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Eleição da CCM-Iamspe acontecerá no CPP

Evento será nesta quinta (26), no teatro da Sede Central
Nesta quinta-feira (26), ocorrerá a eleição para a Mesa Diretora e para a coordenação da Comissão Consultiva Mista do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (CCM-Iamspe), a partir das 9h, no teatro da Sede Central do Centro do Professorado Paulista.
FONTE: CPP CENTRAL
O processo eleitoral consiste em um voto por entidade devidamente inscrita na CCM e um voto de cada comissão regional.
Criada em janeiro de 1984, a CCM é uma plenária de entidades do funcionalismo do estado de São Paulo, o que inclui o CPP.
Veja abaixo a pauta:
1ª Parte
Leitura, discussão e aprovação da Ata da 337ª Reunião Ordinária de 28 de abril de 2022
Observação: objeções às atas deverão ser encaminhadas à mesa por escrito.
2ª Parte
- Informes gerais da Mesa Diretora e Coordenadoras, das 9h30 às 10h.
- Providências, encaminhamentos e participações. Correspondências enviadas e recebidas.
3ª Parte
Eleição presidência; Mesa Diretora e Coordenadoria da CCM
4ª Parte
Considerações finais, das 11h30 às 12h.
ATENÇÃO
1º – O livro de presença será recolhido às 10h do dia da reunião.
2º – A reunião iniciará impreterivelmente às 9h, com término previsto às 12h30.
3º – Declarações de Comparecimento serão entregues somente a partir das 12h.
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PDL 22 é aprovado em comissão e vai para votação no plenário

Projeto passou na Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento
Depois de muita luta dos membros da diretoria do Centro do Professorado Paulista, juntamente com os professores e profissionais da Educação, nesta terça-feira (24), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 22/20, de autoria do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL), foi aprovado na Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento.
FONTE: CPP CENTRAL
A reunião foi realizada virtualmente.
O texto, que prevê a suspensão do confisco das aposentadorias de todos os servidores do funcionalismo público do estado de São Paulo, vai para votação em Plenário.
Desde que o Decreto nº 65.021/20 foi publicado em Diário Oficial do Estado, pelo então governador João Doria (PSDB), em outubro de 2020, o dispositivo tem descontado de 11% a 16% sobre aposentadorias e pensões dos servidores públicos paulistas.
Com o reconhecimento dos parlamentares da Comissão de Finanças, o PDL 22/20 depende da aprovação em plenário para barrar os descontos exorbitantes.
Para isso acontecer, o texto deve ser colocado na ordem do dia de votação, o que exige apoio do Colégio de Líderes e da presidência da Alesp.
O CPP lutará para que o PLD 22/20 seja pautado e aprovado em plenário, colocando fim no confisco das aposentadorias e pensões que têm provocado um rombo nos proventos do funcionalismo público.
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A Realidade Criada ou Vivida

“Todo cidadão tem o direito de ir e vir. Desde que seja a pé, de outra forma paga pedágio.”
– Clarice Lispector
Clarice Lispector
Clarice Lispector
(Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977)
Nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira — e declarava, quanto a sua brasilidade, ser pernambucana —, autora de romances, contos e ensaios sendo considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX e a maior escritora judia desde Franz Kafka.
Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, sendo considerada uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano.
“O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós.”
– Clarice Lispector
Entrevista concedida por Clarice Lispector em 1977, meses antes do seu falecimento – Parte 1
“Sua sensibilidade incomodava sem ser dolorosa, como uma unha quebradiça.”
- “(…) Me lembro bem da carta que eu lhe escrevi, sobre deixar os outros em paz. Realmente o tom geral devia estar pessimista. O pessimismo passou, mas o bom propósito não: farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz… Também é bom porque em geral se pode ajudar muito mais as pessoas quando não se está cega pelo amor. (…)”
– in: No livro ‘Minhas Queridas’. (um livro que reúne cartas escritas entre 1940 e 1957 para suas irmãs)
Entrevista concedida por Clarice Lispector em 1977, meses antes do seu falecimento – Parte 2
- Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca!
– entrevista concedida em 1977 a Júlio Lerner
“Acho que sábado é a rosa da semana.”
– “Os melhores contos” – conto Atenção ao Sábado, Página 218; de Clarice Lispector, Walnice Nogueira Galvão – Publicado por Global, 1996 ISBN 8526005286, 9788526005280 – 291 páginas
“Amor é não ter. Inclusive amor é a desilusão do que se pensava que era amor. E não é prêmio por isso não envaidece”.
– Clarice Lispector, “A imitação da rosa” – Página 12, Clarice Lispector – Editora Artenova, 1973 – 183 páginas
- “Amor é quando é concedido participar um pouco mais. Poucos querem o amor, porque amor é a grande desilusão de tudo o mais. E poucos suportam perder todas as outras ilusões”.
– Clarice Lispector, “A imitação da rosa” – Página 12, Clarice Lispector – Editora Artenova, 1973 – 183 páginas

Clarice Lispector -Monumento na Praia do Leme, Rio de Janeiro. “Fique de vez em quando sozinho, senão você será submergido. Até o amor excessivo dos outros pode submergir uma pessoa.”
– “De corpo inteiro” – Página 68; de Clarice Lispector – Publicado por Rocco, 1999 – 210 páginas
- “Passei a minha vida tentando corrigir os erros que cometi na minha ânsia de acertar. Ao tentar corrigir um erro, eu cometia outro. Sou uma culpada inocente.”
– citado em “Línguas de fogo: ensaio sobre Clarice Lispector” – Página 42; de Claire Varin, Lúcia Peixoto Cherem – Publicado por Limiar, 2002 ISBN 8588075032, 9788588075030 – 191 páginas
- “Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”
– Correspondências – página 165, Clarice Lispector, Teresa Montero – Rocco, 2002, ISBN 8532514863, 9788532514868 – 331 páginas
“Ela acreditava em anjos e, porque acreditava, eles existiam.”
– A hora da estrela – página 39, Clarice Lispector – Rocco, 1998, ISBN 853250812X, 9788532508126 – 87 páginas
- “Mas há a vida/ que é para ser intensamente vivida,/ há o amor./ Que tem que ser vivido/ até a última gota./ Sem nenhum medo./ Não mata.”
– “Mas há vida” in: “A descoberta do mundo: crónicas” – página 373, Clarice Lispector – Francisco Alves, 1994, ISBN 8526502654, 9788526502659 – 533 páginas
- (…) nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior do que eu mesma, e não me alcanço.
– CL , In: Aprendendo a viver, RJ: Editora Rocco, 2004.– Visão do esplendor: impressões leves – página 135, Clarice Lispector – Francisco Alves, 1975 – 156 páginas
- “O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós.”
– A maçã no escuro – página 245, Clarice Lispector – Paz e Terra, 1978 – 257 páginas
- “(…) Que medo alegre/ o de te esperar (…)
– CL, [Estrela Perigosa]
- “– Mamãe, vi um filhote de furacão, mas tão filhotinho ainda, tão pequeno ainda, que só fazia era rodar bem de leve umas três folhinhas na esquina…”
–CL , In: Para não esquecer, RJ, Editora Rocco, 1978.
A Descoberta do Mundo
- Lutei toda a minha vida contra a tendência ao devaneio, sempre sem jamais deixar que ele me levasse até as últimas águas. Mas o esforço de nadar contra a doce corrente tira parte de minha força vital. E, se lutando contra o devaneio, ganho no domínio da ação, perco interiormente uma coisa muito suave de se ser e que nada substitui. Mas um dia ainda hei de ir, sem me importar para onde o ir me levará.
A hora da estrela
- “A eternidade é o estado das coisas neste momento.”
- “Aliás – descubro eu agora – eu também não faço a menor falta, e até o que escrevo um outro escreveria.”
- “Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas continuarei a escrever.”
- “Escrevo por ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens.”
- “Não tenho medo nem das chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas. Pois eu também sou o escuro da noite.”
– “A hora da estrela” – Página 18; de Clarice Lispector – Publicado por Rocco, 1999 ISBN 853250812X, 9788532508126 – 87 páginas
- “Não se pode dar uma prova de existência do que é mais verdadeiro, o jeito é acreditar. Acreditar chorando.”
- “Quem não é um acaso na vida?”
- “Talvez a pergunta vazia fosse apenas para que um dia alguém não viesse a dizer que ela nem ao menos havia perguntado. Por falta de quem lhe respondesse ela mesma parecia se ter respondido: é assim porque é assim.”

Clarice Lispector – Escritora e Jornalista – Monumento na Praça Maciel Pinheiro, em Recife, PE, em frente à casa onde a escritora morou. A paixão segundo G.H.
- “A harmonia secreta da desarmonia: quero não o que está feito mas o que tortuosamente ainda se faz. Minhas desequilibradas palavras são o luxo de meu silêncio. Escrevo por acrobáticas aéreas piruetas – escrevo por profundamente querer falar. Embora escrever só esteja me dando a grande medida do silêncio.”
- “A saudade é a prova que o passado valeu a pena.”
- “A vida é dura para quem é mole.”
- “A vida é igual em toda a parte e o que é necessário é a gente ser a gente.”
- “Com Deus a gente também pode abrir caminho pela violência. Ele mesmo quando precisa mais especialmente de um de nós, Ele nos escolhe e nos violenta.”
- “Dá-me a tua mão desconhecida que a vida está me doendo e eu não sei como falar- a realidade é delicada demais, só a realidade é delicada, minha irrealidade e minha imaginação são mais pesadas.”
– “A paixão segundo G.H.: romance” – Página 34; de Clarice Lispector – Publicado por Editôra Sabiá, 1964 – 182 páginas
- “Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada… Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…
- “É preciso coragem. Uma coragem danada. Muita coragem é o que eu preciso. Sinto-me tão desamparada, preciso tanto de proteção…porque parece que sou portadora de uma coisa muito pesada. Sei lá porque escrevo! Que fatalidade é esta?”
- “É quase impossível evitar o excesso de amor que um bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.”
- “Eu misturei tudo, eu lia livro, romance para mocinha, livro cor de rosa, misturado com Dostoievski, eu escolhia os livros pelos títulos e não por autores, porque eu não tinha conhecimento…fui ler aos 13 anos Herman Hesse, tomei um choque: O Lobo da Estepe. Aí comecei a escrever um conto que não acabava nunca mais. Terminei rasgando e jogando fora.”
- “Eu só escrevo quando eu quero, eu sou uma amadora e faço questão de continuar a ser amadora. Profissional é aquele que tem uma obrigação consigo mesmo de escrever, ou então em relação ao outro. Agora, eu faço questão de não ser profissional, para manter minha liberdade”.
- “Em uma outra vida que tive, aos 15 anos, entrei numa livraria, que me pareceu o mundo que gostaria de morar. De repente, um dos livros que abri continha frases tão diferentes que fiquei lendo, presa, ali mesmo. Emocionada, eu pensava: mas esse livro sou eu! Só depois vim a saber que a autora era considerada um dos melhores escritores de sua época: Katherine Mansfield.”
- “Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada”
- “Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando…”
- “Estou à procura de um livro para ler. É um livro todo especial. Eu o imagino como a um rosto sem traços. Não lhe sei o nome nem o autor. Quem sabe, às vezes penso que estou à procura de um livro que eu mesma escreveria. Não sei. Mas faço tantas fantasias a respeito desse livro desconhecido e já tão profundamente amado. Uma das fantasias é assim. Eu o estaria lendo e de súbito, uma frase lida, com lágrimas nos olhos diria em êxtase de dor e de enfim libertação: Mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!”
- “…há impossibilidade de ser além do que se é –
no entanto eu me ultrapasso mesmo sem o delírio, sou mais do que eu, quase normalmente -tenho um corpo e tudo que eu fizer é continuação de meu começo……a única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais….”Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação:-quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.”- A paixão segundo G.H. – página 30, Clarice Lispector – Sabiá, 1964 – 182 páginas
- “Mas há a vida que é para ser intensamente vivida, há o amor. Que tem que ser vivido até a última gota. Sem nenhum medo. Não mata.”
- “Minha liberdade é escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo.”
- “…Não entendo.
- “Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.”
- “Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada.”
- “Nem todos chegam a fracassar porque é tão trabalhoso, é preciso antes subir penosamente até enfim atingir a altura de poder cair.”
- “O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo.”
- “…os bichos me fantasticam. Eles são o tempo que não se conta. Pareço ter certo horror daquela criatura viva que não é humana e que tem meus próprios instintos embora livres e indomáveis. Às vezes eletrizo-me ao ver bicho. Estou agora ouvindo o grito ancestral dentro de mim: parece que não sei quem é mais a criatura, se eu ou o bicho.”
- “(…)Pois em mim mesma eu vi como é o inferno…(…) p. 143 (…) E porque minha alma é tão ilimitada que já não sou eu, e porque ela está tão além de mim – é que sempre sou remota a mim mesma, sou-me inalcançável como me é inalcançável um astro… (…) p. 146 (…) O mistério do destino humano é que somos fatais, mas temos a liberdade de cumprir ou não o nosso fatal: de nós depende realizarmos o nosso destino fatal… (…) mas de mim depende eu vir a ser o que fatalmente sou… p.148 (…) E não preciso sequer cuidar da minha alma, ela cuidará fatalmente de mim, e não tenho que fazer para mim mesma uma alma: tenho apenas que escolher viver. Somos livres, e este é o inferno. p. 148, Clarice Lispector, In: A Paixão Segundo GH, 5 ed. Rio de Janeiro, J. Oliympio 1977 páginas diversas
- “Quanto a meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias. Sei que um dia abrirão as asas para o vôo necessário, e eu ficarei sozinha. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres.”
- “Que ninguém se engane: só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.”
- “Viajo porque gosto, volto porque te amo.”
- “Vida e morte foram minhas, e eu fui monstruosa, minha coragem foi a de um sonâmbulo que simplesmente vai.”
- “Vocação é diferente de talento. Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é, pode-se ser chamado e não saber como ir”.
- “Sempre conservei uma aspa à esquerda e outra à direita de mim.”
- “Só trabalho com achados e perdidos.”
- “Todo cidadão tem o direito de ir e vir. Desde que seja a pé, de outra forma paga pedágio.”
Entrevista dada a Júlio Verner:
- JV: É mais difícil você se comunicar com o adulto ou com a criança?
- CL: Quando me comunico com criança é fácil porque sou muito maternal. Quando me comunico com o adulto, na verdade, estou me comunicando com o mais secreto de mim mesma.
- JV: O adulto é sempre solitário?
- CL: O adulto é triste e solitário.
- JV: E a criança?
- CL: A criança tem a fantasia solta.
Água Viva
- “Agora sei: sou só. Eu e minha liberdade que não sei usar. Grande responsabilidade da solidão. Quem não é perdido não conhece a liberdade e não a ama.” – Água Viva, Clarice Lispector, Editora Rocco, 1998. p. 66.
- “(…) Atravessei a rua e tomei um táxi. A brisa arrepiava-me os cabelos da nuca. E eu estava tão feliz que me encolho no canto do táxi de medo porque a felicidade dói. E isto tudo causado pela visão do homem bonito. Eu continuava a não querê-lo para mim – gosto é de pessoas um pouco feias e ao mesmo tempo harmoniosas, mas ele de certo modo dera-me muito com o sorriso de camaradagem entre pessoas que se entendem. Tudo isso eu não entendia.
A coragem de viver: deixo oculto o que preciso ser oculto e precisa irradiar-se em segredo. Calo-me. (…) Clarice Lispector, in: Água Viva, Círculo do Livro, 1973 p. 76-7
- “E ninguém é eu. E ninguém é você. Esta é a solidão.”
– Agua viva – página 41, Clarice Lispector – Círculo do Livro, 1973 – 115 páginas
- “É uma infâmia nascer para morrer não se sabe quando nem onde”.
– Clarice Lispector, em “Agua viva” : ficção, Publicado por Editora Artenova, 1973 – 115 páginas
- “Há muita coisa a dizer que não sei como dizer. Faltam as palavras. Mas recuso-me a inventar novas: as que existem já devem dizer o que se consegue dizer e o que é proibido. E o que é proibido eu adivinho. Se houver força. Atrás do pensamento não há palavras: é-se. Minha pintura não tem palavras: fica atrás do pensamento. Nesse terreno do é-se sou puro êxtase cristalino. È-se. Sou-me. Tu te és.” – Água Viva, Clarice Lispector, Editora Rocco, 1998. p. 27.
- “Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada.” Água Viva, Clarice Lispector, Editora Rocco, 2008. p. 20.
- “Ouve-me. Ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e, sim, outra coisa. (…) Capta a “outra coisa” porque eu mesma não posso. ::- Agua viva – página 35, Clarice Lispector – Círculo do Livro, 1973 – 115 páginas
- “Ouve-me, ouve meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa. Quando digo “águas abundantes” estou falando da força de corpos nas água do mundo. Capta essa outra coisa que na verdade falo porque eu mesma não posso. Lê a energia que está no meu silêncio. Ah, tenho medo de Deus e do meu silêncio.” Água Viva, p. 33 – Editora Círculo do livro 1973.
- “Minha verdade espantada é que eu sempre estive só de ti e não sabia. Agora sei: sou só. Eu e minha liberdade que não sei usar. Grande responsabilidade da solidão. Quem não é perdido não conhece a liberdade e não a ama. Quanto a mim, assumo a minha solidão.” – Água Viva, Clarice Lispector, Editora Rocco, 1973.
- “Ah viver é tão desconfortável. Tudo aperta: o corpo exige, o espírito não pára, viver parece ter sono e não poder dormir – viver é incômodo. Não se pode andar nu nem de corpo nem de espírito.” Água Viva – página 67, Clarice Lispector – Círculo do Livro, 1973.
- “Eu não te disse que viver é apertado? Pois fui dormir e sonhei que te escrevia um largo majestoso e era mais verdade ainda do que te escrevo: era sem medo. Esqueci-me do que no sonho escrevi, tudo voltou para o nada, voltou para a Força do que Existe e que se chama às vezes Deus. Tudo acaba mas o que te escrevo continua. O que é bom, muito bom. O melhor ainda não foi escrito. O melhor está nas entrelinhas.” Água Viva – página 67, Clarice Lispector – Círculo do Livro, 1973.
Laços de família
- “Abandone-se, tente tudo suavemente, não se esforce por conseguir – esqueça completamente o que aconteceu e tudo voltará com naturalidade.”
- “Ali estava uma mulher que a gulodice do mais fino sonho jamais poderia imaginar.” (A menor mulher do mundo)
- “E de tal modo haviam se disposto as coisas que o amor doloroso lhe pareceu felicidade.”
- “Nada impediria que essa mulher que andava rolando os quadris subisse mais um degrau misterioso nos seus dias.” (Laços de família)
- “Oh Deus, eu que faço concorrência a mim mesma. Me detesto. Felizmente os outros gostam de mim. É uma tranqüilidade.Um sopro de vida.”
- “Onde aprender a odiar para não morrer de amor?”
– “Laços de família: contos” – Página 119; de Clarice Lispector, Lídia Jorge – Publicado por Relógio d’Agua, 1989 – 123 páginas
- “Perder-se significa ir achando e nem saber o que fazer do que se for achando.”
- “Porém nenhuma vez mais se repetiu. Porque a verdade era um relance.” (Feliz Aniversário)
- “Quem sabe a que escuridão de amor pode chegar o carinho.”
- “Sem entender jamais o que havia debom em ser gente, em sentir-se cansada, em diariamente falir; só os iniciados compreedem essa nuance de vício e esse refinamento de vida.” (Imitação da Rosa)
- “Sua sensibilidade incomodava sem ser dolorosa, como uma unha quebradiça.”
Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres
- “(…) E era bom. “Não entender” era tão vasto que ultrapassava qualquer entender – entender era sempre limitado. Mas não entender não tinha fronteiras e levava ao infinito, ao Deus. Não era um não entender como um espírito. O bom era ter inteligência e não entender. Era uma benção como a de ter loucura sem ser doida. Era um desinteresse manso em relação às coisas ditas do intelecto, uma doçura de estupidez. (…) Clarice Lispector, in: Uma aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, 8a. ed, RJ: Editora Nova Fronteira, 1980, p. 44
- “De Ulisses ela aprendera a ter coragem de ter coragem de ter fé – muita coragem, fé em quê ? Na própria fé, que a fé pode ser um grande susto, pode significar cair no abismo, Lóri tinha medo de cair no abismo e segurava-se numa das mãos de Ulisses enquanto a outra mão de Ulisses empurrava-a para o abismo – em breve ela teria que soltar a mão menos forte do que a que a empurrava, e cair, a vida não é de se brincar porque em pleno dia se morre. A mais premente necessidade de um ser humano era tornar-se um humano.”
Ver artigo principal: Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres.
- O óbvio, Lóri, é a verdade mais difícil de se enxergar” (Clarice Lispector, in: Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres)
- “Nós ainda somos moços, podemos perder algum tempo sem perder a vida inteira.”
– “Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres” – Página 47; de Clarice Lispector – Publicado por Rocco, 1998.
Um sopro de vida
- “Eu escrevo para nada e para ninguém. Se alguém me ler será por conta própria e autorrisco. Eu não faço literatura: eu apenas vivo ao correr do tempo. O resultado fatal de eu viver é o ato de escrever. Há tantos anos me perdi de vista que hesito em procurar em encontrar. Estou com medo de começar. Existir me dá às vezes tal taquicardia. Eu tenho tanto medo de ser eu. Sou tão perigoso. Me deram um nome e me alienaram de mim.”
- “(…) Ângela é doida. Mas tem uma lógica matemática na sua doidice aparente. E se diverte muito a escandalosa. Aguça-se demais e depois não sabe o que fazer de si. Que se dane. Entre o “sim” e o “não” só há um caminho. Escolher. Ângela escolheu “sim”. Ela é tão livre que um dia será presa. “Presa por quê?” “Por excesso de liberdade.” “Mas essa liberdade é inocente?” “É.” “Até mesmo ingênua.” “Então por que a prisão?” “Porque a liberdade ofende.” (…)In: Um Sopro de Vida: (Pulsações),8a. ed. Editora Nova Fronteira, 1978, p. 66
- “Eu nunca fui livre na minha vida inteira. Por que dentro eu sempre me persegui. Eu me tornei intolerável para mim mesma.”
- “Tenho medo de escrever. É tão perigoso. Quem tentou, sabe. Perigo de mexer no que está oculto — e o mundo não está à tona, está oculto em suas raízes submersas em profundidades do mar. Para escrever tenho que me colocar no vazio. Neste vazio é que existo intuitivamente. Mas é um vazio terrivelmente perigoso: dele arranco sangue. Sou um escritor que tem medo da cilada das palavras: as palavras que digo escondem outras — quais? talvez as diga. Escrever é uma pedra lançada no poço fundo.”
- “Quem dá aos pobres, tem que pagar o motel.” (não encontrada no livro Editora Nova Fronteira, 1978 / 3ª edição)
- Na verdade, Angela…”O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções.”
– “Um sopro de vida: pulsações” – Página 66; de Clarice Lispector – Publicado por Editora Nova Fronteira, 1978 – 162 páginas
- “Oh Deus, eu que faço concorrência a mim mesma. Me detesto. Felizmente os outros gostam de mim. É uma tranqüilidade.”
- “Ser um ser permissível a si mesmo é a glória de existir.”
- “Só isso, Dener.”[1]
Perto do coração selvagem
- “É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.”
- “Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.” página 74, Clarice Lispector – Nova Fronteira, 1980 – 216 páginas
- “Quem se recusa o prazer, quem se faz de monge, em qualquer sentido, é porque tem uma capacidade enorme para o prazer, uma capacidade perigosa – daí um temor maior ainda. Só quem guarda as armas a chave é quem receia atirar sobre todos”
- “(…) tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. (…) CL [Perto do coração selvagem]
- “Tudo o que poderia existir, já existe. Nada mais pode ser criado senão revelado.”
Especiais
- “Comecei a escrever pequenos contos logo que me alfabetizaram, e escrevi-os em português, é claro. Criei-me em Recife. […] E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo.”
– Ao falar sobre seus primeiros textos
- (…) quanto a mim, tenho a lhes dizer que as estrelas são mais do que curumins. Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que corra tudo bem. Para sempre. E, como se sabe, “sempre” não acaba nunca. (Clarice Lispector, in: Como nasceram as estrelas)
- “Sou brasileira naturalizada, quando, por questão de meses, poderia ser brasileira nata. Fiz da língua portuguesa a minha vida interior, o meu pensamento mais íntimo, usei-a para palavras de amor.”
– Ao falar de suas origens
- “[…] talvez porque para as outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever.”
– Ao ser perguntada porque escolheu a literatura para sua vocação
- “O bagulho é louco e o processo é lento.”
– citado em “Moreno Em Ato” – Página 83, Anna Maria Knobel, Editora Agora, 2004, ISBN 8571838860, 9788571838864 – 286 páginas
Atribuídas
- “Na arte, a inspiração tem um toque de magia, porque é uma coisa absoluta, inexplicável. Não creio que venha de fora pra dentro, de forças sobrenaturais. Suponho que emerge do mais profundo “eu” da pessoa, do inconsciente individual, coletivo e cósmico.”
– Clarice Lispector citada em Gps Espiritual – página 37, Meire Yamaguchi, Clube de Autores, 2008, 180 páginas
- “Não entendo, apenas sinto. Tenho medo de um dia entender e deixar de sentir.” [Carece de fontes para: Clarice Lispector e/ou Caio Fernando Abreu]
- “Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento.”
– citado em “Moreno Em Ato” – Página 32, Anna Maria Knobel, Editora Agora, 2004, ISBN 8571838860, 9788571838864 – 286 páginas
- “Amar não acaba. É como se o mundo estivesse à minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.”
– Fonte: http://www.caras.uol.com.br – 5 de novembro de 2009 – EDIÇÃO 835 – Citações
Veja também
- A paixão segundo G.H. (livro)
- Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres (livro)
Clarice Lispector
PERFIL 
Pseudônimo(s) Helen Palmer, Teresa Quadros Nascimento 10 de dezembro de 1920
Chechelnyk, Guberniya da Podólia
Rep. Pop. UcrâniaMorte 9 de dezembro de 1977 (56 anos)
Rio de Janeiro,
Rio de JaneiroNacionalidade
brasileiraProgenitores Mãe: Mania “Marieta” Lispector
Pai: Pinkhas “Pedro” LispectorCônjuge Maury Gurgel Valente (1943-1959) Filho(s) 2 Ocupação Romancista, escritora, contista, colunista, cronista e jornalista Influências Prémios Prémio Jabuti (1961), (1978) Magnum opus Escola/tradição Modernismo Religião Judaísmo Assinatura 
FONTES
A Hora da Estrela, A Paixão segundo G.H., artistas, Brasil, cientistas, citações, Clarice Lispector, colunista, contista, cronista, entrevista, escritora, escritores, famosas, Fiódor Dostoievski, filósofos, fotos, Franz Kafka, frases, Herman Hesse, humanidade, ideias, Influências, inovações, invenções, James Joyce, jornalista, Judaísmo, Katherine Mansfield, Laços de Família, marcantes, modernismo, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, romancista, sociedade, ucrânia, vídeos, Virginia Woolf, wikipedia, wikiwand -
CPP lança Campanha do Agasalho no estado de São Paulo

Doações podem ser feitas na Sede Central, Subsedes e Sedes Regionais de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
O Centro do Professorado Paulista lançou na sexta-feira (20) a Campanha do Agasalho 2022, para ajudar instituições que atendem idosos, adultos e crianças em situação de rua. A ação tem o slogan ‘Doe agasalhos em bom estado e aqueça o inverno de quem mais precisa” e acontecerá até julho.
FONTE: CPP CENTRAL
Os interessados podem doar itens como como calças, casacos, blusões, calçados fechados, mantas, luvas, meias, toucas, gorros, cobertores e edredons em bom estado de conservação, em qualquer ponto físico do CPP (Sede Central, Subsedes Sul, Leste, Norte e Centro-Leste e Sedes Regionais) no estado de São Paulo Paulo.
A iniciativa é coordenada pela professora Loretana Paolieri Pancera, presidente em exercício do CPP, para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social e minimizar os impactos das baixas temperaturas durante o inverno. “Precisamos amenizar o frio dessas pessoas e famílias, é um ato de amor ao próximo”, disse, com entusiasmo.
Participe!
Veja onde está o CPP mais perto de você: Subsedes e Sedes Regionais.
BAURU • Rua Joaquim da Silva Martha nº 29-59, Jardim Brasil, 17011-170
(14) 3224-1195 • Whatsapp (14) 998.424.056 • cppbauru.org
Informações: Sede Central – Av. Liberdade, 928 – próximo a estação São Joaquim do Metrô
Estacionamento gratuito pela Rua Barão de Ijuí, 175
Telefone da Central de Atendimento ao Associado (11) 3340-0500
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Carlos Giannazi ministra palestra na Regional de Santos em 26 de maio

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Semana começa com twittaço #BastaDeConfisco

CPP apoia aprovação do PDL 22/20 e o fim dos descontos previdenciários para aposentados e pensionistas
A partir das 16h desta segunda-feira (23), o Centro do Professorado Paulista participa e apoia a mobilização “Twittaço Basta de Confisco!” – #RodrigoGarciaRevogueConfisco, para pressionar os deputados da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 22/20.
De autoria do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL), o documento, que anula o confisco dos aposentados, pode ser votado na casa.
Foi sugerido na semana passada, aos aposentados e pensionistas do funcionalismo público, que enviassem e-mail ou WhatsApp aos deputados que participam da Comissão.
O Centro do Professorado Paulista está mobilizado com a Frente Paulista em Defesa do Serviço Público para revogar o Decreto 65.021/2020, imposto pelo então governador de São Paulo, João Doria (PSDB), baixado pouco mais de três meses após aprovação da reforma previdenciária paulista, que aumentou as contribuições e criou dificuldades para a aposentadoria dos servidores do estado.
Vale lembrar que a série de Twittaços costuma ficar entre os principais assuntos mais comentados no Twitter.
A hora é de mobilização! Participe!
#RodrigoGarciaRevogueConfisco
Acesse a planilha com tuítes colaborativos
Acesse ‘como criar um criar um perfil no Twitter e tuitar’
Relação dos parlamentares que fazem parte da Comissão de Finanças, Orçamentos e Planejamento:
@gilmacisantos10; @Dep_Est_Freitas; @Enio Tatto; @RobertoEngler; @DamarismouraDra; @estevamgalvao; @marcioconfianca@podemos19; @DelegadoOlim; @alexdmadureira; @giriboni; @DalbenDirceu.
Suplementes
@CastelloSP; @deputadofiorilo; @maurobragato; @danielbrsoares; @ZimbaldiRfafa; @well10moura; @murilobfelix; @ProfessorKenny; @dep_martacosta; @reinaldoalguz.
Acesse aqui as redes sociais dos deputados envolvidos
MODELO DE CARTA PARA ENCAMINHAR POR E- MAIL
Excelentíssimo(a) Senhor(a) deputado(a),
Lamentável o que ocorreu na reunião de Comissão de Finanças, no último dia 10 de maio. Faz mais de dois meses que essa Comissão, sem explicação, não se reúne. O PDL 22 é o primeiro item da pauta o qual revoga o Decreto nº 65.021/20 feito pelo governo em 19 de junho de 2020 e passou a vigorar em setembro do mesmo ano. A supressão desse decreto é de suma importância para os aposentados e pensionistas de São Paulo. O deputado senhor Gilmaci Santos marcou essa reunião que ocorreria às 13h30. Não houve quórum, porque, sem explicação novamente, a quantidade mínima de participantes foi derrubada com a desistência de um deputado.
Estamos estarrecidos e nos perguntando o porquê dessa atitude lastimável. Vossa Excelência exerce um cargo para ouvir e servir à população ou estamos enganados?
Crueldade é pouco para descrever a situação dos servidor idosos. Em todas as audiências públicas, pelas cidades que os senhores vão, o que mais se pede é o fim desse famigerado desconto. Somos taxados, novamente, desde outubro de 2020. Oras, São Paulo é o estado mais rico da União.
Mensagens de pedidos não faltam, porém, o que nos parece é que Vossa Excelência não se importa com pessoas de idade avançada. Somos consumidores, cidadãos e nunca tivemos supersalários, tampouco deixamos de pagar a previdência enquanto estávamos na ativa!
Esperamos que, de verdade, o(a) Senhor(a) tenha um mínimo de respeito por aqueles que cumpriram, com maestria, seu cargo.
ENTENDA A TRAJETÓRIA
Pouco tempo após aprovar a reforma da Previdência na Assembleia Legislativa, o governador Doria baixou o Decreto 65.021, em 19 de junho de 2020, estabelecendo que a contribuição previdenciária dos atuais aposentados e pensionistas não mais incida sobre o valor da parcela dos proventos que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (como previa a regra até então vigente), mas, sim, sobre o montante dos proventos de aposentadorias e de pensões que superem um salário mínimo nacional, incidindo por faixa salarial.
O confisco é pesado. O detalhe é que a mudança foi adotada sem nenhuma comprovação de “déficit atuarial”, como prevê o próprio decreto.
Em reação, há ações judiciais ajuizadas por dezenas de entidades representativas, assim como manifestações para barrar o desconto.
Foram apresentados cinco projetos de decreto legislativo (PDL) para anular a sobretaxação dos aposentados e pensionistas:
* PDL 22/20 – Carlos Giannazi (PSOL)
* PDL 23/20 – Delegada Graciela (PL)
* PDL 24/20 – Campos Machado (PTB)
* PDL 39/20 – Professora Bebel (PT)
* PDL 40/20 – Agente Federal Danilo Balas (PSL)
Após muita pressão, que contou com twittaços e até atos presenciais (mantendo os protocolos sanitários), o PDL 22 foi enquadrado em tramitação de urgência e aprovado no Congresso de Comissões, o que permitiu que entrasse em plenário para votação em 16 de dezembro de 2020, tendo os demais PDLs apensados a ele.
O dia 16 de dezembro foi marcado por uma forte pressão das entidades do funcionalismo, com manifestações nas redes sociais, pressões nos deputados em suas bases e um ato presencial na Alesp. Inconformada com a possibilidade de aprovação do PDL 22, a base governista deu um golpe no plenário, antes que o PDL 22 entrasse em discussão.
O deputado Carlão Pignatari (PSDB), líder do governo na Alesp, apresentou duas emendas em plenário, o que acabou inviabilizando a votação, pois o projeto, neste caso, tem que voltar para as comissões.
ÚLTIMOS ANDAMENTOS
No início do mês de maio o PDL 22, era o primeiro item na pauta da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Alesp, mas a reunião foi cancelada por falta de quórum, novamente. Mesmo sendo on-line apenas cinco deputados estavam presentes, são 11 no total O presidente da Comissão se comprometeu a convocar novamente a reunião para esta terça- feira (17). É importante lembrar que a reunião da semana passada foi cancelada.
Faltaram na última reunião: Delegado Olim (PP); Dra. Damaris Moura (PSDB); Dirceu Dalben (Cidadania) e Márcio da Farmácia (PODEMOS).
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A Mudança de Paradigma

“É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade…”
– Nise da Silveira
Nise da Silveira foi uma renomada médica psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung.Dedicou sua vida à psiquiatria e manifestou-se radicalmente contrária às formas agressivas de tratamento de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia.
Definição de Mudança de Paradigma
Uma mudança de paradigma é uma expressão utilizada por Thomas Kuhn no seu livro Estrutura das Revoluções Científicas (1962) para descrever uma mudança nas concepções básicas, ou paradigmas, dentro da teoria científica dominante. É uma ideia em contraste com a de ciência normal. Wikipédia
“A palavra não atinge as camadas mais profundas … esses conteúdos do inconsciente, não vêm através da palavra. Por mais que se queira. A palavra não é exatista como a imagem. É preciso aprender a ler a imagem.”
– Nise da Silveira
Nise da Silveira
Nascimento 15 de Fevereiro de 1905
Maceió, Alagoas, BrasilMorte 30 de outubro de 1999 (94 anos)
Rio de Janeiro, BrasilOcupação Médica Especialidade Psiquiatria
A Trajetória de Nise da Silveira
Fonte: www.ccs.saude.gov.br / O NORDESTE
Presa como comunista, é afastada do Serviço Público de 1936 a 1944.
Anistiada, cria em 1946 a Seção de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Nacional de Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, posteriormente conhecido como Centro Psiquiátrico Pedro II (CPPII).
Em 1952, funda o Museu de Imagens do Inconsciente, um centro de estudo e de pesquisa que reúne obras produzidas nos ateliês de pintura e modelagem. Por meio deste trabalho, introduz a psicologia junguiana no Brasil.
Alguns anos mais tarde, em 1956, mobilizando um grupo de pessoas motivadas pelas mesmas idéias, Nise realiza mais um projeto revolucionário para a época: a criação da Casa das Palmeiras, uma clínica destinada ao tratamento de egressos de instituições psiquiátricas, onde atividades expressivas são realizadas livremente, em regime de externato.
É responsável pela formação do Grupo de Estudos C.G. Jung, do qual foi presidente desde 1968.
Suas pesquisas deram origem, ao longo dos anos, a exposições, filmes, documentários, audiovisuais, simpósios, publicações, conferências e cursos sobre terapêutica ocupacional, com destaque para a importância das imagens do esquizofrênico. Foi também pioneira na pesquisa das relações afetivas entre pacientes e animais, aos quais chamava de co-terapeutas.

Carl Gustav Jung com Nise da Silveira. Como reconhecimento da importância de sua obra, Nise da Silveira recebeu condecorações, títulos e prêmios em diferentes áreas do conhecimento: saúde, educação, arte e literatura.
Foi membro fundador da Sociedade Internacional de Psicopatologia da Expressão, com sede em Paris, França.
Seu trabalho e seus princípios inspiraram a criação de Museus, Centros Culturais e Instituições Psiquiátricas no Brasil e no exterior.
Nise faleceu em 30 de outubro de 1999, na cidade do Rio de Janeiro.
No ano de 2000, o Centro Psiquiátrico Pedro II é municipalizado e em homenagem à fundadora do Museu passa a chamar-se Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira.
” Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Vou lhes fazer um pedido: Vivam a imaginação, pois ela é a nossa realidade mais profunda. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas ajuizadas”.
– Nise da Silveira
Os Animais como Terapia
Fonte: canalciencia
A psicoterapeuta Nise da Silveira teve sua vida marcada pelos estudos sobre o comportamento humano e por sua paixão pelos gatos.
Em seus estudos com felinos, Nise descobriu que os gatos são excelentes instrumentos de tratamento para esquisofrênicos, livrando os doentes do isolamento. Por meio da terapia implantada por Nise, os gatos são considerados referências de afeto e aconchego para os doentes mentais.
Discípula de Carl Gustav Jung, Nise revolucionou a maneira de tratar os doentes mentais, utilizando técnicas artísticas – pintura e desenho – como terapia.
Personagem do livro Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, Nise fundou a Seção de Terapêutica Ocupacional no atual Instituto Municipal Nise da Silveira e a Casa das Palmeiras, clínica de reabilitação para doentes mentais, que utiliza as atividades expressivas (pintura) como principal método terapêutico.
Em 1952, reunindo material produzido nos ateliers de pintura e de modelagem da Seção de Terapêutica Ocupacional, fundou o Museu de Imagens do Inconsciente.
Em 1961 foi chamada a Brasília pelo presidente Jânio Quadros para apresentação de um plano de desenvolvimento da terapêutica ocupacional nos hospitais psiquiátricos federais.
Biografia Avançada
Formação
Sua formação básica realizou-se em um colégio de freiras, na época exclusivo para meninas, o Colégio Santíssimo Sacramento, localizado em Maceió. Seu pai foi jornalista e diretor do “Jornal de Alagoas“.[3][4]
De 1926 a 1931 cursou a Faculdade de Medicina da Bahia, onde se formou como a única mulher entre os 157 homens daquela turma. Está entre as primeiras mulheres no Brasil a se formar em Medicina.[3] Casou-se nessa época com o sanitarista Mário Magalhães da Silveira, seu colega de turma na faculdade, com quem viveu até seu falecimento em 1986. O casal não teve filhos, por um acordo entre ambos, que queriam dedicar-se intensamente a carreira médica. Em seu trabalho médico, Mário publicava artigos onde apontava as relações entre pobreza, desigualdade, promoção da saúde e prevenção da doença no Brasil.
Em 1927, já casada e formada, e órfã de mãe, sofreu pelo falecimento de seu pai, e então, após alguns meses, junto ao marido, se mudaram para o Rio de Janeiro, onde teriam mais oportunidades de trabalho. Na então capital do Brasil, Nise se engajou nos meios artístico e literário, voltados para área médica, com diversas publicações dos avanços da medicina.
Em 1933, cursando os anos finais da especialização em psiquiatria, estagiou na clínica neurológica de Antônio Austregésilo. Logo após terminar sua especialização, foi aprovada no mesmo ano em um concurso de psiquiatria, e começou a trabalhar no Serviço de Assistência a Psicopatas e Profilaxia Mental do Hospital da Praia Vermelha.
Nos anos 1930, militou no Partido Comunista Brasileiro e foi uma das poucas mulheres a assinar o “Manifesto dos trabalhadores intelectuais ao povo brasileiro”. No entanto, acabou por ser expulsa de sua célula, sob a acusação de trotskismo.[5][6]
Prisão
Durante a Intentona Comunista foi denunciada por uma enfermeira pela posse de livros marxistas. A denúncia levou a sua prisão em 1936 no presídio Frei Caneca por 18 meses. Nesse presídio também se encontrava preso Graciliano Ramos, com o que ela tornou-se uma das personagens de seu livro Memórias do Cárcere.
De 1936 a 1944 permaneceu com seu marido na semi-clandestinidade, afastada do serviço público por razões políticas. Durante seu afastamento fez uma profunda leitura reflexiva das obras de Spinoza, material publicado em seu livro Cartas a Spinoza em 1995.[7][8]
Centro Psiquiátrico do Engenho de Dentro
Em 1944 foi reintegrada ao serviço público e iniciou seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional Pedro II, no Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, onde retomou sua luta contra as técnicas psiquiátricas que considerava agressivas aos pacientes.
Por sua discordância com os métodos adotados nas enfermarias, recusando-se a aplicar eletrochoques em pacientes, Nise da Silveira foi transferida para o trabalho com terapia ocupacional, atividade então menosprezada pelos médicos. Assim, em 1946 fundou naquela instituição a “Seção de Terapêutica Ocupacional”.
No lugar das tradicionais tarefas de limpeza e manutenção que os pacientes exerciam sob o título de terapia ocupacional, ela criou ateliês de pintura e modelagem com a intenção de possibilitar aos doentes reatar seus vínculos com a realidade através da expressão simbólica e da criatividade, revolucionando a Psiquiatria então praticada no país.
“A criatividade é o catalisador por excelência das aproximações de opostos. Por seu intermédio, sensações, emoções, pensamentos, são levados a reconhecerem-se entre si, a associarem-se, e mesmo tumultos internos adquirem forma”.
Nise da Silveira, no livro “Imagens do inconsciente”. Rio de Janeiro: Alhambra, 1981, p.11.
O Museu de Imagens do Inconsciente
Em 1952, ela fundou o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um centro de estudo e pesquisa destinado à preservação dos trabalhos produzidos nos estúdios de modelagem e pintura que criou na instituição, valorizando-os como documentos que abriam novas possibilidades para uma compreensão mais profunda do universo interior do esquizofrênico.
Entre outros artistas-pacientes que criaram obras incorporadas na coleção dessa instituição, podem ser citados Adelina Gomes, Carlos Pertuis, Emygdio de Barros e Octávio Inácio.
Esse valioso acervo alimentou a escrita de seu livro “Imagens do Inconsciente”, filmes e exposições, participando de exposições significativas, como a “Mostra Brasil 500 Anos”.
Entre 1983 e 1985 o cineasta Leon Hirszman realizou o filme “Imagens do Inconsciente”, trilogia mostrando obras realizadas pelos internos a partir de um roteiro criado por Nise da Silveira.
A Casa das Palmeiras
Poucos anos depois da fundação do museu, em 1956, Nise desenvolveu outro projeto também revolucionário para sua época: criou a Casa das Palmeiras, uma clínica voltada à reabilitação de antigos pacientes de instituições psiquiátricas.
Nesse local podiam diariamente expressar sua criatividade, sendo tratados como pacientes externos numa etapa intermediária entre a rotina hospitalar e sua reintegração à vida em sociedade.
O auxílio dos animais aos pacientes
Foi uma pioneira na pesquisa das relações emocionais entre pacientes e animais, que costumava chamar de co-terapeutas.
Percebeu essa possibilidade de tratamento ao observar como melhorou um paciente a quem delegara os cuidados de uma cadela abandonada no hospital, tendo a responsabilidade de tratar deste animal como um ponto de referência afetiva estável em sua vida.
Ela expôs parte deste processo em seu livro “Gatos, A Emoção de Lidar”, publicado em 1998.
Pioneira da psicologia junguiana no Brasil
Por intermédio do conjunto de seu trabalho, Nise da Silveira introduziu e divulgou no Brasil a psicologia junguiana.

Carl Gustav Jung com Nise da Silveira. Interessada em seu estudo sobre os mandalas, tema recorrente nas pinturas de seus pacientes, ela escreveu em 1954 a Carl Gustav Jung, iniciando uma proveitosa troca de correspondência.
Jung a estimulou a apresentar uma mostra das obras de seus pacientes, que recebeu o nome “A Arte e a Esquizofrenia”, ocupando cinco salas no “II Congresso Internacional de Psiquiatria”, realizado em 1957, em Zurique. Ao visitar com ela a exposição, ele orientou-a a estudar mitologia como uma chave para a compreensão dos trabalhos criados pelos internos.
Nise da Silveira estudou no “Instituto Carl Gustav Jung” em dois períodos: de 1957 a 1958, e de 1961 a 1962. Lá recebeu supervisão em psicanálise de Marie-Louise von Franz, assistente de Jung.
Retornando ao Brasil após seu primeiro período de estudos junguianos, formou em sua residência o “Grupo de Estudos Carl Jung“, que presidiu até 1968.
Escreveu, dentre outros, o livro “Jung: vida e obra”, publicado em primeira edição em 1968.
Morte
Devido a idade avançada, foi acometida por pneumonia, falecendo de insuficiência respiratória aguda, no Hospital Miguel Couto, Zona Sul do Rio.
Reconhecimento internacional
Foi membro fundadora da Sociedade Internacional de Expressão Psicopatológica (“Societé Internationale de Psychopathologie de l’Expression”), sediada em Paris.
Sua pesquisa em terapia ocupacional e o entendimento do processo psiquiátrico por meio das imagens do inconsciente deram origem a diversas exibições, filmes, documentários, audiovisuais, cursos, simpósios, publicações e conferências.
Em reconhecimento a seu trabalho, Nise foi agraciada com diversas condecorações, títulos e prêmios em diferentes áreas do conhecimento, entre outras:
- “Ordem do Rio Branco” no Grau de Oficial, pelo Ministério das Relações Exteriores (1987)
- “Prêmio Personalidade do Ano de 1992”, da Associação Brasileira de Críticos de Arte
- “Medalha Chico Mendes”, do grupo Tortura Nunca Mais (1993)
- “Ordem Nacional do Mérito Educativo”, pelo Ministério da Educação e do Desporto (1993)
Seu trabalho e idéias inspiraram a criação de museus, centros culturais e instituições terapêuticas, similares às que criou, em diversos estados do Brasil e no exterior, por exemplo:
- o “Museu Bispo do Rosário“, da Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro)
- o “Centro de Estudos Nise da Silveira” (Juiz de Fora, Minas Gerais)
- o “Espaço Nise da Silveira” do Núcleo de Atenção Psicossocial (Recife)
- o “Núcleo de Atividades Expressivas Nise da Silveira”, do Hospital Psiquiátrico São Pedro (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
- a “Associação de Convivência Estudo e Pesquisa Nise da Silveira” (Salvador, Bahia)
- o “Centro de Estudos Imagens do Inconsciente”, da Universidade do Porto (Portugal)
- a “Association Nise da Silveira – Images de l’Inconscient” (Paris, França)
- o “Museo Attivo delle Forme Inconsapevoli” (hoje renomeado “Museattivo Claudio Costa”, Genova, Itália)
O antigo “Centro Psiquiátrico Nacional” do Rio de Janeiro recebeu em sua homenagem o nome de “Instituto Municipal Nise da Silveira”.
Em 2015, foi incluída na lista das Grandes mulheres que marcaram a história do Rio”. [9]
Obras publicadas
- SILVEIRA, Nise da. Jung: vida e obra. Rio de Janeiro: José Álvaro Ed. 1968.
- SILVEIRA, Nise da. Imagens do inconsciente. Rio de Janeiro: Alhambra, 1981.
- SILVEIRA, Nise da. Casa das Palmeiras. A emoção de lidar. Uma experiência em psiquiatria. Rio de Janeiro: Alhambra. 1986.
- SILVEIRA, Nise da. O mundo das imagens.São Paulo: Ática, 1992.
- SILVEIRA, Nise da. Nise da Silveira. Brasil, COGEAE/PUC-SP 1992.
- SILVEIRA, Nise da. Cartas a Spinoza. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1995.
- SILVEIRA, Nise da. Gatos – A Emoção de Lidar. Rio de Janeiro: Léo Christiano Editorial, 1998.
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Aproveitando Oportunidades Perdidas

“No meio da dificuldade deita-se a oportunidade.”
– Albert Einstein
“In the middle of difficulty lies opportunity.”
Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 — Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa-energia, E = mc² — que foi chamada de “a equação mais famosa do mundo” —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 “por suas contribuições à física teórica” e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica.
“Não espere a oportunidade certa: crie-a.”
– George Bernard Shaw
“Don’t wait for the right opportunity: create it.”
George Bernard Shaw (Dublin, 26 de julho de 1856 — Ayot St Lawrence, 2 de novembro de 1950) foi um dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês. Cofundador da London School of Economics, foi também o autor de comédias satíricas de espírito irreverente e inconformista.
“Sua grande oportunidade pode estar exatamente onde você está agora.”
– Napoleon Hill
“Your big opportunity may be right where you are now.”
Napoleon Hill (Pound, 26 de outubro de 1883 – Carolina do Sul, 8 de novembro de 1970) foi um escritor estadunidense influente na área de autoajuda.[1] Foi assessor de Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt, presidentes dos Estados Unidos.[2] Dizia um dos seus compromissos: “o que a mente do homem pode conceber e acreditar, pode ser alcançada”.
“Existem oportunidades secretas escondidas dentro de cada fracasso.”
– Anônimo
“There are secret opportunities hidden inside every failure.”

Aproveitando Oportunidades Perdidas FONTES

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Vacina gratuita contra gripe aos associados do CPP e cônjuges

CPP CENTRAL • CAPITAL
Serviço de imunização será realizado nos dias 7 e 8 de junho, das 9h às 17h
Nos dias 7 e 8 de junho, terça e quarta-feira, os associados do Centro do Professorado Paulista contarão com a aplicação da vacina contra a gripe (Trivalente – Influenza A: H1N1 / H3 N2 e B2), na Sede Central da entidade. Serão disponibilizadas 700 doses.
FONTE: CPP CENTRAL
A iniciativa é uma parceria com o Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe). Para ser atendido, é necessário apresentar o holerite (ou equivalente), documento de identificação e carteira de vacinação
Se o associado for portador de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, é importante que também receba a vacina, bastando mostrar a prescrição médica.
O CPP disponibilizará também exames de pressão arterial e glicemia.
Importante: a aplicação no dia 8 só ocorrerá caso haja doses remanescentes do dia 7. O serviço é estendido aos cônjuges ou dependentes.
SERVIÇO
Salão de Festas da Sede Central do CPP
Av. Liberdade, 928 – próximo ao metrô São Joaquim
Estacionamento gratuito: Rua Barão de Ijuí, 175
Informações na Central de Atendimento ao Associado pelo telefone (11) 3340-0500.
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