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A Maturidade do Tempo

“A paciência é amarga, mas seu fruto é doce.”
Jean-Jacques Rousseau
La patience est amere, mais son fruit est doux
La nouvelle Héloïse – Tome Premier, Página 460, de Jean-Jacques Rousseau – 1788

Jean-Jacques Rousseau
(Genebra, 28 de Junho de 1712 — Ermenonville, 2 de Julho de1778)
Foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço.
É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e um precursor do romantismo.
Para ele, as instituições educativas corrompem o homem e tiram-lhe a liberdade. Para a criação de um novo homem e de uma nova sociedade, seria preciso educar a criança de acordo com a Natureza, desenvolvendo progressivamente seus sentidos e a razão com vistas à liberdade e à capacidade de julgar
Obras
Do Contrato Social
- “Advertência : Este pequeno tratado é tirado de uma obra mais extensa que outrora realizei sem ter medido minhas forças, e que abandonei há muito tempo. Dos vários fragmentos que se podia tirar do que fora feito, este é o mais importante e me pareceu o menos indígno de ser oferto ao público.O resto não existe mais”.
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- – avertissement: Ce petit traité est extrait d’un ouvrage plus étendu, entrepris autrefois sans avoir consulté mes forces, et abandonné depuis longtemps. Des divers morceaux qu’on pouvoit tire de ce qui étoit fait, celui-ci est le plus considérable, et m’a paru le moins indigne d’étre offert au public. Le reste n’est déjà plus.
- – Contrat social ou principes du droit politique. précédé de discours, letre a d’alembert sur les spectacles. et suivi de considérations sur le gouvernement de polongne. Página 239 – Jean-Jacques Rousseau – 1772.
- – avertissement: Ce petit traité est extrait d’un ouvrage plus étendu, entrepris autrefois sans avoir consulté mes forces, et abandonné depuis longtemps. Des divers morceaux qu’on pouvoit tire de ce qui étoit fait, celui-ci est le plus considérable, et m’a paru le moins indigne d’étre offert au public. Le reste n’est déjà plus.
“Se há escravos por natureza, é porque os há contra a natureza; a força formou os primeiros, e a covardia os perpetuou.”
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- – S’il y à donc des esclaves par nature, c’est parce qu’il y à eu des esclaves contre nature. La force a fait les premiers esclaves, leur làcheté les perpétués.
- – Du contrat social, Páginas 8-9 – Jean-Jacques Rousseau – 1797.
- – S’il y à donc des esclaves par nature, c’est parce qu’il y à eu des esclaves contre nature. La force a fait les premiers esclaves, leur làcheté les perpétués.
- “Como quer que seja, não se pode negar que Adão fosse soberano do mundo, como Robinson o foi de sua ilha, porque foi o único que a habitou: uma coisa era muito cômoda nesse império! O monarca, firme em seu trono, não temia rebeliões nem guerras ou conspiradores.”
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- – Quoi qu’il en soit, on ne peut disconvenir qu’Adam. n’ait été souverain du monde, comme Robinson de son île, tant qu’il en fut le seul habitant, et ce qu’il y avait de commode dans cet empire était que le monarque, assuré sur son trône, n’avait à craindre ni rébellion, ni guerres, ni conspirateurs.
- – Du contrat social – Página 9, Jean-Jacques Rousseau – 1797
- – Quoi qu’il en soit, on ne peut disconvenir qu’Adam. n’ait été souverain du monde, comme Robinson de son île, tant qu’il en fut le seul habitant, et ce qu’il y avait de commode dans cet empire était que le monarque, assuré sur son trône, n’avait à craindre ni rébellion, ni guerres, ni conspirateurs.
- “O mais forte não é suficientemente forte se não conseguir transformar a sua força em direito e a obediência em dever”
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- – Le plus fort n’est jamais assez fort pour être toujours le maître, s’il ne transforme sa force en droit, et l’obéissance en devoir.
- – Du contrat social, Página 10 – Jean-Jacques Rousseau – 1797.
- – Le plus fort n’est jamais assez fort pour être toujours le maître, s’il ne transforme sa force en droit, et l’obéissance en devoir.
“Se houvesse um povo de deuses, seria governado democraticamente, mas aos homens não convém tão perfeito governo.”
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- – S’il y avait un peuple de Dieux, il se gouvernerait démocratiquement. Un Gouvernement si parfait ne convient pas à des hommes.
- – Du contrat social – Páginas 160-1, Jean-Jacques Rousseau – 1797
- – S’il y avait un peuple de Dieux, il se gouvernerait démocratiquement. Un Gouvernement si parfait ne convient pas à des hommes.
- “O princípio da vida política está na autoridade do soberano: o poder legislativo é o coração do Estado, o poder executivo o cérebro que dá movimento a todas as partes. O cérebro pode cair em paralisia, e o indivíduo continuar a viver. Um homem fica imbecil e vive; mas, apenas cessam as funções do coração, o animal expira.”
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- – Le principe de la vie politique est dans l’autorité souveraine. La puìssance legislative est le coeur de l’état, la puìssance exécutive est le cerveau, qui donne le mouvement à toutes les parties. Le cerveau peut tomber en paralysie et l’individu vivre encore.
- – Du contrat social – Página 213, Jean-Jacques Rousseau – 1797
- – Le principe de la vie politique est dans l’autorité souveraine. La puìssance legislative est le coeur de l’état, la puìssance exécutive est le cerveau, qui donne le mouvement à toutes les parties. Le cerveau peut tomber en paralysie et l’individu vivre encore.
- “Toda ação livre tem duas causas, que concorrem a produzi-la: uma moral, que é a vontade que determina o ato; a outra física, que é a potência que o executa.(…) Há no corpo político os mesmo motores; nele se distinguem também a força e a vontade; esta sob o nome de poder legislativo, aquela sob o de poder executivo”.
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- – Rousseau, Jean-Jacques: Do contrato Social, página 63
“Dinheiro semeia dinheiro e, o primeiro franco é, muitas vezes, mais difícil de ganhar que o segundo milhão.
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- – Money is the seed of money, and the first guinea is sometimes more difficult to acquire than the second million.
- – The social contract: & Discourses – página 281, Jean-Jacques Rousseau – J.M. Dent & sons, ltd., 1920 – 287 páginas
- – Money is the seed of money, and the first guinea is sometimes more difficult to acquire than the second million.
- “Maquiavel, fingindo dar lições aos Príncipes, deu grandes lições ao povo”.
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- – Maquiavel […] en feignant de donner des leçons aux rois, il en a donné de grandes aux peuples.
- – Du contrat social ou Principes du droit politique – página 93, Jean-Jacques Rousseau – 1762
- – Maquiavel […] en feignant de donner des leçons aux rois, il en a donné de grandes aux peuples.
“Origem da Desigualdade entre os Homens“- “O primeiro que tendo cercado um terreno se lembrou de dizer: ‘Isto é meu!’, e encontrou pessoas bastante simples para o acreditar, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil. Quantos crimes, guerras, assassínios, misérias e horrores não teria poupado ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas ou tapando os buracos, tivesse gritado aos seus semelhantes: ‘Livrai-vos de escutar esse impostor; estareis perdido se esquecerdes que os frutos são de todos, e a terra de ninguém!’” []
- “Enquanto os homens se contentaram com as suas cabanas rústicas, enquanto se limitaram a coser suas roupas de peles com espinhos ou arestas de pau, a se enfeitarem com plumas e conchas, a pintar o corpo de diversas cores, a aperfeiçoar ou embelezar os seus arcos e flechas, a talhar com pedras cortantes algumas canoas de pesca ou grosseiros instrumentos de música; em uma palavra, enquanto se aplicaram exclusivamente a obras que um só podia fazer, e a artes que não necessitavam o concurso de muitas mãos, viveram livres, sãos, bons e felizes, tanto quanto podiam ser pela sua natureza, e continuaram a gozar entre si das doçuras de uma convivência independente. Mas, desde o instante que um homem teve necessidade do socorro de outro; desde que perceberam que era útil a um só ter provisões para dois, a igualdade desapareceu, a propriedade se introduziu, o trabalho tornou-se necessário e as vastas florestas se transformaram em campos risonhos que foi preciso regar com o suor dos homens, e nos quais, em breve, se viram germinar a escravidão e a miséria, a crescer com as colheitas.” []
Emile
- “Toda a educação da mulher deve ser relacionada ao homem. Agradá-los, ser-lhes útil, fazer-se amada e honrada por eles, educá-los quando jovens, cuidá-los quando adultos, aconselhá-los, consolá-los, torna-lhes a vida útil e agradável – São esses os deveres das mulheres em todos os tempos e o que lhes deve ser ensinado desde a infância.”
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- – Ainsi, toute l’éducation des femmes doit être relative aux hommes. Leur plaire, leur être utile, se faire aimer et honorer d’eux, les élever jeunes, les soigner grands, les conseiller, les consoler, leur rendre la vie agréable et douce : voilà les devoirs des femmes en tout temps, et ce qu’on doit leur apprendre dès l’enfance.
- – Émile – Página 370, Jean-Jacques Rousseau – A. Belin, 1817
- – Ainsi, toute l’éducation des femmes doit être relative aux hommes. Leur plaire, leur être utile, se faire aimer et honorer d’eux, les élever jeunes, les soigner grands, les conseiller, les consoler, leur rendre la vie agréable et douce : voilà les devoirs des femmes en tout temps, et ce qu’on doit leur apprendre dès l’enfance.
- ” Os animais que você come não são aqueles que devoram outros, você não come as bestas carnívoras, você as toma como padrão. Você só sente fome pelas criaturas doces e gentis que não ferem ninguém, que o seguem, o servem, e que são devoradas por você como recompensa de seus serviços.”
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- – Les animaux que vous mangez ne sont pas ceux qui mangent le autres: vous ne les mangez pas ces animaux carnassiers, vous les imitez: vous n’avez faim que des bêtes innocentes et douces qui ne font de mal à personne, qui s’attachent à vous, qui vous servent, et que vous dèvorez pour prix de leurs services.
- – Émile – Página 138, Jean-Jacques Rousseau – A. Belin, 1817
- – Les animaux que vous mangez ne sont pas ceux qui mangent le autres: vous ne les mangez pas ces animaux carnassiers, vous les imitez: vous n’avez faim que des bêtes innocentes et douces qui ne font de mal à personne, qui s’attachent à vous, qui vous servent, et que vous dèvorez pour prix de leurs services.

“De todos os animais, o homem é aquele a quem mais custa viver em rebanho.”
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- – L’homme est de tous le animaux celui qui peut le moins vivre eu troupeaux.
- – Émile – Página 32, Jean-Jacques Rousseau – A. Belin, 1817
- – L’homme est de tous le animaux celui qui peut le moins vivre eu troupeaux.
- “Quem enrubesce já é culpado; a verdadeira inocência não tem vergonha de nada.”
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- – Quiconque rougit est déja coupable ; la vraie innocence n’a honte de rien.
- – “Émile” in: Œuvres complettes de J. J. Rousseau, citoyen de Genève: Émile – Volume 8, Página 147, Jean-Jacques Rousseau – Chez Bélin, Caille, Grégoire, Volland, 1793
- – Quiconque rougit est déja coupable ; la vraie innocence n’a honte de rien.
- “Com 16 anos, o adolescente conhece o sofrimento porque já sofreu, porém mal sabe que outros seres sofrem também.”
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- – À seize ans l’adolescent sait ce que c’est de souffrir ; car il a souffert lui-même ; mais à peine sait-il que d’autres êtres souffrent aussi
- – Émile, ou, De l’éducation – Volume 2, Página 178, Jean-Jacques Rousseau – 1791
- – À seize ans l’adolescent sait ce que c’est de souffrir ; car il a souffert lui-même ; mais à peine sait-il que d’autres êtres souffrent aussi
“O homem verdadeiramente livre apenas quer o que pode e faz o que lhe agrada.”
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- – L’homme vraiment libre ne veut que ce qu’il peut , et fait ce qu’il lui plaît.
- – Émile, ou, De l’éducation – Volume 1, Página 162, Jean-Jacques Rousseau – 1791
- – L’homme vraiment libre ne veut que ce qu’il peut , et fait ce qu’il lui plaît.
- “Para conhecer os homens é preciso vê-los atuar.”
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- – Pour connaître les hommes, il faut les voir agir.
- – Émile, ou De l’éducation – Volume 2, Página 143, Jean-Jacques Rousseau – chez Madame veuve Perronneau, 1819
- – Pour connaître les hommes, il faut les voir agir.
- “Há no fundo das almas um princípio inato de justiça e de virtude, com o qual nós julgávamos as nossas ações e as dos outros como boas ou más; e é a este princípio que dou o nome de consciência.”
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- – Il est donc au fond des âmes un principe inné de justice et de vertu, sur lequel, malgré nos propres maximes, nous jugeons nos actions et celles d’autrui comme bonnes ou mauvaises, et c’est à ce principe que je donne le nom de conscience.
- – Émile: ou de l’education – Volume 2, Página 350, Jean-Jacques Rousseau – Bélin, 1792
- – Il est donc au fond des âmes un principe inné de justice et de vertu, sur lequel, malgré nos propres maximes, nous jugeons nos actions et celles d’autrui comme bonnes ou mauvaises, et c’est à ce principe que je donne le nom de conscience.
“Todo o mal vem da fraqueza”.
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- – Toute méchanceté vient de faiblesse
- – Émile, ou De l’éducation – Página 116, Jean-Jacques Rousseau – chez Madame veuve Perronneau, 1819
- – Toute méchanceté vient de faiblesse
- “O mundo da realidade tem seus limites. O mundo da imaginação não tem fronteiras.”
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- – Le monde réel a ses bornes, le monde imaginaire est infini
- – Emile – Volume 1, Página 152, Jean-Jacques Rousseau – Poinçot, 1791
- – Le monde réel a ses bornes, le monde imaginaire est infini
- “Sou escravo pelos meus vícios e livre pelos meus remorsos”.
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- – Je suis esclave par mes vices et libre par mes remords.
- – Émile; ou, De l’éducation – Volume 3, Página 45, Jean-Jacques Rousseau – Chez Crapart, Caille et Ravieu, 1802
- – Je suis esclave par mes vices et libre par mes remords.
“Rico ou pobre, todo preguiçoso é um cretino.”
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- – Riche ou pauvre, puissant ou faible, tout citoyen oisif est un fripon
- – Émile: ou de l’education – Volume 2, Página 91, Jean-Jacques Rousseau – Bélin, 1792
- – Riche ou pauvre, puissant ou faible, tout citoyen oisif est un fripon
- “O homem que mais tem vivido não é aquele que conta mais anos, mas, sim, aquele que mais tem sentido a vida.”
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- – L’homme qui a le plus vécu n’est pas celui qui a compté le plus d’années, mais celui qui a le plus senti la vie.
- – Émile, Ou De L’Éducation – Volume 1,Edição 1 – Página 9, Jean-Jacques Rousseau – 1762, 224 páginas
- – L’homme qui a le plus vécu n’est pas celui qui a compté le plus d’années, mais celui qui a le plus senti la vie.
Les confessions
- “A espada gasta a bainha, costuma dizer-se. Eis o que aconteceu comigo. As minhas paixões fizeram-me viver, e as minhas paixões mataram-me”.
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- – L’épée use le foilrreau, dit-on quelquefois. Voilà mon histoire. Mes passions m’ont fait vivre, et mes passions m’ont tué.
- – Les confessions – Página 228, Jean-Jacques Rousseau – 1782
- – L’épée use le foilrreau, dit-on quelquefois. Voilà mon histoire. Mes passions m’ont fait vivre, et mes passions m’ont tué.
“Bastará nunca sermos injustos para estarmos sempre inocentes?”
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- – Suffit-il de n’ être jamais injuste pour être toujours innocent?
- – Les confessions – Página 231, Jean-Jacques Rousseau – 1782
- – Suffit-il de n’ être jamais injuste pour être toujours innocent?
- “É muito difícil pensar nobremente quando se pensa apenas em viver.”
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- – Il est trop difficile de penser noblement quand on ne pense que pour vivre.
- – Les confessions – Página 418, Jean-Jacques Rousseau – 1782
- – Il est trop difficile de penser noblement quand on ne pense que pour vivre.

La nouvelle Héloïse
- “A arte de interrogar é bem mais a arte dos mestres do que a dos discípulos; é preciso ter já aprendido muitas coisas para saber perguntar aquilo que se não sabe.”
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- – L’art d’interroger n’est pas si facile qu’on pense. C’est bien plus l’art des maîtres que des disciples ; il faut avoir déjà beaucoup appris de choses pour savoir demander ce qu’on ne sait pas.
- – La nouvelle Héloïse – Volume 4, Página 44, Jean-Jacques Rousseau – 1788
- – L’art d’interroger n’est pas si facile qu’on pense. C’est bien plus l’art des maîtres que des disciples ; il faut avoir déjà beaucoup appris de choses pour savoir demander ce qu’on ne sait pas.
- “A unidade de todas as coisas vivas existe neste mundo onde todo o mundo e todas as coisas buscam silenciosamente a Deus. Somente os ateus vêem um silêncio eterno.”
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- – Hélas ! dit-elle avec attendrissement, le spectacle de la nature, si vivant, si animé pour nous, est mort aux yeux de l’infortuné Wolmar, et, dans cette grande harmonie des êtres où tout parle de Dieu d’une voix si douce, il n’aperçoit qu’un silence éternel
- – literalmente, em vez da expressão ateus, diz Wolmar, personagem a quem se refere
- – Lettre V à milord Edouard in: Julie ou la Nouvelle Héloïse, Cinquième partie (1761)
“As consolações indiscretas agravam as aflições violentas.”
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- – Les consolations indiscretes ne font qu’aigrir les violentes afflictions.
- – La nouvelle Héloïse – Volume 2, Página 127, Jean-Jacques Rousseau – Poinçot, 1788
- – Les consolations indiscretes ne font qu’aigrir les violentes afflictions.
- “Sempre acreditei que o bem era apenas o belo posto em ação, que um dependia intimamente do outro, e que ambos tinham origem na natureza bem ordenada.”
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- – J’ai toujours cru que le bon n’était que le beau mis en action , que l’un tenait intimement à l’autre , et qu’ils avaient tous deux une source commune dans la nature bien ordonnée.
- – Oeuvres de J.J. Rousseau …: La nouvelle Héloîse – Página 23, Jean-Jacques Rousseau – A. Belin, 1817
- – J’ai toujours cru que le bon n’était que le beau mis en action , que l’un tenait intimement à l’autre , et qu’ils avaient tous deux une source commune dans la nature bien ordonnée.
“A paciência é amarga, mas seu fruto é doce.”
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- – La patience est amere, mais son fruit est doux
- – La nouvelle Héloïse – Tome Premier, Página 460, de Jean-Jacques Rousseau – 1788
- – La patience est amere, mais son fruit est doux
- “Saia da tua infância amigo, acorda!”
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- – Sors de l’enfance, ami, réveille-toi!
- – La nouvelle Héloïse Página 481, de Jean-Jacques Rousseau – 1761
- – Sors de l’enfance, ami, réveille-toi!
- “Vosso filho nada deve obter porque pede, mas porque precisa, nem fazer nada por obediência, mas por necessidade”
- – Fonte: Revista Nova Escola, 174, ago04
Lettres
- “A espécie de felicidade de que preciso não é tanto a de fazer o que eu quero, mas a de não fazer o que eu não quero”.
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- – En un mot, l’espèce de bonheur qu’il me faut n’est pas tant de faire ce que je veux, que de ne pas faire ce que je ne veux pas.
- – Lettres – Volume 1, Página 238, Jean-Jacques Rousseau – Poinçot, 1793
- – En un mot, l’espèce de bonheur qu’il me faut n’est pas tant de faire ce que je veux, que de ne pas faire ce que je ne veux pas.
- “A fingida caridade do rico não passa, da sua parte, de mais um luxo; ele alimenta os pobres como cães e cavalos.”
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- – La feinte charité du riche n’est en lui qu’un luxe de plus; il nourrit les pauvres comme des chiens et des chevaux.
- – Lettres – Volume 3, Página 217, Jean-Jacques Rousseau – Poinçot, 1793
- – La feinte charité du riche n’est en lui qu’un luxe de plus; il nourrit les pauvres comme des chiens et des chevaux.
Outras obras
- “A alma resiste muito mais facilmente às mais vivas dores do que à tristeza prolongada
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- – L’âme résiste bien plus aisément aux vives douleurs qu’à la tristesse prolongée.
- – Les pensées de J.J. Rousseau, citoyen de Genéve – Página 314, Jean-Jacques Rousseau – 1763, 330 páginas
- – L’âme résiste bien plus aisément aux vives douleurs qu’à la tristesse prolongée.
- “A verdadeira felicidade não pode ser descrita, é sentida”
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- – Le vrai bonheur ne se décrit pas, il se sent
- – Collection complète des oeuvres (avec deux suppléments) – Volume 10, Página 314, Jean-Jacques Rousseau, Paul Moultou, Pierre-Alexandre Du Peyrou – Soc. typographique puis Barde, 1782
- – Le vrai bonheur ne se décrit pas, il se sent
“O homem de bem é um atleta a quem dá prazer lutar nu.”
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- – L’homme de bien est un athlète qui se plaît à combattre nu
- – Discours sur les sciences et les arts (1750)
- – L’homme de bien est un athlète qui se plaît à combattre nu
- “A compaixão é um sentimento natural que, ao moderar a violência do amor pelo próprio ego em cada indivíduo, contribui para a preservação de toda a espécie. É ela que nos impede a consolar imediatamente aqueles que estão sofrendo sem que tenhamos pensado sobre isso antes.”
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- – Il est donc certain que la pitié est un sentiment naturel, qui, modérant dans chaque individu l’activité de l’amour de soi-même, concourt à la conservation mutuelle de toute l’espèce. C’est elle qui nous porte sans réflexion au secours de ceux que nous voyons souffrir
- – Œuvres completes de J.J. Rousseau: Politique – Volume 7, Página 101, Jean-Jacques Rousseau, Achille-Guillaume Le … – Poinçot, 1790
- – Il est donc certain que la pitié est un sentiment naturel, qui, modérant dans chaque individu l’activité de l’amour de soi-même, concourt à la conservation mutuelle de toute l’espèce. C’est elle qui nous porte sans réflexion au secours de ceux que nous voyons souffrir
Atribuídas
- “Felicidade: uma polpuda conta bancária, um bom cozinheiro e uma boa digestão.”
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- – Le bonheur, c’est un bon compte en banque, une bonne cuisine et une bonne digestion
- – citado em “Jeune Afrique” , Edições 2477-2485, página 120, Groupe Jeune Afrique – 2008
- – Le bonheur, c’est un bon compte en banque, une bonne cuisine et une bonne digestion
- “O maior passo para o bem é não fazer o mal.”
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- – Le premier pas vers le bien est de ne pas faire le mal.
- – citado em “Dictionnaire de maximes; ou, Choix de maximes, pensées, sentences, réflexions et définitions, extraites des moralistes et des écrivains tant anciens que modernes” – Página 52, Joseph François Gabriel Hennequin – A.J. Kilian, 1828 – 520 páginas
- – Le premier pas vers le bien est de ne pas faire le mal.
- “O Homem é bom por natureza”.
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- – L’homme est bon par nature
- – citado em “Défense de l’ordre social contre le carbonarisme moderne: avec un jugement sur M. de La Mennais considéré comme écrivain, et une dissertation sur le romantisme, Volumes 1-2” – Página 18, Pierre Denis Boyer – Le Clere, 1835 – 346 páginas
- – L’homme est bon par nature
fontes WIKIPÉDIA biografia WIKIQUOTE citações

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CPP vai ao STF em Brasília apelar pelo fim dos descontos previdenciários

Diretoria da entidade esteve com o ministro Gilmar Mendes nesta quarta-feira.
Nesta quarta-feira (11), membros da diretoria e do corpo Jurídico do Centro do Professorado Paulista estiveram em uma audiência com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, em Brasília (DF), para que a Corte interceda pelo fim dos descontos previdenciários de servidores aposentados e pensionistas.
Após a Reforma da Previdência e a edição do Decreto 65.021/2020, pelo então governador João Doria, descontos adicionais incidem nas folhas de pagamento de servidores desde outubro de 2020, com alíquotas progressivas sobre faixa salarial que podem chegar a 16% no estado de São Paulo.
“Esta é uma cobrança fiscal abusiva, é um confisco, viola direitos individuais constitucionais e consome parcela considerável da remuneração da classe, que já não possui valorização necessária em nosso país. E tudo isso foi feito sem qualquer estudo ou comprovação de carência de receitas. Em defesa dos professores, conversamos com o ministro Gilmar Mendes e solicitamos uma interferência do STF ”, disse a presidente em exercício do CPP, Loretana Paolieri Pancera.
A afirmação foi referendada pelos segundo e terceiro vice-presidentes, Silvio dos Santos Martins e Azuaite Martins de França, respectivamente.
A entidade solicitou voto a favor do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN 7026/SC), que cancela o confisco de 14% dos aposentados e pensionistas de Santa Catarina, promovido pelo governador Carlos Moisés, cujos proventos estão acima de um salário mínimo. Se acatada, a medida tende a beneficiar servidores paulistas, uma vez que a situação previdenciária nos dois estados é semelhante.
Participaram da audiência a presidente em exercício, Loretana Paolieri Pancera; Silvio dos Santos Martins, segundo vice-presidente; Azuaite Martins de França, terceiro vice-presidente; Márcio Calheiros Nascimento, diretor do Departamento Jurídico; Alessandro Soares, diretor administrativo da Sede Central; Eduardo Cattai, advogado do interior.
Entenda o caso que envolve os estados de SP e SC
Em 29 de abril, houve pedido de vistas à ADIN 7026/SC, o que provocou a suspensão do início da votação no STF. A solicitação foi formulada pelo ministro Luís Roberto Barroso e acatada pela ministra relatora Cármen Lúcia, que, no mesmo dia, já havia apresentado voto desfavorável aos servidores e pela constitucionalidade do confisco.
O Departamento Jurídico do CPP protocolou documento AMICUS CURIAE, nos termos do que estabelece o artigo 138, do Código de Processo Civil, e artigo 7º, §2º, da Lei nº 9.868/99, considerando a relevância da matéria e a repercussão geral da controvérsia objeto da demanda, em 5 de maio, conforme recibo de petição eletrônica nº 33289/2022.
Evidente que a decisão proferida pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal repercutirá diretamente sobre a situação que ocorre no estado de São Paulo. O CPP, por exemplo, entrou com inúmeras ações judiciais, individuais e coletivas, que certamente chegarão à Suprema Corte.
Para o CPP, em face de inúmeras inconstitucionalidades de ordem material na ampliação da base de cálculo para fins de desconto da Contribuição Previdenciária, verba de natureza tributária sobre os proventos de aposentadorias e pensões dos servidores públicos, é necessário o ingresso no feito desta representativa entidade de classe, tendo em vista a ampla capacidade de contribuir para a formação da convicção deste juízo.
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Diretoria do CPP de Araraquara viabiliza parceria com a prefeitura

Membros do CPP Araraquara, por meio do diretor regional, Benedito Cardoso da Silva, e gerente administrativa, Clara Janaina Mancini Cardoso da Silva, visitaram a Prefeitura Municipal de Araraquara com o objetivo de concluir a parceria entre o órgão e a entidade.
FONTE: CPP CENTRAL
O encontro foi realizado no gabinete da vereadora Thainara Faria (PT), em 27 de abril.
Foram apresentadas demandas do clube do CPP instalado na cidade e sobre uma possível parceria CPP/Prefeitura, com o intuito de que professores e profissionais da Educação possam ter mais uma opção de lazer com ampla área verde, piscinas, campo de futebol, quiosques e também amparo administrativo em questões relacionadas à vida funcional.
A ideia é oferecer serviços focados na legislação municipal, assim como opções de colônias de férias e demais serviços oferecidos pela entidade.
O professor Benedito Cardoso da Silva está bastante esperançoso com a possibilidade de poder tornar realidade o pacto a favor dos professores da rede pública municipal de ensino, em breve.
Informações: (16) 3318-1298 | 3336-2724. E-mail: araraquara@cpp.org.br.

Araraquara – Vista panorâmica da cidade -
Sentidos da Vida Humana

“Se o conhecimento traz problemas, não é a ignorância que os resolve.”
– If knowledge can create problems, it is not through ignorance that we can solve them. – Asimov’s guide to science – página 15, Isaac Asimov – Basic Books, 1972 – 945 páginas
FONTE DAS CITAÇÕES: WIKIQUOTE
Isaac Asimov
(em russo: Исаак Юдович Озимов; romaniz.: Isaak Yudavich Azimov)
(Petrovichi, Rússia Soviética, atual Rússia, 2 de janeiro de 1920 — Brooklyn, 6 de abril de 1992)
escritor e bioquímico norte-americano, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica
Asimov é considerado um dos mestres da ficção científica e, junto com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado um dos “três grandes” dessa área da literatura.
A obra mais famosa de Asimov é a Série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com a Série Robôs. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção.
“Apenas uma guerra é permitida à espécie humana: a guerra contra a extinção”.
– There is only one war that the human species can now afford to fight and that is the war against extinction. – Life and time – página 245, Isaac Asimov – Doubleday, 1978, ISBN 0385146450, 9780385146456 – 273 páginas
No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes, aproximadamente 90 000 cartas ou postais, e tem obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey, exceto em filosofia.[1]
A maioria de seus livros mais populares sobre ciência, explicam conceitos científicos de uma forma histórica, voltando no tempo o mais longe possível, quando a ciência em questão estava nos primeiros estágios.
Ele providencia, muitas vezes, datas de nascimento e falecimento dos cientistas que menciona, também etimologias e guias de pronunciação para termos técnicos.
“Na vida, ao contrário do xadrez, o jogo continua depois do xeque-mate.”
– In life, unlike chess, the game continues after checkmate. – Fantastic voyage II: destination brain: Volume 2 – página 275, Isaac Asimov – Grafton, 1988, ISBN 0586200258, 9780586200254 – 480 páginas
Alguns exemplos incluem, “Guide to Science”, os três volumes de “Understanding Physics” e a “Chronology of Science and Discovery”, e trabalhos sobre Astronomia, Matemática, a Bíblia, escritos de William Shakespeare e Química.
Em 1981, um asteroide recebeu seu nome em sua homenagem, o 5020 Asimov. O robô humanóide “ASIMO” da Honda, também pode ser considerada uma homenagem indireta a Asimov, pois o nome do robô significa, em inglês, Advanced Step in Innovative Mobility, além de também significar, em japonês, “também com pernas” (ashi mo), em um trocadilho linguístico em relação à propriedade inovadora de movimentação deste robô.
“Nunca deixe o seu sentido moral impedi-lo de fazer o que está certo.”
– Never let your sense of morals prevent you from doing what is right. – The foundation trilogy: three classics of science fiction – página 135, Doubleday science fiction, The Foundation Trilogy: Three Classics of Science Fiction, Isaac Asimov, Foundation series, Isaac Asimov, Editora Doubleday, 1951, 695 páginas
FONTE DAS CITAÇÕES: WIKIQUOTE
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Neide Pavani da Feira do Livro Espírita

Entrevista com a representante da Feira do Livro Espírita de Bauru, na sede do Centro do Professorado Paulista, gravada no último dia da Feira de Artesanato e Livro, em 7 de maio de 2022.
Neide Pavani fala sobre os clássicos da literatura espírita e seus trabalhos na divulgação da doutrina.



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Homenagem póstuma a Vera Lucia Durand

A apresentação do Coral do CPP cantando ‘O Caderno’, canção de Toquinho e os depoimentos daqueles que acompanharam a trajetória de vida de Vera Lucia Durand da Silva, presidente do CPP Bauru até 2020, data de seu falecimento.
Falaram sobre ela:
- a filha de Vera, Fernanda Durand;
- a atual presidente do CPP Bauru, Neuza Sampaio;
- a regente do Coral do CPP, Patrícia de Carli;
- a representante do Centro Espírita ‘A Serviço do Mestre’, Cleusa;
- o professor da Pastoral da Educação, Carlinhos.
APRESENTAÇÃO DO CORAL FEMININO DO CPP • Regência de Patrícia da Silva Oliveira de Carli
MÚSICAS: Além do Arco Iris / O Caderno
VERA LUCIA DURAND DA SILVA
Filiação: Sr Antônio Durand da Silva e Sra Dolores Garcia
Esposo: Antônio Fontes da Silva
Filha: Fernanda Durand Fontes da Silva- Formação – Matemática – antiga Fundação década de 70
- Aposentou-se como PEB II em 05/05/1998 na Escola Dr Luiz Zuiani em Bauru.
- Sócia do CPP em 21/09/1990, iniciou seus trabalhos junto ao CPP como representante de Escola e passou a integrar a Diretoria local, a partir de 05/03/92
- Vice-diretora Regional em 06/10/1992, sendo eleita também para o Conselho superior do CPP Central.
- Assumiu a Direção do CPP Bauru em abril/1998, até a data de seu falecimento em 13/06/2020.

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Aprender a Ensinar

“O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes.”
“A boa educação é moeda de ouro. Em toda a parte tem valor.”
– Cora Coralina, escritora, poetisa e contista brasileira.
”Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.” Cora Coralina
Pensamento contido na filosofia de Esopo
“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
CORA CORALINA
Biografia
Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, que adotou o pseudônimo de Cora Coralina, era filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de dona Jacyntha Luiza do Couto Brandão. Ela nasceu e foi criada às margens do Rio Vermelho. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa (Goiás).
Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos, publicando-os posteriormente nos jornais da cidade de Goiânia, e nos jornais de outras cidades, como constitui exemplo o semanário “Folha do Sul” da cidade goiana de Bela Vista e nos periódicos de outros rincões, assim como a revista A Informação Goiana do Rio de Janeiro, que começou a ser editada a 15 de julho de 1917. Apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com a Mestra Silvina (Mestre-Escola Silvina Ermelinda Xavier de Brito (1835 – 1920)). Conforme Assis Brasil, na sua antologia “A Poesia Goiana no Século XX” (Rio de Janeiro: IMAGO Editora, 1997, página 66), “a mais recuada indicação que se tem de sua vida literária data de 1907, através do semanário ‘A Rosa’, dirigido por ela própria e mais Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana.” Todavia, constam trabalhos seus nos periódicos goianos antes dessa data. É o caso da crônica “A Tua Volta”, dedicada ‘Ao Luiz do Couto, o querido poeta gentil das mulheres goianas’, estampada no referido semanário “Folha do Sul”, da cidade de Bela Vista, ano 2, n. 64, p. 1, 10 de maio de 1906. No jornal Tribuna Espírita – Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1905.
Ao tempo em que publica essa crônica, ou um pouco antes, Cora Coralina começa a frequentar as tertúlias do “Clube Literário Goiano”, situado em um dos salões do sobrado de dona Virgínia da Luz Vieira. Que lhe inspira o poema evocativo “Velho Sobrado”. Quando começa então a redigir para o jornal literário “A Rosa” (1907). Publicou, nessa fase, em 1910, o conto Tragédia na Roça.
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Feliz Dia das Mães 2022

Desejamos a todas as mães e a todas as professoras um excelente domingo.
O Dia das Mães é uma data móvel, ou seja, o dia a ser comemorado depende do ano, mas no Brasil é sempre no segundo domingo do mês de Maio.
Em vários países é comemorado em outras datas, que vão desde março até dezembro.

SAIBA MAIS
FONTE: CALENDARR
O Dia das Mães é um dia para celebrar e agradecer a todas as mães pela dedicação, amor e carinho que dão aos seus filhos diariamente.
É comum no Dia das Mães os filhos fazerem surpresas às suas mães, dando presentes ou organizando atividades que demonstrem toda a admiração que sentem por ela. Em tempos de pandemia, em vez de promover encontro de famílias, invista em outros tipos de surpresa e zele pela saúde da sua mãe.
Origem e História do Dia das Mães
Dia das Mães na Antiguidade
A comemoração mais antiga do Dias das Mães tem origem na Grécia antiga, onde a entrada da primavera era comemorada por Reia, a Mãe dos deuses. A tradição de homenagem às mães continuou com as festas em honra de Cibele, também chamada Magna Mater (Grande Mãe).
Dia das Mães na Inglaterra – Século XVII
Depois de cristianizado, o Império Romano continuou celebrando o Dia das Mães, mas no 4º domingo da Quaresma, em honra da virgem Maria, e da igreja-Mãe. Mas foi só no século XVII, na Inglaterra, que as pessoas começaram a voltar para suas igrejas-mãe no 4º domingo da Quaresma. Passou a ser conhecido na Inglaterra como “Domingo das Mães”.
O Dia das Mães se tornou um dia importante para os criados, que passaram a ter folga nesse dia para visitarem as suas igrejas-mãe com suas mães e restante família. Os feriados ainda não tinham sido inventados, por isso o Dia das Mães era a única oportunidade que essas pessoas tinham de terem uma folga para estarem com a família.
Dia das Mães nos Estados Unidos – Século XX
No Século XX, uma jovem americana chamada Anna Jarvis perdeu sua mãe e entrou em depressão. Preocupadas com ela, suas amigas resolveram dar uma festa, para perpetuar a memória da mãe de Anna e, ao mesmo tempo, tentar animá-la. Anna quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, independente de estarem vivas ou mortas, e em pouco tempo a comemoração se propagou por todo país.
Em 1914, a data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson, e passou a ser comemorada no dia 9 de maio. Aos poucos, a homenagem foi se espalhando para outros países.
Dia das Mães no Brasil
No Brasil, o primeiro Dia das Mães foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Mas foi só em 1932 que o presidente Getúlio Vargas oficializou o segundo domingo de maio como Dia das Mães no País.
Em 1947, a data do Dia das Mães passou a ser incluída no calendário oficial da Igreja Católica no Brasil.
Quer fazer uma surpresa para a sua mãe? A gente dá a dica: Maneiras de deixar sua mãe super feliz.
Dia das Mães nos próximos anos
Como dito, o Dia das Mães no Brasil é comemorado anualmente no segundo domingo de maio, por este motivo, esta data é móvel, sendo modificada todos os anos. Confira quando cairá o Dia das Mães nos próximos três anos:
- Dia das Mães 2023 – 14 de maio de 2023
- Dia das Mães 2024 – 12 de maio de 2024
- Dia das Mães 2025 – 11 de maio de 2025
Mensagens para o Dia das Mães
Mãe é pilar seguro, colo de amor incondicional, sorriso e palavra que acalmam, que orientam. Para todas as mães, que na Terra representam o maravilhoso milagre da criação; que geram com o seu ventre e amam com o coração; um bom dia na data que por excelência as celebra: o Dia das Mães!
O amor que sinto por você é capaz de mudar o mundo, minha mãe! Não existe nome para o sentimento que me une a você. Amor é pouco para definir o que sinto pela pessoa mais importante de minha vida: você. O orgulho que tenho em você é do tamanho do mar onde todo mundo se refresca. Nunca conheci alguém tão guerreiro e tão batalhador como você. Nem em filme ou seriado. Você é a heroína de minha vida.
Veja também: Mensagens para desejar um feliz Dia das Mães
Frases para o Dia das Mães
Mãe, obrigado por ser o meu exemplo. Obrigado pela sua força, paciência e dedicação. Obrigado por me alimentar, me criar, e me amar. Você é a melhor mãe do mundo!
Mãe não se escolhe. Mas se eu pudesse escolher, escolheria você de qualquer jeito! Te amo!
Oi, mãe. Você sabe que eu não tenho muito jeito com as palavras, por isso eu roubei essa frase da internet mesmo. Tenho o maior orgulho em ser seu filho/a! Te amo!
Nunca vou conseguir te agradecer por tudo que você fez e continua fazendo por mim! Te amo de montão e quero que todo mundo saiba! Feliz Dia das Mães!
Poesia para o Dia das Mães
Para Sempre – Carlos Drummond de Andrade
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
– mistério profundo –
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.Presente a mamãe – Marcos G. Aguiar
Às mães de todo planeta
Ofereço o brilho de um cometa
Para tal beleza comparar
Sem jamais pestanejar
Por Deus abençoada
Por Maria imaculada
De seu ventre surge a vida
Mãe tu és consagrada.Ideias de Presentes para o Dia das Mães
Para mães que adoram cozinhar
- Caixa com cupcakes;
- Aula de sushi;
- Cesta de produtos gourmet;
- Livro de culinária;
- Chocolate;
- Brunch.
Para mães que adoram moda
- Perfumes;
- Joias;
- Bolsas;
- Maquiagens;
- Álbum de fotografias;
- Sapatos;
- Sessão fotográfica com os/as filhos(as).
Para mães que adoram passear
- Passeio de barco;
- Massagem num SPA;
- Bilhetes para o teatro, cinema ou show musical.
Para mães que adoram tecnologia
- iPhone;
- iPad;
- iPod;
- Kindle;
- Google Glass.
Para as mães se emocionarem
- Uma moldura com uma foto antiga sua e dela, que ela já não vê faz tempo;
- Uma lista com as coisas que ela fala toda hora;
- Um desenho feito por você;
- Uma pequena viagem a um lugar que relembre a infância dela.
Ideias de Atividades para o Dia das Mães
- Faça o almoço para ela;
- Leve ao cinema para ver o filme que ela quiser;
- Leve para dançar;
- Vá com ela na loja ou restaurante que ela adora.
Não importa o tipo de atividade que você esteja planejando, o principal é vocês aproveitarem esta data juntos!
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Reconstrução da Alma

“Quanto mais me despedaço, mais fico inteira e serena.”
– Obra poética, de Cecília Meireles, Darcy Damasceno – Publicado por J. Aguilar, 1958 – 1093 páginas
Cecília Meireles (Rio de Janeiro, 7 de novembro de 1901 — Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1964), foi uma jornalista, pintora, escritora e professora brasileira.
“Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda…”
– Antologia poética – página 125, Cecília Meireles – Editôra do Autor, 1963 – 255 páginas
– Poesias completas – v.6, Página 36, de Cecília Meireles – Publicado por Civilização Brasileira, 1973
Carreira literária
1919-1925: Espectros, Nunca Mais… e Baladas para El-Rei
Com dezoito anos de idade, em 1919, Cecília lança seu primeiro livro de poemas, Espectros, lançado pela Editora Leite Ribeiro (hoje Freitas Bastos)[3], com dezessete sonetos, escritos do tempo em que cursava a Escola Normal, e com prefácio assinado por Alfredo Gomes, que tinha sido seu professor de Língua portuguesa e, à época, prestigioso gramático, que saldava “o coração já superiormente formado, a inteligência clara e lúcida, a intuição notável com que sabia expor pensamentos próprios e singulares até em assuntos pedagógicos” de sua aluna[13].
A terra tão rica e – ó almas inertes! – o povo tão pobre … Ninguém que proteste! (…)
(in: Romanceiro da InconfidênciaDo animoso Alferes, Romance XXVII)
O livro continha poemas sobre temas históricos, lendários, mitológicos e religiosos, tendo personagens como Cleópatra, Maria Antonieta, Judite, Sansão e Dalila, retratados em sonetos, sob influência simbologista, na musicalidade e melancolia[14], indo na contramão do que estava sendo publicado na época[15]. Com diminuta tiragem, acredita-se que o livro tenha sido lançado às custas da autora[16].
- “Noções (…) Entre mim e mim há vastidões bastantes para a navegação dos meus desejos afligidos (…)
-
- – Viagem – Página 99, Cecília Meireles – Editorial Imperio, 1939 – 199 páginas
- “Noções (…)Ó meu Deus, isto é a minha alma:
- qualquer coisa que flutua sobre este corpo efêmero e precário,
- como o vento largo do oceano sobre a areia passiva e inúmera…
- – Obra poética – Página 65, Cecília Meireles – J. Aguilar, 1958 – 1093 páginas
- “Primavera
A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. (…)
-
- – Cecília Meireles: obra em prosa, Volume 1 – Página 366, Editora Nova Fronteira, 1998
- “Serenata
- Permita que eu feche os meus olhos,
- pois é muito longe e tão tarde!
- Pensei que era apenas demora,
- e cantando pus-me a esperar-te. (…)
- – Poesia completa – Página 145, Cecília Meireles, Darcy Damasceno – Editora Nova Aguilar, 1994, ISBN 8521000014, 9788521000013 – 1469 páginas
- “Sobre o tempo vem mais tempo.
- Mandam sempre os que são grandes:
- e é grandeza de ministros
- roubar hoje como dantes”,
- – in: Romanceiro da Inconfidência, Cecília Meireles
- “Romantismo
- Quem tivesse um amor, nesta noite de lua,
- para pensar um belo pensamento
- e pousá-lo no vento!…
- Quem tivesse um amor – longe, certo e impossível –
- para se ver chorando, e gostar de chorar,
- e adormecer de lágrimas e luar!
- Quem tivesse um amor, e, entre o mar e as estrelas,
- partisse por nuvens, dormente e acordado,
- levitando apenas, pelo amor levado…
- Quem tivesse um amor, sem dúvida nem mácula,
- sem antes nem depois: verdade e alegoria…
- Ah! Quem tivesse… (Mas quem tem? Quem teria?)
- – Mar absoluto: e outros poemas – Página 37, Cecília Meireles – Livraria do globo, 1945 – 240 páginas
Espectros ganhou uma crítica positiva de João Ribeiro, publicado no jornal O Imparcial, em que ele prevê um belo futuro para Cecília[16]. Para Darcy Damasceno, crítico do Jornal do Comércio, o livro impedia a real face criativa e espiritual de Meireles devido ao rigor das métricas e acentuação, em textos parnasianos[17].
Durante tempos, o livro tinha sido desaparecidos, e chegaram a achar que ele, de fato, nunca tivesse existido. Nem mesmo a família da autora não tinha notícias ou qualquer exemplar da obra[5]. Dele, o que conhecia era apenas fragmentos[2][14]. Porém, em 2001, o livro foi reeditado e incorporado à Poesia Completa, coletânea lançada pela Nova Fronteira[3].
A partir daí, Cecília começa a se aproximar de escritores como Tasso da Silveira, Andrade Muricy e, entre fevereiro e março de 1922, escreve novos poemas para compor um novo livro[5].
Nessa época, acontece a Semana de Arte Moderna, em São Paulo, liderado por Oswald de Andrade, com a qual Cecília tem pouco contato. No ano seguinte, publica Nunca Mais… E Poema dos Poemas, pela editora Leite Ribeiro, contendo vinte e um poemas e seis sonetos[10] de caráter simbolista e com ilustrações de seu marido, Correia Dias.
Posteriormente, Cecília pediu que esse livro fosse removido de sua bibliografia[5][8].
Publica em 1924 Criança, Meu Amor, seu primeiro livro infantil, com crônicas em prosa poética[11] para o ensino fundamental[10], onde a escritora traz realidades que as crianças gostam, como “o imaginário, o bom conselho, o humor, a fantasia”[18].
Os poemas escritos entre fevereiro e março de 1922, foram publicados em Baladas para El-Rei lançado em 1925, pela Editora Brasileira Lux e também com ilustrações de Correia Dias[3], seguindo a mesma linha dos últimos dois álbuns já publicados, o que acaba fazendo com que estudioso caracterizem essa parte da vida de Cecília como um “simbolismo-tardio”, encabeçado por Tasso da Silveira[19].
1939-1950: A Viagem e outras publicações
Obras
Estas são algumas das obras publicadas por Cecília Meireles:[21]
- Espectros, 1919
- Criança, meu amor, 1923
- Nunca mais, 1923
- Poema dos Poemas, 1923
- Baladas para El-Rei, 1925
- O Espírito Vitorioso, 1929
- Saudação à menina de Portugal, 1930
- Batuque, samba e Macumba, 1933
- A Festa das Letras, 1937
- Viagem, 1939
- Olhinhos de Gato,1940
- Vaga Música, 1942
- Poetas Novos de Portugal, 1944
- Mar Absoluto, 1945
- Rute e Alberto, 1945
- Rui — Pequena História de uma Grande Vida, 1948
- Retrato Natural, 1949
- Problemas de Literatura Infantil, 1950
- Amor em Leonoreta, 1952
- Doze Noturnos de Holanda e o Aeronauta, 1952
- Romanceiro da Inconfidência, 1953
- Poemas Escritos na Índia, 1953
- Batuque, 1953
- Pequeno Oratório de Santa Clara, 1955
- Pistoia, Cemitério Militar Brasileiro, 1955
- Panorama Folclórico de Açores, 1955
- Canções, 1956
- Giroflê, Giroflá, 1956
- Romance de Santa Cecília, 1957
- A Bíblia na Literatura Brasileira, 1957
- A Rosa, 1957
- Obra Poética,1958
- Metal Rosicler, 1960
- Poemas de Israel, 1963
- Antologia Poética, 1963
- Solombra, 1963
- Ou Isto ou Aquilo, 1964
- Escolha o Seu Sonho, 1964
- Crônica Trovada da Cidade de San Sebastian do Rio de Janeiro, 1965
- O Menino Atrasado, 1966
- Poésie (versão francesa), 1967
- Antologia Poética, 1968
- Poemas Italianos, 1968
- Poesias (Ou isto ou aquilo& inéditos), 1969
- Flor de Poemas, 1972
- Poesias Completas, 1973
- Elegias, 1974
- Flores e Canções, 1979
- Poesia Completa, 1994
- Obra em Prosa – 6 Volumes – Rio de Janeiro, 1998
- Canção da Tarde no Campo, 2001
- Poesia Completa, edição do centenário, 2001, 2 vols. (Org.: Antonio Carlos Secchin. Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
- Crônicas de educação, 2001, 5 vols. (Org.: Leodegário A. de Azevedo Filho. Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
- Episódio Humano, 2007
Uma obra bastante particular e pouco conhecida de Cecília Meireles é o infanto-juvenil Olhinhos de Gato.
Baseado na vida de Cecília, conta sua infância depois que perdeu sua mãe Matilde Benevides Meireles e como foi criada por sua avó D. Jacinta Garcia Benevides (Boquinha de Doce, no livro)
Cecília é considerada uma das maiores poetisas do Brasil, Raimundo Fagner gravou várias músicas tendo seus poemas como base. A exemplo de “Canteiros”, “Motivo”, e tantos outros.
Outros textos
- 1947 – Estreia “Auto do Menino Atrasado”, direção de Olga Obry e Martim Gonçalves. música de Luís Cosme; marionetes, fantoches e sombras feitos pelos alunos do curso de teatro de bonecos.
- 1956/1964 – Gravação de poemas por Margarida Lopes de Almeida, Jograis de São Paulo e pela autora (Rio de Janeiro – Brasil)
- 1965 – Gravação de poemas pelo professor Cassiano Nunes (New York – USA).
- 1972 – Lançamento do filme “Os inconfidentes”, direção de Joaquim Pedro de Andrade, argumento baseado em trechos de “O Romanceiro da Inconfidência”.
Fonte das Citações: Wikiquote
Fontes Biográficas: Wikiwand
Cecília Meireles
Nascimento 7 de novembro de 1901
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
BrasilMorte 9 de novembro de 1964 (63 anos)
Rio de Janeiro, Rio de JaneiroCidadania Brasileira Cônjuge Fernando Correia Dias (1922-1935)
Heitor Grillo (1940-1972)Filho(s) Maria Elvira Meireles
Maria Matilde Meireles
Maria FernandaAlma mater Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro Ocupação - Jornalista
- Professora
- Pintora
Género literário - Poesia
- Prosa
- Conto
- Crônica
Movimento literário - Parnasianismo
- Modernismo
- Simbolismo
Magnum opus Romanceiro da Inconfidência (1953) Religião Cristã Assinatura 
Biografia
Cecília Benevides de Carvalho Meireles, nasceu no dia 7 de novembro de 1901, no bairro Rio Comprido, na cidade do Rio de Janeiro, filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil[1], e de Mathilde Benevides Meireles, professora da rede pública de ensino primário – hoje, no Brasil, denominada ensino fundamental.
Antes de Cecília nascer, sua mãe havia perdido seus outros filhos: Carlos, Vítor, Carmem [2], e Carlos – esse último morreu três meses antes do nascimento de Cecília.
Aos três anos de idade, sua mãe também morreu, e a menina se mudou para as imediações das ruas Zamenhoff, Estrela e São Carlos, passando a morar com sua avó materna, Jacinta Garcia Benevides, uma portuguesa nascida na Ilha de São Miguel, Açores[1], na época viúva e única sobrevivente da família[3][4][5]. Ela criou a menina com ajuda de Pedrina, a babá da menina, que sempre lhe contava histórias à noite [5][6].
Cecília cursou o Ensino Fundamental I na Escola Municipal Estácio de Sá [4], onde, ao concluir o curso em 1910, recebeu das mãos de Olavo Bilac, inspetor da Escola, uma Medalha de Ouro Olavo Bilac, pelo esforço e excelente desempenho “com distinção e louvor”[5][7]. Nessa época, a garota já demonstrava paixão por livros, chegando a escrever seus primeiros versos, além do interesse pela música que a levou estudar canto, violão e violino[6], no Conservatório Nacional de Música[1], pois, sonhava em escrever uma ópera sobre o Apóstolo São Paulo[3].
No entanto, posteriormente, acabou se dedicando à literatura, tendo em vista que não conseguiria se dedicar com perfeição às muitas atividades simultaneamente[3].
Ela possuía olhos azuis-esverdeados, era curiosa e sozinha, sobretudo por que sua avó não a deixava sair de casa para brincar, mesmo quando era chamada por outras crianças[6].
Durante uma entrevista, Cecília disse que “em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar e nem me espantei por perder”.
A infância solitária rendeu à futura escritora dois pontos que, para ela, foram positivos: “a solidão e o silêncio”[8].

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Saber e fazer

“Sabedoria é saber o que deveria ser feito em seguida.
Virtude é fazê-lo.”
– David Starr Jordan (19 de janeiro de 1851 – 19 de setembro de 1931)
educador estadunidense
♦ ORIGINAL em INGLÊS: “Wisdom is knowing what should be done next. Virtue is doing it.”
⌂ FONTE: The Care and culture of men: A Series of Addresses on the Higher Education – Página 235, de David Starr Jordan – Publicado por Whitaker & Ray Co., 1896 – 267 páginas • WIKIQUOTE
David Starr Jordan
David Starr Jordan (Gainesville, 19 de janeiro de 1851 — Stanford, Califórnia, 19 de setembro de 1931) foi um educador, escritor e naturalista norte-americano.
Extraordinário cientista, educador e escritor americano nascido em Gainesville, NY, e primeiro presidente da Indiana University, depois Stanford University (1891-1913) e considerado o maior ictiologista, o estudo da zoologia sobre os peixes, de seu tempo.
Recebeu o bacharelado e o master da Universidade Cornell (1872).
Foi professor de ciências na Indianapolis High School (1874-1875.
Recebeu o grau de Doctor of Medicine do Indiana Medical College (1875) e o Ph.D. da Northwestern Christian University (1878), hoje Butler University.
Foi Chairman of the Department of Natural Sciences at Indiana University (1879-1891) e seu presidente (1885-1891).
Transformada em Stanford University, Palo Alto, California, foi seu primeiro presidente (1891-1913) e Chancellor (1913-1916).
Foi o fundador da Hopkins Marine Station (1892), nomeado como primeiro diretor do Committe on Eugenics of the American Breeders Association (1906) e considerado o grande sucessor de Agassiz. Aposentou-se de Stanford (1916) e da vida profissional (1925) e morreu em casa, em Palo Alto.
Especialista em peixes sobre os quais escreveu 645 trabalhos, e outros 1372 sobre assuntos variados, também envolveu-se em movimentos pacifistas.
Escreveu mais de 50 livros, entre eles A Manual of the Vertebrate Animals of Northern United States (1876), Record of Collections of Fishes (1885), The Fishes of North and Middle America (4 vol., 1896-1900), The Human Harvest (1907), War and Waste (1913), A Guide to the Study of Fishes (2 vol., 1905), o autobiográfico Days of a Man (2 vol., 1922),Your Family Tree (1929), com S. L. Kimball, e Trend of the American University (1929).
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