A criação da ABL foi um marco para a literatura e a cultura do Brasil, consolidando um espaço para a preservação, o estudo e a promoção da língua portuguesa e das letras nacionais. A instituição é composta por 40 membros efetivos, conhecidos como “Imortais”, que ocupam cadeiras perpétuas e representam o que há de mais relevante na produção literária e intelectual do Brasil. Os membros da Academia Brasileira de Letras (ABL) são chamados de “Imortais” principalmente, porque a obra e a contribuição cultural desses intelectuais transcendem a vida física, sendo imortais através da memória e do legado.

A ideia de fundar uma academia nos moldes da Academia Francesa, que reunisse os maiores expoentes da literatura brasileira, surgiu de um grupo de intelectuais liderado por Machado de Assis. Ele foi o primeiro presidente da instituição e um dos seus mais fervorosos defensores, idealizando um ambiente que protegesse e valorizasse o patrimônio literário do país.

A sede da ABL, conhecida como “Petit Trianon”, foi doada pelo governo francês e inaugurada em 1923, tornando-se um símbolo da sua importância e da sua ligação com as grandes academias literárias mundiais.

Em sua inauguração, ainda numa sala do museu Pedagogium, na Rua do Passeio, a primeira sessão da ABL, em 20 de julho de 1897, teve o discurso inaugural feito pelo secretário-geral, Joaquim Nabuco.

Escolhemos para ilustrar nosso cartão comemorativo, os seguintes imortais: Olavo Bilac, Machado de Assis, Barão do Rio Branco, Paulo Coelho, Ruy Barbosa, Lilia Schwarcz, Lygia Fagundes Telles, Jorge Amado, Zélia Gattai, Ana Maria Gonçalves, Ailton Krenak, Miriam Leitão, Joaquim Nabuco, Fernanda Montenegro e Gilberto Gil.

Site da ABL ▶️ https://www.academia.org.br

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