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Ex-ministro da Educação é preso em operação da PF

Milton Ribeiro, que ocupou a pasta no governo Bolsonaro, entre julho de 2020 e março de 2022, é acusado de tráfico de influência e corrupção
FONTE: CPP ENTRAL
Foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (22), pela Polícia Federal, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. A detenção ocorreu por meio da operação “Acesso Pago”, cujo objetivo é investigar a prática de tráfico de influência e corrupção para liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O mandado de prisão fundamenta crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência na gestão de Ribeiro, que teve áudio revelado pelo jornal Folha de S. Paulo sobre envolvimento em esquema de favorecimento a pastores no Ministério da Educação (MEC).
Na conversa gravada, o então ministro afirma que recebeu pedido do presidente Jair Bolsonaro (PL) para que a liberação de verbas da pasta fosse direcionada para prefeituras específicas a partir de negociações feitas por dois pastores evangélicos sem cargo no governo federal.
“Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar”, disse Ribeiro, na ocasião.
O ministro continuou:
“Porque a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar.”
A conversa registra que o ministro indicava que, com a liberação de recursos, poderia haver contrapartida:
“O apoio que a gente pede não é segredo, isso pode ser [inaudível] é apoio sobre construção de igrejas”.
Milton Ribeiro deixou o MEC em 28 de março após o escândalo, que indicou que pastores queriam propina até em bíblias. O caso veio à tona em entrevista dos prefeitos Kelton Pinheiro, de Bonfinópolis (GO), e José Manoel de Souza, de Boa Esperança do Sul (SP), em entrevista ao jornal O Globo.
Segundo eles, o pastor Arilton Moura chegou a pedir R$ 15 mil e R$ 40 mil de propina para a liberação de recursos que os municípios precisavam.
A defesa do ex-ministro alega que não teve acesso à decisão da PF.

Repercussão na Mídia
Batizada de Acesso Pago, operação que prendeu o ex-ministro investiga prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão ligado ao Ministério da Educação.
FONTE: G1
Ex-ministro da Educação do governo do presidente Jair Bolsonaro, Milton Ribeiro foi preso pela Polícia Federal nesta quarta-feira (22), em Santos, no âmbito de uma operação, batizada de Acesso Pago, que investiga a prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão ligado ao Ministério da Educação.
A prisão de Ribeiro foi determinada pela Justiça por causa de um suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do MEC. O ex-ministro é investigado por suspeita de corrupção passiva; prevaricação (quando um funcionário público ‘retarda ou deixa de praticar, indevidamente, ato de ofício’, ou se o pratica ‘contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal’); advocacia administrativa (quando um servidor público defende interesses particulares junto ao órgão da administração pública onde exerce suas funções); e tráfico de influência.
LEIA MAIS
A investigação envolve um áudio no qual Ribeiro dizia liberar verbas da pasta por indicação de dois pastores, Gilmar Santos e Arilton Moura, a pedido de Bolsonaro.
“Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar”, disse o ministro no áudio.
Alguns prefeitos também denunciaram pedidos de propina – em dinheiro e em ouro – em troca da liberação de recursos para os municípios. Milton Ribeiro disse que pediu apuração dessas denúncias à Controladoria-Geral da União.
Ribeiro já havia prestado depoimento à PF no final de março, quando confirmou que recebeu o pastor Gilmar a pedido de Bolsonaro. No entanto, ele negou que tenha ocorrido qualquer tipo favorecimento.
Relembre o caso
O inquérito foi aberto após o jornal “O Estado de S. Paulo” revelar, em março, a existência de um “gabinete paralelo” dentro do MEC controlado pelos dois pastores. Dias depois, o jornal “Folha de S.Paulo” divulgou um áudio de uma reunião em que Ribeiro afirmou que, a pedido de Bolsonaro, repassava verbas para municípios indicados pelo pastor Gilmar Silva.
Após a revelação do áudio, Ribeiro deixou o comando do Ministério da Educação.
Registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) apontam dezenas de acessos dos dois pastores a gabinetes do Palácio do Planalto.
‘Cara no fogo’
Em vídeo, Bolsonaro chegou a dizer que botava “a cara no fogo” por Ribeiro e que as denúncias contra o ex-ministro eram “covardia” (assista abaixo). Já nesta quarta, questionado sobre a prisão do ex-ministro pela PF, Bolsonaro afirmou que Ribeiro é quem deve responder por eventuais irregularidades à frente do MEC.
“Ele responde pelos atos dele”, afirmou Bolsonaro em entrevista à rádio Itatiaia. O presidente disse ainda que “se a PF prendeu, tem motivo.”
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CPP é contra projeto que autoriza 3º setor a gerir escolas municipais

Proposta, que pode ser votada nas próximas semanas, dá a entidades privadas autonomia para contratar professores
A Câmara Municipal de São Paulo discute um projeto de lei que autoriza a prefeitura a entregar a gestão de suas escolas municipais de ensino fundamental e médio para organizações sociais sem fins lucrativos, as OSs.
A proposta apresentada pela vereadora Cris Monteiro (Novo) justifica a transferência de responsabilidade como forma de melhorar a qualidade do ensino, com prioridade para escolas em bairros pobres e com piores resultados.
As organizações contratadas teriam liberdade para definir currículo, projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão.
Ganhariam autonomia também para montar o “time de professores, diretores, vice-diretores e secretário escolar”, podendo contratar pessoas de fora da rede de ensino sem concurso público.
Segundo a vereadora, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, não significa que não vão investir na formação dos professores, que não terá concurso público. Ela disse ainda que o projeto não é bala de prata nem panaceia para solucionar os problemas da educação municipal, mas pode ser um dos caminhos.
Críticos à proposta apontam risco de privatização do ensino municipal e do aumento da desigualdade entre escolas.
Dizem que o projeto avança na Câmara de forma apressada, sem um debate sobre a eficácia pedagógica, e alertam para o risco de desvio de recursos e favorecimento das entidades privadas.
Organizações sociais já atuam na educação infantil do município.
A prefeitura recorreu ao modelo de creches terceirizadas por não atender à demanda de crianças de 0 a 3 anos em unidades próprias. O projeto deve ir à votação nas próximas semanas. Pelo regimento da Casa, os textos podem ir a plenário desde que tenham sido aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa), o que ocorreu em 18 de abril.
Para Fernando Cássio, professor da UFABC e integrante da Repu (Rede Escola Pública e Universidade), a proposta se baseia em uma “ideia simplória” de que a gestão empresarial ou terceirizada funciona melhor do que a gestão pública.
“Indicadores de ensino ruins são resultado da falta de um investimento decente em educação, falta de professores, salários baixos, falta de assistência social aos alunos. Resolver essas questões é a solução para um sistema educacional eficiente, não uma gestão empresarial”, diz.
Nina Ranieri, professora da Faculdade de Direito da USP, diz que faltam mecanismos de fiscalização para garantir que essas escolas tenham a mesma qualidade e princípios das demais, respeitando o “caráter democrático” da educação.
“Não há nenhuma informação sobre quais serão os limites e critérios para a escolha dos professores, qual formação será exigida.”
Segundo reportagem da Folha desta terça-feira (21), uma auditoria do TCM (Tribunal de Contas do Município), em 20221, identificou que 72% das conveniadas não tinham acessibilidade e 58% não tinham áreas internas de recreação para as crianças. Professores das creches conveniadas têm jornadas consideravelmente maiores. Eles trabalham, em média, 40 horas semanais – ante 30 horas dos que atuam na rede direta.
POSIÇÃO DO CPP
De antemão, o Centro do Professorado Paulista é contra a terceirização da educação, e a favor de concurso público para preenchimento de vagas.O projeto da vereadora é inviável, segundo Azuaite Martins de França, 2º vice-presidente do CPP e vereador por São Carlos, porque destrói e fragmenta o projeto da educação do município de São Paulo.
“É absurdo querer acabar com o concurso público como regra de admissão na carreira dos professores”, afirma.
Para Azuaite, há temas mais importantes para viabilizar em políticas públicas para a educação, como valorizar a carreira do magistério e dos profissionais.
“O professor transfere conhecimento e trabalha com a cultura e a inteligência do aluno e da sociedade.”
O CPP entra nesta luta pela qualidade de ensino público e pela valorização do professor por meio de políticas públicas, não privatização do ensino.
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Meryl Streep • 73 Anos

“Não há roteiro sobre como criar uma família:
é sempre uma negociação enorme.”
“There’s no road map on how to raise a family: it’s always an enormous negotiation.”
– Meryl Streep
Meryl Streep
73 Anos
Mary Louise Streep (Summit, 22 de junho de 1949) [1][2] mais conhecida pelo nome artístico Meryl Streep, é uma atriz norte-americana, reconhecida como uma das mais talentosas de todos os tempos. [3][4][5]
No mesmo ano estreou no cinema com o filme Julia(1978) e Kramer vs. Kramer (1979) seguidos por, entre outros como Sophie’s Choice (1982), Out of Africa (1985), The Devil Wears Prada (2006), Mamma Mia! (2008) e The Iron Lady (2011).
Streep fez sua estréia profissional na peça Trelawny of the Wells (1975) e sua estréia na televisão no telefilme The Deadliest Season (1977).
Meryl Streep – atriz, em ‘Kramer vs. Kramer’, de 1979.
“Acho que seu eu, emerge mais claramente com o tempo.”
“I think your self emerges more clearly over time.”
– Meryl Streep
Conhecida como uma das atrizes mais premiadas de todos os tempos, Meryl Streep já recebeu 20 indicações ao Oscar (recorde entre as categorias ligadas a atuação), vencendo três vezes.
Também recebeu 29 indicações ao Globo de Ouro, vencendo oito, também um recorde para o prêmio.
“Sou uma humanista.
Sou a favor do equilíbrio fácil e agradável.”
“I am a humanist. I am for nice, easy balance.”
– Meryl Streep
A atriz também recebeu dois Emmys, dois Screen Actors Guild Awards, o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes e no Festival de Berlim, cinco New York Film Critics Circle Awards, dois BAFTA, dois Australian Film Institute Award, quatro indicações ao Grammy Awarde uma indicação Tony Award, entre outros prêmios.
Recebeu o prêmio honorário do American Film Institute em 2004 e o Kennedy Center Honor em 2011, ambos por sua contribuição para a cultura dos Estados Unidos através das artes performáticas, sendo a mais jovem artista da história a receber tal distinção.
Foi condecorada por duas vezes pelo presidente Barack Obama, em 2010 e 2014, com a Medalha Nacional das Artes[6] e a Medalha Presidencial da Liberdade, mais alta condecoração civil dos Estados Unidos.[7][8]
Meryl Streep vive a ativista feminista Emmeline Pankhurst, em ‘As sufragistas’.
Origem
Meryl Streep nasceu em Summit, no estado americano de Nova Jérsei.[9]
Sua mãe, Mary Wolf (1915–2001), era comerciante de artes e editora em uma publicação especializada, seu pai, Harry William Streep Jr. (1910–2003), era executivo em uma indústria farmacêutica.[10][11][12]
Tem dois irmãos: Dana David e Harry William III.[13]
“Não suporto a maioria das coisas que vejo.”
“I can’t stand most things that I see.”
– Meryl Streep
A sua família é de origem alemã, especificamente da região de Loffenau, seu tataravô, Gottfried Streep, foi quem imigrou para os Estados Unidos. Outra parte de sua família paterna é da região suíça de Giswil.
Sua mãe tinha origem inglesa, alemã e irlandesa.
Parte da família materna da atriz é dos estados da Pennsylvania e Rhode Island, e descende de imigrantes ingleses dos século XVII.[12][14]
Meryl Streep em ‘Mamma Mia’.
Streep cresceu em Bernardsville no estado de Nova Jérsei, onde estudou no Bernards High School.[15]
Graduou-se em teatro dramático no renomado Vassar College em 1971 (onde por pouco tempo foi aluna da atriz Jean Arthur).[16]
Também foi estudante visitante do Dartmouth College e fez mestrado em Artes Dramáticas na Universidade de Yale, curso durante o qual participou de várias montagens teatrais, como Sonho de uma noite de verão, de William Shakespeare.[17]
Meryl Streep com Anne Hathaway, em ‘O diabo veste Prada’.
Em sua carreira Meryl Streep participou de mais de 50 filmes.[104]
Seus maiores sucessos comerciais em todo o mundo foram os filmes Mamma Mia!, que arrecadou 609,8 milhões de dólares, The Devil Wears Prada, que arrecadou 326,6 milhões, A.I. Artificial Intelligence (235,9 milhões), It’s Complicated (219,1 milhões) e Lemony Snicket’s A Series of Unfortunate Events (209,1 milhões de dólares).[105]
Seu segundo filme, The Deer Hunter, foi eleito, em 1998, durante as comemorações de 100 anos da invenção do cinema, o 78º melhor filme de todos os tempos, pelo American Film Institute.[106]
Em 2001 o filme foi eleito o 30º mais “eletrizante” de todos os tempos.[107] Na atualização da lista dos 100 melhores filmes da história feita em 2007, a produção subiu para a 53ª posição; e Sophie’s Choice, pelo qual Meryl recebeu o Oscar de Melhor Atriz, passou a figurar no ranking, ocupando o 91ª lugar.[108]
Meryl interpretando Florence.
“É bom que a Terra seja redonda,
assim não vemos muito à frente.”
“It is well that the earth is round that we do not see too far ahead.”
– Meryl Streep
Ainda de acordo com a instituição, que elege os 10 melhores filmes de cada gênero – e atualiza a lista anualmente – Kramer vs. Kramer e A Cry in the Dark ocupam, respectivamente, a 3ª e a 9ª posição na lista dos dez melhores filmes da história sobre julgamentos.[109]
Em 2002 três filmes estrelados pela atriz fora ranqueados na lista das 100 melhores histórias de amor de todos os tempos: Out of Africa, na 13ª posição, Manhattan, na 66ª posição, e The Bridges of Madison County, na 90ª posição.[110]
No ano seguinte a AFI elegeu Karen Silkwood, a personagem vivida por Meryl em Silkwood, como o 47º melhor herói de todos os tempos. [111]Manhattan é também a 46ª melhor comédia de todos os tempos.[112]
Sotaques
Meryl Streep é conhecida pela sua grande capacidade de mimetizar sotaques, desde o dinamarquês de Out of Africa (1985); ao inglês britânico de Plenty (1985), de The French Lieutenant’s Woman (1981) e de The Iron Lady (2011); o italiano em The Bridges of Madison County (1995); o sotaque de Minnesota em A Prairie Home Companion (2006) e o irlandês em Ironweed, até o sotaque do Bronx em Doubt.
Meryl Streep com Jack Nicholson, em ‘Ironweed’, de Hector Babenco.
Em A Cry in the Dark (1988), os críticos ficaram impressionados com a capacidade de Meryl misturar o sotaque australiano com o da Nova Zelândia.
Para o seu papel em Sophie’s Choice (1982), ela usa o sotaque polonês, e fala fluentemente em alemão e polonês nas cenas- chave.[113]
Em The Iron Lady, ela reproduziu o estilo estridente de falar de Margaret Thatcher antes dela se tornar primeira ministrar, e o tom mais suave após as lições de fonoaudiologia.[114]
De acordo com ela própria, os sotaques são uma parte óbvia da construção dos personagens.
Certa vez, perguntada sobre isso ela respondeu:
“Eu sou sempre confrontada por essa questão… Como eu posso interpretar um personagem e falar como eu mesma?”.
Quando questionada sobre como consegue reproduzir os diferentes sotaques ela respondeu:
“Eu os ouço.”[115]
Filantropia
É co-fundadora do Mothers e Others um grupo de consumidores que advogam desde os anos 1990 sobre a proteção das saúde infantil, o meio ambiente e apoiam a agricultura orgânica.[172]
Também apoia o Centro para a Saúde e o Meio ambiente Global da Harvard Medical School, o Scenic Hudson, e a Coalizão pela Saúde Infantil, além do Equality Now uma campanha global pelos direitos de mulheres e meninas ao redor do mundo. [172]
Doou todo o seu cachê do filme The Iron Lady, além de outros valores em dinheiro para o National Women’s History Museum.[173]
Em 2012 doou 1 milhão de dólares para o The Public Theatre,[174] e desde o início de 2013 apoia a campanha da grife Gucci liderada por Beyoncé Knowles Chime For Change, para o empoderamento de mulheres em todo o mundo.[175]
Meryl com Hugh Grant em ‘Florence’.
Meryl Streep na cultura pop
Suas atuações são uns dos principais elementos que inspiraram a obra do artista plástico novaiorquino Michael Cavayero:
“Comecei a pintar este quadros da jovem Meryl Streep talvez na primavera de 2008. Eu acho que eu sempre gostei dela. Meu pai costumava fazer-me ver um monte de filmes dela com ele, principalmente em VHS’s dos anos 80, quando eu era mais jovem. Isso era uma espécie de ‘segundo tempo’ dos filmes”, disse.[176]
Parte dos retratos de Meryl, como a versão da famosa fotografia de Annie Leibovitz de Meryl para a capa da revista Rolling Stone em 1981[177] fizeram parte de uma exposição no Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque.[178]
Em uma sequência do filme The First Wives Club (1996), Brenda (Bette Midler) pega uma estatueta do Oscar pertencente a Elise (Goldie Hawn) e exclama:
“Vem escrito ‘eu venci a Meryl!?’”, em referência às 14 vezes em que a atriz foi indicada mas não ganhou o prêmio.
A frase foi repetida pela atriz Jennifer Lawrence durante seu discurso de agradecimento ao Globo de Ouro de Melhor Atriz no Cinema – Comédia ou Musical em janeiro de 2013, que tinha Meryl como uma das indicadas, o que gerou controvérsias na imprensa e na internet.[179]
Em 2010, aos 60 anos, Streep se tornou a mais velha pessoa a estampar a capa de uma revista Vogue, no caso, a edição francesa da publicação, onde apareceu ao lado de Penélope Cruz.[180]
Em dezembro de 2011, com 62 anos, ela saiu, desta vez sozinha, na capa da Vogue America.[181]
Desde março de 2013, o “título” pertence a Tina Turner, que saiu na Vogue Alemanha.[182]
A atriz é tema de três músicas: “Meryl Streep”, da banda de electro californianaIndigo;[183] Meryl Streep Is A Fucking Liar, do grupo de screamo rock estadunidense Usurp Synapse[184] e em Think Of Meryl Streep, apresentada no musical de 1988 Fame, baseado no filme homônimo de 1980.[185]
Em 2013 ela apareceu ao lado de outros artistas e modelos como Johnny Depp e Kate Moss interpretando uma fã do ex-Beatle Paul McCartney no videoclipe da música Queenie Eye.[186]
Na primeira temporada do seriado Modern Family o personagem Cameron (Eric Stonestreet) após ouvir que Meryl não teria sido a melhor escolha para o filme Mamma Mia! afirma:
“Desculpa. Meryl poderia interpretar Batman e ainda sim ser a escolha correta”.
A frase se tornou um meme quando o ator Ben Affleck foi escolhido para interpretar o herói, em 2013.[187]
No Oscar 2014, a atriz participou da célebre selfie comandada pela apresentadora Ellen DeGeneres, anfitriã da noite, que teve mais de 2,7 milhões de compartilhamentos, chegando a colapsar o Twitter por alguns minutos. A imagem se tornou a foto mais retuitada da história.[188]
Prêmios
Prêmios de atuação
Uma das atrizes mais premiadas de todos os tempos, Meryl Streep recebeu 19 indicações ao Oscar, 14 ao BAFTA, 3 ao Emmy, 28 ao Globo de Ouro, 5 ao Grammy, 16 ao SAG Awards, e uma ao Tonny, além de diversos outras premiações, que somam cerca de 215 indicações. Sendo recordista de indicações no Oscar e no Globo de Ouro.[18][26] [33][35]
Venceu o Oscar por três vezes,[26] (ficando atrás apenas de Katharine Hepburn, que recebeu o prêmio por quatro vezes).
É a maior vencedora da história do Globo de Ouro, com nove prêmios.[189]
Meryl Streep faz emocionado discurso anti-Trump no Globo de Ouro.
Possui os prêmios de melhor atriz nos festivais de Cannes e Berlim. Do último também recebeu um prêmio honorário pelo conjunto da carreira.[43][51]
Entre os prêmios honorários, destacam-se também o César, da Academia Francesa de Cinema e o AFI Lifetime Award, do American Film Institute.[51]
Principais prêmios recebidos por Meryl Streep
(para a lista completa veja página detalhada)
Prêmio Ano Categoria Título do Filme Ref. Oscar 2012 [26] 1982 [26] 1979 [26] Globo de Ouro 2012 [33] 2010 [33] 2007 [33] 2004 [33] 2003 [33] 1982 [33] 1981 [33] 1979 [33] BAFTA 2012 [35] 1981 [35] Emmy 2004 [128] 1978 [128] Festival de Cannes 1989 A Cry in the Dark[43] Festival de Berlim 2012 honorário[190] 2003 [191] Vida pessoal
Família
Meryl Streep viveu com o ator John Cazale por três anos, antes de sua morte em 1978.
Nas últimas semanas antes de sua morte, se mudou para o hospital onde diariamente lia para ele o jornal imitando um comentarista esportivo e tentando confortá-lo até seus últimos momentos.[156]
Parte da história dos dois é descrita por amigos do casal, como Al Pacino, no documentário I Knew It Was You: Rediscovering John Cazale, de 2009.[157][158]
Meryl Streep com suas três filhas.
Se casou com o escultor Don Gummer, em setembro de 1978.[159]
Os dois se conheceram através do irmão de Meryl, Harry, amigo de longa data de Don.
A cerimônia foi apenas para família de ambos em Mason’s Island, Connecticut.
Em maio do ano seguinte os dois fizeram um pequeno coquetel para os amigos para celebrar o casamento.[160]
Durante seu discurso de agradecimento ao Oscar, em 2013, Meryl dedicou o prêmio ao marido antes de agradecê-lo às demais pessoas.
“Primeiramente eu gostaria de agradecer Don, porque quando se agradece ao marido no final do discurso, eles aumentam o volume da música e eu faço questão de que ele saiba que tudo que eu valorizo em nossas vidas foi ele que me deu”, disse.[161]
Eles tiveram quatro filhos: Henry Wolfe Gummer, nascido em 1979; Mamie Gummer, nascida em 1983; Grace Gummer, nascida em 1986; e Louisa Jacobson Gummer, nascida em 1991. Tanto Mamie como Grace são atrizes, enquanto Henry é músico e ator.[10][162][163][164]
“Mesmo quando ainda era jovem e sem dinheiro, trabalhava direto durante quatro meses e ficava desempregada de novo. Então meus filhos nunca sabiam quando eu estaria em casa. Isso foi muito valioso, mas é uma luta contínua. As mulheres têm de fazer tudo isso. E também, quanto mais flexível o trabalho fica, mais os pais se envolvem.”
— Meryl Streep após receber seu terceiro Oscar, em 2012, comentando a dificuldade de conciliar carreira e família.[165].
Meryl e o filho Henry atuaram juntos na peça The Seagull, em 2001.[134]
O ano de 1979 foi o primeiro em que Meryl Streep foi indicada ao Oscar – já foram 20 indicações até hoje – e, daquela vez, ela competia por ‘O Franco Atirador’.
A filha do meio, Grace Gummer, estará ao lado da mãe no filme The Homesman, em fase de pós-produção, previsto para estrear em 2014.[166]
Já a mais velha, Mamie Gummer, atuou com Meryl em duas ocasiões: na sua estréia no cinema, ainda criança, em Heartburn e, mais recentemente, na adaptação do romance de Susan Minot, Evening.
Fisicamente parecida com Meryl, afirmou recentemente em entrevista a Folha de S. Paulo que tenta afastar-se da imagem da mãe, apesar de sua grande influência em sua carreira.[163]
“Cresci em uma área rural e fui intocada pelo glamour da profissão. Acho que ter assistido ao jeito como minha mãe levou sua carreira me deu um grande modelo de como devo me portar e de como fazer as coisas do jeito certo. Espero que eu tenha aprendido.”
— Mamie Gummer em entrevista à Folha de S. Paulo sobre a influência de Meryl Streep em sua carreira.[163].
CITAÇÃO
Meryl Streep – Entrega total e influência sobre os outros
“Integre o que você acredita em todas as áreas da sua vida. Leve o seu coração ao trabalho, e peça, o mais e o melhor de todos os outros também.”
Meryl Streep / Fonte: Mensagens com Amor
Meryl Streep
Mary Louise Streep
(Summit, 22 de junho de 1949)
73 Anos
FONTES
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Inverno Começa no Brasil

“Feliz é aquele
que nunca repara se está
no inverno ou no verão.”
O inverno (AO 1945: Inverno) é a estação mais fria das quatro estações do ano e é comum que durante esta época, em países mais perto dos polos, as temperaturas fiquem abaixo de 0 ºC e que ocorram fenômenos como a queda de neve e a formação de geada.
Quando é inverno no Brasil, que fica no hemisfério sul do Planeta, na outra metade do globo, no hemisfério norte, é verão.
ETIMOLOGIA: A palavra inverno deriva do latim, hibernum, que significa neutro, invernal, invernoso, tempo frio.
O inverno no Hemisfério Sul
O “inverno austral” tem início com o solstício de inverno no Hemisfério Sul, que ocorre por volta de 21 de junho, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 21 de setembro nesse mesmo hemisfério. No presente ano começa a No presente ano começa a 21 de junho de 2022 às 06:14 no horário de Brasília.[1]
O inverno no Hemisfério Norte
O “inverno boreal” tem início com o solstício de inverno no Hemisfério Norte, que ocorre por volta de 21 de dezembro, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 20 de março nesse mesmo hemisfério. No presente ano começa a 21 de dezembro de 2022 às 21:49 de Portugal Continental.[1]
“O inverno é uma estação de recuperação e preparação.”
“Um homem diz muitas coisas no verão,
que ele não quer dizer no inverno.”
“A man says a lot of things in summer he doesn’t mean in winter.”
Características gerais
- queda das temperaturas;
- noites mais longas e dias mais curtos;
- menos raios solares na região que está vivenciando o inverno, devido à inclinação do planeta;
- aumentos das chuvas e da umidade do ar em países de clima temperado e subtropical, que tem as quatro estações bem definidas;
- poucas chuvas e baixa umidade do ar em países de clima tropical;
- é estação do ano que sucede o outono e antecede a primavera nas regiões de clima temperado ou subtropical;
- sucede o verão chuvoso nas regiões de clima tropical.
“Para o ignorante, a velhice é o inverno;
para o instruído é a estação da colheita.”
“A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano.”
FONTES
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Nova carreira do magistério tem prazo de até dois anos para adesão

Os que realizarem a escolha antes do fechamento da folha do mês já receberão o novo valor no pagamento de julho.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) disponibilizou um simulador para que os docentes possam comparar a atual folha de pagamento com a da Nova Carreira.
Tanto o sistema para adesão, quanto o simulador estarão disponíveis na Secretaria Escolar Digital.
CPP é contra Novo Plano de Carreira
Mesmo sob protesto do Centro do Professorado Paulista e demais entidades do magistério, o Novo Plano de Carreira foi aprovado pelos deputados na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em 29 de março. Houve 49 votos favoráveis e apenas um contra.
Entidades que representam o magistério, contudo, apontam que o reajuste em questão não é real e reclamam da exclusão da categoria nas discussões para elaboração do plano. Assinam uma ação coletiva o CPP, o Sindicato dos Supervisores do Ensino do Magistério Oficial do Estado de São Paulo (Apase), o Sindicato de Especialistas de Educação do Estado de São Paulo (Udemo) e o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
O CPP alerta que a categoria deixará de receber salário para receber subsídios. E ninguém vai ganhar mais do que R$ 5 mil por mês. A somatória que o governo faz, inclusive, é do valor bruto. Trata-se de uma reforma de toda a carreira do magistério público paulista e dos profissionais da Educação, com profundas alterações e até exclusão de direitos computados ao longo dos anos. Quem está finalizando a carreira será muito prejudicado. E quem está ingressando não irá alcançar o pico quando se aposentar.
Na opinião de Azuaite Martins de França, terceiro vice-presidente do CPP, vereador e presidente da comissão de Educação por São Carlos, a medida destrói a carreira do magistério. “Os professores devem resistir e não aceitar a Nova Carreira Docente. Vamos juntos lutar por valorização real e salário digno”, afirma.
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Machado de Assis • 183 Anos

“A abolição é a aurora da liberdade;
emancipado o preto,
resta emancipar o branco.”
— Machado de Assis, em “Esaú e Jacó” (1904)
Machado de Assis
183 Anos
Joaquim Maria Machado de Assis
(Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro, considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como um dos maiores senão o maior nome da literatura do Brasil.[4][5][6][7][8]
Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário.[9][10]
Testemunhou a mudança política no país quando a República substituiu o Império e foi grande comentador e relator dos eventos político- sociais de sua época.[11]
O jovem Machado aos 25 anos, 1864, gostava de teatro e lutava para subir socialmente. Foto de Insley Pacheco.
Nascido no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade.[12]
Os biógrafos notam que, interessado pela boemia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual.[13]
Para isso, assumiu diversos cargos públicos, passando pelo Ministério da Agricultura, do Comércio e das Obras Públicas, e conseguindo precoce notoriedade em jornais onde publicava suas primeiras poesias e crônicas.
Em sua maturidade, reunido a colegas próximos, fundou e foi o primeiro presidente unânime da Academia Brasileira de Letras.[14]
Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. [15][16]
Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881).[17] [18] Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia, embora não haja rompimento de resíduos românticos.
Dessa fase, os críticos destacam que suas melhores obras são as da Trilogia Realista.[3]
Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou “convencionalismo”, como prefere a crítica moderna. [19]
Sua obra foi de fundamental importância para as escolas literárias brasileiras do século XIX e do século XX e surge nos dias de hoje como de grande interesse acadêmico e público.[20]
Influenciou grandes nomes das letras, como Olavo Bilac, Lima Barreto, Drummond de Andrade, John Barth, Donald Barthelme e outros.[21]
Em seu tempo de vida, alcançou relativa fama e prestígio pelo Brasil,[22] contudo não desfrutou de popularidade exterior na época. Hoje em dia, por sua inovação e audácia em temas precoces, é frequentemente visto como o escritor brasileiro de produção sem precedentes,[23] de modo que, recentemente, seu nome e sua obra têm alcançado diversos críticos, estudiosos e admiradores do mundo inteiro.
Machado de Assis é considerado um dos grandes gênios da história da literatura, ao lado de autores como Dante, Shakespeare e Camões.[24]
Imprensa Nacional, c.1880, onde Machado de Assis iniciou seus serviços como tipógrafo e revisor.
Jornais, poemas e a sociedade
Tudo indica que Machado evitou o subúrbio carioca e procurou a subsistência no centro da cidade.[39] Com muitos planos e espírito aventureiro, fez algumas amizades e relacionamentos. Em 1854, publicou seu primeiro soneto, dedicado à “Ilustríssima Senhora D.P.J.A”, assinando como “J. M. M. Assis”, no Periódico dos Pobres.[40] No ano seguinte, passou a frequentar a livraria do jornalista e tipógrafo Francisco de Paula Brito. Paula Brito era um humanista e sua livraria, além de vender remédios, chás, fumo de rolo, porcas e parafusos, [41] também servia como ponto de encontro da sua Sociedade Petalógica (peta=(ê), s. f. 1. Mentira, patranha).[42] Um tempo mais tarde, Machado se referiria à Sociedade da seguinte forma: “Lá se discutia de tudo, desde a retirada de um ministro até a pirueta da dançarina da moda, desde o dó do peito de Tamberlick até os discursos do Marquês do Paraná“.[43]
Aos 21 anos de idade Machado já era uma personalidade considerada entre as rodas intelectuais cariocas. A esta altura já era conhecido por Quintino Bocaiúva, que o convidou para o Diário do Rio de Janeiro, onde Machado trabalhou intensamente como repórter e jornalista de 1860 a 1867, com Saldanha Marinho supervisionando-o.[40] Colaborou para o Jornal das Famílias sob pseudônimos: Job, Vitor de Paula, Lara, Max, e para a Semana Ilustrada, assinando seu nome ou pseudos, até 1857.[53] Bocaiúva admirava o gosto de Machado pelo teatro, mas considerava suas obras destinadas à leitura e não à encenação.[54] Com a morte do pai, Machado lhe dedica a coletânea de poesias “Crisálidas”: “À Memória de Francisco José de Assis e Maria Leopoldina Machado de Assis, meus Pais.”[55]
Em 1865, Machado havia fundado uma sociedade artístico-literária chamada Arcádia Fluminense, onde tivera a oportunidade de promover saraus com leitura de suas poesias e estreitar contato com poetas e intelectuais da região.
Machado escrevia crítica teatral e, segundo Almir Guilhermino, aprendeu a língua grega para se familiarizar cedo com Platão, Sócrates e o teatro grego.[58] De acordo com Valdemar de Oliveira, Machado era “rato de coxia” e frequentador de rodas teatrais junto com José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, e outros.[59]
Carolina Augusta e seu marido, Machado de Assis.
Noivado, cartas e relacionamento
Machado teria um outro encontro que mudou de vez a sua vida. Um de seus amigos, Faustino Xavier de Novaes (1820-1869), poeta residente em Petrópolis, e jornalista da revista O Futuro,[34] estava mantendo sua irmã, a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, desde 1866 em sua casa, quando ela chegou ao Rio de Janeiro do Porto.[53] Segundo os biógrafos, veio a fim de cuidar de seu irmão que estava enfermo,[65]enquanto outros dizem que foi para esquecer uma frustração amorosa. Carolina despertara a atenção de muitos cariocas; muitos homens que a conheciam achavam-na atraente, e extremamente simpática. Com o poeta, jornalista e dramaturgo Machado de Assis não fora diferente. Tão logo conhecera a irmã do amigo, logo apaixonou-se. Até essa data o único livro publicado de Machado era o poético Crisálidas (1864) e também havia escrito a peça Hoje Avental, Amanhã Luva (1860), ambos sem muita repercussão. Carolina era cinco anos mais velha que ele; deveria ter uns trinta e dois anos na época do noivado.[64] Os irmãos de Carolina, Miguel e Adelaíde (Faustino já havia morrido devido a uma doença que o levou à insanidade), não concordaram que ela se envolvesse com um mulato.[26] Contudo, Machado de Assis e Carolina Augusta se casaram no dia 12 de Novembro de 1869.[55]
Diz-se que Machado não era um homem bonito, mas era culto e elegante.[55] Estava apaixonado por sua “Carola”, apelido dado pelo marido. Entusiasmava a esposa com cartas românticas e que previam o destino dos dois; durante o noivado, em 2 de março de 1869, Machado havia escrito uma carta íntima que dizia: “…depois, querida, ganharemos o mundo, porque só é verdadeiramente senhor do mundo quem está acima das suas glórias fofas e das suas ambições estéreis.”[66] Suas cartas endereçadas a Carolina são todas assinadas como “Machadinho”. [66]Outra carta justifica uma certa complexidade no começo de seu relacionamento: “Sofreste tanto que até perdeste a consciência do teu império; estás pronta a obedecer; admiras-te de seres obedecida”, o que é um mistério para os recentes estudiosos das correspondências do autor.[66] A carta do primeiro trecho aqui transposto traz uma alusão às flores que a esposa lhe teria mandado e ele, agradecido, teria as beijado duas vezes como se beijasse a própria Carolina.[67]
Machado de Assis c. 1905, pintado por Henrique Bernardelli.
Inspirados na Academia Francesa, Medeiros e Albuquerque, Lúcio de Mendonça, e o grupo de intelectuais da Revista Brasileira idearam e fundaram, em 1897, junto ao entusiasmado e apoiador Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras, com o objetivo de cultuar a cultura brasileira e, principalmente, a literatura nacional.[82] [83]
Unanimemente, Machado de Assis foi eleito primeiro presidente da Academia logo que ela havia sido instalada, no dia 28 de janeiro do mesmo ano. [14]
Como escreve Gustavo Bernardo, “Quando se fala Machado fundou a Academia, no fundo o que se quer dizer é que Machado pensava na Academia. Os escritores a fundaram e precisaram de um presidente em torno do qual não houvesse discussão.”[84]
No discurso inaugural, Machado aconselhou aos presentes: “Passai aos vossos sucessores o pensamento e a vontade iniciais, para que eles os transmitam também aos seus, e a vossa obra seja contada entre as sólidas e brilhantes páginas da nossa vida brasileira.”[85]
Últimos anos
Com a morte da esposa, entrou em profunda depressão, notada pelos amigos que lhe visitavam, e, cada vez mais recluso, encaminhou-se também para sua morte.
Numa carta endereçada ao amigo Joaquim Nabuco, Machado lamenta que “foi-se a melhor parte da minha vida, e aqui estou só no mundo […]”[92]
Antes de sua morte, em 1908, e depois da morte da esposa, em 1904, Machado viu publicar suas últimas obras: Esaú e Jacó (1904), Memorial de Aires (1908), e Relíquias da Casa Velha (1906). No mesmo ano desta última obra, escreveu sua última peça teatral, Lição de Botânica.
Em 1905, participou de uma sessão solene da Academia para a entrega de um ramo de carvalho de Tasso, remetido por Joaquim Nabuco.[53] Com Relíquias, reuniu em livro mais algumas de suas produções, como também o soneto “A Carolina”, “preito de saudade à esposa morta.”[93] Em 1907, dá início ao seu último romance, Memorial de Aires, que é um livro norteado por uma poesia leve e tranquila e tendente à saudade.[94]
Machado de Assis em homenagem do Banco Central na cédula de mil cruzados.
Obra
Em sua História da Literatura Brasileira, José Verissimo dedica-se a um capítulo inteiro para tratar de Machado de Assis e lhe separa duas fases de sua obra: uma ligada à escola romântica (ou aos convencionalismos da época) e outra realista.[112]
Em sua História da Literatura Brasileira, José Verissimo dedica-se a um capítulo inteiro para tratar de Machado de Assis e lhe separa duas fases de sua obra: uma ligada à escola romântica (ou aos convencionalismos da época) e outra realista.[112]
Os romances da primeira fase seriam Ressurreição (1872), A Mão e a Luva(1874), Helena (1876), Iaiá Garcia (1878), enquanto que os da segunda seriam todos os outros restantes de sua carreira, Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro(1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908), pertencentes ao Realismo. Embora esta divisão seja ortodoxa entre os acadêmicos, o próprio Machado escrevera numa apresentação de uma reedição de Helena que este romance e os outros de sua fase “romanesca” possuíam um “eco de mocidade e fé ingênua.”[113]
Estilo
A obra de Machado de Assis assume uma originalidade despreocupada com as modas literárias dominantes de seu tempo.
Os acadêmicos notam cinco fundamentais enquadramentos em seus textos: “elementos clássicos” (equilíbrio, concisão, contenção lírica e expressional), “resíduos românticos” (narrativas convencionais ao enredo), “aproximações realistas” (atitude crítica, objetividade, temas contemporâneos), “procedimentos impressionistas” (recriação do passado através da memória), e “antecipações modernas” (o elíptico e o alusivo engajados a um tema que permite diversas leituras e interpretações).[127]
Otelo e Desdêmona por Muñoz Degrain, 1881, é um retrato do drama Otelo de William Shakespeare. Correlação arquétipa com o ciúme do Bentinho de Dom Casmurro.
Temática
A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana.
É capaz de retratar desde relações implicitamente homossexuais e homoeróticas, como no conto “Pílades e Orestes”,[136] até temas mais complexos e explícitos como a escravidão sob o ponto de vista cínico do senhor de escravos, sempre criticando-o de forma oblíqua.[137]
Sobre a escravidão, Machado de Assis já havia tido uma experiência familiar, quer por seus avós paternos terem sido escravos, quer porque lia os jornais com anúncios de escravos fugitivos.[138]
Em seu tempo, a literatura que denunciava crenças etnocêntricas que posicionavam os negros no último grau da escala social era distorcida ou tolhida, de modo que este tema encontra uma grande expressividade na obra do autor.[139]
A começar, a obra Memórias Póstumas de Brás Cubas narra o que seria uma das páginas de ficção mais perturbadoras já escritas sobre a psicologia do escravismo: o negro liberto compra seu próprio escravo para tirar sua desforra.[137]
Outras obras notáveis, como Memorial de Aires, ou a crônica Bons Dias! de maio de 1888, ou o conto “Pai Contra Mãe” (1905), expõem explicitamente as críticas à escravidão.[137]
Esta última é uma obra pós-escravidão, como podemos notar na frase de início:
“A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos […]” [140]
Um destes ofícios e aparelhos a que Machado refere-se é o ferro que prendia o pescoço e os pés dos escravos e a máscara de folha-de- flandres. O conto é ainda uma análise de como o fim da escravidão levara estes aparelhos para a extinção, mas não levou a miséria e a pobreza. Roberto Schwarz escreve que “se grande parte do trabalho era exercido pelos escravos, restava aos homens livres trabalhos mal remunerados e instáveis.”[141]
Schwarz nota que tal dificuldade dos homens livres, somada às relações dependentes que estes homens traçarão para sua sobrevivência, são grandes temas no romance machadiano.[141]
Para Machado, o trabalho acabaria com as diferenças impostas pela escravidão.[142]
Castro Alves escrevia sobre a violência explícita a que os escravos estavam expostos, enquanto Machado de Assis escrevia as violências implícitas, como a dissimulação e a falsa camaradagem na relação senhor e escravo.[139]
Este mesmo caráter dissimulativo também é encontrado em sua ótica acerca da República e da Monarquia.
Machado influenciou nomes como Olavo Bilac e Coelho Neto,[257] Joaquim Francisco de Assis Brasil,[258] Cyro dos Anjos,[259] Lima Barreto (especialmente seu Triste Fim de Policarpo Quaresma),[260] Moacir Scliar, Múcio Leão,[261] Leo Vaz,[260] Drummond de Andrade,[262] Nélida Piñon,[263] e sua obra permanece como uma das mais respeitadas e influentes da literatura brasileira.
Ver também
- Estudiosos de Machado de Assis
- Trilogia Realista de Machado de Assis
- Romantismo no Brasil
- Realismo no Brasil
- Humanitismo
Machado de Assis fotografado por Marc Ferrez, 1890.
CITAÇÃO
Machado de Assis – O delírio e a felicidade no dia da abolição da escravatura
“Houve sol, e grande sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei, que a regente [ Princesa Isabel ] sancionou, e todos saímos à rua. Sim, também eu saí à rua, eu o mais encolhido dos caramujos, também eu entrei no préstito, em carruagem aberta (…) Verdadeiramente, foi o único dia de delírio que me lembra ter visto.”[175]
– Machado de Assis • Fonte: Wikiwand
Sabe-se, também, que Machado era fervorosamente contra a escravidão.
Em 1888, com a abolição da escravatura, sai às ruas em carruagem aberta, como escreveu numa crônica de ‘A Semana’.
“O juízo é a ordem, é a constituição, a justiça e as leis.”
— Machado de Assis, em “A Semana” (1897)
Machado de Assis aos 57 anos, 1896.
Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis
(Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908)
183 Anos
FONTES
183 anos, aniversário, artistas, Brasil, celebração, cientistas, CITAÇÕES, comemoração, escritores, famosas, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, literatura, Machado de Assis, marcantes, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, sociedade, wikipedia, wikiwand -
Lionel Richie • 73 Anos

Nós somos o mundo,
nós somos as crianças
Nós somos aqueles que
fazem o dia ser mais brilhante
Então, vamos começar a dar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e eu
We are the world (we are the world)
We are the children (we are the children)
We are the ones who
make a brighter day
So let’s start giving (so let’s start giving)
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true, we’ll make a better day
Just you and me
Lionel Richie
Lionel Brockman Richie Jr.
73 ANOS
(Tuskegee, 20 de junho de 1949)
cantor e produtor musical norte-americano
Foi membro da banda The Commodores e vendeu mundialmente mais de cem milhões de discos em sua carreira solo.
Em 1985, Richie compôs e executou a canção tema “Say You, Say Me“, para o filme O Sol da Meia-Noite, o que lhe rendeu um Óscar, E o Top #1 nas paradas americanas.
Ainda em 1985 também colaborou com Michael Jackson na composição do single de caridade ” We Are the World do “USA for Africa.
Em 2017, foi condecorado no 40º Prêmio Kennedy (do inglês: Annual Kennedy Center Honors), um dos mais prestigiados da cultura norte americana.
Ativista anticâncer
Richie ajudou a arrecadar mais de 3,1 milhões de dólares para a Fundação de Pesquisa do Câncer de Mama estadunidense (do inglês: The Breast Cancer Research Foundation).
Foi o artista convidado em soirée da Fundação Bouquet, a festa de gala anual da Primavera.
Richie disse à multidão que sua avó foi diagnosticada com câncer de mama em seu 80 anos, mas sobreviveu e viveu até 104 anos. Ele afirmou que ela era o símbolo duradouro da esperança e da sua razão para se tornar um ativista na luta contra o câncer da mama.
We Are The World
Música com áudio, vídeo, letra no original em inglês e tradução em português.
Song with audio, video, the original lyrics in English and Portuguese translation.
“We Are The World” é uma canção idealizada e composta por Michael Jackson e Lionel Richie, gravada em 28 de janeiro de 1985[1]por 45 dos maiores nomes da música norte- americana, no projeto conhecido como USA for Africa.
Fonte: Wikipédia
O projeto tinha como objetivo arrecadar fundos para o combate à fome no continente africano. Inspirados pelo Live Aid, festival organizado pelo músico irlandês Bob Geldof, que reuniu dezenas de astros da música mundial, Jackson e Richie convocaram um supergrupo de artistas em evidência à época.
O single, o álbum vídeoclipe renderam cerca de 55 milhões de dólares. Foi produzido pelo maestro Quincy Jones, que também fez a regência do grupo vocal. A vendagem atingiu 7 milhões de cópias só nos Estados Unidos, tornando-se um dos singles mais vendidos de todos os tempos.
A canção foi lançada em 7 de março de 1985 como single único do álbum. Um sucesso comercial internacional, a canção liderou diversas paradas musicais em todo o mundo, tornando-se singlemais rapidamente difundido na história da música pop. Além disso, foi também o primeiro single certificado com “platina múltipla” e “platina quádrupla” pela Recording Industry Association of America(RIAA).
A iniciativa desencadeou no Brasil a campanha Nordeste já, que seguiu a ideia original. Em 1987, a Rede Globo, no programa Fantástico, lançou o vídeoclipe da música “Viver outra Vez” em benefício da campanha em combate à AIDS, onde participaram vários cantores populares em evidência no país.
Em 12 de janeiro de 2010, após a devastação causada por um sismo de magnitude 7.0 no Haiti, um grande grupo de artistas foi reunido para regravar a canção, lançada como “We Are the World 25 for Haiti“.
Antecedentes e composição
Antes da composição de “We Are the World”, o ativista e ator estadunidense Harry Belafonte já havia sugerido um projeto de caridade envolvendo os mais famosos artistas da indústria musical à época. Belafonte havia planejado, inclusive, doar as arrecadações para uma nova organização chamada “United Support of Artists for Africa” (USA for Africa). A organização sem fins lucrativos seria responsável por encaminhar recursos aos povos famintos no continente africano, especialmente na Etiópia, onde a fome vitimava cerca de 1 milhão de pessoas por ano(segundo dados da década de 1980).[2][3] A ideia foi inspirada pelo “Do They Know It’s Christmas?” do supergrupo britânico Band Aid.[4] Havia também a intenção de distribuir recursos para combater a fome nos Estados Unidos. O empresário de mídia Ken Kragen foi contactado por Belafonte, que convidou Lionel Richie e Kenny Rogers para desenvolver o projeto. Kragen e os dois músicos – empresariados por ele à época – aceitaram participar do projeto e incluíram também o nome de Stevie Wonder, visando endossar a campanha. Quincy Jones, dividindo-se também com a produção de The Color Purple, assumiu a co-produção da canção.[5] Em seguida, Richie convidou pessoalmente Michael Jackson, que acabara de lançar o maior sucesso de toda sua carreira musical – o álbum Thriller.[6]
Jackson disse que não queria somente participar da gravação, como também da composição da canção.[7] Sendo assim, foi concordado que a parceria de “We Are the World” seria entre Jackson, Richie e Wonder. No entanto, por conta do tempo limitado deste último, Jackson e Richie assumiram a composição da música sozinhos. As primeiras reuniões entre os cantores ocorreram em Hayvenhurst, a famosa residência da Família Jackson em Encino, Califórnia. Durante uma semana inteira, os dois passaram noites trabalhando na letra e melodia da canção, desejando algo simples e também memorável. Posteriormente, La Toya, irmã mais velha de Michael, afirmaria à revista People que Richie só escreveu alguns versos da faixa.
Richie havia gravado duas melodias para “We Are the World”, às quais Jackson acrescentou música e letra. Jackson afirmou: “Eu amo trabalhar rapidamente. Fui em frente mesmo sem Lionel saber, não consegui esperar. Comecei e terminei a noite com a canção já completa – percussão, piano, cordas e a letra do refrão”.[8] Jackson, então, apresentou seu demo a Richie e Jones, que ficaram impressionados com a agilidade e facilidade de composição do Rei do Pop. Contudo, a música só viria a ser concluída em 21 de janeiro de 1985, um dia antes da data marcada para a gravação em estúdio. Um fato curioso é que o verso: “There’s a choice we’re making, we’re saving our own lives, it’s true” é semelhante aos versos da canção natalina “Do You Hear What I Hear?”.
Gravação
A primeira noite de gravação, em 22 de janeiro de 1985, foi marcada pela ampla equipe de segurança, uma vez que Richie, Jackson, Wonder e Jones haviam começado os preparativos no Lion Shares Recording Studio, de propriedade de Kenny Rogers. O estúdio, localizado em Beverly Hills, estava repleto de músicos, técnicos, assistentes de produção, entre outros membros de equipe de cada um dos cantores. Inicialmente, Richie e Jackson gravaram a voz guia e distribuíram em fita cassete para cada um dos artistas convidados.[9]
Em seguida, dando continuidade à parte vocal, Jackson e Jones pensaram em uma alternativa para os versos: “There’s a chance we’re taking, we’re taking our own lives“[10] (que seria gravado por Diana Ross). Jones sugeriu alterar somente algumas palavras ao invés de todo o verso. “Algo que nós não queremos fazer, especialmente com este grupo, é pensar que estamos regredindo. Então, realmente ‘foi uma escolha que tomamos’. Em torno de 1:30 da manhã, os quatro músicos encerraram a primeira sessão ensaiando as vocalizações melódicas do regrão, incluindo o som “sha-lum sha-lin-gay”. Jones decidiu não acrescentar nenhum detalhe à voz guia.[10]
Em 24 de janeiro de 1985, após um dia de folga, Jones distribuiu a fita cassete com a gravação prévia à todos os cantores envolvidos no projeto. Juntamente, com as fitas, o rígido produtor musical deixara um recado:[10]
“As fitas estão numeradas e não sei expressar o quão importante é não deixá-los sem este material. Por favor, não façam cópias e devolvam-na na noite do dia 28. Nos anos futuros, quando seus filhos perguntarem ‘o que meu pai e minha mãe fizeram no combate à fome mundial?’, vocês poderão dizer orgulhosamente que esta é a sua contribuição.[10]
USA for Africa
USA for Africa (United Support of Artists for Africa), foi o nome sob o qual quarenta e cinco artistas norte-americanos, liderados por Harry Belafonte, Kenny Rogers, Michael Jackson e Lionel Richie, gravaram o compacto “We Are The World” em 1985. Wikipédia
País:
Estados UnidosPeríodo em atividade: 1985
Integrantes: Vários artistas
Página oficial: USAforAfrica.org
ÁUDIO
We Are the World
[Lionel Richie]
There comes a time when we hear a certain call[Lionel Richie & Stevie Wonder]
When the world must come together as one[Stevie Wonder]
There are people dying[Paul Simon]
And it’s time to lend a hand to life[Paul Simon & Kenny Rogers]
The greatest gift of all[Kenny Rogers]
We can’t go on pretending day by day[James Ingram]
That someone, somewhere will soon make a change[Tina Turner]
We are all part of God’s great big family[Billy Joel]
And the truth, you know, love is all we need[Michael Jackson]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Diana Ross]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives[Michael & Diana Ross]
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Dionne Warwick]
Send them your heart
So they’ll know that someone cares[Dionne Warwick & Willie Nelson]
And their lives will be stronger and free[Willie Nelson]
As God has shown us by turning stones to bread[Al Jarreau]
And so we all must lend a helping hand[Bruce Springsteen]
We are the world, we are the children[Kenny Logins]
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Steve Perry]
There’s a choice were making
We’re saving our own lives[Daryl Hall]
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Michael Jackson]
When you’re down and out, there seems no hope at all[Huey Lewis]
But if you just believe there’s no way we can fall[Cyndi Lauper]
Well, well, well, well let us realize that a change can only come[Kim Carnes]
When we[Kim Cranes & Cyndi Lauper & Huey Lewis]
Stand together as oneWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start givingThere’s a choice were making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Bob Dylan]
Theres a choice were making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives[Bob Dylan]
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Ray Charles]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Stevie Wonder & Bruce Springsteen]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Stevie Wonder]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[Stevie Wonder & Bruce Springsteen]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Bruce Springsteen]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and me[James Ingram]
We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving[Ray Charles]
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meWe are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let’s start giving
There’s a choice we’re making
We’re saving our own lives
It’s true we’ll make a better day
Just you and meNós Somos o Mundo
Lionel Richie: Chega o momento em que ouvimos um certo chamado
Lionel Richie & Stevie Wonder:
Quando o mundo deve se unir como umStevie Wonder
Há pessoas morrendoPaul Simon:
E é tempo de dar uma mão para a vidaPaul Simon & Kenny Rogers:
O maior presente de todosKenny Rogers:
Nós não podemos continuar fingindo todos os diasJames Ingram: Que alguém, em algum lugar, em breve fará uma mudança
Tina Turner: Somos todos parte da maravilhosa grande família de Deus
Billy Joel:
E a verdade, você sabe, amor é tudo que nós precisamosMichael Jackson:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarDiana Ross:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidasMichael & Diana Ross:
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euDionne Warwick:
Envie seu coração a eles
Assim, eles saberão que alguém se importaDionne Warwick & Willie Nelson:
E suas vidas serão mais fortes e livresWillie Nelson:
Como Deus nos mostrou, ao transformar pedras em pãoAl Jarreau:
E então, todos nós devemos dar uma mãozinhaBruce Springsteen:
Nós somos o mundo, nós somos as criançasKenny Loggins:
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarSteve Perry:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas(Daryl Hall)
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euMichael Jackson:
Quando você está muito mal, parece não haver esperança algumaHuey Lewis:
Mas, se você apenas acreditar, não há como cairmosCyndi Lauper:
Bem, bem, bem, bem… Vamos compreender que a mudança só pode virKim Carnes:
Quando nosKim Cranes & Cyndi Lauper & Huey Lewis:
Mantivermos juntos como umNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarHá uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarBob Dylan:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidasBob Dylan:
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarRay Charles:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euStevie Wonder & Bruce Springsteen:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarStevie Wonder:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euStevie Wonder & Bruce Springsteen:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarBruce Springsteen:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euJames Ingram:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doarRay Charles:
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e euNós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e eu
Lionel Richie
Lionel Brockman Richie Jr.
73 ANOS
(Tuskegee, 20 de junho de 1949)
cantor e produtor musical norte-americano
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Entrevista da Semana do Jornal da Cidade com Neuza Sampaio

Prestes a completar 79 anos no início de julho, ela dedicou seis décadas de sua vida à educação.
Fonte: Jornal da Cidade • Guilherme Tavares • 19/06/2022
Seja em sala de aula ou fora dela, Neuza Aracy Costa Sampaio devotou-se à missão de promover o ensino para transformar a sociedade. Tanto que carrega como lema uma frase do amigo e professor Rodolpho Pereira Lima:
“A maior segurança de uma nação não está no seu efetivo policial militar,
mas na educação do seu povo.” – Rodolpho Pereira Lima

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido Alpheu José (à direita), e os pais, Júlia e Edovaldo. Filha de Edovaldo Costa e Julia Morales Costa (falecidos), foi criada pelos tios Moacir da Costa Leite e Auricilde Costa Leite (ambos também em memória), por quem nutre muito apreço.

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido, e dos tios Auricilde e Moarcyr Os “pais adotivos” foram decisivos na formação.
“Sempre tinha jornal, livro, algum material para ler em casa.
E titia escrevia poesias.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Nascida em Mineiros do Tietê, todos os dias atravessava 20 quilômetros de estradas de terra até Jaú para estudar.
Concluiu o magistério aos 17 anos. Casou com Alpheu José e mudou para Bauru aos 19, mesma idade em que começou a lecionar no ensino fundamental no município de Fernão.
Para chegar ao trabalho, viajava no “trem das professoras”.
Mais tarde, virou diretora de escola e passou a atuar na Delegacia Regional de Ensino (hoje, Diretoria de Ensino, do governo do Estado), onde teve a oportunidade de contribuir com a construção de dez escolas estaduais de Bauru, algumas das maiores do município até hoje.
“Quanto maior o âmbito de atuação,
mais pessoas são abrangidas pelo seu trabalho.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Mesmo aposentada, seguiu atuando em prol da área.
Passou a integrar os quadros de gestão do Centro do Professorado Paulista (CPP) em Bauru.
Foi diretora da sede local de 1992 a 2001. E, há dois anos, novamente atendeu o chamado do dever ao reassumir o posto após o falecimento da então diretora.

Ricardo, Ester, Neuza, Artur e Aloísio Tem quatro filhos: Artur, Aloísio, Ester e Ricardo. E ainda sete netos.
Além do magistério, formou-se em Estudos Sociais com Habilitação em Educação Moral e Cívica pelo Unisagrado (na época, USC).
A seguir, confira trechos da entrevista dela ao JC.
Jornal da Cidade – O que a levou à formação no magistério?
Neuza Aracy Costa Sampaio – Na época, era o curso que quase todas as moças se direcionavam. Havia poucas faculdades no Estado. Então, o magistério era um caminho muito comum para as jovens. Além disso, sempre gostei muito de estudar, me dedicava. Viajava 20 quilômetros todos os dias de Mineiros do Tietê para Jaú por estrada de terra para ir à escola. E também fui muito estimulada pelos meus tios, sempre tinha material letrado em casa, como jornal, revista, livro. Gostava muito de dar aula, lecionar, me realizei como professora.
JC – Depois, a senhora virou diretora de escola e atuou na Delegacia Regional de Ensino. Por que migrou para a área de gestão e administração?
Neuza – Primeiro, porque eu sempre procurei, mesmo como professora, funções de liderança. Então, me realizei muito como diretora, porque tive a possibilidade de colocar em prática minhas ideias e melhorar as escolas. Quanto maior o seu âmbito de atuação, mais pessoas são abrangidas pelo trabalho. Você dá exemplo, influencia as pessoas. E, mesmo depois, como assistente de planejamento, conseguimos construir os maiores prédios escolares de Bauru. A cidade precisava de muitas vagas na época e fizemos um esforço inaudito. De 1979 a 1986, construímos dez escolas estaduais. Proporcionar estrutura também é uma forma de contribuir com o crescimento da educação. Isso é uma satisfação enorme.
JC – Depois de aposentada, assumiu cargos no CPP e, dessa vez, como serviço voluntário. Não era hora de deixar de trabalhar?
Neuza – Não, porque sempre atuei em benefício de alguém. Sejam colegas da educação ou pessoas com necessidades afetivas e fraternas. Minha vida se resume a cuidar da família, tanto ascendentes quanto descendentes, atuar no magistério e trabalhar como voluntária no CPP e no centro espírita. E o trabalho voluntário traz uma felicidade muito grande. Você sempre está fazendo, de uma forma ou de outra, pelo benefício de alguém. Ou do colega da educação ou de pessoas necessitadas. Desde 1966, faço parte do Centro Espírita a Serviço do Mestre, na Vila Dutra. Participei da diretoria, fui vice- presidente e presidente.
JC – Com um currículo tão extenso, de seis décadas de serviços prestados, e se aproximando dos 79 anos de vida, ainda há o que realizar?
Neuza – O que move a gente são os projetos novos. Eu sempre penso na realização do dia seguinte. Nesses dois anos de pandemia, por exemplo, aproveitamos para reformar o salão social, melhorar o paisagismo, equipar as salas de ginástica e educação infantil.

O Coral Feminino do CPP Bauru – Junho Violeta, no Teatro Municipal – Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa – 2022 Agora, estamos atuando para firmar um convênio com a prefeitura para os professores da rede municipal se filiarem ao CPP. Nosso trabalho é constante, contínuo.
JC – E depois de toda essa trajetória de dedicação ao outro, qual o sentimento no coração?
Neuza – Tudo aquilo que fazemos pelos outros, o ganho na verdade é nosso. Porque, à medida que faz alguma coisa para alguém, você se esquece dos próprios problemas para focar na ajuda ao próximo. Então, você deixa de ter problemas, mesmo que momentâneo.
Foto da matéria no jornal impresso

Diretora do CPP • Neuza Aracy Costa Sampaio
A apresentação em vídeo, fotos e textos, da professora Neuza Aracy Costa Sampaio, com resumo detalhado de suas atividades profissionais, como professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista. Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
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Dia Nacional do Cinema • 19 de Junho

“O Cinema não tem futuro comercial.”
– Auguste Lumiére, um dos irmãos Lumière,que foram os inventores do cinematógrafo,
sendo frequentemente referidos como os pais do cinema
124 Anos do Cinema Brasileiro

Afonso Segreto Esta data é comemorada em 19 de junho em homenagem ao dia em que o ítalo-brasileiro Afonso Segreto – o primeiro cinegrafista e diretor do país – registrou as primeiras imagens em movimento no território brasileiro, em 1898.
Afonso Segreto fez imagens da entrada da baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, a bordo do navio francês Brésil – a primeira filmagem em território nacional.
Algumas pessoas preferem celebrar a data em 5 de novembro para relembrar o aniversário da primeira exibição pública de cinema no país.
O cinema do Brasil existe como exibição e entretenimento desde julho de 1896, e como realização e expressão desde 1897.
Embora nunca tenha chegado a se estruturar plenamente como indústria, o cinema brasileiro, em seus mais de 120 anos de História, teve momentos de grande repercussão internacional, como na época do Cinema Novo, e de crescimento do mercado interno, como no período da Embrafilme.[1]
Na primeira década do século XXI, a atividade cinematográfica no Brasil envolve pouco mais de 2 mil salas, que vendem uma média de 100 milhões de ingressos anuais, dos quais entre 15 e 20% são para filmes brasileiros. A produção nacional tem mantido uma média de 90 a 100 filmes de longa-metragem por ano, sendo que nem todos conseguem lançamento comercial.[2]
“O cinema é um modo divino de contar a vida.”
A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, por iniciativa do exibidor itinerante belga Henri Paillie.
Naquela noite, numa sala alugada do Jornal do Commercio, na Rua do Ouvidor, foram projetados oito filmetes de cerca de um minuto cada, com interrupções entre eles e retratando apenas cenas pitorescas do cotidiano de cidades da Europa.
Só a elite carioca participou deste fato histórico para o Brasil, pois os ingressos não eram baratos.[6] Um ano depois já existia no Rio uma sala fixa de cinema, o “Salão de Novidades Paris”, de Paschoal Segreto.[7]
“Se ganha dinheiro, o Cinema é uma indústria.
Se perde, é uma Arte.”
Segundo o crítico e historiador Jean-Claude Bernardet, “não é possível entender qualquer coisa que seja do cinema brasileiro se não se tiver em mente a presença maciça e agressiva, no mercado interno, do filme estrangeiro.”.[3]
Os primeiros filmes brasileiros foram rodados entre 1897-1898.
“O Oscar é um fetiche.
É uma premiação extremamente americana …
num plano maior, quem tem que impulsionar
o nosso cinema é a gente mesmo.”
– Fernanda Montenegro, comentando sobre a indicação ao Oscar de Melhor Atriz,
por “Central do Brasil” de 1998, em entrevista para o site ‘Cine Set’.
Hoje em dia, os pesquisadores consideram que os primeiros filmes realizados no Brasil são: “Ancoradouro de Pescadores na Baía de Guanabara” [8][9] (de José Roberto da Cunha Salles), [10] “Chegada do trem em Petrópolis“,[11] “Bailado de Crianças no Colégio, no Andaraí“[12] e “Uma artista trabalhando no trapézio do Politeama” [13][14] todos datados de 1897.
Uma “Vista da baia da Guanabara” teria sido filmado pelo cinegrafista italiano Affonso Segretto [4][15][16] (irmão de Paschoal) em 19 de junho de 1898, ao chegar da Europa a bordo do navio Brèsil – mas este filme, se realmente existiu, nunca chegou a ser exibido. Ainda assim, desde os anos 1970, 19 de junho é considerado o Dia do Cinema Brasileiro.
“Num filme o que importa não é a realidade,
mas o que dela possa extrair a imaginação.”
FONTES
124 Anos, 19 de Junho, Afonso Segreto, aniversário, artistas, biografia, Brasil, brasileiro, celebração, Charles Chaplin, cientistas, Cinema, CITAÇÕES, comemoração, escritores, famosas, Federico Fellini, Fernanda Montenegro, filósofos, frases, humanidade, ideias, inovações, invenções, marcantes, Millôr Fernandes, mundo, pensador, pensadora, pensadores, pensamentos, polêmicas, professores, sociedade, wikipedia, wikiwand -
Historiador Marco Antonio Villa é o mais novo associado do CPP

Neste 15 de junho, o CPP recebeu o professor Marco Antonio Villa, na Sede Central, para sua associação à entidade.
Além de professor e historiador, Marco Antonio Villa também é escritor, comentarista político, mestre em sociologia e doutor em história social pela Universidade de São Paulo.
Início
👏 59 Anos de lutas e conquistas para o professorado de Bauru e região

































































