem, o amor era um jogo tão fácil de se jogar.
Agora eu necessito de um lugar,
para me esconder.
Oh, eu acredito
no ontem.”– Paul McCartney
“Yesterday, Love was such an easy game to play;
Now I need a place to hide away; Oh, I believe in yesterday.”
John Lennon teve seu nome incluso em ‘Yesterday’, mas a música e a letra foram compostas apenas
por McCartney. É a canção mais regravada de todos os tempos.Paul McCartney
80 Anos
James Paul McCartney Kt, MBE (Liverpool, 18 de junho de 1942) é um cantor, compositor, multi- instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais britânico.
McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica The Beatles, com John Lennon, George Harrison e Ringo Starr.

14 MOMENTOS INESQUECÍVEIS
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“When I find myself in times of trouble, Mother Mary comes to me… Speaking words of wisdom, let it be”
Let It Be, The Beatles, 1970
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“But if this ever-changing world in which we’re living makes you give in and cry… Say live and let die.”
Live And Let Die, Paul McCartney & Wings, 1973
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“And in the end… the love you take is equal to the love you make”
The End, The Beatles, 1969
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“Bright are the stars that shine, dark is the sky… I know this love of mine will never die. And I love her”
And I Love Her, The Beatles, 1964
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“Yesterday all my troubles seemed so far away… Now it looks as though they’re here to stay. Oh I believe in yesterday.”
Yesterday, The Beatles, 1965
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“But as for me, I still remember how it was before… and I am holding back the tears no more”
Here Today, Paul McCartney, 1982
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“And don’t you know that it’s just you, hey Jude, you’ll do / The movement you need is on your shoulder”
Hey Jude, The Beatles, 1968
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“You’d think that people would have had enough of silly love songs / I look around me and I see it isn’t so.”
Silly Love Songs, Paul McCartney & Wings, 1976
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“And in her eyes you see nothing / No sign of love behind the tears / Cried for no one / A love that should have lasted years.”
For No One, The Beatles, 1966
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“Maybe I’m amazed at the way you love me all the time / And maybe I’m afraid of the way I love you”
Maybe I’m Amazed, Paul McCartney, 1970
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“Blackbird singing in the dead of night… Take these broken wings and learn to fly”
Blackbird, The Beatles, 1968
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“All the lonely people… Where do they all belong?”
Eleanor Rigby, The Beatles, 1966
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“It was written that I would love you, from the moment I opened my eyes”
Calico Skies, Paul McCartney, 1997
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“Someday when we’re dreaming / Deep in love, not a lot to say / Then we will remember / Things we said today,”
Things We Said Today, The Beatles, 1964
Biografia
Lennon e McCartney foram uma das mais influentes e bem sucedidas parcerias musicais de todos os tempos, “escrevendo as canções mais populares da história do rock”.[1]
Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney lançou-se numa carreira solo de sucessos, formou uma banda com sua primeira mulher Linda McCartney, os Wings.
Ele também trabalhou com música clássica, eletrônica e trilhas sonoras.
Em 1979, o Livro Guinness dos Recordes declarou-o como o compositor musical de maior sucesso da história da música pop mundial de todos os tempos. [2]
McCartney teve 29 composições de sua autoria no primeiro lugar das paradas de sucesso dos EUA, vinte das quais junto com os Beatles e o restante em sua carreira solo ou com seu grupo Wings.

Paul McCartney é o canhoto e baixista mais famoso da história do rock, embora também toque outros instrumentos, como bateria, piano, guitarra, teclado, etc.
É considerado como um dos mais ricos músicos de todos os tempos. Foi eleito, em 2008, o 11º melhor cantor de todos os tempos pela revista Rolling Stone.
Fora seu trabalho musical, McCartney advoga em favor dos direitos dos animais, contra o uso de minas terrestres, a favor da comida vegetariana e a favor da educação musical.
Em 1997 foi publicada a biografia intitulada Many Years From Now, autorizada pelo músico e escrita pelo britânico Barry Miles.
Sua empresa MPL Communications detém os direitos autorais de mais de três mil canções,[3] incluindo todas as canções escritas por Buddy Holly.
Como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como Membro do Império Britânico.
Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de “Sir“, honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997.
Paul McCartney é vegetariano e já declarou à imprensa como tomou essa decisão:
“Há muitos anos, estava pescando e, enquanto puxava um pobre peixe, entendi: eu o estou matando, pelo simples prazer que isso me dá. Alguma coisa fez um clique dentro de mim. Entendi, enquanto olhava o peixe se debater para respirar, que a vida dele era tão importante para ele quanto a minha é para mim”.
É membro honorário e participante ativo das campanhas do PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, ou Pessoas pelo tratamento ético dos animais, em português).
Juventude
Paul nasceu no Hospital Geral de Liverpool, Inglaterra, onde sua mãe, Mary, tinha trabalhado como enfermeira na maternidade alguns anos antes. [4]
Ele tinha um irmão, Michael, que nasceu no dia 7 de janeiro de 1944.[5]
Foi batizado com o nome de James Paul McCartney na igreja católica; sua mãe era católica e o pai, protestante, posteriormente tornou-se agnóstico. Como muitos de Liverpool, os McCartney tinham ascendência irlandesa.[6]
Aos onze anos, Paul passou a frequentar a escola Liverpool Institute.[7] Foi no ônibus a caminho da escola que Paul conheceu George Harrison.[8]
Em 1955, os McCartney mudaram-se para 20 Forthlin Road, em Allerton (subúrbio de Liverpool).
Atualmente a casa dos McCartney faz parte do The National Trust.[9](organização que protege e conserva locais de interesse histórico na Inglaterra).
No dia 31 de outubro de 1956, aos 14 anos, Paul perdeu a mãe, que faleceu de embolismo após uma mastectomia para conter o câncer de seio.[10]
Esse acontecimento faria, posteriormente, com que Paul se sentisse próximo a John Lennon, que também perdeu a mãe precocemente, aos 17 anos.[11]
O pai de Paul, Jim, trabalhava vendendo algodão.
Ele tocava trompete e piano e teve uma banda de dança de salão com 20 anos.[12]
Após a morte da mulher, Jim começou a estimular Paul a se interessar pela música comprando-lhe um trompete.
Mas Paul não se interessou pelo trompete.
Seu interesse pela música só começou quando o skiffle tornou-se popular na Inglaterra.[13]
Anos 1960
Ver artigo principal: The Beatles
No ano de 1957, McCartney então com quinze anos conheceu John Lennon ao assistir ao show de uma banda chamada Quarrymen em Woolton (subúrbio de Liverpool).[14]
Esta seria a banda que daria origem aos The Beatles.
No início, a tia de John desaprovou a amizade dos dois pois McCartney vinha da classe operária.
A entrada de McCartney para a banda se deu após Lennon ver McCartney tocar a canção “Twenty Flight Rock” de Eddie Cochran.[15]
John Lennon acabou o convidando para entrar para a banda. Os dois começaram a compor juntos algumas canções.
Em 1958, McCartney convenceu Lennon a aceitar George Harrison na banda.[16]
Lennon estava relutante ao aceitá-lo já que Harrison era considerado muito novo. Após a entrada de Harrison, Stuart Sutcliffe, amigo da escola de artes de John Lennon, entrou para a banda como baixista.[17]
Os Quarrymen mudaram de nome várias vezes até começaram a se chamar The Beatles.[18]
Em 1960, a banda foi pela primeira vez tocar em Hamburgo.
Na época, Jim McCartney relutou bastante em deixar seu filho ainda adolescente, Paul, ir a Hamburgo.[19]
Paul e o baterista Pete Best acabaram sendo deportados da Alemanha após darem início a um pequeno incêndio no local onde estavam hospedados.[20]
Os Beatles recebem Bob Dylan.
Em 21 de março de 1961, os Beatles fizeram seu primeiro show no Cavern Club.[22][23]
Após Paul McCartney notar que outras bandas de Liverpool tocavam as mesmos covers que eles, ele e John se intensificaram em compor novas canções.[24]
No mesmo ano, os Beatles retornaram a Hamburgo para fazer shows em clubes noturnos, neste momento Paul passou a tocar baixo pois Stu largara a banda[25] e então os Beatles se tornaram um quarteto com dois guitarristas (John e George), um contrabaixista (Paul) e um baterista (Pete).[26]
Foi ainda no mesmo ano que os Beatles conheceram Brian Epstein e logo depois conseguiram o contrato com a EMI Parlophone após serem recusados pela Decca Records.
Com a assinatura do contrato, Pete, o baterista, foi dispensado e em seu lugar entrou Ringo Starr.[27]
Durante os Beatles, McCartney formou junto a John Lennon uma dupla de compositores, e combinaram que mesmo quando alguma canção fosse escrita só por um deles, ela traria a assinatura de Lennon/ McCartney.[28]
Nos Beatles, McCartney era o que mais escrevia canções românticas. São de sua autoria canções como “Yesterday“, “And I Love Her”, “Michelle” e “Here There and Everywhere”.[29] Embora Paul sempre fosse acusado de só escrever baladas, ele também escreveu várias canções com um estilo mais pesado como “Back In The USSR”, “Helter Skelter” e “The End”. A canção “Yesterday” é a mais regravada por outros artistas em todos os tempos.[30]
Nos anos 60, Paul ainda escreveu canções para outros músicos entre elas “A World Without Love” gravada por Peter & Gordon que atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso).[31]
Em 1966 os Beatles, no auge da fama, pararam de fazer shows ao vivo.[32] No mesmo ano, Paul McCartney foi o primeiro beatle a desenvolver um projeto musical solo, onde compôs a trilha sonora para o filme televisivo The Family Way. Pelo trabalho, McCartney ganhou o prêmio Ivor Novello como melhor tema instrumental.[33]
Depois que Brian Epstein morreu em 1967, McCartney se tornou a figura central da banda, o que acabou gerando conflitos com Lennon.[34] Ele e Lennon também entraram em conflito na hora de escolher um novo empresário para a banda.
Em 1969, McCartney tentou convencer os outros beatles de voltarem a fazer apresentações ao vivo. Neste mesmo ano, por sua sugestão os Beatles gravaram o filme/documentário Let It Be pensando que isto os reaproximaria, o que não aconteceu.
Em dia 10 de abril de 1970 Paul McCartney anunciou publicamente o fim dos Beatles em entrevista coletiva e anunciou o lançamento de seu primeiro álbum solo.[35]
Embora eles já não quisessem mais continuar juntos a entrevista antecipada de Paul sem o consentimento dos demais integrantes gerou mágoas a ponto de ser acusado por eles de traidor.
McCartney admitiu que se refugiou no álcool para lidar com o fim da banda em abril de 1970 e quase desistiu da música.[36]
O lançamento do álbum Let It Be quase um mês depois da declaração oficial do fim dos Beatles deixou Paul insatisfeito.
A produção do álbum foi entregue a Phil Spector, e McCartney ficou desapontado com o tratamento que Phil deu a suas canções, principalmente em “The Long and Winding Road“.
Paul McCartney – cantor e compositor inglês – com a esposa, Linda e as crianças.
Anos 1970
Carreira solo
Em seu primeiro álbum após o fim do Beatles, McCartney, Paul escreveu todas as canções, gravou todos os instrumentos e produziu o disco em um estúdio particular de sua casa, com Linda fazendo os vocais de apoio.
O disco foi considerado caseiro demais para os críticos, mas mesmo assim McCartney conseguiu fazer sucesso com a canção “Maybe I’m Amazed” e “Every Night“.
Em 1971, McCartney lançou o compacto Another Day, que alcançou sucesso.
Ainda no mesmo ano, junto com sua mulher, lançou outro álbum solo, Ram, com alfinetadas ao seu ex-parceiro musical, John Lennon (como na canção “Too Many People“).
Mais tarde John Lennon responderia com a canção “How Do You Sleep?” atacando McCartney.
O álbum ainda trazia uma foto de dois besouros (beetles em inglês) copulando em referência aos Beatles.
Assim como John Lennon fez com Yoko Ono, Paul McCartney insistiu para que Linda McCartney se tornasse sua parceira musical e ela, assim como Yoko, recebeu através do anos várias críticas por falta de talento musical.
Mas o álbum Ram é considerado por muitos como um dos melhores de sua carreira solo, e a canção “Uncle Albert/Admiral Halsey” foi o maior sucesso comercial do álbum.
Paul McCartney com Yoko Ono.
Com os Wings
Ver artigo principal: Wings
Depois do disco solo Ram, ainda em 1971, Paul voltaria a formar uma nova banda, os Wings.
Sua nova banda teve durante os anos de sua existência como integrantes fixos Paul McCartney, Denny Laine (ex-Moody Blues) na guitarra e Linda McCartney nos teclados.
Outros integrantes não eram fixos como os três.
Os Wings lançaram seu primeiro trabalho em 1972, Wild Life.
No mesmo ano, os Wings apresentaram-se pela primeira vez ao vivo em algumas universidades inglesas. Em 1973 o grupo lançou o álbum Red Rose Speedway.
Pela primeira vez a banda atingiria o primeiro lugar nas paradas de sucesso, com este álbum e com a canção “My Love“. No mesmo ano, a banda lançou a canção “Live And Let Die“, parte da trilha sonora do filme de 007 – James Bond: Viva e Deixe Morrer.
O álbum seguinte foi o álbum de maior sucesso da banda, Band on the Run, eleito o disco do ano, apresentando hits como “Jet” e a faixa-título.
Em 1974 os Wings lançaram o álbum Venus and Mars e no ano seguinte o álbum Wings at the Speed of Sound com a canção “Silly Love Songs“, em resposta a provocação de John Lennon em “How dou you sleep?” do álbum Imagine.
Em “Tomorrow” no álbum Wild Life, Paul responde à ironia de Lennon em “How do You Sleep?” – “The only thing you could make was Yesterday”. (Yesterday <> Tomorrow)
A banda fez uma tournê mundial em 1975-1976 registrada no álbum Wings Over America.
Em 1977 a canção “Mull of Kintyre” se tornou o grande sucesso de Paul McCartney em parceria com Denny Laine.
No ano seguinte, a banda lançou o álbum London Town, seu disco mais vendido que trouxe o sucesso “With A Little Luck“. Em 1978 foi a vez do álbum Back to the Egg que contou com a participação de Pete Townshend (The Who), David Gilmour (Pink Floyd), John Paul Jonese John Bonham (ambos do Led Zeppelin) nas canções “Rockestra Theme” e “So Glad to See You Here”.
Em 1979, Paul McCartney organizou o show Concert for the People of Kampuchea.
Participaram do show não só os Wings mas como também o Queen, The Who, Pretenders, The Clash e Elvis Costello entre outros. Logo após, o Wings partiu numa turnê ao Japão, onde McCartney foi preso por 8 dias ao desembarcar no aeroporto por porte de maconha. Era o fim da banda.
Anos 1980
A morte de John Lennon
Numa entrevista em 1980, McCartney disse que a última vez que viu Lennon foi quando eles assistiram ao programa de TV Saturday Night Live juntos em maio de 1976, onde Lorne Michaels fez uma proposta de 3.000 dólares para reunir Lennon, McCartney, Harrison e Starr em um show.[37]
McCartney e Lennon tinham considerado a proposta mas estavam cansados demais para seguir até o estúdio.[38]
Na noite de 9 de dezembro de 1980, McCartney acordou com as notícias do assassinato de John Lennon.[39]
A morte de John Lennon criou um frenesi em torno dos outros Beatles vivos.[40] Na tarde de 9 de dezembro, ao sair de um estúdio na Oxford Street, McCartney ficou rodeado de jornalistas perguntado a respeito da morte de Lennon. McCartney disse, “Eu estou chocado – isto é uma notícia terrível” e disse ainda que passou o dia no estúdio por não querer ficar em casa sentado sem fazer nada.”[41] McCartney foi muito criticado pela frieza com que recebeu a notícia da morte de John Lennon.[42] Em entevista para a revista Playboy em 1984, McCartney disse que ele ficou assistindo ao noticiário na televisão aquela noite e chorou a noite inteira. Ele relembrou ainda do seu último telefonema a John Lennon, pouco após o lançamento do álbum Double Fantasy de John e Yoko. Segundo McCartney, no telefonema Lennon disse rindo a Paul, “Esta esposa quer uma carreira!”[43] O termo esposa foi usado em referência ao termo esposo-Lennon que tomou conta do filho durante anos.[41]
Após a morte de Lennon, McCartney voltou ao trabalho mas ficou durante muito tempo sem tocar ao vivo. Ele explicou que isto era devido ao nervosismo de ser o próximo a ser assassinado.[42] [44] Isto entrou em desacordo com Denny Laine, que queria continuar a fazer shows.[44][45] Em 1981, seis meses após a morte de Lennon, McCartney fez parte da vocalização do tributo de George Harrison a Lennon, na canção “All Those Years Ago“, junto com Ringo Starr.
Novos álbuns solo
Seu primeiro álbum solo da década foi o McCartney II, com ênfase em sintetizadores ao invés de guitarras.[46][47]
A canção “Coming Up” atingiu o segundo lugar na Inglaterra e primeiro nos Estados Unidos.,[48] e “Waterfalls” foi outro Top 10 inglês.
O álbum seguinte, Tug of War, de 1982, marcou a reunião com o produtor dos Beatles, George Martin, [49] e com Ringo Starr.
McCartney cantou no álbum em dueto, com Stevie Wonder em “Ebony and Ivory“[50] e fez um tributo a Lennon, “Here Today“.
O álbum se tornou um de seus maiores sucessos em toda sua carreira solo.
Ringo Starr tocou bateria em “Take It Away“. Carl Perkins cantou em dueto com Paul a canção “Get it” e Stevie Wonder as canções “Ebony and Ivory” e “What’s That You’re Doing?“. No mesmo ano, Paul gravou uma canção com o megastar pop emergente Michael Jackson (“The Girl is Mine“), que foi lançada no álbum de Michael, Thriller.
No ano seguinte, McCartney lançou o álbum Pipes of Peace e alcançou sucesso com as canções “Pipes of Peace”, “So Bad” e “Say, Say, Say”, esta última em parceria novamente com agora então consagrado Michael Jackson. O álbum trazia novamente a participação de vários artistas além de Michael Jackson, Ringo Starr, Eric Stewart e Denny Laine (ex-Wings), além da produção novamente de George Martin.
McCartney escreveu e atuou no filme Give My Regards to Broad Street, de 1984. A trilha sonora atingiu o Top 10 americano e inglês[51] assim como a canção “No More Lonely Nights” (que contou com a participação de David Gilmour, guitarrista da banda britânica Pink Floyd na guitarra solo), mas o filme não se saiu bem comercialmente[52] e recebeu críticas negativas. No filme, atuaram junto a McCartney sua mulher, Linda, o ex-beatle Ringo Starr e sua mulher Barbara Bach e a atriz Tracey Ullman. No final do mesmo ano, McCartney lançou a canção “We All Stand Together“, canção principal do desenho animado Rupert and the Frog Song e escreveu e cantou a canção principal do filme Spies Like Us.
A amizade de Paul McCartney e Michael Jackson acabou em pouco tempo. Eles começaram a se tornar amigos na época da gravação das canções “The Girl is Mine” e “Say Say Say”. Após o lançamento de Thriller, Michael tornou-se um dos maiores megastars do mundo pop e acabou comprando o catálogo da Northern Song com isso tornou-se dono dos direitos autorais das canções de Lennon/McCartney, para desgosto de Paul McCartney, que sempre quis comprá-las.
Em 1986 ele lançou o álbum que foi considerado um dos mais fracos de sua carreira solo: Press to Play. E em 1988 lançou Снова в СССР, com canções clássicas do Rock and roll. Foi originalmente um álbum lançado somente na USSR que posteriormente teve seu lançamento mundial.
No final da década de 80, McCartney começou uma parceria com o compositor e músico Elvis Costello. [53] As canções compostas apareceram em vários singles e em álbuns de ambos artistas, destacando- se “Veronica” do álbum Spike de Elvis Cosltello, e “My Brave Face” do Flowers in the Dirt de Paul, ambos lançados em 1989.[54] Este álbum, Flowers in The Dirt, atingiu o primeiro lugar na Inglaterra. No álbum Flowers in The Dirt, Paul homenageia o líder seringueiro brasileiro assassinado em 1988 Chico Mendes, na faixa intitulada How Many People.
Em 1989, McCartney embarcou em sua primeira tournê após a morte de John Lennon e a primeira pelos Estados Unidos após 13 anos, a tournê chamada “The Paul McCartney World Tour” foi documentada no álbum Tripping the Live Fantastic.
Anos 1990
Em abril de 1990 McCartney tocou pela primeira vez no Brasil, a apresentação foi no estádio de futebol Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro, e bateu o incrível record de público numa apresentação de um artista solo (184 mil pessoas).
No ano seguinte, ele gravou um álbum acústico, “MTV Unplugged“.
Neste álbum, o músico apresenta alguns de seus maiores sucessos compostos quando ainda era um beatle, na versão acústica. Entre as versões novas, constam Here, There and Everywhere, Blackbird, I’ve Just Seen a Face, entre outras.
Em 1991, lança seu primeiro álbum de música clássica, Liverpool Oratorio.
Dividindo opiniões de críticos e público, o álbum foi bem recebido comercialmente, mas considerado irregular por parte dos críticos de música clássica. Mesmo assim, o álbum apresenta uma capacidade crescente do músico em compor música erudita com razoável qualidade e o lança para esse mercado, consquistanto o respeito do grande público.
Em 1993, McCartney lançou o álbum Off the Ground e a canção “Hope of Deliverance” fez um sucesso modesto.
Após o disco, iniciou mais uma grandiosa turnê, a The New World Tour, que percorreu o mundo. Ainda em 1993, ele também lançou o disco ao vivo Paul is Live cuja capa tinha uma referência à lenda surgida no fim dos anos 1970 que dizia que McCartney havia morrido e sido substituído nos Beatles por um sósia. A turnê “Paul is Live” foi registrada em vídeo. Vale a pena lembrar que em 1993 Paul voltou ao Brasil fazendo uma “mini-turnê” em São Paulo e Curitiba“.
No final de 1993 o músico lança nos Estados Unidos o primeiro álbum sob o pseudônimo The Fireman, em parceria com Youth. Strawbery, Ocean, Ships, Forest marca as incursões de Paul McCartney no gênero eletrônico-instrumental Trance Music. Por esta razão, o álbum – bastante experimental – foi lançado na total obscuridade e, até hoje, é mais considerado como item de colecionador do que propriamente um disco de carreira.
No ano de 1995 Paul McCartney reuniu-se com os ex-Beatles George Harrison e Ringo Starr para a realização de The Beatles Anthology, que englobou um documentário em vídeo, um livro biográfico e três CDs duplos com algumas canções inéditas (gravadas na época da existência do conjunto na década de 60) e canções conhecidas em versões diferentes. Eles também criaram duas novas canções: “Free as a Bird” (1995) e “Real Love” (1996) que mixava a voz do ex-beatle John Lennon junto com os outros integrantes.
Em 1997 McCartney lançou o álbum Flaming Pie. O álbum foi o primeiro a atingir o Top 10 das paradas de sucessos americanas depois do lançamento de Tug of War.
Pelo álbum, McCartney seria indicado ao Grammy. No ano seguinte, Linda McCartney morreria de câncer de mama.
No mesmo ano, Paul torna-se atração primordial do concerto Music For Montserrat, realizado em prol das comunidades humildes e necessitadas da Ilha de Montserrat, que sofreu e tem sofrido devido a catástrofes naturais. McCartney tocou ao lado de seus companheiros Mark Knopfler e Eric Clapton.
Em 1999 lançou o álbum Run Devil Run, com releituras de clássicos do rock além de participações de músicos consagrados como David Gilmour, Ian Paice e Mick Green. No final da década, McCartney novamente se envolveu numa discussão com a viúva de Lennon. Ao lançar um disco, McCartney queria inverter os créditos das canções de Lennon/ McCartney para McCartney/Lennon, alegando que as canções em questão eram de sua autoria na época dos Beatles. Yoko Ono não aceitou a inversão.
No dia 10 de abril de 1999 Paul realizou uma homenagem à esposa Linda McCartney, no Royal Albert Hall em Londres, em memória de um ano de falecimento, intitulado: A Concert For Linda, que contou com a presença de vários artistas, entre eles: Eric Clapton, George Michael, Elvis Costello, Phil Collins, The Pretenders e Tom Jones[55]
Anos 2000
Em 2001, foi lançado Wingspan, uma nova coletânea com canções dos Wings e um documentário sobre a banda em DVD, e o álbum-solo Driving Rain.
Também naquele ano, Paul McCartney organizou o Concert for New York City, um espetáculo em homenagem as vítimas dos ataques de 11 de setembro no Madison Square Garden de Nova York, do qual participaram The Who, Eric Clapton, Billy Joel e Elton John, entre outros.[56]
No começo de 2002, o músico iniciou uma turnê do álbum “Driving Rain”, que renderia o álbum ao vivo e o DVD Back in the US.
Ele também compôs e gravou a canção título para o filme Vanilla Sky, que foi indicada ao Oscar de melhor canção,[57] se apresentou no Super Bowl XXXVI e participou do “Party at the Palace” (em comemoração ao jubileu da rainha da Grã-Bretanha) e ainda do Concert For George, no Royal Albert Hall de Londres, concerto em memória do primeiro ano da morte de George Harrison.
Em maio de 2003, Paul McCartney fez um show no Coliseu de Roma, se tornando o primeiro artista a se apresentar no famoso anfiteatro italiano,[58] e pela primeira vez se apresentou em Moscovo, tocando para 100 mil espectadores na Praça Vermelha.[59]
No ano seguinte, ele tocou no Festival de Glastonbury e no Rock in Rio Lisboa.
Em 2005, foi lançado o álbum Chaos and Creation in the Backyard, que foi indicado ao Grammyde melhor álbum. McCartney fez pela segunda vez na sua carreira o show do intervalo do Super Bowl XXXIX e ele participou do concerto Live 8, onde protagonizou a abertura e o fechamento.[60]
Em 2006 no Grammy Awards ele cantou com Linkin Park e Jay-Z uma versão de “Numb/Encore” incluindo a sua música “Yesterday”.[61] Em 2007, o músico deixou a Capitol Records, selo com quem trabalhava havia 46 anos, para assinar com a Hear Music, uma gravadora criada pela rede Starbucks, que lançou seu novo álbum Memory Almost Full, em junho.[62]
Em 2009, segundo a empresa de eventos Concerts West, McCartney tornou-se o recordista mundial em “rapidez de venda de ingressos para um show musical”, ao ter esgotados em apenas sete segundos todos os bilhetes postos à venda para um show em Las Vegas, Estados Unidos.[63]
Ainda naquele ano, McCarney participou de duas faixas do álbum Y Not, de Ringo Starr, onde tocou baixo em “Peace Dream” (esta em homenagem ao ex-beatle John Lennon) e fazendo segunda voz em “Walk With You”. [64]
Em junho de 2010, o presidente estadunidense Barack Obama condecorou Paul McCartney com a medalha da Biblioteca do Congresso Gershwin Prize por sua contribuição acumulativa à canção popular mundial.[65] Em novembro, o cantor e sua banda se apresentam pela terceira vez no Brasil – um show em Porto Alegre e outros dois em São Paulo.[66][67][68] No mesmo ano foi homenagedo e recebeu o Prêmio Kennedy.
Anos 2010 – atualidade
Em maio de 2010, o músico retornou ao país para duas apresentações.
A primeira em Porto Alegre, no Estádio Beira Rio, no dia 7 de novembro, e a segunda, no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 21 novembro.
No ano seguinte apresentou-se no Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro.[69] Em 2013, ele foi galordado com a estrela da Calçada da Fama, sendo o último ex-Beatle a receber a homenagem[70], e veio ao Brasil mais uma vez, desta vez para se apresentar duas vezes no Estádio do Arruda, no Recife, e uma no Estádio da Ressacada em Florianópolis. [71][72]
Ele também cantou na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos Londres 2012, onde encerrou o espetáculo que ele havia cobrado apenas uma libra esterlina de cachê para tocar.[73].
No dia 4 de maio de 2013, McCartney iniciou sua nova turnê Out There, que teve sua estréia em um grandioso espetáculo no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, em Goiânia e também Fortaleza.
Em 10 de novembro de 2014, novamente com sua turnê Out There, se apresentou pela primeira vez no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica no Espírito Santo (10/11), depois no HSBC Arenano Rio de Janeiro (12/11), Estádio Nacional em Brasília (23/11) e, por fim, no Allianz Parque em São Paulo (25/11), onde fez um show extra no dia seguinte .
Em novembro de 2014 foi lançado o álbum tributo The Art of McCartney que contou com a participação de artistas como: Brian Wilson, Billy Joel, Bob Dylan, Barry Gibb, B. B. King, Alice Cooper, Kiss, Chrissie Hynde, James McCartney filho de Paul entre outros nomes importantes do cenário musical mundial, o álbum conta com canções da carreira de Paul nos Beatles, com sua segunda banda Wings e também em sua carreira solo.[74]
Em janeiro de 2015, McCartney colaborou com Kanye West e Rihanna no single FourFiveSeconds.
Eles lançaram um clipe para a música no mesmo mês e tocaram ao vivo no Grammy Awards de 2015 em fevereiro.
Em outubro de 2017, tocará novamente no Brasil pela turnê One on one em Porto Alegre (13/10), São Paulo (15/10), Belo Horizonte (17/10) e Salvador (20/10).[75]
Vida pessoal
Em 2015, Paul McCartney é pai de cinco filhos e tem oito netos.[78]
Casamento com Linda Eastman
Em 1967, McCartney conheceu Linda Eastman, uma fotógrafa norte-americana, antes do fim de seu noivado com Jane Asher, em um clube noturno de Londres.
Ela estava em Londres para tirar fotos de músicos ingleses ligados ao Swinging London.
Após o rompimento de McCartney e Asher, ele se encontrou com Linda em Nova York na ocasião do anúncio do lançamento da Apple Corps.[85]
Não demorou muito para os dois começarem um relacionamento.
Em 12 de março de 1969, ele se casou com Linda e adotou a filha dela, Heather. Com Linda, McCartney teve três filhos: Mary (nascida em 1969), Stella (nascida em 1971) e James (nascido em 1977).
Após a separação dos Beatles, Linda se tornou parte da carreira de McCartney. Fez parte da banda Wings, tocou piano em shows e discos solo de McCartney.
Em 1998 Linda morreu de câncer no seio em Tucson, Arizona.
Na época houve rumores que sua morte foi eutanásia[86] porém McCartney sempre negou isso.[86][87]
Atualmente, Paul McCartney tem seis netos frutos de seu casamento com Linda.
Mary tem dois filhos (Arthur Alistair Donald nascido em 3 de abril de 1999 e Elliot Donald nascido em 1 de agosto de 2002) e Stella tem dois filhos (Miller Alasdhair James Willis nascido em 25 de fevereiro de 2005 e Beckett, de 2 anos)[88] e duas filhas (Bailey Linda Olwyn Willis nascida em 8 de dezembro de 2006 e Reiley, nascida 30 de novembro de 2010).[89]
Casamento com Heather Mills
Em 11 de junho de 2002 Paul se casou com a modelo Heather Mills, na catedral protestante “Saint Salvator,” do Castelo Leslie, construída no Século XVII, uma propriedade remota na Irlanda, com uma recepção para 300 convidados.
Em 2003 nasceu a primeira e única filha do casal, Beatrice.
Em 17 de maio de 2006, sitios na internet anunciaram a separação do casal. Houve diversas sugestões, em especial de fãs e simpatizantes de Paul McCartney, de que Heather só buscava o dinheiro por trás do casamento dela com Paul, e o jornal inglês “Evening Standard” chegou a publicar, em 18 de maio de 2006, uma matéria que buscava entender a separação do casal e também esclarecendo que aquela não seria uma boa hora para uma piada de mal gosto sobre a versão de “When I’m Sixty-Four“, dada a ironia de que, no mês seguinte à matéria do Standard, Paul faria 64 anos; e apesar de Paul perguntar, na canção, se “ela” ainda o amaria, a verdadeira resposta para a pergunta que Paul faz na canção era a mais triste de todas.[93]
Em 2007 eles fizeram um acordo. A imprensa anunciou que McCartney teria pago 32 milhões de libras pelo divórcio.
No entanto a batalha judicial chegou ao fim em 17 de março de 2008, quando um juiz britânico decidiu que McCartney deveria pagar à ex-mulher a quantia de 24,3 milhões de libras (equivalentes a 48,6 milhões de dólares).[97]
Segundo o tablóide Daily Mail, o músico chegou a oferecer a Mills a soma de 55 milhões de libras esterlinas (110 milhões de dólares) para evitar que sua filha Beatrice, de oito anos, fosse motivo de uma longa batalha judicial.
Casamento com Nancy Shevell
Em 9 de outubro de 2011, Paul se casou com a empresária americana Nancy Shevell[98].
Paul McCartney – cantor e compositor inglês – com sua atual esposa, Nancy, sua filha Beatrice e uma amiga dela.
Stella, filha de McCartney com Linda Eastman, a sua primeira mulher, desenhou o vestido da noiva.
Discografia
Para os discos com os Beatles, ver a página do grupo.
Álbuns de estúdio
- McCartney (1970)
- Ram (1971)
- McCartney II (1980)
- Tug Of War (1982)
- Pipes Of Peace (1983)
- Press To Play (1986)
- CHOBA B CCCP (1988)
- Flowers In The Dirt (1989)
- Off The Ground (1993)
- Flaming Pie (1997)
- Run Devil Run (1999)
- Driving Rain (2001)
- Chaos and Creation in the Backyard (2005)
- Memory Almost Full (2007)
- Kisses on the Bottom (2012)
- New (2013)
Com os Wings
- Wild Life (1971)
- Red Rose Speedway (1973)
- Band on the Run (1973)
- Venus and Mars (1975)
- Wings At The Speed Of Sound (1976)
- London Town (1978)
- Back To The Egg (1979)
- Wingspan: Hits and History(2001)
Com o The Fireman
- Strawberries, Oceans, Ships, Forest (1993)
- Rushes (1998)
- Electric Arguments (2008)
Álbuns ao vivo
- Wings Over America (1976)
- Tripping The Live Fantastic(1990)
- Tripping The Live Fantastic – Highlights! (1990)
- Unplugged (The Official Bootleg) (1991)
- Paul is Live! (1993)
- Back in the US (2002)
- Back in the World (2003)
- Amoeba’s Secret (2007)
- Good Evening New York City(2009)
- Paul McCartney Live in Los Angeles (2010)
Coletâneas
- Wings Greatest (1978)
- All the Best! (1987)
- Wingspan: Hits and History(2001)
- Pure McCartney (2016)
Trilhas sonoras
- The Family Way (1967)
- Give My Regards to Broad Street (1984)
Álbuns experimentais
- Thrillington (1977)
- Liverpool Sound Collage (2000)
- Twin Freaks (2005)
Álbuns de música clássica
- Liverpool Oratorio (1991)
- A Leaf (1995)
- Standing Stone (1997)
- Working Classical (1999)
- Ecce Cor Meum (2006)
- Ocean’s Kingdom (2011)
Paul McCartney – cantor e compositor inglês – com seu filho, James.
Filmes
Somente Paul McCartney
- Give My Regards to Broad Street (1983)
- Put It There
- Get Back (1990)(show)
- Paul is Live (1993)(show)
- Liverpool Oratorio (show)
- Standing Stone (show)
- Live at Cavern Club (1999)(show)
- Back in The U.S. (2002)(show)
- Live in Red Square (2003) (show)
- The Space Within US (2006)(show)
- The McCartney Years (2007) (Documentário; cenas nos bastidores; videos e shows)
- Good Evening New York City (2009) (show)
Com o Beatles:
- A Hard Day’s Night (1964)(filme)
- Help! (1965)(filme)
- Magical Mystery Tour (1967)(filme)
- Yellow Submarine (1965)(voz)
- Let it Be (1969)(filme)(ganhou o Oscar de Melhor Canção Original)
Com o Wings:
- Rockshow (1976)(show)
- Wingspan: Hits and History (documentário)
Participações em espetáculos:
- Music for Montserrat
- Knebworth
- Paul McCartney and Friends
- The PETA Concert for Party Animals
- Concert for NYC
- Party at The Palace
- Saturday Night Live, Vol4
- Concert for George
- Live 8 Em 2005
- Live Aid Em 1985
Citação
Paul McCartney – Nem a metade do homem que eu costumava ser
“Ontem, o amor era um jogo tão fácil de se jogar. Agora eu necessito de um lugar para me esconder. Oh, eu acredito no ontem.”
Paul McCartney, em ‘Yesterday‘ / Fonte: Wikiwand
“Yesterday” (em português: Ontem) é uma canção composta por Paul McCartney, gravada em 1965 para o álbum Help!.
Segundo o Guinness World Records, “Yesterday” é a canção com mais transmissões em rádios em todo o mundo, com mais de seis milhões de emissões nos Estados Unidos.[1]
“Yesterday” é também a música com mais covers na história da música popular, com cerca de mil e seiscentas interpretações diferentes.[1] A BMI afirma que a canção foi interpretada quase sete milhões de vezes no século XX.[2]
“Yesterday” é uma balada melancólica com uma duração de dois minutos e três segundos. Esta foi a primeira composição oficial da banda The Beatles gravada apenas por um integrante, Paul McCartney, acompanhado por um quarteto de cordas.
John Lennon comentou que a canção foi indo e voltando por algum tempo:
“A canção foi em torno de meses e meses antes de finalmente ser concluída. Cada vez que nós nos reunimos para escrever canções destinadas a uma sessão de gravação, esta (“Yesterday”) reaparecia. E quase tivemos ela em um álbum. Paul escreveu quase toda a letra, mas não encontramos o título adequado. Chamamos de “Scrambled Eggs”, por causa de uma brincadeira entre nós. Decidimos que o título deveria ter apenas uma palavra, mas não encontramos nenhum adequado. Em uma manhã, Paul se levantou, terminou a letra e encontrou o título. Entristeceu-me um pouco, porque tivemos muitos momentos engraçados às suas custas.”[10]
Paul McCartney
(Liverpool, 18 de junho de 1942)
80 Anos
FONTES

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Professores já estão enviando holerites para mostrar ao próximo governador

O CPP solicita aos seus associados que se mobilizem e enviem seus holerites no portal da entidade.
FONTE: CPP CENTRAL
O objetivo é mostrar ao próximo governador a realidade de salários e descontos sofridos pela categoria! Não deixe de participar!
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Uma Referência de Genialidade Musical

“Jimmy Page é o Stravinsky da guitarra,
ele tem uma noção completa,
do que é possível fazer no seu instrumento.”
– Carlos Santana, usando Stravinsky como referência de abrangência e conhecimento musical, ao comentar sobre o guitarrista do Led Zeppelin.
Igor Stravinsky
Ígor Fiódorovitch Stravinsky (em russo: И́горь Фёдорович Страви́нский; Oranienbaum, 17 de junho de 1882 – Nova Iorque, 6 de abril de 1971) foi um compositor, pianista e maestro russo, considerado por muitos um dos compositores mais importantes e influentes do século XX.
Foi o arquétipo do russo cosmopolita, escolhido pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do século.
“O fenômeno da música que nos é dado
com a única finalidade de estabelecer
uma ordem nas coisas,
inclusive, e especialmente,
a coordenação entre o homem e tempo.”
– Igor Stravinsky
– “The phenomenon of music is given to us with the sole purpose of establishing an order in things, including, and particularly, the co-ordination between man [sic] and time.”
– citado em DeLone et. al. (Eds.) (1975). Aspects of Twentieth-Century Music. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall. ISBN 0130493465, Ch. 3. from Igor Stravinsky’ Autobiography (1962). New York: W.W. Norton & Co., Inc., p. 54.
Além do reconhecimento que obteve pelas suas composições, ficou ainda famoso como pianista e maestro, estando nessa condição muitas vezes nas estreias das suas obras.
A carreira de compositor de Stravinski foi notável pela sua diversidade estilística.
“Quanto mais restrições se impõe, mais se liberta.
E a arbitrariedade da restrição serve apenas
para obter precisão de execução.”
– Igor Stravinsky
“The more constraints one imposes, the more one frees one’s self. And the arbitrariness of the constraint serves only to obtain precision of execution.”
Inicialmente adquiriu fama internacional com três ballets encomendados pelo empresário Sergei Diaguilev e executados pelos Ballets Russes de Diaghilev: L’Oiseau de feu (“O Pássaro de Fogo”) (1910), Petrushka (1911/1947), e Le Sacre du printemps (“A Sagração da Primavera”) (1913).
A Sagração, cuja estreia provocou um motim, transformou o modo de pensamento dos compositores posteriores acerca da estrutura rítmica, e foi largamente responsável pela reputação duradoura de Stravinski enquanto revolucionário musical, forçando as fronteiras do design musical.
Curiosidade
A 15 de Abril de 1940, o excêntrico sétimo acorde maior de Stravinski no seu arranjo da The Star-Spangled Banner levou à sua prisão pela polícia de Boston por violar a lei federal que proibia a rearmonização do Hino Nacional.[26]
Personalidade
Stravinski exibiu um desejo inexaurível de explorar e aprender sobre arte, literatura e vida. Este desejo manifestou-se um muitas das suas colaborações em Paris.
Não só foi o principal compositor para os Ballets Russes de Sergei Diaghilev, como ainda colaborou com Pablo Picasso (Pulcinella, 1920), Jean Cocteau (Oedipus Rex, 1927) e George Balanchine (Apollon musagète, 1928).
Os seus gostos em literatura foram vastos, e refletiram o seu desejo constante por novas descobertas.
Igor Stravinsky
Os textos e fontes literárias para o seu trabalho começaram com um período de interesse no folclore russo, progredindo para autores clássicos e para a liturgia latina, e continuou para a França contemporânea (André Gide, em Persephone) e eventualmente a literatura inglesa, incluindo Auden, T. S. Eliot e poesia inglesa medieval.
No final da sua vida, encenou as escrituras hebraicas em Abraão e Isaac.
FONTES
140 anos, aniversário, artistas, Ígor Stravinsky, Brasil, celebração, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, compositor, escritores, famosas, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, marcantes, música, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, sociedade, wikipedia, wikiwand
Início
👏 59 Anos de lutas e conquistas para o professorado de Bauru e região













































































