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Cartão de Visitas 🔎 Pág. 20 📂 Ed.4

Panfleto digital com todas as informações da Sede Regional Bauru do Centro do Professorado Paulista. Conheça nosso clube que atende a mais 14 cidades, nossas instalações e serviços, endereço, telefone e espaços virtuais na web. Acompanhe também nossos eventos, cursos e todas as atualizações do CPP no resto do estado de São Paulo.
CPP BAURU REVISTA

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🔔 A 1ª Vez na Lua 🟢 20 de Julho 🕗 54 Anos • 2023

“Esse é um pequeno passo para um homem
— um salto gigantesco para a Humanidade.”
“That’s one small step for a man — one giant leap for mankind.”
— Neil Armstrong
Palavras ditas no momento em que Armstrong tocou o solo lunar, em 20 de julho de 1969, data do aniversário de Santos Dumont, que faria 96 anos, se estivesse vivo no ano da chegada do homem à Lua.
1969 – A nave Apollo 11 pousa na Lua; Neil Armstrong e Edwin Aldrin tornam- se os primeiros humanos a caminhar na superfície do satélite.
O lançamento, o pouso, a caminhada na lua, a frase de Armstrong que se eternizou. e a volta para a Terra da Apolo 11, com Neil Armstrong, Michael Colins e Edwin Aldrin.
A 1ª Vez na Lua • 20 de Julho • 54 Anos

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🔔 Dia da França • Tomada da Bastilha 🟢 234 Anos

A Festa nacional francesa, ou Dia da Bastilha, é um feriado nacional francês celebrado anualmente, em 14 de Julho — ‘14 Juillet’
O evento acontece em memória ao episódio histórico da Tomada da Bastilha, em 1789, quando teve início o caráter popular da Revolução Francesa.
FONTE: WIKIWAND
As comemorações desse feriado consistem em grandes celebrações e paradas militares por todo o país, com destaque para o desfile militar da Champs-Élysées de Paris, prestigiado pelo Presidente da República.
“Cada século tem um espírito que o caracteriza:
o espírito do nosso parece ser o da liberdade.”
— Denis Diderot
– Chaque siècle a son esprit qui le caractérise. L’esprit du nôtre semble être celui de la liberté.– Oeuvres complètes de Diderot: revues sur les éditions originales, comprenant ce qui a été publié à diverses époques et les manuscrits inédits, conservés à la Bibliothèque de l’Ermitage, notices, notes, table analytique, Volume 20 – Página 221, Denis Diderot – Garnier frères, 1877 — FONTE: WIKIQUOTE
“É uma revolta?”
(Luiz XVI, ao ser informado sobre a queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789)
– Não, senhor. É uma revolução.”
(Duque de Liancourt, político francês, em resposta ao rei)
— citado em Revista Caras, Edição 662 – (Ano 13 – Número 28)
FONTE: WIKIQUOTE
Íntegra da Citação do Dia
Dia da França • Tomada da Bastilha • 234 Anos
Uma data importante, não apenas para a França, mas para todo o Planeta.
A Tomada da Bastilha, em 1789, foi tão impactante, que acabou marcando
a passagem da Idade Moderna para a Idade Contemporânea.Os princípios iluministas gritavam por
‘Liberdade, Igualdade e Fraternidade’.
Queriam o fim dos reinados, e o começo do que seria,
a república democrática.Caía a fortaleza, a grande prisão de Paris. A Bastilha fora tomada.
E acontecia ali, o início do fim do absolutismo.— “É uma revolta?” perguntou o rei da França, Luiz XVI, quando foi
informado sobre a queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789. E o Duque
de Liancourt, político francês, lhe respondeu:— “Não, senhor. É uma revolução.”
A notícia de que o povo de Paris tinha se rebelado contra o rei, se
espalhou de tal maneira, que o medo pelo terror que se seguiria,
fez Immanuel Kant, o homem mais metódico da História, na distante
Königsberg, atrasar seu passeio diário das 18 horas, em espantosos
cinco minutos.professor Paul Sampaio

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🔔 Anísio Teixeira 🟢 123 Anos

“Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública”.
– Anísio Teixeira, em “Educação para a Democracia”; Rio de Janeiro : José Olympio; 1936, p. 247
Anísio Teixeira
Anísio Spínola Teixeira
(Caetité, 12 de julho de 1900 — Rio de Janeiro, 11 de março de 1971)
jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro
Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em preferência à memorização.
“Sou contra a educação como processo exclusivo de formação de uma elite, mantendo a grande maioria da população em estado de analfabetismo e ignorância.
– Anísio Teixeira, em artigo “DESBARATO DOS RECURSOS PÚBLICOS PARA A EDUCAÇÃO”, publicado em O Jornal, 15/04/58
Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos.
Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova,[2] em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932.
Fundou a Universidade do Distrito Federal, em 1935, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.
Na ideia de uma educação integral[3] e uma educação para todos, expressa por Anísio Teixeira foi a concepção de educação que permeou os escritos e a obra de Anísio Teixeira, está a base de sua atuação como educador e sua contribuição para a educação no Brasil, que alguns consideram importante até hoje.
“Revolta-me saber que dos cinco milhões que estão na escola, apenas 450.000 conseguem chegar a 4ª. série, todos os demais ficando frustrados mentalmente e incapacitados para se integrarem em uma civilização industrial e alcançarem um padrão de vida de simples decência humana”.
– Anísio Teixeira, em artigo “DESBARATO DOS RECURSOS PÚBLICOS PARA A EDUCAÇÃO”, publicado em O Jornal, 15/04/58
“Choca-me ver o desbarato dos recursos públicos para educação, dispensados em subvenções de toda natureza a atividades educacionais, sem nexo nem ordem, puramente paternalistas ou francamente eleitoreiras.”
– Anísio Teixeira, em artigo “DESBARATO DOS RECURSOS PÚBLICOS PARA A EDUCAÇÃO”, publicado em O Jornal, 15/04/58
FONTES

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Oito Décadas de Vida 🔔 Neuza Sampaio 🟢 80 Anos 🕗 2023

Veja as 177 fotos e o vídeo da festa de Aniversário
💬 Realizado em 8 de julho de 2023, na Sede Regional Bauru do Centro do Professorado Paulista, o almoço comemorou as oito décadas de vida da diretora do CPP Bauru, que recebeu familiares e amigos para celebrar a data com muita música e alegria.
BIOGRAFIA
“Não nos esqueçamos nunca, da ‘boa parte’
que reside em todas as criaturas.”
– Neuza Sampaio
Neuza Aracy Costa Sampaio, professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista.
Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
Depois, obteve a Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitação em Administração e Supervisão Escolar. Fez diversos cursos de especialização e treinamentos, até ser diretora de escola. Aposentou como supervisora de ensino.
“Aprender primeiro, ensinar depois.”
– Neuza Sampaio
Abaixo, a ‘Entrevista da Semana’ de 19 de junho (2022), do Jornal da Cidade, de Bauru/SP, com Neuza Sampaio, ao completar 79 anos. Ela fala sobre sua vida, sempre dedicada à educação, espiritualidade e família.
Prestes a completar 79 anos no início de julho, ela dedicou seis décadas de sua vida à educação.
Fonte: Jornal da Cidade • Guilherme Tavares • 19/06/2022
Seja em sala de aula ou fora dela, Neuza Aracy Costa Sampaio devotou-se à missão de promover o ensino para transformar a sociedade. Tanto que carrega como lema uma frase do amigo e professor Rodolpho Pereira Lima:
“A maior segurança de uma nação não está no seu efetivo policial militar,
mas na educação do seu povo.” – Rodolpho Pereira Lima

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido Alpheu José (à direita), e os pais, Júlia e Edovaldo. Filha de Edovaldo Costa e Julia Morales Costa (falecidos), foi criada pelos tios Moacir da Costa Leite e Auricilde Costa Leite (ambos também em memória), por quem nutre muito apreço.

Neuza Aracy Costa Sampaio ao lado do marido, e dos tios Auricilde e Moarcyr Os “pais adotivos” foram decisivos na formação.
“Sempre tinha jornal, livro, algum material para ler em casa.
E titia escrevia poesias.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Nascida em Mineiros do Tietê, todos os dias atravessava 20 quilômetros de estradas de terra até Jaú para estudar.
Concluiu o magistério aos 17 anos. Casou com Alpheu José e mudou para Bauru aos 19, mesma idade em que começou a lecionar no ensino fundamental no município de Fernão.
Para chegar ao trabalho, viajava no “trem das professoras”.
Mais tarde, virou diretora de escola e passou a atuar na Delegacia Regional de Ensino (hoje, Diretoria de Ensino, do governo do Estado), onde teve a oportunidade de contribuir com a construção de dez escolas estaduais de Bauru, algumas das maiores do município até hoje.
“Quanto maior o âmbito de atuação,
mais pessoas são abrangidas pelo seu trabalho.”
– Neuza Aracy Costa Sampaio
Mesmo aposentada, seguiu atuando em prol da área.
Passou a integrar os quadros de gestão do Centro do Professorado Paulista (CPP) em Bauru.
Foi diretora da sede local de 1992 a 2001. E, há dois anos, novamente atendeu o chamado do dever ao reassumir o posto após o falecimento da então diretora.

Ricardo, Ester, Neuza, Artur e Aloísio Tem quatro filhos: Artur, Aloísio, Ester e Ricardo. E ainda sete netos.
Além do magistério, formou-se em Estudos Sociais com Habilitação em Educação Moral e Cívica pelo Unisagrado (na época, USC).
A seguir, confira trechos da entrevista dela ao JC.
Jornal da Cidade – O que a levou à formação no magistério?
Neuza Aracy Costa Sampaio – Na época, era o curso que quase todas as moças se direcionavam. Havia poucas faculdades no Estado. Então, o magistério era um caminho muito comum para as jovens. Além disso, sempre gostei muito de estudar, me dedicava. Viajava 20 quilômetros todos os dias de Mineiros do Tietê para Jaú por estrada de terra para ir à escola. E também fui muito estimulada pelos meus tios, sempre tinha material letrado em casa, como jornal, revista, livro. Gostava muito de dar aula, lecionar, me realizei como professora.
JC – Depois, a senhora virou diretora de escola e atuou na Delegacia Regional de Ensino. Por que migrou para a área de gestão e administração?
Neuza – Primeiro, porque eu sempre procurei, mesmo como professora, funções de liderança. Então, me realizei muito como diretora, porque tive a possibilidade de colocar em prática minhas ideias e melhorar as escolas. Quanto maior o seu âmbito de atuação, mais pessoas são abrangidas pelo trabalho. Você dá exemplo, influencia as pessoas. E, mesmo depois, como assistente de planejamento, conseguimos construir os maiores prédios escolares de Bauru. A cidade precisava de muitas vagas na época e fizemos um esforço inaudito. De 1979 a 1986, construímos dez escolas estaduais. Proporcionar estrutura também é uma forma de contribuir com o crescimento da educação. Isso é uma satisfação enorme.
JC – Depois de aposentada, assumiu cargos no CPP e, dessa vez, como serviço voluntário. Não era hora de deixar de trabalhar?
Neuza – Não, porque sempre atuei em benefício de alguém. Sejam colegas da educação ou pessoas com necessidades afetivas e fraternas. Minha vida se resume a cuidar da família, tanto ascendentes quanto descendentes, atuar no magistério e trabalhar como voluntária no CPP e no centro espírita. E o trabalho voluntário traz uma felicidade muito grande. Você sempre está fazendo, de uma forma ou de outra, pelo benefício de alguém. Ou do colega da educação ou de pessoas necessitadas. Desde 1966, faço parte do Centro Espírita a Serviço do Mestre, na Vila Dutra. Participei da diretoria, fui vice- presidente e presidente.
JC – Com um currículo tão extenso, de seis décadas de serviços prestados, e se aproximando dos 79 anos de vida, ainda há o que realizar?
Neuza – O que move a gente são os projetos novos. Eu sempre penso na realização do dia seguinte. Nesses dois anos de pandemia, por exemplo, aproveitamos para reformar o salão social, melhorar o paisagismo, equipar as salas de ginástica e educação infantil.

O Coral Feminino do CPP Bauru – Junho Violeta, no Teatro Municipal – Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa – 2022 Agora, estamos atuando para firmar um convênio com a prefeitura para os professores da rede municipal se filiarem ao CPP. Nosso trabalho é constante, contínuo.
JC – E depois de toda essa trajetória de dedicação ao outro, qual o sentimento no coração?
Neuza – Tudo aquilo que fazemos pelos outros, o ganho na verdade é nosso. Porque, à medida que faz alguma coisa para alguém, você se esquece dos próprios problemas para focar na ajuda ao próximo. Então, você deixa de ter problemas, mesmo que momentâneo.
Foto da matéria no jornal impresso

Oito Décadas de Vida 🔔 Neuza Sampaio 🟢 80 Anos 🕗 2023
Diretora do CPP • Neuza Aracy Costa Sampaio
A apresentação em vídeo, fotos e textos, da professora Neuza Aracy Costa Sampaio, com resumo detalhado de suas atividades profissionais, como professora, diretora, supervisora de ensino, e há décadas, representante do professorado paulista. Atualmente, é a diretora do CPP de Bauru, além de conselheira.
“Ninguém cruza nosso caminho
por acaso, e tudo tem sua
razão de ser.”– Neuza Sampaio
A Devoção pela Educação • Neuza Sampaio • 80 Anos
“Só o afetivo é efetivo.”
– Neuza Sampaio

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🔔 São Francisco de Assis 🟢 841 Anos 🕗 2023

A biografia e as ideias deixadas em frases e citações daquele que ficou conhecido como São Francisco de Assis.
As explicações dos principais freis franciscanos sobre a atribuição da “Oração pela Paz” a Francisco, e sua trajetória desde que apareceu pela primeira vez, em 1913 numa pequena revista da Normandia, França.
Francisco de Assis
841 Anos
Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália.
Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.
Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo.
SURGIMENTO e ATRIBUIÇÃO DA PRECE A FRANCISCO
FONTE: PORTAL SÃO FRANCISCO
1. Como surgiu a “Oração pela Paz” ou, “Oração de São Francisco”
Tudo indica que surgiu pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Suas origens são obscuras, seu autor é desconhecido, e parece que poucos lhe deram importância logo ao aparecer.
“A Oração da Paz apareceu pela primeira vez em 1913 numa pequena revista local da Normandia, na França. Vinha sem referência de autor, transcrita de uma outra revista tão insignificante, que nem deixou sinal na história, pois não foi encontrada em nenhum arquivo da França”.
Entretanto, ganhou notoriedade depois que foi publicada no “Osservatore Romano”, em 20 de janeiro de 1916 e, alguns dias depois, em 28 de janeiro do mesmo ano, no conhecido diário católico francês La Croix.
Em 1917, foi divulgada com um título chamativo: “Oração para uso dos que querem colaborar na preparação de um mundo melhor”.
A partir desse contexto, a Oração pela Paz ganhou asas e correu mundo, recebendo acolhida entusiasta de cristãos e mesmo de seguidores de outras religiões, que nela encontravam a expressão inspirada de ancestrais desejos de união e de paz.
2. Como foi atribuída a São Francisco
Temos algumas pistas que indicam como foi que essa oração anônima chegou a encontrar em São Francisco de Assis um pai adotivo e suposto autor. Não se trata de falsificação fraudulenta e sim de uma casualidade histórica, que entretanto, contribuiu para tornar manifesta uma notável afinidade existente entre a “Oração pela Paz” e a espiritualidade franciscana.
Um primeiro passo se deu em torno de 1913, quando a oração foi estampada no verso de um pôster devocional que trazia a figura de São Francisco de Assis. O texto tinha simplesmente como título: “Oração pela Paz”.
Tempos depois, por volta de 1936, um pôster semelhante foi publicado em Londres com a mesma oração, traduzida em inglês no verso. Desta vez, porém, ela foi atribuída diretamente ao santo representado na gravura, e recebeu como título: “Uma Oração de São Francisco”. Com isto firmou ainda mais sua popularidade.
Outro passo foi quando o senador americano Tom Connally leu a oração, atribuída a São Francisco, na Conferência da ONU, em 1945. Note-se que em todas as outras edições anteriores, o texto é anônimo, mesmo em revistas franciscanas, inclusive no ano do VII Centenário de São Francisco, em 1926.
O perfil de Francisco de Assis
Fonte: Wikiwand.
Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos.
Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.[2]
Dante Alighieri disse que ele foi uma “luz que brilhou sobre o mundo”, e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus, mas a despeito do enorme prestígio de que ele desfruta até os dias de hoje nos círculos cristãos, que fez sua vida e mensagem serem envoltas em copiosa fé e darem origem a inumeráveis representações na arte, a pesquisa acadêmica moderna sugere que ainda há muito por elucidar quanto aos aspectos políticos de sua atuação, e que devem ser mais exploradas as conexões desses aspectos com o seu misticismo pessoal.
Sua vida é reconstituída a partir de biografias escritas pouco após sua morte mas, segundo alguns estudiosos, essas fontes primitivas ainda estão à espera de edições críticas mais profundas e completas, pois apresentam contradições factuais e tendem a fazer uma apologia de seu caráter e obras; assim, deveriam ser analisadas sob uma óptica mais científica e mais isenta de apreciações emocionais do que tem ocorrido até agora, a fim de que sua verdadeira estatura como figura histórica e social, e não apenas religiosa, se esclareça.
Casa onde Francisco nasceu, Assis.
De qualquer forma, sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou enquanto ele ainda era vivo, e permanece inabalada.
Foi canonizado pela Igreja Católica menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.[3]
Anos finais e morte
Seus anos finais foram passados em tranquilidade interior, quando, segundo seus biógrafos primitivos, seu amor e compaixão por todas as criaturas fluíam abundantes, ao mesmo tempo que ele experimentava repetidas visões e êxtases místicos, fazia outros milagres, continuava a percorrer a região em pregações, e multidões acorriam para vê- lo e tocá-lo.
No Natal de 1223 foi convidado pelo senhor de Greccio para celebrar a festa numa gruta com pastores e animais, desejando recriar o nascimento de Cristo em Belém, sendo a origem da tradição dos presépios.
No cinema foi protagonista em:
- The Flowers of St. Francis (1950) de Roberto Rossellini e Federico Fellini;[86]
- Francis of Assisi (1961) de Michael Curtiz;[87]
- Francesco d’Assisi (1966) de Liliana Cavani;
- Brother Sun, Sister Moon (1972) de Franco Zeffirelli;[88]
- Francesco (1989) de Liliana Cavani;[89]
- Chiara e Francesco (2007) de Fabrizio Costa.[90]
Sua aparência
Segundo a descrição deixada por Tomás de Celano, a aparência física de Francisco era extremamente agradável, e sua face refletia a inocência de sua vida, a pureza de seu coração e o ardor do fogo divino que o consumia.
Era de estatura um pouco abaixo da média, cabeça proporcionada e redonda, com a face alongada e nariz reto e fino, pescoço esguio, testa plana e curta, olhos negros e límpidos, cabelos castanhos, orelhas pequenas.
Sua voz era forte, doce, clara e sonora; os dentes eram unidos, alinhados e brancos, os lábios pequenos e delgados, a barba era preta e um tanto rala; seus ombros eram direitos, os braços curtos, as mãos delicadas com dedos longos, as pernas delgadas, pés pequenos, pele fina e sempre muito magro.[24]
Sua visão de si mesmo era, porém, oposta: descrevia-se como um “franguinho preto”, e o retrato pintado no Fioretti segue a mesma linha, mostrando- o como um homem miúdo de aspecto muito desprezível e vil e que por esse motivo nunca conseguia muitas esmolas entre gentes que não o conheciam.
Este retrato, de autor anônimo, é considerado, sem certeza, uma cópia do século XIV do único retrato que teria sido feito ainda em vida do santo, por encomenda de Jacopa de’ Settesoli. Está conservado em Greccio.
CITAÇÃO
Francisco de Assis – Contatos além do mundo físico
“Por que vieste aqui, irmão cordeirinho?
Diz-me: viste ou ouviste alguma coisa?”
Francisco de Assis respondendo à cara de espanto de seu irmão de fé, Leo. Segundo relata a coletânea ‘I Fioretti di San Francesco’, o Irmão Leo o viu levar a mão ao peito e parecer tirar algo de lá e oferecê-la a uma língua de fogo que descera sobre ele. / Fonte: Wikiwand.
Francisco de Assis
Giovanni di Pietro di Bernardone
(Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226)
841 Anos

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🔔 Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial 🟢 72 Anos

A data celebra a aprovação da primeira lei brasileira contra o preconceito racial. A Lei 1.390, de 1951, ficou conhecida como Lei Afonso Arinos, por causa do jurista e político mineiro, autor da proposta.
É a primeira lei contra o racismo no Brasil, que estabelecia como contravenção penal, qualquer prática resultante de preconceito por raça ou cor.
No entanto, essa lei não tratava o racismo como crime, mas como contravenção penal, que é infração penal, tida como de menor gravidade.
A Lei n° 1.390/1951, foi sancionada por Getúlio Vargas, em 3 de julho de 1951.Afonso Arinos foi um político, diplomata, historiador e crítico brasileiro, e ocupou a cadeira 25 da Academia Brasileira de Letras.

“Numa sociedade racista,
não basta não ser racista.
É necessário ser antirracista.”
Professora e filósofa estadunidense
Fonte: Pensador
PUNIÇÕES
Lei Afonso Arinos (n° 1.390/1951)
A Lei Afonso Arinos prevê punições para atos de preconceito praticados por diretor, gerente ou responsável por estabelecimento comercial que recusassem a hospedagem em hotel, pensão, estalagem ou estabelecimento da mesma finalidade, por preconceito de raça ou cor.
O código também trata da recusa de inscrição de aluno em instituições de ensino, negar emprego ou trabalho, impedir acesso a cargo do funcionalismo público por racismo.
“Como negra,
não quero mais ser objeto de estudo,
e sim o sujeito da pesquisa.”
Filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira
Fonte: Pensador

“Quem tem que responder
isso não sou eu,
é a sociedade”
Ator brasileiro, mostrando-se cansado de falar sobre preconceito racial, para a ‘Revista Isto É Gente’, Edição 359
Fonte: WikiquoteÍNTEGRA da LEI
Lei n° 1.390/1951, Art 1º:
Constitui contravenção penal, punida nos termos desta Lei, a recusa, por parte de estabelecimento comercial ou de ensino de qualquer natureza, de hospedar, servir, atender ou receber cliente, comprador ou aluno, por preconceito de raça ou de cor.
“Não lutamos por integração ou por separação.
Lutamos para sermos reconhecidos
como seres humanos.”
Afro-americano, ativista dos direitos humanos, ministro muçulmano e defensor do Nacionalismo Negro nos Estados Unidos.
Fonte: Wikiquote
3 de Julho de 2023 • Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial • 72 Anos

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Zélia Gattai 🟢 107 Anos 🕗 2023

“Uma leitura ou uma história só prestam, empolgam
e nos fazem sonhar quando transmitidas com prazer e emoção. …
Escrevo, assim, com liberdade e com o coração.
— Zélia Gattai
Fonte: Pensador
Zélia Gattai
Zélia Gattai Amado de Faria GOIH
107 Anos
(São Paulo, 2 de julho de 1916 — Salvador, 17 de maio de 2008)
Foi uma escritora, fotógrafa e memorialista (como ela mesma preferia denominar-se) brasileira.
Os primeiros anos
Filha dos imigrantes italianos Angelina e Ernesto Gattai, é a caçula de cinco irmãos.
Nasceu e morou durante toda a infância na Alameda Santos, 8, Consolação, em São Paulo.
Foi um expoente da militância política nacional durante quase toda a sua longa vida, da qual partilhou cinquenta e seis anos casada com o também escritor Jorge Amado, até a morte deste.
Zélia Gattai e Jorge Amado.
Zélia participava, com a família, do movimento político-operário anarquista que tinha lugar entre os imigrantes italianos, espanhóis, portugueses, no início do século XX.
Aos vinte anos, casou-se com Aldo Veiga. Deste casamento, que durou oito anos, teve um filho, Luís Carlos, nascido na cidade de São Paulo, em 1942.
A vida com Jorge Amado
Leitora entusiasta de Jorge Amado, Zélia Gattai o conheceu em 1945, quando trabalharam juntos no movimento pela anistia dos presos políticos. A união do casal deu-se poucos meses depois.
A partir de então, Zélia Gattai trabalhou ao lado do marido, passando a limpo, à máquina, seus originais e o auxiliando no processo de revisão.
Em 1946, com a eleição de Jorge Amado para a Câmara Federal, o casal mudou-se para o Rio de Janeiro, onde nasceu o filho João Jorge, em 1947.
Um ano depois, com o Partido Comunista declarado ilegal, Jorge Amado perdeu o mandato, e a família teve que se exilar.
Viveram em Paris por três anos, período em que Zélia Gattai fez os cursos de civilização francesa, fonética e língua francesa na Sorbonne. De 1950 a 1952 a família viveu na Checoslováquia, onde nasceu a filha Paloma.
Foi neste tempo de exílio que Zélia Gattai começou a fazer fotografias, tornando-se responsável pelo registro, em imagens, de cada um dos momentos importantes da vida do escritor baiano.
Em 1963 mudou-se com a família para a casa do Rio Vermelho, em Salvador, na Bahia, onde tinha um laboratório e se dedicava à fotografia, tendo lançado a fotobiografia de Jorge Amado intitulada Reportagem incompleta.
A escritora
Aos 63 anos de idade, começou a escrever suas memórias. O livro de estreia, Anarquistas, graças a Deus, ao completar vinte anos da primeira edição, já contava mais de duzentos mil exemplares vendidos no Brasil.
Sua obra é composta de nove livros de memórias, três livros infantis, uma fotobiografia e um romance. Alguns de seus livros foram traduzidos para o francês, o italiano, o espanhol, o alemão e o russo.
Anarquistas, graças a Deus foi adaptado para minissérie pela Rede Globo e Um chapéu para viagem foi adaptado para o teatro.
Prêmios e homenagens
Baiana por merecimento, Zélia Gattai recebeu em 1984 o título de Cidadã da Cidade do Salvador.
Na França, recebeu o título de Cidadã de Honra da comuna de Mirabeau (1985) e o grau de Comendadora da Ordem das Artes e das Letras, do Governo Francês (1998).
Recebeu ainda, no grau de Comendadora, a Ordem do Mérito da Bahia (1994) e o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal a 14 de Julho de 1986.[1]
A prefeitura de Taperoá, no estado da Bahia, homenageou Zélia Gattai dando o nome da escritora à sua Fundação de Cultura e Turismo, em 2001.
Em 2001 foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 23, anteriormente ocupada por Jorge Amado, que teve Machado de Assis como primeiro ocupante e José de Alencar como patrono. No mesmo ano, foi eleita para a Academia de Letras da Bahia e para a Academia Ilheense de Letras.
Zélia, Sartre, Simone de Beauvoir, Jorge Amado e Mãe Senhora.
Em 2002, tomou posse nas três.
É mãe de Luís Carlos, Paloma e João Jorge. É amiga de personalidades e gente simples.
No lançamento do livro ‘Jorge Amado: um baiano romântico e sensual, em 2002, em uma livraria de Salvador, estavam pessoas como Antonio Carlos Magalhães, Sossó, Calasans Neto, Auta Rosa, Bruna Lima, Antonio Imbassahy e James Amado, entre outros.
Ao lançar seu primeiro livro, Anarquistas graças a Deus, Zélia Gattai recebeu o Prêmio Paulista de Revelação Literária de 1979. No ano seguinte, recebeu o Prêmio da Associação de Imprensa, o Prêmio McKeen e o Troféu Dante Alighieri. A Secretaria de Educação do Estado da Bahia concedeu-lhe a Medalha Castro Alves, em 1987.
Em 1988, recebeu o Troféu Avon, como destaque da área cultural e o Prêmio Destaque do Ano de 1988, pelo livro Jardim de inverno.
O livro de memórias Chão de meninos recebeu o Prêmio Alejandro José Cabassa, da União Brasileira de Escritores, em 1994.
Obras
- Anarquistas Graças a Deus, 1979 (memórias)
- Um Chapéu Para Viagem, 1982 (memórias)
- Pássaros Noturnos do Abaeté, 1983
- Senhora Dona do Baile, 1984 (memórias)
- Reportagem Incompleta, 1987 (memórias)
- Jardim de Inverno, 1988 (memórias)
- Pipistrelo das Mil Cores, 1989 (literatura infantil)
- O Segredo da Rua 18, 1991 (literatura infantil)
- Chão de Meninos, 1992 (memórias)
- Crônica de Uma Namorada, 1995 (romance)
- A Casa do Rio Vermelho, 1999 (memórias)
- Cittá di Roma, 2000 (memórias)
- Jonas e a Sereia, 2000 (literatura infantil)
- Códigos de Família, 2001
- Um Baiano Romântico e Sensual, 2002
- Memorial do amor, 2004
- Vacina de sapo e outras lembranças, 2006
CITAÇÃO
Zélia Gattai – Uma postura positiva em relação à vida
“Continuo achando graça nas coisas, gostando cada vez mais das pessoas, curiosa sobre tudo, imune ao vinagre, às amarguras, aos rancores.”
― Zélia Gattai / Fonte: Kd Frases
Zélia Gattai
Zélia Gattai Amado de Faria
107 Anos
(São Paulo, 2 de julho de 1916 — Salvador, 17 de maio de 2008)
FONTES
Kd Frases

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Saint-Exupéry 🟢 123 Anos

“É preciso que eu suporte duas ou três larvas,
se eu quiser conhecer as borboletas.”
— Saint-Exupéry
Saint-Exupéry
Antoine-Marie- Roger de Saint-Exupéry
(Lyon, 29 de junho de 1900 — Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944)
escritor, ilustrador e piloto francês
As suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra.
Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.
Destaca-se Brasil: O Pequeno Príncipe / Portugal: O Principezinho de 1943, livro de grande sucesso de Saint-Exupéry. A obra vendeu mais de 200 milhões de exemplares em todo o mundo. O autor, no entanto, morreria um ano depois da publicação do livro e não testemunhou o seu sucesso.[6]
Le Petit Prince pode parecer simples, porém apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros.
“Aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.”
— Saint-Exupéry
O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto.
Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho.
Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem em busca de amigos, que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que é realmente importante na vida.
O romance mostra uma profunda mudança de valores, e sugere ao leitor quão equivocados podem ser os nossos julgamentos, e como eles podem nos levar à solidão. O livro nos leva à reflexão sobre a maneira de nos tornarmos adultos, entregues às preocupações diárias, e esquecidos da criança que fomos e somos.
“A perfeição não é alcançada quando
não há mais nada a ser incluído,
mas sim quando não há mais nada a ser retirado.”
FONTES

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IBGE informa novos dados do país

Censo 2022 do IBGE atualiza a população do Brasil; confira também a atual população de Bauru (SP) e de sua cidade. Link direto para o site do IBGE com todas as atualizações do mais recente Censo IBGE no país. Brasil tem 203 milhões de habitantes, 4,7 milhões a menos que estimativa anterior. População cresceu 6,45% desde a edição de 2010.
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